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Saudades da praia né, minha filha?!
15/09/2020

Saudades da praia né, minha filha?!

11/07/2020

O PESO DA CRÍTICA

Por Bruna Kopke

A crítica é o tipo de influência desnecessária que todo mundo recebeu a mais, e de graça, porque ninguém pede para ser criticado. Por esse motivo armazenamos um estoque de crenças de medo que produzem muitos efeitos contraproducentes em nossos comportamentos.

Existem alguns medos básicos que norteiam a mente humana e causam as maiores crenças limitantes que nos impedem de atingir os resultados desejados.

Um dos medos mais prejudiciais é o medo da crítica - que nós temos num grau altamente desenvolvido. É um medo que paralisa nossas ações, porque ataca um de nossos valores mais importantes: a aprovação social. As pessoas desejam ser amadas, aceitas e aprovadas pelo grupo que fazem parte.

Historicamente essa necessidade se origina do período em que os homens começaram a se organizar em sociedade, e para estabelecer a ordem, precisaram impor regras de conduta, onde aquele que não se adequava era sumariamente excluído para evitar desalinhamento nas relações sociais. E o excluído tinha pouquíssima chance de sobreviver.

Essa ideia de autoproteção foi transmitida através de gerações e passamos a criar uma regulação interna de forma inconsciente, onde estabelecemos critérios sobre até onde podemos ir para evitar sofrer as consequências da desaprovação social.

EFEITOS DO MEDO DA CRÍTICA

Esse medo cria um complexo de inferioridade que destrói a iniciativa e desencoraja a imaginação. As pessoas não conseguem ser a sua própria referência e copiam sistematicamente os exemplos externos para impressionar e garantir os elogios. Causa aversão social, manifestada pelo nervosismo e timidez diante de situações que fogem da zona de conforto, e essa falta de confiança nas próprias ideias e atitudes interfere diretamente nos resultados, pois mina a livre iniciativa e desencadeia uma preguiça física e mental. A insegurança causada por esse medo faz com que as pessoas desistam diante da primeira oposição, criando o hábito de aceitar e se resignar diante das derrotas.

Não há como sair vencedor procurando do lado de fora o que está dentro de nós. Não existe isso de f**ar procurando a palavra certa, o jeito certo, o caminho certo, o “grande segredo”. Mas vamos lá: se você quer mesmo saber qual é o “grande segredo”, experimente parar de se criticar e começar a se perguntar: “O que eu sinto que eu quero fazer?” “O que eu quero experimentar agora que vai me deixar feliz e realizado?” Se não consegue sequer sentir o que deseja, pense sobre o que você não quer. Pelo contraste você encontrará a resposta.

O CRÍTICO INTERNO

O crítico interno é uma voz interior de desencorajamento que sopra nos ouvidos e condiciona as pessoas a exagerar o negativo e a encontrar defeitos em si mesmo, nos outros e nas circunstâncias porque reforça as nossas crenças. Ele é muito sutil e age às escuras, no inconsciente, e provoca boa parte da nossa ansiedade, aflição e sofrimento, além de causar muitos conflitos de relacionamentos.

As crianças aprendem desde cedo, na escola e em casa, que tudo deve ser igual para todo mundo, que todos devem receber o mesmo tratamento, ignorando que essa igualdade deveria se limitar aos direitos e às obrigações, e que as peculiaridades de cada um precisam ser identif**adas e desenvolvidas. Então o padrão reativo dos responsáveis geralmente é: se um filho apronta, todos os irmãos sofrem as consequências, se um grupo pequeno desrespeita a professora, todos f**am sem recreio. Mas aquele que consegue as melhores notas na escola e faz tudo “corretamente”, aquele que é simpático com todo mundo, é o mais elogiado e recebe a maior atenção dos professores e colegas, o que não é garantia de nada. Isso vai criando a ideia de que quanto mais igual e regulado for o comportamento, ou, quanto maior o esforço em agradar e ser adequado, melhor será o desempenho e a aceitação.

