S & A Consultoria

S & A Consultoria S & A Consultoria, é uma empresa nova, porém com muita experiencia de mercado, podendo auxiliá-lo

Dos serviços que poderão ser contratados pela empresa:

Treinamento do EFD (Escrituração Fiscal Digital) - cobrirá eventuais necessidades, na instrução a funcionários responsáveis pelo setor fiscal, auxiliando no tratamento e correção das inconsistências no arquivo EFD. Treinamento/implantação do estoque fiscal visando o RCPE (Livro Registro Controle da Produção e do Estoque), cuja obrigatoriedade

está vigente para Janeiro de 2015. Documentações dos processos e rotinas – Documentar toda a rotina e processo, de acordo com o treinamento passado para o funcionário responsável pelo setor. (Há falta desta documentação é um dos grandes problemas para maioria das empresas, que afeta diretamente a sua organização, e com isso há uma necessidade da documentação dos processos e procedimentos executados). Organização e gerenciamento de informações da empresa de forma que os gestores tenham controle e conhecimento de seu negócio, possibilitando melhor alocação de recursos e desenvolvimento da gestão. "Um dos pontos fundamentais para o sucesso de sua empresa é o treinamento e a devida orientação dos seus funcionários e parceiros."

11/11/2015

“Não se preocupe com os outros, tem mercado para todos, apenas faça com qualidade”...
“Podem lhe tomar tudo que se tem, mas não podem lhe tirar a sabedoria...”.

20/03/2015

5 dicas importantes ao cotar um ERP para sua empresa.

Mas a escolha de um ERP não é simples. Há uma série de fatores a serem levados em consideração e, por isso, listamos aqui os 5 passos mais importantes a serem levados em conta em um processo de cotação de sistema de gestão:

1 – Para que serve – O primeiro passo é ter clareza daquilo que se quer do sistema de gestão, e isso vai desde saber como contratar até estar certo do que se quer com ele. Muitas empresas querem resolver problemas específicos com a implementação de um ERP, mas esta não pode ser a única razão, porque quando estes problemas forem resolvidos, outros surgirão. A empresa precisa conhecer seus processos, saber quais não funciona, quais faltam e saber que problemas secundários poderão surgir à frente. Isso porque, pelo seu tamanho, complexidade e criticidade, um sistema de gestão deve atender o que a empresa é hoje e o que ela será antecipando suas necessidades.

2 – Tecnologia usada pelo fornecedor – Muitas vezes o potencial fornecedor de ERP vai lhe apresentar uma solução com tudo o que sua empresa precisa, só que sobre uma plataforma projetada, escrita e programada nos anos 80 ou 90. Por mais que ela possa ser remendada, sempre existirá uma limitação natural da tecnologia. Por isso é importante saber se a tecnologia empregada é recente, porque é isso que vai determinar a capacidade de inovação do fornecedor. É sempre bom lembrar que, quando falamos em sistemas de gestão, falamos de uma tecnologia que deve acompanhar a empresa por, no mínimo, cinco anos. Na média são dez anos, e uma empresa não pode ficar todo este tempo presa a um fornecedor que, ao final, estará obsoleto. A tecnologia a ser utilizada precisa estar alinhada a novos modelos de negócio, empregando conceitos como mobilidade, internet, big data etc. É importante avaliar o quão comprometido com a inovação o seu fornecedor está.

3 – Parceiro – Ao contratar um sistema de gestão, a empresa deve reconhecer que não está contratando um fornecedor como outro qualquer. Ele será seu parceiro. Há muito conhecimento embutido em um sistema de gestão e, por isso, o fornecedor precisa contar com uma equipe que incorpore os conceitos de negócio do cliente. Por exemplo, quando um varejista diz que precisa fazer uma análise de sua margem de contribuição, a equipe de implementação deve saber do que ele está falando. Por isso é preciso checar qual o nível de conhecimento que o fornecedor tem do seu segmento, que outras empresas ele atende, que projetos já colocou no ar. Haverá empresas sem a vivência necessária e outras que, prometendo atender todos os segmentos com milhares de softwares, também não terão a profundidade necessária.

