Burgarelli & Miranda Contabilidade

Burgarelli & Miranda Contabilidade Contabilidade Somos uma empresa que atua, desde 2010, na prestação de serviços profissionais contábeis, consultoria e assessoria tributária, entre outros.

Oferecemos toda orientação necessária para o cumprimento das exigências legais, auxiliando na gestão e administração do seu negócio. Contamos com uma equipe que participa constantemente de cursos de aperfeiçoamento, estando sempre aptos a prestar o melhor atendimento para sua empresa. A estrutura da empresa possui serviços profissionais de telecomunicação de dados e de transporte para efetuar cole

tas e entregas de forma rápida e segura de documentação contábil, fiscal e tributária. Temos como maior divulgador dos nossos serviços, o próprio cliente, o que constitui motivo de orgulho e nos impulsiona para os constantes investimentos.

23/04/2020

O cidadão que tiver o auxílio emergencial de R$ 600,00 negado pode agora contestar o resultado da análise e pedir novamente o benefício diretamente pelo aplicativo ou site do programa. A atualização nas plataformas foi feita a partir desta segunda-feira (20), informou a Caixa Econômica Federal.

No aplicativo ou no site, quem receber o aviso de “benefício não aprovado” pode verif**ar o motivo e fazer uma contestação. Se o aviso for de “dados inconclusivos”, o solicitante pode fazer logo a correção das informações e entrar com nova solicitação, de acordo com a Caixa.

A responsável por informar o motivo do auxílio emergencial não ter sido aprovado é a Dataprev, estatal federal de tecnologia que analisa os dados informados pelo solicitante. O resultado é depois homologado pelo Ministério da Cidadania.

Para ter direito ao auxílio é preciso atender aos critérios estabelecidos pela legislação, como não ter emprego formal, não receber outro benefício do governo (com exceção do Bolsa Família), não ter renda familiar mensal maior que R$ 3.135,00 ou R$ 522,50 per capita (por pessoa), entre outros. As condições completas são descritas no site do programa.

Segundo a Caixa, responsável pelos pagamentos, as principais inconsistências nos dados informados pelos solicitantes são:

• marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro;

• falta de inserção da informação de s**o;

• inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento;

• divergência de cadastramento entre membros da mesma família;

• inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito.
CadÚnico

Os trabalhadores informais que possuem Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico, têm sua elegibilidade para receber o auxílio emergencial analisada automaticamente pela Dataprev.

Nesse caso, se tiver o auxílio negado mesmo acreditando ter direito ao benefício, o trabalhador também pode recorrer diretamente no aplicativo do auxílio emergencial ou no site do programa, informou a Caixa.

EBC
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30/03/2020

Empresas que faturam até R$ 10 milhões terão ajuda para pagar salários

Pequenas e médias empresas receberão ajuda para pagar o salário dos funcionários durante a pandemia do novo coronavírus. O auxílio virá por meio de uma linha de crédito de R$ 40 bilhões para financiar, em condições favoráveis, a folha de pagamento dos próximos dois meses. A medida deve garantir remuneração de até dois salários mínimos por empregado (R$ 2.090) e, segundo o governo, vai beneficiar 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores. Porém, só vai entrar em vigor em cerca de duas semanas, após a publicação de uma medida provisória.

O pacote foi anunciado, ontem, no Palácio do Planalto, pelo presidente Jair Bolsonaro e presidentes de bancos oficiais. As pequenas e médias empresas são responsáveis por mais de 50% dos empregos formais do país, mas vêm sendo duramente impactadas pela desaceleração econômica causada pelo coronavírus.

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto explicou que a linha de crédito emergencial será destinada exclusivamente a empresas que faturam de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano. O financiamento terá carência de seis meses e um prazo de mais 30 meses para pagamento.

O custo será de 3,75% ao ano, igual à taxa básica de juros (Selic). “A folha de pagamento representa 45% do custo dessas empresas. Então, estamos aliviando 45% do custo delas, a uma taxa muito mais baixa do que teriam normalmente”, afirmou o presidente do BC, lembrando que os bancos normalmente cobram acima de 20% ao ano para esses clientes.

