SegTree educação corporativa

SegTree educação corporativa SegTree educação corporativa. QSMS, ESG

20/08/2026

Sua indústria está preparada para atender às exigências ambientais, reduzir custos e se manter competitiva?

A gestão socioambiental deixou de ser apenas uma questão de conformidade. Hoje, empresas que estruturam seus processos de forma responsável estão mais preparadas para reduzir riscos, evitar desperdícios, atender à legislação, fortalecer sua reputação e conquistar novas oportunidades de mercado.

Nossa consultoria ajuda pequenas e médias indústrias a transformar desafios socioambientais em ações práticas, resultados mensuráveis e valor para o negócio.
Leia no artigo vários aspectos sobre as exigências e como se ajustar para ser mais competitivo!

Acessse>https://lnkd.in/dt6wPyrd

18/08/2026

👨‍⚖️O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-12) anulou por unanimidade, em agosto de 2026, o processo administrativo que confirmou a autuação por trabalho análogo à escravidão contra Ana Cristina Gayotto de Borba, esposa do desembargador Jorge Luiz de Borba, do TJ-SC, e determinou a retirada do nome dela da "lista suja" do trabalho escravo.

👉O colegiado apontou violação do contraditório e da ampla defesa devido a falha de comunicação; embora a defesa tenha pedido expressamente que as notificações fossem enviadas aos advogados, uma comunicação foi remetida diretamente à autuada, o que fez transcorrer o prazo de recurso sem manifestação técnica.

🧤Além disso, o tribunal não avaliou se houve ou não a exploração de Sônia Maria de Jesus, limitando-se a invalidar a etapa administrativa do auto de infração.

📍Entenda: Sônia Maria de Jesus, mulher surda que vivia com a família havia cerca de 40 anos, foi resgatada em junho de 2023 em Florianópolis (SC) por auditores fiscais e órgãos públicos. A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciaram que recorrerão da decisão do TRT-12. A ação penal contra o casal tramita separadamente.

Fonte: MIgalhas

11/08/2026

A gestão socioambiental deve ser prioritária nas empresas!

Com as crises causadas pelo fenômeno “El Nino”, a agenda das empresas deve estar voltada para estes eventos que passaram a ser não somente de impacto econômico, mas também social.
O cenário é observado no mundo todo, conforme aponta o “ Global Risks Report 2026”, do Fórum Econômico Mundial. Embora riscos ambientais tenham perdido prioridade no curto prazo, eles seguem como os mais severos nos próximos anos. Eventos climáticos extremos aparecem como o principal risco de longo prazo, e metade dos dez maiores riscos mapeados é ambiental. Terremotos, chuvas torrenciais, alagamentos, tornados, calor extremo são alguns dos fatores que temos observado este 1º semestre.

Mesmo no Brasil, onde a CVM retirou a obrigatoriedade futura do reporte financeiro de sustentabilidade para companhias abertas, a lógica de transparência permanece relevante.
Além disso, as indústrias têm sido pressionadas para melhorar seus relatórios públicos de sustentabilidade ano a ano, inclusive devido a novas regulamentações de saúde e segurança dos colaboradores, bem como pela pressão ambiental de seus impactos à malha energética.
Pode-se apontar algumas questões centrais nessas mudanças necessárias às empresas:

Pressão por dados: Maior exigência de transparência e métricas confiáveis sobre o impacto socioambiental.
Adaptação regulatória: Novas leis e regras exigem respostas rápidas das fábricas e corporações para evitar sanções e manter o acesso a mercados.
Foco em produtividade: Práticas verdes passam a ser usadas para gastar menos energia, reduzir o desperdício de insumos e gerar mais valor.
Visão de longo prazo: Riscos climáticos e operacionais entram no planejamento estratégico das companhias.

Quando uma empresa organiza seus dados socioambientais, ela passa a enxergar riscos, custos ocultos e oportunidades que não apareciam. Pense nisto!

Vídeo de Israyosoy S.: by Pexels.

😡Duas mulheres negras, denunciaram em julho de 2026 terem sofrido racismo e abordagem vexatória por seguranças em uma un...
04/08/2026

😡Duas mulheres negras, denunciaram em julho de 2026 terem sofrido racismo e abordagem vexatória por seguranças em uma unidade da rede supermercadista tradicional em Curitiba. Elas registraram um boletim de ocorrência com o apoio de um mandato político local. As jovens relataram que foram seguidas por quatro seguranças por todos os corredores do mercado e, ao chegarem aos caixas, teriam sido encurraladas de forma ostensiva e discriminatória.

📊Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2026, o estado do Paraná registrou 2.588 casos de racismo em números absolutos em 2025, figurando entre os estados com maiores volumes de ocorrências no país. O período também foi marcado por episódios de grande repercussão no esporte, na política e em eventos institucionais no estado.

