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MINISTÉRIO AFIRMA QUE TRAÇADO AINDA ESTÁ EM ESTUDO Obras da linha amarela do metro vão demorar no mínimo cinco anosNão h...
18/04/2023

MINISTÉRIO AFIRMA QUE TRAÇADO AINDA ESTÁ EM ESTUDO


Obras da linha amarela do metro vão demorar no mínimo cinco anos

Não há uma data para o arranque dos trabalhos no terreno, mas já é possível imaginar o impacto no dia-a-dia dos luandenses. Faltam também informações sobre o traçado, que terá implicações directas ao nível das expropriações e do custo final. Outro ponto ainda por explicar são os preços dos bilhetes....

Fonte e mais informações em: https://expansao.co.ao/empresas/interior/obras-da-linha-amarela-do-metro-vao-demorar-no-minimo-cinco-anos-112780.html?fbclid=IwAR1f3D9XnmM5FaRUvhWScMCt4KjlzHv33k7ZjRQTWYcJOqV-gtvGdL35EtU

Não há uma data para o arranque dos trabalhos no terreno, mas já é possível imaginar o impacto no dia-a-dia dos luandenses. Faltam também informações sobre o traçado, que terá implicações directas ao nível das expropriações e do custo final. Outro ponto ainda por explicar são os pre....

Ambientalistas dizem que degradação dos ecossistemas angolanos deve-se à falta de políticas sociais sustentáveis Secretá...
18/04/2023

Ambientalistas dizem que degradação dos ecossistemas angolanos deve-se à falta de políticas sociais sustentáveis



Secretário de Estado do Ambiente, Abias Huongo, reconhece que a diminuição de espécies de animais nos parques nacionais em resultado da perda de ecossistemas.

LUANDA —
Responsáveis de organizações não governamentais angolanas ligadas ao ambiente defenderam, nesta segunda-feira, 17, a acentuada degradação dos ecossistemas angolanos se deve à falta de políticas sociais sustentáveis capazes de desencorajar a destruição do ecossistema.

Carlos Cambuta, da Acção de Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), e Bernardo Castro, da Rede de Terra Angola, reagem assim às declarações do secretário de Estado do Ambiente, Abias Huongo, que reconheceu, na semana passada, a diminuição de espécies de animais nos parques nacionais em resultado da perda de ecossistemas.

O governante admitiu que o país está a perder grandes ecossistemas e, como consequência, o declínio do número de espécies animais nos parques nacionais, como é o caso da redução para cerca de 250 exemplares da palanca negra gigante, contra as anteriores 2.500.

Na abertura de um debate de sociedade civil face à emergência ambiental, Abias Huongo, atribuiu à agricultura e à expansão urbana a degradação da biodiversidade angolana.

"Estamos a perder grandes ecossistemas que são a base de sobrevivência de muitas espécies, sobretudo com a expansão urbana, que atingem zonas ou reservas naturais", apontou Huongo.

O governante fez saber ainda que Angola vive os impactos das alterações climáticas, apontando para as consequências das emissões de gases com efeito de estufa com "perdas assinaláveis de vidas humanas, residências e demais infraestruturas".

Para o secretário de Estado do Ambiente "precisamos de trabalhar para alterar esta situação”.

Ele considerou que uma das maiores ameaças é a "degradação do ecossistema, como os solos, com a prática da agricultura", que é também a base do desenvolvimento, daí que seja preciso "trabalhar visando uma agricultura sustentável para se travar a devastação".

Huongo apontou a poluição dos solos, rios e mares como "um dos males" que comprometem a sustentabilidade ambiental no país, tendo igualmente defendido "aposta firme" na educação ambiental, a partir das famílias.

Para o líder da ADRA, Carlos Cambuta “a privação de um conjunto de direitos faz com que a população recorra aos meios que estão ao seu alcance para poder sobreviver, estamos a dizer que os recursos que o Governo atribui ao sector social no âmbito do Orçamento Geral do Estado (OGE), são irrisórios”.

O responsável associativo acrescenta que, a par do aumento de verbas para o sector social , “deve-se olhar para a rápida a necessidade da descentralização política do país com implantação das autarquias locais para que responsabilidade pelo atendimento das necessidades básicas sejam, também da administração autárquica local”.

Por sua vez, o ambientalista Bernardo Castro também considera que “onde há pobreza as primeiras vítimas são os ecossistemas” e questiona o destino que é dado ao Fundo do Ambiente, atribuído pelo Estado.

O debate, promovido em Luanda pelo Ministério do Ambiente angolano, é uma antecâmara da IX Reunião dos Ministros do Ambiente da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que Luanda acolhe neste mês.

O papel da sociedade civil no alcance das metas dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, a água e o saneamento e o seu contributo face à emergência ambiental e os desafios da agenda global para a biodiversidade e a emergência climática são alguns dos temas em análise.

O encontro que congrega vários atores da sociedade civil ligados à proteção e promoção do ambiente visa colher contributos que refletem as inquietações da sociedade e as possíveis soluções nesse domínio para apoio à discussão na IX Reunião dos Ministros do Ambiente da CPLP.

https://www.voaportugues.com/a/ambientalistas-dizem-que-degrada%C3%A7%C3%A3o-dos-ecossistemas-angolanos-deve-se-%C3%A0-falta-de-pol%C3%ADticas-sociais-sustent%C3%A1veis-/7054212.html?fbclid=IwAR3atNTGIgNse9eyS8Q5FKDjiyMoOpDEx4czYN-kLpujBE979iPdIbnvCos

NO BLOCO 2/05 Produção da Somoil cresce 43% para 20.000 barris de petróleo bruto por diaCrescimento faz parte da estraté...
18/04/2023

NO BLOCO 2/05


Produção da Somoil cresce 43% para 20.000 barris de petróleo bruto por dia

Crescimento faz parte da estratégia da maior petrolífera privada angolana de elevar até 2025 a produção no bloco 2/05 para 30 mil barris de petróleo por dia. Há seis anos só produzia 7.000 barris diários.