É evidente que o senso comum entende que é mais agradável lidar com pessoas “sociáveis”, mas, ao levar esse aprendizado para a vida adulta como uma regra para atuar e criar resultados, começam a surgir pensamentos de perfeccionismo que desencadeiam uma preocupação de não ser bom o suficiente, e consequentemente a perda do ânimo para agir. Uma “preguiça” de fazer diferente.

Quando surge alguém com uma regulação maior que a nossa, porque tem coragem de se jogar nas experiências sem a preocupação em agradar os outros, e com isso consegue resultados melhores, não entendemos como aquilo aconteceu, e aí nós criticamos, porque ao encontrar um defeito no universo alheio, nos sentimos mais confortáveis com o que falta em nós.

Entenda que toda crítica feita ao outro ou é falta de coragem - provocada pelos pensamentos sabotadores - ou excesso de arrogância, por se achar tão bom a ponto de não admitir errar.
O processo de comparação com o outro joga as pessoas num espaço de inveja, que incomoda e causa dor. Todos passamos por isso em nosso processo evolutivo. É preciso compreender e aceitar, portanto, que não dá para medir todo mundo com a mesma régua. As pessoas são diferentes. Tudo pode acontecer: às vezes fazemos tudo certo e dá errado; às vezes fazemos tudo errado e dá certo. E está tudo bem! Só há como conhecer o resultado de experiências vividas - tudo mais é pura especulação.

Imagine que você está em um encontro incrível com os seus amigos dos tempos de faculdade e todos se reúnem alegremente para tirar fotos e registrar aquele momento. O que mais importa? O resultado da foto (se você saiu bem ou não) ou a experiência em si?

Será que a memória afetiva daquele momento não é mais importante do que o seu sobrepeso ou o cabelo mal penteado? Se você é a pessoa que prefere segurar a câmera para não aparecer porque sente vergonha, você está se esquivando daquele desfrute e para sempre você vai olhar para aquela foto e se arrepender de não ter se envolvido como gostaria, quando na verdade, você fazia parte e merecia estar ali. Então, somente “rasgando a camisa-de-força” que te prende às dores do medo da crítica, que você conseguirá se libertar. Porque no final das contas, não é o resultado que importa, mas sim a experimentação do prazer de ser livre para fazer o que você deseja para ser feliz.

COMO ENFRAQUECER O CRÍTICO INTERNO

Como esse sabotador acomete a todos indistintamente, em maior ou menor grau, todos somos atingidos de alguma forma. A maneira que lidamos com ele nos permite controlar a sua interferência nas nossas emoções e consequentemente no nosso comportamento. A primeira coisa para enfraquecê-lo é a tomada de consciência quando perceber que está criticando.

Perceba a sua presença, rotule-o e ria dele. Simplesmente deixe passar. Isso mesmo! Ao invés de dizer “Não consigo” ou “Essa é uma situação que eu não vou conseguir lidar” Diga: “Meu crítico diz que eu não consigo” ou “Meu crítico diz que essa é uma situação que não conseguirei lidar”. Se preferir, pode até escolher um nome da sua preferência para rotulá-lo. Ele perde boa parte da sua força e do seu poder quando é isolado, porque é covarde e vai minguar quando entender que você é quem manda. Se não fizer isso, você não se condiciona a olhar para a “parte boa” que existe em você, e esse é um dos venenos mais nocivos, porque mata as suas relações e a sua capacidade criativa. Deixe que as pessoas sejam quem elas quiserem ser e você também será quem quiser. Isso é libertador!

Exerça o autoperdão e seja empático consigo mesmo – para se perdoar pelos erros que cometeu e pelos quais sente vergonha, é preciso que eles fiquem claros para você. Procure visualizar essas situações do passado que ainda te afetam. Anote as situações em que você mais se julga e que mais te levam ao sentimento de culpa. Clareza é poder.

Ninguém consegue mudar o que desconhece.
Procure olhar para essas situações como se fosse um expectador - Se você estivesse assistindo a um filme sobre a sua vida, como você veria essas situações? O que você diria a si mesmo? Se preciso for, coloque-se como um personagem.

Depois, escreva uma mensagem de apoio dizendo que você foi o que conseguiu ser e fez o que podia fazer com os recursos que tinha na época, e que se perdoa pelas “falhas” cometidas. Que perdoa as pessoas que, na sua concepção, falharam com você, porque elas também entregaram o que tinham a oferecer, principalmente se essas pessoas forem os seus pais.