O financiamento, contudo, será limitado a dois salários mínimos por trabalhador. “Quem ganha um salário mínimo, vai ganhar um salário mínimo. Quem ganha dois salários mínimos vai ganhar dois salários mínimos. Quem ganha três vai ganhar dois. Se ganha cinco, também vai ganhar dois. Complementar isso é uma decisão da empresa”, disse Campos Neto. Ele destacou que a empresa não é obrigada a reduzir a remuneração dos funcionários a dois salários mínimos e pode, portanto, arcar com o valor restante, que não será financiado.

Empregos

Campos Neto assegurou que a linha traz garantias para o trabalhador, como a manutenção dos empregos. “Vai estar no contrato que essas empresas não podem demitir esses funcionários por dois meses”, ressaltou. “E o dinheiro vai direto para a conta do funcionário. Não passa pela empresa, que f**a só com a dívida”, explicou.

Os R$ 40 bilhões da linha de crédito serão divididos em dois repasses mensais de R$ 20 bilhões. O Tesouro Nacional arcará com R$ 34 bilhões e os bancos privados, com R$ 6 bilhões. “O BNDES vai pegar 80% dos recursos com o Tesouro e passar para os bancos privados, que vão botar os outros 15%”, disse o presidente do banco de fomento, Gustavo Montezano.

Ele destacou, ainda, que os bancos serão os responsáveis pela concessão do crédito. As empresas interessadas devem, portanto, procurar a instituição financeira como qual têm relacionamento para ter acessos aos recursos.

Apesar das condições especiais anunciadas pelo governo, os bancos poderão usar modelos e políticas de crédito próprias. O BC confirmou que há pelo menos um critério de elegibilidade: bom histórico de pagamento nos últimos seis meses. Mas garantiu que vai f**ar de olho na operacionalização da linha para garantir que todas as empresas que se encaixem nessas condições tenham acesso aos recursos.

Para que a medida funcione na prática, o governo precisa editar uma medida provisória para abrir no orçamento um crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses, além de criar um fundo operacionalizado pelo BNDES, supervisionado pelo Banco Central, para receber aportes do Tesouro. “Estamos finalizando os detalhes. Mas achamos importante anunciar logo, porque havia uma expectativa grande em relação aos empregos nessas empresas”, explicou Campos Neto.

Socorro

O que é
financiamento emergencial para pequenas e médias empresas pagarem os salários dos funcionários durante dois meses

Público-alvo
12,2 milhões de empregados de 1,4 milhão de empresas

Quanto
R$ 40 bilhões (R$ 20 bilhões por mês), sendo R$ 34 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 6 bilhões dos bancos

Quem tem direito
Empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano

Quanto vai financiar
Até dois salários mínimos por trabalhador

Prazo de pagamento
30 meses, após carência de 6 meses

Custo
Taxa básica de juros, de 3,75% ao ano

Garantias para o trabalhador
A empresa f**a obrigada a manter o emprego durante os dois meses do financiamento. O dinheiro vai direto para a conta do trabalhador

Fonte: Correio Brazilienze
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27/08/2019

Comissão Aprova Redução de Impostos para Micro e Pequena Empresa Que Contratar

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviço aprovou proposta que reduz pela metade o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) devidos por micro e pequenas empresas que contratarem mais empregados.

O texto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, deputado Glaustin Fokus (PSC-GO), ao Projeto de Lei Complementar 97/2019. A versão original tratava de benefícios fiscais para os setores industrial e de bens e serviços, e o relator decidiu estender a medida para o setor comercial.

“O projeto cria um engenhoso mecanismo de incentivar aquelas empresas de pequeno porte que sejam responsáveis por mais empregos ou que preservem seus contratados em uma conjuntura desfavorável”, disse Glaustin Fokus.

Na atividade industrial, a redução nas alíquotas valerá para a microempresa que tiver contratado, nos 12 meses anteriores à apuração do tributo, acima de 10 empregados. Para pequena empresa, mais de 60 trabalhadores.

Na prestação de serviços, a regra será aplica à metade dos contingentes (mais de 5 e de 30 trabalhadores, respectivamente).

No comércio, o relator definiu como critério mais de 4 contratações pelas microempresas e mais de 40 nas pequenas.

A proposta aprovada altera as regras do Simples Nacional (Lei Complementar 123/06). Para o autor, deputado Pinheirinho (PP-MG), a forma mais ef**az e rápida de melhorar o atual cenário econômico é estimular a contratação de trabalhadores.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição, Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.

