Otás D'Mar

Otás D'Mar Gestão e Consultoria | DNA Brasileiro
Comunicação digital e Produtora Cultural
Criando experiências que conectam e celebram a diversidade.

10/05/2026

✨ 𝗕𝗘𝗠-𝗗𝗜𝗧𝗔 𝗥𝗘𝗭𝗔 𝗙𝗢𝗥𝗧𝗘 ✨
𝘈𝘹𝘦́ 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘶𝘳𝘢. 𝘗𝘢𝘭𝘢𝘷𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘵𝘳𝘢𝘯𝘴𝘧𝘰𝘳𝘮𝘢. 🌿

Existem saberes que sobreviveram ao tempo, ao silenciamento e às tentativas de apagamento.
Saberes guardados nas folhas, nas rezas, no cuidado e na memória de quem nunca deixou a ancestralidade morrer.

A exposição 𝗕𝗘𝗠-𝗗𝗜𝗧𝗔 𝗥𝗘𝗭𝗔 𝗙𝗢𝗥𝗧𝗘 chega ao Instituto Pretos Novos como um convite para sentir, lembrar e reconhecer as tecnologias ancestrais de cura presentes nas palavras, nos gestos e nos territórios de resistência.

Com obras da série REZA FORTE, de Mariâna Andrade e Rodrigo Diäs, a exposição revela imagens que emergem das folhas — corpo vivo, memória viva, território vivo.

E para aprofundarmos essa travessia, no dia 12/05, às 19h30, teremos uma live especial diretamente do IPN, falando sobre ancestralidade, espiritualidade, arte, cuidado e resistência.

✨ Porque reza é cuidado.
✨ Reza é força coletiva.
✨ Reza também é permanência.

📍 Abertura da exposição: 15 de maio, às 17h17
📍 Galeria Pretos Novos — Gamboa/RJ
📅 Visitação até 26 de junho de 2026

𝗦𝗔𝗟𝗩𝗘 este post
𝗖𝗢𝗠𝗘𝗡𝗧𝗘: você já recebeu ou fez uma reza forte?
𝗖𝗢𝗠𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗟𝗛𝗘 com quem precisa conhecer essa experiência.

BemDitaRezaForte

𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗳𝗼𝗹𝗵𝗮𝘀, 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀 𝗲 𝗿𝗲𝘇𝗮𝘀…𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝘂𝗺 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿. 🌿𝗡𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟮/𝟬𝟱, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟵𝗵𝟯𝟬, vamos abrir espaço...
08/05/2026

𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗳𝗼𝗹𝗵𝗮𝘀, 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀 𝗲 𝗿𝗲𝘇𝗮𝘀…
𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝘂𝗺 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿. 🌿

𝗡𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟮/𝟬𝟱, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟵𝗵𝟯𝟬, vamos abrir espaço para uma conversa profunda sobre ancestralidade, cuidado, espiritualidade, memória e resistência a partir da 𝗲𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 “𝗕𝗲𝗺-𝗗𝗶𝘁𝗮 𝗥𝗲𝘇𝗮 𝗙𝗼𝗿𝘁𝗲”.

A jornalista Vanessa Fernandes .carvalho conversa com Claudia Fassini , idealizadora da exposição, e Priscila Fevrier, da curadoria do IPN , diretamente das instalações do Instituto Pretos Novos no Rio de Janeiro.

Uma live sobre os saberes que atravessam gerações, permanecem vivos nos territórios e seguem ecoando muito além dos terreiros.

✨ Reza é cuidado.
✨ Reza é ciência ancestral.
✨ Reza é força.

𝗔𝘁𝗶𝘃𝗲 𝗼 𝗹𝗲𝗺𝗯𝗿𝗲𝘁𝗲, 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗹𝗵𝗲 𝗲 𝘃𝗲𝗻𝗵𝗮 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲.

📍 Live no Instagram
📅 12 de maio
🕢 19h30

Comente “EU VOU” para receber o lembrete da live nos stories.




𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗳𝗼𝗹𝗵𝗮𝘀, 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀 𝗲 𝗿𝗲𝘇𝗮𝘀…𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝘂𝗺 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿. 🌿𝗡𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟮/𝟬𝟱, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟵𝗵𝟯𝟬, vamos abrir espaço...
07/05/2026

𝗘𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗳𝗼𝗹𝗵𝗮𝘀, 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀 𝗲 𝗿𝗲𝘇𝗮𝘀…
𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗲 𝘂𝗺 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝗱𝗲𝗶𝘅𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝗲𝘅𝗶𝘀𝘁𝗶𝗿. 🌿

𝗡𝗼 𝗱𝗶𝗮 𝟭𝟮/𝟬𝟱, 𝗮̀𝘀 𝟭𝟵𝗵𝟯𝟬, vamos abrir espaço para uma conversa profunda sobre ancestralidade, cuidado, espiritualidade, memória e resistência a partir da 𝗲𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 “𝗕𝗲𝗺-𝗗𝗶𝘁𝗮 𝗥𝗲𝘇𝗮 𝗙𝗼𝗿𝘁𝗲”.