Comprometa-se com um novo olhar. Escreva e guarde na memória: “Eu me comprometo a ser mais compassivo comigo mesmo e com as pessoas ao meu redor, a entregar o que eu tenho para alcançar meus resultados e a buscar dentro de mim, as respostas que procuro”.

Por fim, procure sempre se lembrar que novos resultados exigem novos comportamentos – não há como ter resultados diferentes sendo a mesma pessoa. Portanto, ouse, mude suas atitudes, gere novos resultados e experimente uma vida surpreendente.

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kopke
Pós-graduanda em Coaching Pessoal, Profissional e Mentoring - UNIFAA
Formada em Crenças Limitantes – CRENÇAS PRO
Agendamentos pelo zap (24) 98837-6007

Publicado em 11-07 - 08h40
Última atualização em 11-07 - 08h40

PROCRASTINAÇÃO - Por Bruna KopkeO procrastinador é um mestre em trocar grandes prazeres futuros por pequenas migalhas di...
20/06/2020

PROCRASTINAÇÃO - Por Bruna Kopke

O procrastinador é um mestre em trocar grandes prazeres futuros por pequenas migalhas diárias

A procrastinação acontece quando sabemos que temos algo muito importante para fazer, mas ao invés de executar logo a tarefa que vai nos entregar um resultado signif**ativo, usamos nossa energia em outras coisas que vão nos proporcionar um prazer momentâneo ou uma falsa impressão de produtividade.

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PROCRASTINAÇÃO

Por Bruna Kopke

O procrastinador é um mestre em trocar grandes prazeres futuros por pequenas migalhas diárias

A procrastinação acontece quando sabemos que temos algo muito importante para fazer, mas ao invés de executar logo a tarefa que vai nos entregar um resultado signif**ativo, usamos nossa energia em outras coisas que vão nos proporcionar um prazer momentâneo ou uma falsa impressão de produtividade. Conferimos as mensagens no zap inúmeras vezes, arrumamos os armários, assistimos à nossa série preferida ou simplesmente dormimos mais um pouco. Esse é o lema do procrastinador: deixar para depois o que deve ser feito agora.

O hábito de procrastinar causa uma grande confusão mental porque enviamos uma informação para o nosso cérebro de que queremos alguma coisa, mas na hora de entrar em ação, damos uma informação contrária, pois temos pensamentos que nos impedem de progredir. São duas forças incongruentes, que nos paralisam na culpa por não alcançarmos os resultados que gostaríamos. A frustração desencadeia um processo de raiva que pode ser percebida quando gritamos, xingamos e reclamamos da vida e dos outros.

POR QUE AS PESSOAS PROCRASTINAM

Os motivos que levam as pessoas a procrastinar vem de crenças limitantes que elas desconhecem, mas estão lá regendo seus comportamentos. De uma maneira geral, podemos apontar dois motivos básicos por trás desse hábito destrutivo.

O primeiro é a falsa percepção do tempo. A maior parte das pessoas procrastinam porque criam uma ilusão de que vão conseguir dar um jeito de executar aquilo dentro do prazo. Não conseguem, e depois querem fazer tudo num curto espaço de tempo, ou simplesmente não cumprem e usam as circunstâncias como desculpas para justif**ar sua ineficácia: “Eu estava fazendo, mas a luz acabou”, ou, “Fiquei sem internet”, “Meu filho ficou com febre”, enfim.

Culpar as circunstâncias é uma falha moral, pois a pessoa não assume sua responsabilidade. Ela perde a oportunidade de aprender com aquela experiência. Afinal, se tivesse feito a tarefa antes, haveria tempo para corrigir as tais circunstâncias e cumprir o compromisso.

O outro motivo surge quando as pessoas não querem mais aquilo, mas não têm coragem para abrir mão. Acontece muito em relacionamentos, no trabalho e em hábitos cotidianos. Elas não desistem, mas também não agem para resolver, porque têm medo do que podem perder. E ao colocarem o foco no medo, vão criando histórias para encontrar culpados, se envolvendo naquela vibração e realmente acabam perdendo, porque nós atraímos as coisas que tememos. Elas não perdem por escolha, por decisão, mas por inação.