Fonte: Câmara dos Deputados

18/07/2019

A liberação dos saques das contas ativas do FGTS poderia tirar a economia da estagnação. Na opinião dos especialistas, a medida pode trazer novo fôlego ao mercado no curto prazo e, para este ano, empurrar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para perto de 1%.

Nas últimas semanas, o mercado vem renovando para baixo as projeções para o PIB, hoje em 0,81%.

O Ministério da Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) . A expectativa do governo é que a medida injete até R$ 42 bilhões na economia.

Para o economista-sênior da XP Investimentos, Marcos Ross, esse dinheiro deve melhorar o consumo no curto prazo, além de motivar uma retomada do mercado de crédito, que anda estagnado devido ao alto endividamento das famílias.

"Na falta de um vetor de crescimento, o governo pode ir acionando alguns gatilhos para melhorar a situação. É uma medida similar ao que se fez lá atrás, durante o governo de Michel Temer. Naquela ocasião, a medida reduziu a alavancagem das famílias, melhorou o consumo e abriu o crédito, já que elas passaram a tomar empréstimos novos", afirma o especialista da XP.

INVESTIMENTO MELHOR

Para o economista Roberto Luis Troster, a troca de uma poupança com baixa rentabilidade, como é hoje o FGTS, é uma boa notícia para as famílias.

"O impacto no consumo deve ser importante", diz. No entanto, ele afirma que sem atacar questões como a alta taxa de crédito para o consumidor, o resultado da liberação dos recursos do FGTS tende a se perder no curto prazo. "Com os juros do cheque especial a 300% não tem jeito. As pessoas voltam a se endividar e o consumo cai rapidamente", destaca.

Troster faz ressalvas sobre os riscos no médio e longo prazos representados pelo desmonte do FGTS, tido como uma reserva para o trabalhador usada para aposentadoria, um seguro no caso de demissão sem justa causa ou poupança para compra de imóvel próprio.

"A gente está possivelmente adquirindo um problema no futuro para resolver um problema de curto prazo", diz. "Mas quem retirar esse dinheiro e aplicar em outra poupança, tende a se beneficiar", afirma.

IMPACTO MAIOR QUE EM 2017

Na opinião do economista da LCA Consultores Vitor Vidal, o impacto da liberação das contas ativas do FGTS sobre o consumo e, consequentemente, sobre o PIB pode ser maior agora, em 2019, do que a liberação das contas inativas promovida pelo governo de Michel Temer em 2017.

Segundo ele, hoje, o orçamento das famílias está mais saneado do que no passado.

Vidal cita que, em 2017, uma pesquisa do Ibre/FGV mostrou que 40% dos recursos liberados pelo FGTS foram destinados para pagamento de dívidas. Mas hoje a inadimplência das famílias é menor, enquanto a confiança do consumidor é maior.

DINHEIRO PARA O CONSUMO

A economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) Marianne Hanson também estima que o impacto sobre a economia pode ser maior.

Isso principalmente porque as expectativas para a atividade no segundo semestre estão um pouco melhores com o andamento da reforma da Previdência e a perspectiva em relação a outras reformas.

Em 2017, a CNC calculou que 25% dos R$ 44 bilhões foram destinados ao consumo, o que gerou um aumento de 1,4% no varejo entre março e julho, meses em que os valores foram sacados.

Da mesma forma, o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, avalia que o diferencial este ano é que a economia está melhor, o que pode potencializar o impacto sobre a atividade. "Hoje diria que uma parte maior desse resgate pode ir para consumo e menos para pagamento de dívida, diferente de 2017."

O economista pondera que o impacto não deve ser tão signif**ativo, mas pode afastar números muito baixos para o crescimento este ano. Em termos de impacto no PIB, Vale analisa que não deve passar de 0,1 ponto porcentual, o que, por ora, não o incentiva a mudar a estimativa de 0,9% da MB Associados.

Fonte: Diario do Comercio

24/06/2019

Simples nacional passará por pente-fino da equipe econômica

Estudo nas mãos do governo mostra que, a cada ano, quase 20 mil empresas podem estar sendo criadas apenas para se beneficiar das alíquotas mais baixas

Principal responsável pelos gastos tributários do governo federal, o Simples está entre os programas que vão passar por um pente-fino da equipe econômica. Um estudo que está nas mãos de técnicos do governo mostra que, a cada ano, quase 20 mil empresas podem estar sendo criadas apenas para se beneficiar das alíquotas mais baixas que são cobradas no regime.

