21/07/2026
Se menos de um quarto dos CEOs recomendaria seu próprio RH, a discussão não deveria parar na reputação da área. O ponto central é entender qual espaço o RH ocupa, de fato, nas decisões que sustentam o negócio.
Muitas empresas afirmam querer um RH estratégico, mas ainda acionam a área de forma reativa: depois que a vaga já foi aberta, depois que a liderança já comprometeu o time, depois que a rotatividade começou a impactar a operação ou depois que a cultura já passou a cobrar sua conta.
Quando isso acontece, o RH passa a ser visto como executor de demandas, e não como uma área capaz de qualificar decisões sobre crescimento, sucessão, liderança, performance e contratação. Mas esses temas não caminham separados. Eles estão diretamente conectados à estratégia da empresa.
Valorizar o profissional de RH passa por reconhecer o peso técnico da sua atuação, mas também por oferecer contexto, escuta e espaço real para que essa atuação influencie decisões importantes.
Porque pessoas certas sustentam o futuro.