👩‍💼Casos de racismo contra clientes expõem falhas graves de governança corporativa e ausência de protocolos preventivos nas empresas. A omissão ou a resposta inadequada diante de episódios discriminatórios revela falhas de compliance e gera responsabilidade jurídica e danos reputacionais severos para as marcas.
E sua empresa, tem um plano estruturado e políticas claras de ?
Pense nisso!

03/08/2026

🌍> As empresas desempenham um papel fundamental para adiar o DIA DE SOBRECARGA DA TERRA (Earth Overshoot Day), data que marca o momento em que a humanidade passa a consumir mais recursos naturais do que o planeta consegue regenerar no mesmo ano. Como grande parte do consumo de energia, matérias-primas e emissões de gases de efeito estufa está ligada às atividades econômicas, o setor empresarial tem capacidade de gerar impactos positivos em larga escala.

👉As principais formas de colaboração incluem:
*Reduzir emissões de carbono
*Adotar a economia circular
*Promover o consumo responsável de água:
*Fortalecer cadeias de suprimentos sustentáveis
*Combater o desperdício de alimentos
*Preservar a biodiversidade
*Inovar em produtos e serviços sustentáveis
* Engajar colaboradores e consumidores

🍀Além de ajudar o planeta, essas iniciativas trazem ganhos estratégicos para as organizações, como:

- redução de custos operacionais;
-maior eficiência no uso de recursos;
- fortalecimento da reputação da marca;
- conformidade com exigências regulatórias e critérios ESG;
- atração de investidores, clientes e talentos.

👔Cada empresa que reduz seu consumo de recursos naturais, diminui suas emissões e adota práticas sustentáveis contribui para "empurrar" o Dia da Sobrecarga da Terra para uma data mais distante, aproximando o planeta de um modelo de desenvolvimento capaz de atender às necessidades atuais sem comprometer as futuras gerações.

29/07/2026

🚨 O Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, celebrado em 27 de julho, reforça que a segurança no ambiente laboral é uma responsabilidade compartilhada entre empresas, trabalhadores e instituições. Prevenir acidentes e doenças ocupacionais exige compromisso, conscientização e a adoção contínua de práticas que promovam ambientes de trabalho cada vez mais seguros, saudáveis e preparados para proteger vidas.

📈Mais do que uma obrigação legal, a prevenção integra a estratégia das organizações que buscam fortalecer sua cultura de segurança, garantir a continuidade das operações, aumentar sua competitividade e valorizar seu capital humano. Investir em saúde e segurança do trabalho significa assumir um compromisso permanente com a qualidade de vida dos trabalhadores e com a sustentabilidade do negócio.

⚠️ Os desafios, entretanto, permanecem expressivos. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base nos registros oficiais de 2025, mostram que o Brasil registrou 806.011 acidentes de trabalho no último ano, o maior número da série histórica iniciada em 2016. No mesmo período, 3.644 trabalhadores perderam a vida em decorrência de acidentes relacionados ao trabalho, o maior índice da série. Entre 2020 e 2025, os acidentes cresceram 65,8%, enquanto os óbitos aumentaram 60,8%, evidenciando a urgência de fortalecer as ações preventivas e consolidar uma cultura de segurança em todos os níveis das organizações.

🔺O levantamento também demonstra o impacto desses acidentes para a sociedade. Entre 2016 e 2025, o país acumulou 6,4 milhões de acidentes de trabalho, 27.486 mortes, mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos por afastamentos temporários e cerca de 249 milhões de dias debitados, indicador que considera os efeitos permanentes decorrentes de incapacidades e óbitos. Os números reforçam que o ato de prevenir acidentes não é apenas reduzir estatísticas, mas preservar vidas, proteger famílias, fortalecer empresas e promover um ambiente de trabalho mais seguro e digno para todos.
Ref.: https://lnkd.in/gVpUnz3R

29/07/2026

O Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, celebrado em 27 de julho, reforça que a segurança no ambiente laboral é uma responsabilidade compartilhada entre empresas, trabalhadores e instituições. Prevenir acidentes e doenças ocupacionais exige compromisso, conscientização e a adoção contínua de práticas que promovam ambientes de trabalho cada vez mais seguros, saudáveis e preparados para proteger vidas.

Mais do que uma obrigação legal, a prevenção integra a estratégia das organizações que buscam fortalecer sua cultura de segurança, garantir a continuidade das operações, aumentar sua competitividade e valorizar seu capital humano. Investir em saúde e segurança do trabalho significa assumir um compromisso permanente com a qualidade de vida dos trabalhadores e com a sustentabilidade do negócio.

Os desafios, entretanto, permanecem expressivos. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com base nos registros oficiais de 2025, mostram que o Brasil registrou 806.011 acidentes de trabalho no último ano, o maior número da série histórica iniciada em 2016. No mesmo período, 3.644 trabalhadores perderam a vida em decorrência de acidentes relacionados ao trabalho, o maior índice da série. Entre 2020 e 2025, os acidentes cresceram 65,8%, enquanto os óbitos aumentaram 60,8%, evidenciando a urgência de fortalecer as ações preventivas e consolidar uma cultura de segurança em todos os níveis das organizações.