O trabalho, feito por técnicos do Ipea, analisou os períodos de 2006 a 2010 e de 2011 a 2018. E afirma: “um montante de 12 a 18 mil firmas podem estar sendo criadas anualmente apenas para burlar o sistema”. Isso representa entre 3,6% e 5,2% das novas firmas criadas no país a cada ano.

Mesmo com as contas no vermelho, o governo abre mão de mais de R$ 300 bilhões em tributos arrecadados para incentivar diferentes setores da economia anualmente. O Simples f**a com a maior parte, quase R$ 90 bilhões. O objetivo é dar um tratamento diferenciado a pequenas e médias empresas que precisam de ajuda para não se afogar na burocracia e nos custos que o sistema tributário brasileiro impõe.

No entanto, existem limites de faturamento para as empresas poderem se enquadrar no regime. E quando o valor supera o limite anual definido no Simples, a firma perde o benefício. É aí que entra uma prática chamada de fracionamento artificial: o dono de uma companhia cria uma nova empresa no mesmo ramo de atuação e as duas dividem o faturamento. Isso evita que elas superem os limites do regime e continuem sendo beneficiadas.

O trabalho dos técnicos, no entanto, terá que ser minucioso. Eles reconhecem que a comprovação de um fracionamento artificial é difícil e que o Simples é importante porque abre caminho para a formalização. É graças a ele que milhares de empresários conseguem atuar no país.

Fonte: Época

03/04/2019

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27/02/2019
Quais são as mudanças da declaração de Imposto de Renda de 2019?Com o final do mês de fevereiro, é chegada a hora de pen...
27/02/2019

Quais são as mudanças da declaração de Imposto de Renda de 2019?

Com o final do mês de fevereiro, é chegada a hora de pensar em uma obrigação anual para uma boa parcela dos cidadãos: a declaração de Imposto de Renda. As mudanças do Imposto de Renda 2019 são sutis, mas é preciso f**ar atento a elas.

