11/09/2024
Meghan Markle perdeu tempo e recursos por subestimar a complexidade da Propriedade Intelectual; a recente rejeição da sua marca «American Riviera Orchard» pelo USPTO é o resultado de uma falha comum, tanto entre empresas quanto entre figuras públicas.
Este caso demonstra que construir uma marca com valor requer conhecimento especializado e atenção aos critérios legais das jurisdições onde se pretenda proteger a marca – tal como neste caso, ocorrido nos EUA, o critério da indicação geográfica.
Em Portugal os principais motivos de recusa são:
a semelhança das marcas com outras já existentes,
a falta de capacidade distintiva para os produtos ou serviços que assinalam,
marcas que contêm apenas elementos genéricos.
marcas que reproduzem denominações de origem ou indicações de origem protegidas.
Consultar especialistas desde o início do processo não é apenas uma precaução, é uma estratégia essencial para prevenir obstáculos e economizar recursos.
No contexto empresarial global, a proteção da Propriedade Intelectual transcende a mera formalidade – é um investimento crucial que fortalece e assegura o futuro dos negócios e o sucesso das estratégias. Para maximizar as chances de sucesso, é indispensável registar e proteger as marcas em todos os mercados relevantes.
Quer rever o nível de proteção das suas marcas?
Contacte-nos para obter orientação especializada: [email protected].
O USPTO assinalou problemas com o logótipo da marca e com as descrições dos seus produtos, que foram consideradas demasiado amplas ou não estavam em conformidade com os elementos visuais fornecidos.