4 – Maturidade – Outro ponto a ser avaliado é a maturidade da plataforma e a flexibilidade apresentada por ela. A maturidade está ligada ao tempo de mercado do sistema, se ele já foi suficientemente testado e se, depois dos te**es, se mostrou estável. Além de maduro, um bom sistema de gestão deve ser flexível, permitindo sua adaptação às necessidades do cliente sem a necessidade de grandes customizações. Na prática, ele deve ser parametrizável – o que se faz com alguns cliques –, demandando menos customizações, que exigem mudanças no cerne do programa, sem garantias de que o resultado será satisfatório. A maturidade também está relacionada a outro fator importante: todo o sistema formando um corpo só, ao contrário de vários pequenos sistemas integrados, com filosofias e propósitos diferentes.

5 – Suporte e manutenção – O futuro cliente deve checar o quão comprometido com o suporte está o seu fornecedor de sistema de gestão. O próprio fornecedor deve se encarregar de mostrar que seu sistema está apto a cumprir com todas as exigências fiscais do setor de seu cliente e, mais que isso, garantir que ele acompanhe eventuais mudanças. No dia a dia, o cliente precisa ligar para o suporte e encontrar do outro lado alguém que entenda o que ele diz e resolva o problema.

*Marco Antonio Salvo é Consultor Nacional de vendas Sankhya.A maior rede de comunicação contábil do Brasil

Um artigo interessante para entender melhor ate aonde o governo quer chegar, consolidando todas as informações que as em...
20/03/2015

Um artigo interessante para entender melhor ate aonde o governo quer chegar, consolidando todas as informações que as empresas têm obrigação de enviar mês a mês ano a ano, após ler este artigo de sua opinião se tivesse que montar sua própria fabrica de calçados hoje, faria isso ou não?

"Quando o Sped nasceu, em 2007, ouvi muitos Incrédulos afirmando que ele não ia pegar.

A Lei que introduziu o Sped já o autodenominava da seguinte forma:

O Sped é um instrumento que unifica as atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos que integram a escrituração contábil e fiscal dos empresários e das pessoas jurídicas, inclusive imunes ou isentas, mediante fluxo único, computadorizado, de informações.

Alguns daqueles Incrédulos afirmavam que o que ali estava escrito não era bem aquilo, ou seja, não seria necessário as empresas investirem em um sistema com fluxo único, para atender o fisco.

Passados 7 anos, os Incrédulos desapareceram. Ninguém mais acredita que pode ter um sistema para emissão de notas, outro para controle do estoque, outro para contas a receber e a pagar, outro para a produção, e, no fim do mês, enviar tudo para o Contador e ele que se vire. Ninguém mais acredita que pode ter uma informação no XML da NF-e, alterá-la para lançar no Sped Fiscal, condensá-la para o registro no Sped Contribuições ou desprezá-la no Sped Contábil.

Não existem mais Incrédulos. Desapareceram. Se converteram. Todos.

Menos um.

Sim, existe ainda um Incrédulo. Sei que nesse momento ele está lendo esse artigo e, por isso, preciso da sua ajuda, meu outro leitor Crédulo, para convertermos o último Incrédulo.

O Incrédulo imaginava que o Sped seria um tripé: NF-e, Sped Fiscal e Sped Contábil. Mesmo o Incrédulo sabe que hoje o projeto está mais para uma centopeia, tamanha é a quantidade de “pernas” que possui. Mas o Incrédulo continua achando que essa coisa de sistema com fluxo único é uma bobagem.

O Incrédulo já conhece as três primeiras pernas do Sped: ficou sabendo do Sped Contribuições; ouviu sobre o novo ECF – Escrituração Contábil Fiscal. Mas, o Incrédulo continua achando que todas essas coisas são para o Contador resolver.