Quando, por exemplo, dentro de um relacionamento há uma série de insatisfações e há um desejo de que aquilo acabe, mas ninguém quer se responsabilizar pelas consequências do término, o casal vai “deixando a vida levar”. Até que acontece uma traição ou outra situação que, de certa forma, justifique socialmente a separação.

Então, novamente, a culpa é de circunstâncias externas? Não é! A relação já acabou faz tempo, mas ninguém teve coragem de assumir as responsabilidades pela decisão. Usamos desculpas para não nos comprometermos com os nossos objetivos, pois através dessa postura nos damos permissão para falhar e, porque aprendemos toda vez que procrastinamos, ganhamos algo em troca. Existe prazer na zona de conforto, apesar do preço ser bastante alto a longo prazo. Resta saber quem está disposto a pagar.

COMO PARAR DE PROCRASTINAR PROCRASTINANDO

Nenhuma característica é boa ou ruim pela sua própria natureza. Ser procrastinador e preguiçoso só é ruim se procrastinamos nas coisas erradas. Nos sonhos, nos desejos, nas metas, nos compromissos profissionais e em tudo o que for importante para nós.

Não adianta resistir à procrastinação. É preciso enganá-la para não entrar num embate. A resistência sobre uma emoção ou pensamento atrai mais daquilo para a nossa vida. Quando aceitamos e reconhecemos nossos hábitos procrastinadores e decidimos usá-lo a nosso favor, conseguimos reestruturar o nosso senso de prioridade e tomamos para nós o poder de decisão sobre o futuro.

Como seria adotar uma postura procrastinadora alinhada com seus objetivos? Quer ser magro? Procrastine a sobremesa. Quer ser mais produtivo? Procrastine o cochilo no meio da tarde. Quer fazer uma viagem incrível? Procrastine os gastos com supérfluos. Adora dormir e isso atrapalha seu desempenho? Procrastine acordar tarde. Diga: “Amanhã eu acordo tarde”. No dia seguinte, diga a mesma coisa. Enganamos o nosso cérebro com essa “mentirinha consciente” e fazemos o que precisa ser feito.
É mais fácil e vantajoso aceitarmos a procrastinação, do que resistirmos a ela. Desde que você decida quando procrastinar. Que tal deixar para amanhã?

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Pós-Graduanda em Coaching Pessoal, Profissional e Mentoring – UNIFAA

Dra. Maíra Dutra Barros, PRESENTE! - A advogada criminalista valenciana participa de LIVE "ESSENCIAL e IMPERDÍVEL" sobre...
31/05/2020

Dra. Maíra Dutra Barros, PRESENTE! - A advogada criminalista valenciana participa de LIVE "ESSENCIAL e IMPERDÍVEL" sobre FEMINICÍDIO e violências contra a mulher! Hoje às 15h

Feminicídio - Dra. Maíra Dutra destaca: "É essencial a participação e as denúncias das pessoas"

Em LIVE, advogada valenciana falou de crimes contra a mulher
e sobre o caso Adélia com presidente da OAB Vassouras

Por Giovanni Nogueira

Uma caso que chocou Valença e toda a região. Muito mais que um triste dado nas estáticas da violência. Mais um revoltante caso de tentativa de feminicídio.

Neste domingo a advogada criminalista, doutora Maíra Dutra Barros, de Valença, foi convidada pela presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Vassouras, Dra. Rosania Figueira, também advogada e psicóloga jurídica para falar sobre crimes contra a mulher e sobre o caso Adélia.

Na oportunidade a dra. Maíra esclareceu que Adélia tem direito ao pagamento de seu tratamento pelo agressor e ainda de tratamento psicológico. Ela também destacou a importância do assunto ser debatido na sociedade, e principalmente da participação das pessoas nas denúncias.