O reajuste para 2019, de acordo com a tabela divulgada pela Receita Federal, ficou abaixo do índice de inflação. Com isso, a cada ano que passa (uma vez que a tabela não sofre atualizações desde 2015), a carga tributária tem um peso maior no orçamento dos trabalhadores.
Com o novo governo do presidente Jair Bolsonaro, é bem possível que para 2020 tenhamos mudanças mais signif**ativas no sistema de cobrança – sejam elas positivas ou negativas.
Nesse artigo, listamos tudo o que você precisa saber para começar a planejar a sua Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2019.
Tabela de Alíquotas do Imposto de Renda 2019
A faixa de isenção para a Declaração de Imposto de Renda em 2019 agora é para quem ganhou, no ano-base de 2018, o valor de até R$ 22.847,76. Quem teve um rendimento abaixo desse valor está isento de qualquer pagamento e não precisa também enviar a declaração.
Já os que receberam valores acima disso, além de serem obrigados a fazer a declaração de IRPF 2019, devem ainda f**ar atentos às alíquotas de contribuição. Para esse ano, elas são as seguintes:
Ganhos entre R$ 22.847,77 e R$ 33.910,80 – a alíquota é de 7,5% e a parcela de dedução é de R$ 1.713,58;
Ganhos entre R$ 33.919,81 e R$ 45.012,60 – a alíquota é de 15% e a parcela de dedução é de R$ 4.257,57;
Ganhos entre R$ 45.012,61 e R$ 55.976,16 – a alíquota é de 22,5% e a parcela de dedução é de R$ 7.633,51;
Ganhos acima de R$ 55.976,16 – a alíquota é de 27,5% e a parcela a deduzir é de R$ 10.432,32.
Além disso, ainda que não tenham atingido o valo mínimo de rendimentos, aqueles que realizaram operações financeiras na Bolsa de Valores; aqueles que têm bens móveis e imóveis que estejam avaliados acima de R$ 300 mil; e quem teve rendimentos não tributáveis no ano anterior cujos valores ultrapassem os R$ 40 mil também devem entregar a declaração.
Tabela de Alíquotas do IRPF 2019 – Imposto Retido na Fonte
Os trabalhadores assalariados, ou seja, aqueles que têm carteira assinada, já têm o seu Imposto de Renda retido na fonte todos os meses. Da mesma forma, a alíquota de desconto acontece levando-se em consideração a faixa salarial: quanto maior o ganho mensal (bruto), maior o desconto. Confira abaixo como ficou a tabela para 2019:
Ganhos de até R$ 1.903,08 – isento;
Ganhos de R$ 1.903,09 até R$ 2.826,65 – a alíquota é de 7,5% e a parcela a deduzir é de R$ 142,80;
Ganhos de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 – a alíquota é de 15% e a parcela a deduzir é de R$ 354,80;
Ganhos de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 – a alíquota é de 22,5% e a parcela a deduzir é de R$ 636,13;
Ganhos acima de R$ 4.664,69 – a alíquota é de 27,5% e a parcela a deduzir é de R$ 839,36.
Qual é o cronograma de entrega da declaração IRPF 2019?
A Receita Federal já divulgou também o cronograma da entrega da Declaração de Imposto de Renda 2019. O não cumprimento dos prazos ou a entrega da declaração com itens incorretos fará com que você caia na malha fina, tendo que pagar multas que podem superar 50% sobre o valor devido.
No mês de fevereiro ainda, a Receita Federal deve liberar em seu site oficial o programa de geração da declaração de Imposto de Renda 2019. É importante salientar que os programas utilizados em anos anteriores não são válidos. Portanto, é preciso aguardar para fazer o download do aplicativo correto.
A partir do dia 1º de março de 2019 tem início o prazo para envio da declaração. Ele se estende até o dia 28 de abril de 2019, às 23h59m59s. Nós recomendamos que você não deixe para a última hora e já comece a reunir os documentos necessários para o preenchimento do aplicativo.
Novidades para 2019: mais informações devem ser fornecidas
Em 2018, a Receita Federal instituiu algumas pequenas mudanças na Declaração de Imposto de Renda visando obter informações mais precisas sobre os contribuintes. Foi preciso, por exemplo, informar o CPF de todos os dependentes com 8 anos de idade ou mais.
Para 2019, a obrigação da inclusão do CPF passa a ser para todos os dependentes, independentemente da sua idade. Portanto, se você tem filhos recém-nascidos ou crianças com menos de 8 anos e que ainda não possuam um número de CPF, é fundamental providenciar esse documento e fazê-lo constar na declaração.
Além disso, em 2018 foram incluídos novos campos na declaração de bens. Até o ano passado o preenchimento era opcional, mas a partir da declaração deste ano eles passam a ser obrigatórios.
Os novos campos incluem número de registros, área, localização e CNPJ de empresas e instituições financeiras. No caso dos imóveis, por exemplo, será preciso informar a data de aquisição, área do imóvel, registro de inscrição no órgão público e registro no Cartório de Imóveis.
Veículos, aeronaves e embarcações precisam vir acompanhados do número do Renavam ou o registro correspondente do órgão fiscalizador. Por fim, contas correntes e aplicações financeiras devem indicar o CNPJ da instituição financeira.
Por fim, uma novidade incluída no ano passado foi mantida para esse ano. O uso de um único programa para geração e envio da declaração bem como para emissão da DARF.
O Programa Gerador da Declaração (PGD) permite a impressão da DARF para pagamento de todas as quotas do imposto, inclusive as em atraso. Na impressão, será acrescido os juros referenciados pela Selic, calculados sempre a partir de 01 de maio de 2018 até ao mês anterior do pagamento – e de 1% no mês do pagamento.
Se o pagamento for feito após o vencimento, o valor será acrescido de 0,33% ao dia até um limite máximo de 20%. Caso o pagamento seja feito após o prazo, além dos juros Selic incidirá uma multa sobre o valor.



29/01/2019

Trabalhador já pode fazer a solicitação do seguro-desemprego 100% pela web

Com o objetivo de garantir mais eficiência na prestação de serviços públicos, reduzir custos e oferecer mais comodidade, o trabalhador brasileiro pode, a partir de 19 de dezembro, fazer a solicitação do seguro-desemprego totalmente pela internet. A iniciativa faz parte de uma parceria do Ministério do Trabalho e da Dataprev e está disponível pelo Portal Emprega Brasil. A nova funcionalidade foi apresentada nesta quarta-feira no auditório do Ministério do Trabalho, em Brasília, e contou com a presença do ministro Caio Vieira de Mello e do presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, entre outras autoridades.