A jornalista Vanessa Fernandes .carvalho conversa com Claudia Fassini , idealizadora da exposição, e Priscila Fevrier, da curadoria do IPN , diretamente das instalações do Instituto Pretos Novos no Rio de Janeiro.

Uma live sobre os saberes que atravessam gerações, permanecem vivos nos territórios e seguem ecoando muito além dos terreiros.

✨ Reza é cuidado.
✨ Reza é ciência ancestral.
✨ Reza é força.

𝗔𝘁𝗶𝘃𝗲 𝗼 𝗹𝗲𝗺𝗯𝗿𝗲𝘁𝗲, 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗹𝗵𝗲 𝗲 𝘃𝗲𝗻𝗵𝗮 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲.

📍 Live no Instagram
📅 12 de maio
🕢 19h30

Comente “EU VOU” para receber o lembrete da live nos stories.




22/04/2026

Nota de Pesar – Otás d’Mar

A Otás d’Mar manifesta profundo pesar pelo falecimento de Asogba Gilmar Sampaio Jilequê, ocorrido em Salvador, vítima de causas naturais.

Figura de grande relevância espiritual, cultural e artística, Gilmar Sampaio Jilequê foi um dos pilares na construção, fortalecimento e condução de sua comunidade religiosa, atuando como Asogba do Ilê Asé Ojisé Olodumaré (Casa do Mensageiro). Sua trajetória foi marcada por compromisso inabalável com a ancestralidade, pela preservação das tradições de matriz africana e pelo cuidado com os saberes que atravessam gerações.

Para além do sagrado, destacou-se também como artista da dança, bailarino e coreógrafo do Teatro Castro Alves, onde, por mais de três décadas, transformou o palco em território de expressão da cultura afro-brasileira. Em sua arte, não havia separação entre fé e movimento: cada gesto carregava a força da espiritualidade, da identidade e da resistência.

Sua partida representa uma perda imensurável para o Candomblé, para a cultura baiana e para todos aqueles que tiveram a honra de compartilhar de sua presença, ensinamentos e sensibilidade. Parte um guardião de saberes, cujo legado permanecerá vivo na memória coletiva, nos rituais, na arte e na continuidade de sua missão.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos, com a comunidade do Ilê Asé Ojisé Olodumaré, com a comunidade artística e com todos os que sentem sua partida. Que encontrem conforto na grandeza de sua trajetória e na certeza de que seu axé permanece.

Que sua travessia seja de luz e que os ancestrais o recebam com honra, no retorno ao grande ciclo da existência.

Otás d’Mar
Olórun kò sí púrè.

Ser jornalista é escolher todos os dias o lado da verdade. Neste Dia do Jornalismo, a Otás D’Mar – Produtora Cultural ce...
07/04/2026

Ser jornalista é escolher todos os dias o lado da verdade.

Neste Dia do Jornalismo, a Otás D’Mar – Produtora Cultural celebra a nossa jornalista Vanessa Fernandes .carvalho, que assina o editorial “Desafios do Jornalismo”, uma reflexão sobre ética, compromisso com a informação e os desafios de exercer a profissão em tempos de desinformação e violência contra a imprensa.

Mais do que uma profissão, o jornalismo é um compromisso com a sociedade, com os fatos e com o direito das pessoas de compreender o mundo em que vivem.

📖 Leia o editorial completo e reflita com a gente sobre a importância do jornalismo na construção de uma sociedade mais consciente.

A Otás d’Mar se solidariza com a família, amigos e toda a comunidade do Candomblé Fluminense diante da passagem do respe...
16/02/2026

A Otás d’Mar se solidariza com a família, amigos e toda a comunidade do Candomblé Fluminense diante da passagem do respeitado Ogan Bangbala, que retorna ao Orun aos 106 anos de vida, no Rio de Janeiro.

Reconhecido como o Ogan mais velho do Candomblé Fluminense Brasileiro, Comendador Ogan Bangbala foi um verdadeiro mestre e guardião da tradição. Sua presença era reverenciada e acolhida nos mais diversos Candomblés, das mais variadas Nações, no Brasil e além, reflexo de uma trajetória marcada pela sabedoria, pelo compromisso e pela dedicação ao axé.

Sua caminhada deixa um legado imensurável de ensinamentos, força espiritual e preservação da ancestralidade. Parte um grande baú de sabedoria, cuja memória e influência permanecerão vivas naqueles que tiveram a honra de compartilhar de sua presença e de seus ensinamentos.

Neste momento de profunda despedida, expressamos nossos mais sinceros sentimentos, desejando que sua família e toda a comunidade encontrem conforto no legado deixado e na certeza de que seu axé permanece.