- Nós temos que denunciar. Qualquer pessoa que esteja vendo, deve denunciar. Um tapa em flagrante, por exemplo, é uma ação incondicionada, e não depende da vontade da vitima. O agressor é preso em flagrante - disse Maíra destacando que o mais importante é procurar os canais de denúncia: seja o 190, o Ministério Público, de forma anônima, ou ir na própria delegacia

- O feminicídio é um atentado contra a vida. As mulheres ainda têm a dificuldade de entender, seja do namorado ou marido, os comportamentos agressivos e os tipos de violência. Ele não bate, mas ele te proíbe de ter amigos. Ele não te bate, mas te diminuiu... e isso tudo é violência doméstica - destacou Maíra.

A advogada é membro da OAB Valença e colocou seu Messanger do Facebook à disposição para esclarecimentos de dúvidas:

>> https://www.facebook.com/maira.dutrabarros

A LIVE foi às 15h no Facebook, no perfil da Dra. Rosania Figueira:
>>> https://bit.ly/30578C7

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Publicado em: 31/05 às 10h40
Última atualização em: 31/05 às 16h08

31/05/2020

Sobre o perdão

Podemos mudar o futuro moldando o nosso pensamento atual, quebrando padrões através do perdão

Por Bruna Kopke

Todos nós hoje somos o resultado das nossas experiências do passado. Não há como fugir disso. Também é inquestionável que a história dos nossos pais é indissociável da nossa própria história. A maioria das nossas pendências emocionais vem das nossas relações parentais, e apesar dessa função ser algo primordial ao ser humano, ela é exercida sem qualquer preparação. Como pais, usamos, sobretudo, nossos instintos, nossas crenças, e os exemplos que nos fizeram entender de forma muito pessoal como exercer esse papel.

Do ponto de vista das crianças, há inevitavelmente uma submissão aos destemperos e às vontades impostas pelos seus responsáveis.

Nessa fase de extrema vulnerabilidade é esperado que essas verdades impostas pelo meio familiar sejam interpretadas compassivamente por elas, já que precisam se sentir protegidas, amadas e pertencentes ao seio familiar. Geralmente essa é a intenção positiva que está por trás das nossas crenças mais impeditivas na fase adulta.

Esse é um mecanismo de proteção natural presente na infância que vai se dissipando à medida em que começamos a formar as nossas próprias convicções sobre o que é certo e errado.

AUTORRESPONSABILIDADE

Tudo f**a mais difícil quando, em algum momento, decidimos apontar os culpados pelos nossos insucessos, e esses “culpados”, invariavelmente são eles: os nossos pais. Nunca nós mesmos. Se a autorresponsabilidade fosse ensinada na escola, talvez isso nos pouparia horas de terapia.
Acontece que a culpa é um dos modos mais garantidos de permanecermos dentro de um problema. Ao apontar culpados, estamos renunciando ao poder de construir nossa história deliberadamente. O passado não pode ser mudado. Podemos mudar o futuro moldando o nosso pensamento atual, quebrando padrões através do perdão.
Então, experimente refletir.

SUBSTITUIR O JULGAMENTO

O quanto você conhece da infância dos seus pais? Se não tiver como saber, procure imaginar. Substituir o julgamento pela curiosidade é um bom começo para entender o que os motivou a agir da forma como agiram. Compreender que eles fizeram o melhor que podiam com a consciência e o conhecimento que tinham na época resultará em compaixão. Por mais amor que esteja envolvido na relação, ninguém é capaz de oferecer ao outro aquilo que não tem.

Essa clareza nos coloca num movimento de perdão necessário para nos libertarmos de um passado que aprisiona e nos impõe muitas vezes de forma inconsciente a condição de algozes da nossa própria vida.

Mesmo que perdoar não se apresente como uma tarefa fácil, ou que simplesmente não esteja nos nossos planos, entenda que toda doença vem de um estado de não perdão. A literatura holística bate muito forte no ponto de que a cura dos males da alma que atingem o nosso corpo físico está muito ligada à necessidade de perdoar a nós mesmos e àqueles que nos fizeram mal.

RESSENTIMENTO

O ressentimento nos faz sentir a mesma dor várias vezes, sempre que aquela memória é acionada, muito por isso as pessoas preferem enterrar suas emoções como se esse comportamento de “não enfrentamento da dor” fosse capaz de amenizar a amargura, a mágoa e a raiva reincidente. Não é. Guardar feridas é decidir beber veneno em doses homeopáticas.

