30/05/2026
Hoje, ao entrar no condomínio, algo me chamou atenção.
Vários cães vieram correndo ao meu encontro.
Alguns correram atrás do carro.
Outros apenas balançavam o rabo esperando um carinho.
E, como faço sempre que posso, dei comida para eles.
Alguém perguntou:
"Você dá comida para eles?"
Sim, dou.
Compro com meu próprio dinheiro.
Não peço nada a ninguém.
Mas o mais importante não é a comida.
É entender que esses animais também fazem parte da vida.
Eles sentem fome.
Sentem medo.
Sentem alegria.
Sentem afeto.
A forma como tratamos os seres mais vulneráveis diz muito sobre quem somos.
Porque quando aprendemos a respeitar a vida em todas as suas formas, nos tornamos seres humanos melhores.
E isso, para mim, também é uma forma de espiritualidade.