28/08/2026
Um ponto nunca é apenas um ponto.
Hoje nos despedimos de Yayoi Kusama, que construiu uma linguagem estética impossível de confundir. Bolinhas, abóboras e espelhos de salas infinitas são marcas registradas da artista que morreu aos 97 anos.
Ao transformar experiências relacionadas à sua saúde mental em matéria para a criação, Kusama ocupou um lugar singular: fez da arte uma forma de elaborar o mundo e mostrou que uma condição psíquica não precisa apagar a potência, a autoria ou o reconhecimento de uma pessoa.
Hoje, registramos nossa admiração por sua estética, sua longevidade criativa e, sobretudo, pela importância de uma trajetória respeitada em toda a sua complexidade.
Yayoi Kusama | 1929–2026