21/10/2026
ESCASSEZ DA MÃO DE OBRA OPERACIONAL
Ontem, no palco da HIGIEXPO, a maior feira de produtos e serviços de Conservação Ambiental da América Latina. Acredito que tivemos uma das melhores edições dos últimos anos.
Minha abordagem foi sobre tendências e melhoras práticas do setor diante das restrições existentes. Avaliei relatórios de diversos institutos de vários países. Todas as pesquisas apontam a escassez de mão de obra como a principal limitação para crescimento e melhoria de ciclos de qualidade do Setor.
A maior parte dos gestores vem apostando na melhoria de eficiência por meio da tecnologia. Não apenas para execução das tarefas, mas para a própria gestão, com a automatização de agendamento de áreas, melhoria de previsibilidade e alocação de tarefas, otimizando rotas e compondo a equipe de forma híbrida entre robôs (nas rotinas) e humanos (para discernimento).
Cabe aos gestores, buscarem o protagonismo que essa área merece em suas Instituições: Necessita atuar de forma transversal com o Controle de Infecção Hospitalar, Gestão da Qualidade e com o Núcleo de Experiência do Paciente.
No (EX) precisa atuar na experiência e dignidade do colaborador da higiene como requisito, muitas vezes gerido de forma negligente e marginal aos resultados.
Terminei a palestra apresentando um Case de Capacitação das Equipes no modelo Gamif**ação e um Case de desenvolvimento com profissionais imigrantes de outros países, com resultados que minimizaram os impactos.
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**ação