Que sua travessia seja de luz e que os ancestrais o recebam em honra.

Otás d’Mar
Olórun kò sí púrè.

Otás d’Mar se solidariza com a família do Ilé Ojú Onírè diante da passagem de sua matriarca, Agbá Ana de Ògún, em Taboão...
09/01/2026

Otás d’Mar se solidariza com a família do Ilé Ojú Onírè diante da passagem de sua matriarca, Agbá Ana de Ògún, em Taboão da Serra – São Paulo.

Conhecida como Ana do povo, partiu aos 82 anos, com 65 anos de iniciação no Candomblé, iniciada na Casa de Oxumarê, em Salvador, e desde 1977 fez de seu Ilé um espaço de devoção aos orixás, acolhimento e preservação da ancestralidade.

Para nós, simplesmente tia Ana, a Dama de Ferro do Candomblé, foi liderança espiritual e social de profundo compromisso com o sagrado e com a ancestralidade, tornando seu Ilé uma referência na salvaguarda do axé.

Sua partida marca um profundo silêncio no plano material, mas sua força permanece no Orun, inscrita na história do Candomblé, na memória coletiva e na continuidade de sua obra.

Ìyá Agbá Ana de Ògún segue viva em cada um de nós.

Otás d’Mar
Olórun kò sí púrè.

08/01/2026

Série “Samba é Reza 2026 | Ep. 1”

Você sabia que a data do Carnaval muda todo ano?
Luiz Antônio Simas explica: não é bagunça do calendário — é tradição, lua, fé e história caminhando juntas.
O samba também ensina a contar o tempo.

👉 Você já sabia disso? Comenta aqui 👇

Otás d’Mar se solidariza com a família do Ìlé Ìyá Omi Àṣe Ìyámaṣé – Terreiro do Gantois, diante da passagem da Ìyáloriṣa...
26/12/2025

Otás d’Mar se solidariza com a família do Ìlé Ìyá Omi Àṣe Ìyámaṣé – Terreiro do Gantois, diante da passagem da Ìyáloriṣa do Ìlé Ìyá Omi Àṣe Ìyámaṣé, Mãe Carmen de Òṣàgyían, em Salvador – Bahia.

Filha mais nova de Mãe Menininha do Gantois, a Iyalorixá estava internada há duas semanas no Hospital Português, em Salvador, em decorrência de uma forte gripe. Nascida em 1926 — embora registrada dois anos depois — completaria 99 anos na próxima segunda-feira (29).

Iniciada no candomblé aos 7 anos de idade, Mãe Carmen assumiu a condução do Gantois em 2002, tornando-se, há 23 anos, guardiã de um dos pilares da espiritualidade, da cultura e da ancestralidade negra do Brasil e do mundo.

Como Ìyáloriṣa, cuidou do axé com dedicação e firmeza, contando com o apoio de suas duas filhas na condução e sustentação da Casa. Deixa três netos e quatro bisnetos, expressão viva da continuidade de seu legado.

Seu retorno ao Orun ocorre em uma sexta-feira, dia consagrado a Oxalá, símbolo de uma trajetória marcada pela retidão, pelo cuidado e pela fé. Sua presença física se despede, mas seu axé permanece, assim como seus ensinamentos e sua memória, que seguem inscritos na história.

O velório acontecerá nesta sexta-feira (26), às 11h30, no Terreiro do Gantois, aberto ao público.
O sepultamento será realizado no sábado (27), às 11h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.

Otás d’Mar
Olórun kò sí púrè.

19/12/2025

Claudia Leitte é processada novamente por intolerância religiosa e apagamento cultural

São Paulo [dez/2025] - Para o MP-BA e o Idafro, a conduta não se enquadra como liberdade artística ou religiosa, mas sim como desrespeito deliberado e apagamento simbólico de elementos centrais das religiões de matriz africana — reconhecidas pelo STF como patrimônio cultural imaterial brasileiro.

A ação pede, entre outras medidas, que a cantora:
• faça retratação pública;
• se abstenha de novas alterações em letras que integram o patrimônio cultural afro-brasileiro;
• seja condenada ao pagamento de R$ 2 milhões por dano moral coletivo, em razão da violação à honra e à dignidade de grupos religiosos historicamente vulnerabilizados.

Segundo os autores da ação, o direito individual à fé não autoriza a supressão ou desvalorização de símbolos religiosos de uma coletividade, especialmente quando esses símbolos estão ligados à memória, à ancestralidade e à própria história do axé music.

Intolerância religiosa não é opinião nem escolha estética — é violação de direitos.
🗣️ Compartilhe, informe-se e reflita: até onde vai a liberdade individual quando ela apaga a cultura e a fé do outro?


Endereço

São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

11992485809

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Otás D'Mar posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Otás D'Mar:

Compartilhar