“Com esta iniciativa, o Ministério do Trabalho busca trazer maior efetividade, segurança e facilidade ao trabalhador brasileiro. Gostaria de estar aqui hoje lançando o seguro-emprego e não o seguro-desemprego, mas infelizmente vivemos um momento de alta rotatividade de emprego e instabilidade econômica. O seguro-desemprego representa uma importante fonte de subsistência para o cidadão no período em que ele está buscando uma nova colocação no mercado de trabalho. O interessante é que esta ferramenta se coloca ao lado da qualif**ação profissional, uma luta que sempre tive desde que cheguei ao Ministério”, disse o ministro.

“Em 2016, o Ministério do Trabalho solicitou apoio à Dataprev para desenvolver o Portal Emprega Brasil, com novos serviços e cujo principal objetivo era melhorar o autoatendimento para o trabalhador. O seguro-desemprego 100% web faz parte do mesmo projeto. É um novo modelo atendimento, com o uso de inteligência para evitar riscos e garantir a segurança de todo o processo”, destacou o presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães.

Além de agilizar o atendimento, o seguro-desemprego 100% web vai permitir que um maior número de trabalhadores seja atendido por dia. Atualmente, são 600 mil requerimentos por mês, em média, no total (presenciais ou pela web). Outra vantagem é que o prazo para receber o benefício, que é de 30 dias, começará a contar a partir da solicitação feita pela internet.

Desde novembro de 2017, a solicitação do seguro-desemprego já podia ser feita pela web, mas o trabalhador ainda era obrigado a ir a um posto de atendimento para fazer a validação dos dados. Agora, se as informações estiverem corretas e não houver nenhuma pendência, ele consegue fazer todo o processo de casa, de forma segura e ágil.

Para fazer a solicitação pela internet é preciso seguir o passo a passo informado no portal. Em seguida, o requerimento passa por um processo de análise de riscos, com mecanismos de inteligência que avaliam se o requerimento pode ser concedido ou se é preciso ir ao posto para complementar alguma informação. Neste caso, são utilizadas tecnologias como Machine Learning e Analytics para identif**ar padrões de irregularidade e evitar pagamentos indevidos.

“A partir dessa implantação, o número de trabalhadores que precisarão ir ao posto deve diminuir gradualmente na medida em que os dados vão se tornando mais consistentes e os processos de inteligência se aperfeiçoem automaticamente, diminuindo os riscos de fraude ou de inconvenientes para os trabalhadores”, explica Flávio Ronison, gerente de conta da Dataprev responsável pelo relacionamento com o Ministério do Trabalho.

Requerimento pela web

Para solicitar o benefício, o trabalhador deve entrar no Portal Emprega Brasil e digitar sua senha de acesso. Quem não tiver a senha, deve informar seus dados pessoais, que serão checados nas bases de dados do Governo Federal, e responder um questionário com cinco perguntas sobre a sua vida laboral e previdenciária.

Com o acesso ao portal, é preciso clicar em “Solicitar Seguro-Desemprego” e informar o número do requerimento que está no comunicado de dispensa. O usuário, então, será direcionado a seguir o passo a passo com oito etapas: confirmação de dados do requerimento; atualização das informações do requerente; formação acadêmica (cursos acadêmicos e de qualif**ação profissional); indicação de experiências profissionais mais relevantes; objetivos profissionais; pesquisa de vagas com seu perfil, se houver; cursos de qualif**ação; e por fim, confirmar a solicitação do benefício.

“Antes, todo esse processo era feito pelo posto. Agora, o trabalhador faz tudo pela internet, de forma ágil, intuitiva, interativa e segura. Esse é um caso de sucesso de um projeto ponta a ponta, com a criação de um portal com diversos serviços para autoatendimento, que, além de facilitar a vida do trabalhador, também agregará valor e segurança para o negócio de nosso cliente”, conclui José Ferreiro Espasandin, gestor do projeto Emprega Brasil 2.0.

Para acessar o Portal Emprega Brasil, digite https://empregabrasil.mte.gov.br

Fonte: Dataprev

24/12/2018

Endereço

Rua MARECHAL FLORIANO PEIXOTO, N°56
Abre Campo, MG
35365-000

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