Portanto, é importante apurar esse olhar e escolher estarmos dispostos a impedir que as interferências do passado suplantem a nossa saúde emocional no presente. Essa decisão, por si só, já se mostra capaz de dar início ao processo de cura pessoal.

Muitas vezes a nossa resistência em perdoar, vem da ideia de que perdoar é esquecer, ou de que, ao perdoar, liberaremos aquela pessoa de sofrer as consequências. E não é isso.

Perdoar é a paz que nós sentimos quando libertamos alguém da culpa por nos ter feito mal. É entender que, o que o outro fez, não importa a mais ninguém além dele mesmo. É o nosso processo de cura interior e não do nosso ofensor. Evoluímos muito quando mudamos o foco. Perdão não é sentimento. É a decisão sobre ser autorresponsável pela criação da nossa realidade.

HUMILDADE

Proponho então, que busquemos desenvolver a habilidade de sermos humildes para reconhecer na nossa humanidade, a humanidade dos nossos pais. Todos somos capazes de falhar, inclusive como pais que somos. A superação do orgulho, da arrogância e da indiferença nos levará para um outro nível de compreensão da realidade e possibilitará uma reconexão com a nossa ancestralidade através do perdão.

Sustentar com firmeza a postura de perdoar, nos faz desfrutar da paz que havíamos perdido. E esse será um sinal de vitória contra a amargura. A nossa generosidade deve comportar o perdão.

Faz sentido para você?

Bruna Kopke
kopke
Pós Graduanda em Coaching Pessoal, Profissional e Mentoring – UNIFAA



Foto: Arquivo Pessoal

Publicado em 30/05 - 08h25
Última atualização em 30/05 - 09h15

20/05/2020

Problemas com o auxílio emergencial?

Valencianos podem consultar o site do Dataprev, ver se o
pedido está retido e saber o que fazer

Por Giovanni Nogueira

Muitos valencianos ainda não conseguiram receber a primeira parcela do auxílio emergencial. De acordo com relatos, além da mensagem rotineira“Em Análise”, muitos não recebem o SMS necessário para seguir o procedimento, e outros foram direcionados a fazerem um novo pedido. Diante deste quadro de espera e insatisfação, a Caixa atualizou seus serviços e recomendou aos solicitantes a fazerem consultas de seus auxílios emergenciais no Dataprev, onde foi criado um site específico o "Consulta Auxilio".

Essa plataforma tem funcionalidade exclusiva para a realização da consulta, deixando os processos de inscrição do auxílio para o aplicativo e sites da Caixa Auxilio Emergencial e Caixa Tem. É um recurso unicamente pensado para consultar a concessão, e o processo de liberação do benefício.

COMO USAR

Entre no site do Consulta Auxílio Emergencial do DATAPREV:

(https://consultaauxilio.dataprev.gov.br/consulta/ #/);

Para a consulta é preciso preencher os mesmos dados que foram informados no cadastro do auxílio emergencial. Como: CPF, nome completo, nome da mãe e data de nascimento. Com os dados corretos, não esqueça de marcar o reCAPTCHA. Depois basta clicar em “Enviar”;

Na coluna à esquerda, é possível ver as datas e o status do processo. Se for necessário, refaça o pedido. A confirmação é enviada para o celular da pessoa, pelo aplicativo Caixa Emergencial ou ela pode checar no site auxilio.caixa.gov.br se teve o auxílio liberado.

A expectativa é que essa ferramenta ajude a diminuir a sobrecarga que está sendo muito comum no uso do site e dos aplicativos disponíveis para os beneficiários.

Com informação da Caixa Econômica e do site Dataprev.
Foto: Reprodução

03/03/2020

... fora do ar... :(

Valença e região se mobilizam para ajudar Daniela OliveiraJovem já começou tratamento contra o câncer no Rio de JaneiroD...
16/01/2017

Valença e região se mobilizam para ajudar Daniela Oliveira

Jovem já começou tratamento contra o câncer no Rio de Janeiro

Daniela Oliveira tem 19 anos, é de Conservatória e há alguns meses descobriu um tumor no cérebro. A jovem já passou por duas cirurgias, por um tratamento de radioterapia e agora começou o tratamento de quimioterapia no Rio de Janeiro. Com muitos gastos, Daniela tem f**ado na capital fluminense na casa de uma tia, e está passando por dificuldades financeiras.

