19/05/2024
Parte 3
A crescente popularidade dos computadores contribuiu também para alterar todo o dinamismo dos sistemas de vigilância. As gravações passaram a ser armazenadas em discos rígidos, o que simplificou todo o processo de armazenamento e o próprio acesso posterior às imagens.
Na era da vigilância digital, foram introduzidas diversas novas funcionalidades, como o zoom digital e a capacidade de tornar as imagens mais nítidas.
A utilização das câmeras de vigilância em situações domésticas tornou-se comum, não só para efeitos de segurança, mas também para permitir que os pais vigiem de forma atenta as suas crianças.
De uma forma geral, a população está hoje mais consciente para a necessidade de garantir a sua própria segurança. O aumento da criminalidade e de ameaças terroristas fizeram disparar a instalação de câmeras de vigilância no mercado doméstico.
Esta grande procura não é alheia ao surgimento das câmeras de segurança IP, que permitem monitorizar imagens à distância, utilizando apenas um navegador de internet comum. Esta nova tecnologia continua a evoluir e hoje já permite, por exemplo, definir um alerta por email, sempre que uma câmera detecta movimento.
De uma forma geral, a evolução das câmeras de vigilância tem andado de braço dado com o surgimento de novas tecnologias, mas também com a maior necessidade de responder a situações de maior exigência. Acontecimentos como o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, funcionaram como elementos impulsionadores, já que motivaram uma maior necessidade de segurança, obrigando assim ao desenvolvimento de câmeras de vigilância mais avançadas.
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