Fonte e mais informações em:

https://expansao.co.ao/empresas/interior/producao-da-somoil-cresce-43-para-20000-barris-de-petroleo-bruto-por-dia-112782.html?fbclid=IwAR2dmv72TkPDfDdfAiKpwccdvb-wdpAVmVVgKJ4moJh-Z6U4G9b_81-CvvI

Crescimento faz parte da estratégia da maior petrolífera privada angolana de elevar até 2025 a produção no bloco 2/05 para 30 mil barris de petróleo por dia. Há seis anos só produzia 7.000 barris diários.

ECONOMIA VOLTA A CRESCER EM 2023, MAS INSTITUIÇÕES DE BRETTON WOODS DIVERGEM NAS PREVISÕES FMI mais optimista revê cresc...
18/04/2023

ECONOMIA VOLTA A CRESCER EM 2023, MAS INSTITUIÇÕES DE BRETTON WOODS DIVERGEM NAS PREVISÕES


FMI mais optimista revê crescimento de Angola e Banco Mundial mais pessimista

As previsões vêm de Washington no âmbito das reuniões de primavera, onde Angola participa com uma delegação liderada pela ministra das Finanças. O FMI coloca Angola no 76.º lugar das economias que mais crescem em 2023, entre 20 maiores taxas de inflação e na posição 54 dos mais pobres.

Fonte e mais informações:
https://expansao.co.ao/economia/interior/fmi-mais-optimista-reve-crescimento-de-angola-e-banco-mundial-mais-pessimista-112777.html?fbclid=IwAR0TgRKZ0y9WsKl_9I94MTwFFswJ9o9LIofWCqsW8ZR6Ue2rb5hnnAdYIzk

As previsões vêm de Washington no âmbito das reuniões de primavera, onde Angola participa com uma delegação liderada pela ministra das Finanças. O FMI coloca Angola no 76.º lugar das economias que mais crescem em 2023, entre 20 maiores taxas de inflação e na posição 54 dos mais pobres.

Muito interessante, partilhamos :)
16/04/2023

Muito interessante, partilhamos :)

Esta formação avançada tem como objectivo dotar os participantes das competências e conhecimentos necessários ao desenvolvimento da Estratégia Empresarial, apresentando os modelos mais conhecidos.

Crédito malparado do BCI ronda os 80 mil milhões Kz40 MIL CLIENTES DEVEM AO BCI O banco esclarece que a condição de nego...
01/04/2023

Crédito malparado do BCI ronda os 80 mil milhões Kz
40 MIL CLIENTES DEVEM AO BCI


O banco esclarece que a condição de negociação é o pagamento de um sinal que varia entre 10 a 30% do valor em dívida e os clientes beneficiam do perdão total de juros de mora, caso liquidem a dívida na totalidade em numa única tranche.

O total de crédito malparado na carteira do Banco do Comércio e Indústria (BCI), até Janeiro último, rondou os 79,6 mil milhões Kz, dos quais 46,2 mil milhões Kz foram abatidos, e o crédito vencido dentro do balanço, aqui considera-se em incumprimento de 90 dias, totaliza perto de 33,4 mil milhões Kz, ou seja, dois terços do valor total dos empréstimos está em incumprimento, revela o banco ao Expansão.

A carteira de crédito do BCI tem acima de 40 mil clientes, "um número superior a 13 mil com créditos em situação normal, sendo que o número de clientes em situação de incumprimento é superior a 27 mil, isto é, dentro do balanço e fora dele, dado que ambos são vencidos". As "empresas representam 84%" do crédito em incumpri mento e os "particulares 16%", informa o banco.

Em termos de reembolsos, os prazos continuam a ser os definidos no acto da análise e decisão por parte do banco. "Estes variam em função do tipo de crédito, o pedido ou tipo de projecto apresentado pelo cliente", indica o BCI, embora em caso de in cumprimento, podem sempre ser negociados novos prazos para o reembolso do crédito. Para ajudar os clientes em incumprimento, o BCI lançou a campanha de recuperação de cré dito, denominada Kuzela - Resolva Já, dirigida tanto a empresas como a particulares.

O banco esclarece que a condição de negociação é o pagamento de um sinal que varia entre 10 a 30% do valor em dívida e os clientes beneficiam do perdão total de juros de mora, caso liquidem a dívida na totalidade em numa única tranche. Por outro lado, há um perdão de até 80% dos juros de mora, no caso de liquidação de 30% do valor devido ou perdão de até 60% dos juros de mora, no caso de liquidação de 20% do valor em dívida.

Apesar da campanha, o BCI está pronto a manter o contacto permanente com os clientes e, em última análise, será efectuada recuperação judicial dos valores devidos, uma medida mais penosa para os clientes.

Fonte e mais informações em: https://expansao.co.ao/empresas/interior/credito-malparado-do-bci-ronda-os-80-mil-milhoes-kz-112595.html?fbclid=IwAR3YR0y9rd_kaMlcX8c81UxIX1vbfBCmAsy4Tn-qwLw3UnywiL8hqA8cWrM

O banco esclarece que a condição de negociação é o pagamento de um sinal que varia entre 10 a 30% do valor em dívida e os clientes beneficiam do perdão total de juros de mora, caso liquidem a dívida na totalidade em numa única tranche.

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