Nesses últimos meses, o Incrédulo está ouvindo falar muito de Brasil-ID, eSocial e Bloco K. Essas três “coisas” lhe dão mais certeza de que o fluxo único é uma tontice, pois são três “coisas” totalmente distintas, e de que o Contador dará conta com os pés nas costas.

O Incrédulo acredita que o Projeto Brasil-ID consiste simplesmente em o governo exigir um chip bobo no caminhão, na carga, na mercadoria e nos documentos fiscais. Apenas isso.

Será?

Vejamos:

O Brasil-ID terá profunda influência em todo o Sistema Sped. O caminhão portará todos os documentos fiscais, ou seja, NF-e, CT-e e seus respectivos Danfes. O caminhoneiro, funcionário ou terceirizado passará a ter um controle eletrônico de sua jornada de trabalho. Hoje, sabemos que esse é um dos maiores problemas para esse segmento, ou seja, eles têm uma jornada de trabalho longa e extenuante. Porém, com o controle eletrônico permanente, o fisco saberá quantas horas ele trabalha por dia, em que parte do dia, com quantas interrupções, etc. E o pagamento de tudo isso será pelo eSocial. As empresas continuarão a permitir ou exigir essas jornadas longas? Pagarão as horas extras e encargos? Se responsabilizarão por acidentes e danos contra terceiros?

O Incrédulo está pensando nas respostas a essas questões.

Também começou a perceber as dificuldades que a empresa terá se não possuir um sistema único que trate de uma mesma forma todas as informações que vão para diferentes órgãos do governo através das mais diversas “pernas” do Sped. São milhares de campos que precisam ser preenchidos em cada Sped, sendo que a mesma informação é utilizada e fornecida em Speds diferentes, com objetivos diferentes. Cada informação incorreta gerará multa automática.

Mas o Incrédulo não crê totalmente. No fundo d’alma, ele ainda acha que o Brasil-ID é um troço pro setor de transporte resolver e que o eSocial é com o Departamento Pessoal ou com o pobre coitado do Contador terceirizado. E que tudo isso nada tem a ver com o tal de Bloco K, que deve ser coisa de escola de samba.

Será?

Vejamos:

O Bloco K, que será exigido a partir de 01/01/2016, consiste no detalhamento de controle e produção do estoque. De cada item do estoque. Um por um.

Assim, aquele nosso caminhão “chipado” transportando as mercadorias com os respectivos documentos fiscais está sendo vigiado pelo Brasil-ID, influenciou o Sped Fiscal, constou no Sped Contribuições, registrou-se no Sped Contábil, surgiu no eSocial, aparecerá no ECF e, finalmente, desembarcará no Bloco K. Isso porque tanto a mercadoria transportada como o serviço de transporte compõem o custo da mercadoria e, consequentemente, serão itens fundamentais na apuração do Bloco K.

Agora conseguimos nocautear o Incrédulo."

Marco Antonio Pinto de Faria é Bacharel em Ciências Contábeis, Administrador de Empresas, Auditor, Presidente e Fundador do Grupo Skill.

Matéria Original: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/o-sped-o-brasil-id-o-esocial-o-bloco-k-e-o-incredulo/85418/

Quando o Sped nasceu, muitos afirmaram que ele não ia pegar. Agora com o Brasil-ID, eSocial e Bloco K como será que anda a crença desses Incrédulos?

28/04/2014

"O que você sabe não tem valor, o valor está no que você faz com o que sabe."

21/04/2014

Lembrem-se:
Sped Fiscal - Bloco K - "A escrituração do Livro Registro de Controle da Produção e do Estoque (RCPE) será obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2016 para os contribuintes com atividade econômica industrial ou equiparada a industrial."
Organize-se o quanto antes. Não deixe para a última hora.

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Nova Serrana, MG

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