O levantamento também demonstra o impacto desses acidentes para a sociedade. Entre 2016 e 2025, o país acumulou 6,4 milhões de acidentes de trabalho, 27.486 mortes, mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos por afastamentos temporários e cerca de 249 milhões de dias debitados, indicador que considera os efeitos permanentes decorrentes de incapacidades e óbitos. Os números reforçam que o ato de prevenir acidentes não é apenas reduzir estatísticas, mas preservar vidas, proteger famílias, fortalecer empresas e promover um ambiente de trabalho mais seguro e digno para todos.
Ref.: https://lnkd.in/gVpUnz3R

17/07/2026

Dados divulgados em 2026, apontam que a perda florestal primária nos trópicos diminuiu em 2025, após perdas recordes em 2024 causadas por incêndios extremos. Dados novos do GLAD Lab da Universidade de Maryland, disponíveis no Global Forest Watch do WRI, Global Nature Watch, mostram que a perda de florestas tropicais primárias caiu 36% em comparação com 2024.
Embora a redução seja encorajadora, o mundo ainda perdeu 4,3 milhões de hectares de floresta tropical primária em 2025, o equivalente a 11 campos de futebol de floresta por minuto. A perda de floresta tropical primária ainda é 46% maior do que há uma década.
O Forest Pulse utiliza os dados e análises mais recentes para revelar as últimas tendências na perda global de florestas e no desmatamento; os dados são atualizados anualmente usando dados anuais de perda de cobertura arbórea; atualizações são lançadas a cada ano e abrangem dados do ano anterior.

Essa perda florestal contínua compromete os muitos benefícios que as florestas tropicais primárias oferecem. Esses ecossistemas são fundamentais para a biodiversidade, fornecimento de água, armazenamento de carbono, alimentos e medicamentos, identidade cultural e muito mais.
Grande parte da redução em 2025 veio de quedas acentuadas no Brasil, que registrou uma redução de 42% na perda florestal primária. No entanto, o Brasil ainda foi o país com a maior área de perda de floresta tropical, considerando o tamanho das florestas. O país reduziu a perda florestal primária registrando seu menor nível de perda florestal não relacionada a incêndios. Outros países florestais grandes, incluindo Colômbia, Indonésia e Malásia, também registraram taxas relativamente baixas ou estáveis de perda florestal em 2025 em comparação com os últimos anos. A perda de florestas tropicais permaneceu alta em outros países.
É um estudo vasto e profundo e aponta que vários BIOMAS ao redor do mundo tiveram redução de suas florestas. Urge acelerar a ação essencial para interromper a perda de floresta até 2030. Os dados de 2025 mostram que é possível reduzir a perda de floresta.

Adaptado de: http://bit.ly/4fkWUCt - Vídeo by Arnav Kainthola by Pexels

13/07/2026

A Resolução CVM nº 244/2026 alterou o regime de divulgação dos relatórios de sustentabilidade no Brasil, ao tornar voluntária a apresentação desses documentos para companhias abertas com base nos padrões internacionais IFRS S1 e IFRS S2. A norma estabelece o modelo de “pratique ou explique” (comply or explain), no qual as empresas podem optar pela divulgação ou justificar sua não adoção.
No entanto, empresas estatais e sociedades de economia mista permanecem obrigadas a elaborar e divulgar anualmente relatórios integrados ou de sustentabilidade, conforme previsto na Lei nº 13.303/2016, conhecida como Lei das Estatais.
A distinção entre os regimes reforça a permanência da agenda de sustentabilidade no setor público empresarial, especialmente no que se refere à transparência, governança e prestação de contas. Os relatórios passam a ser utilizados como instrumentos de informação que vão além dos dados econômico-financeiros, incluindo indicadores ambientais, sociais e de governança (ESG).
Nesse contexto, os documentos de sustentabilidade são utilizados por investidores, órgãos de controle, gestores públicos e demais partes interessadas como base para análise de riscos e avaliação de desempenho institucional. As informações divulgadas também passam a apoiar processos decisórios relacionados à gestão e à governança corporativa e pública.

Em estudo realizado pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), destaca-se a atuação dos profissionais de contabilidade, estes estão envolvidos no processo de elaboração e organização dessas informações, especialmente na consolidação de dados alinhados a padrões nacionais e internacionais de relato de sustentabilidade.

Estes relatórios exigem qualificação técnica, além da adoção de ferramentas de análise de dados e tecnologias emergentes no processo de fiscalização e controle.
O avanço das exigências internacionais de transparência em sustentabilidade reforça a importância dos relatórios ESG para a tomada de decisões e a avaliação de políticas públicas.
Fonte https://bit.ly/4wLTEqZ

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80035170

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