Diante da falta de dinheiro para a família se manter, familiares, amigos e pessoas que se sensibilizaram com a causa se mobilizaram e estão realizando uma grande campanha que chegou às redes sociais. Daniela agradece todo o carinho e explica que vários obstáculos já foram ultrapassados: retirou um tumor, fez radioterapia e começou na última semana a quimioterapia.

- Agradeço o carinho e ajuda de todos. Ainda não sabemos quando voltaremos à Valença, mas está tudo correndo bem.

O pai de Daniela, Célio Clemente, é pedreiro e tem conseguido trabalho esporadicamente, já a mãe, Léia de Oliveira, é faxineira e no momento não está trabalhando para cuidar da filha.

- Estamos no Rio de Janeiro e ainda temos mais duas sessões de quimioterapia. Ela tem feito fisioterapia e ido à fonoaudióloga, pois a voz dela ficou um pouco prejudicada. Está bebendo muita água e tendo a alimentação mais natural possível – explica Léia.

CONTRIBUIÇÃO

Os interessados em ajudar podem contribuir com qualquer quantia depositando na conta de sua mãe, no banco Bradesco. A conta é:

**************
BRADESCO
Poupança 0031 043 - 3
Agência é a 0555-0,
e está em nome de Léia de Oliveira Clemente, mãe de Daniela.
**************

Professor da jovem, Daniel Silvares foi uma das primeiras pessoas a postar o apoio em uma rede social. De acordo com ele, todos podem apoiar de alguma forma.

- É uma questão de empatia. A gente se esforçar em prol de uma vida, uma menina jovem que tem uma vida brilhante pela frente. Fazendo o bem a pessoas que estão próximas, criamos uma realidade melhor.

A modelo Jussara Ketlen conseguiu a doação de frutas para a alimentação específ**a da Daniela e o apoio de muitos conhecidos. As empresárias Jéssica Oliveira e Vanilda Pereira se sensibilizaram com a causa e colocaram uma caixinha colaborativa sobre o balcão de seus comércios para receber doações.

A ideia está sendo seguida por outros lojistas, e quem quiser aderir à instalação da caixinha solidária em Valença pode entrar em contato pelo WhatsApp (24) 998-721-345, e em Barra do Piraí, o contato dos interessados devem ser feitos com Vitor Dutra Gomes, WhatsApp: (24) 992-694-654.

- A Dani frequenta a mesma igreja evangélica que eu, aí quis ajudar porque ela é uma garota adorável. E então tive a ideia de criar a caixinha – afirma Jéssica.

O jornalista Giovanni Nogueira reuniu os relatos, e enviou a sugestão de pauta para órgãos de imprensa de toda a região.

- Em um momento onde só ouvimos lamentações e constatamos dificuldades em muitos aspectos da vida, devemos contribuir para uma realidade mais feliz e ajudar os que mais precisam. A ajuda financeira é a que a Dani mais precisa, mas o primeiro passo é fazermos esta corrente de solidariedade em todo o Sul Fluminense, que sempre auxiliou os mais necessitados. É mais uma oportunidade de florir a esperança e decorar nossas vidas com essa vitória da Daniela. Estamos todos unidos pela Dani!

Foto: Arquivo Pessoal

2017: vida melhor! Nós do Delícia da Vovó desejamos à todos clientes e amigos um 2017 ainda mais saudável! Estamos desen...
27/12/2016

2017: vida melhor!

Nós do Delícia da Vovó desejamos à todos clientes e amigos um 2017 ainda mais saudável!

Estamos desenvolvendo deliciosas receitas gourmet para atender Valença!!!





Tele-entrega: 24 998721345 - WhatsApp ;)

21/07/2016

Faça seu pedido! Entregamos em casa peça pelo WhatsApp: (24) 998-721-345.
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