DICAS De SAÚDE COM Dr. Vicente

DICAS De SAÚDE COM Dr. Vicente TRABALHAR PARA O BEM ESTAR DAS POPULAÇÕES

23/09/2020

O que é Alergia?
Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos suscetíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados.
Tipos
1° Alimentar
Leite de vaca Ovos Amendoim Soja Peixes e frutos do mar Nozes
2° Pele

Manifesta-se com lesões e coceira intensa. Em alguns casos, pode ser muito grave, acometendo o corpo inteiro.
3° Nariz
A inflamação alérgica da mucosa do nariz, conhecida como rinite alérgica, pode ocorrer de forma repetida. Sua principal causa são os alérgenos inalantes, como ácaros e poeira doméstica.
4° Vias respiratórias
A asma é uma doença acompanhada de inflamação alérgica das vias respiratórias. Também é conhecida como bronquite alérgica ou bronquite asmática.
É provocada, principalmente, por:
Alérgenos e irritantes
Infecções de vias aéreas
Exercício físico inadequado Refluxo gástricos.
Medicações e alimentos
Causas emocionais, como a ansiedade.
5° Ocular
A conjuntivite alérgica é a alergia mais comum, provocando irritação, vermelhidão, coceira e lacrimejamento dos olhos.


Principais agentes que provocam alergia ou hipersensibilidade:
Ácaros e baratas
M**o (fungos) epitélio (pele) e pelos de animais (gatos e cães)
Esporos de fungos e pólens de flores
Alimentos e Medicamentos etc.
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15/07/2020

Tratamentos da hepatite B! A Hepatite B é uma infecção viral que se ataca no fígado. O vírus transmite-se pelo sangue ou em relações se***is. Com efeito, as únicas secreções ou líquidos corporais que permitem transmitir o vírus são o sangue, o es***ma, as secreções va**nais, a saliva e os líquidos oriundos de uma chaga Ingredientes - um mamão não maduro - as raízes de mamoeiro fêmea - as folhas frescas de mamoeiro fêmea - raízes de moringa - folhas frescas moringa - 4 limões para cortar ao meio. - Raizes de coqueiro Preparação Coloque os todos no tacho, as folhas em última posição. Adicione água e ferva a mistura. Modo de emprego BEBER 2 a 3 Copos por dia. Adicione água cada vez e ferva uma vez por dia. Siga o tratamento por um mês. Faça-se investigado por um médico e volte a testemunhar.

01/07/2020

EXISTEM 4 TIPOS DE INTELIGÊNCIA... 1. Quociente de Inteligência (QI) 2. Quociente Emocional (QE) 3. Quociente Social (QS) 4 Quociente de Adversidade (QA) 1. Quociente de Inteligência (QI): É a medida da sua capacidade de compreensão para ", resolver matemática, memorizar coisas e recordar assuntos. 2. Quociente Emocional (QE): É a medida da sua capacidade de manter a paz com os outros, manter o tempo, ser responsável, ser honesto; Respeitar os limites, ser humilde, genuíno e atencioso. 3. Quociente Social (QS): É a medida da sua capacidade de criar uma rede de amigos e mantê-la por um longo período de tempo. As pessoas com maior QE e QS tendem a ir mais longe na vida do que aquelas com maior QI, mas com QE e QS baixos. A maioria das escolas capitalizam na melhoria do nível de QI, enquanto o QE e QS são reduzidos. Um homem com maior QI pode acabar sendo empregado por um homem com maior QE e QS, mesmo ele tendo um QI médio. O seu QE representa o seu carácter; O seu QS representa o seu carisma. Ceda a hábitos que melhorarão esses três Qs, mas principalmente o seu QE e QS. QE e QS fazem um gerenciar (ou dirigir) melhor que o outro. Por favor não ensinam as crianças apenas a serem QI, mas também a serem QE e QS. Agora existe um quarto: Um novo paradigma 4. O Quociente de Adversidade (QA): É a medida da sua capacidade de passar por um período difícil na vida e sair sem perder a sua cabeça. QA determina quem desistirá diante dos problemas, quem abandonará a sua família ou quem considerará o suicídio como solução. Para os pais: Exponham as crianças a outras áreas da vida além da acadêmica. As crianças devem, ter interesse no trabalho manual (nunca use o trabalho como uma forma de punição), no desporto e na arte. Desenvolva os seus QE, QS e QA. Eles devem se tornar seres humanos multifacetados, capazes de fazerem as coisas independentemente dos pais. Por fim, " não prepare o caminho para as crianças. Prepare as crianças para o caminho." Autor desconhecido. Bom dia a todos membros do grupo !

09/04/2020

O QUE É SÍNDROME DO ALCOOLISMO FETAL?
A síndrome do alcoolismo fetal (SAF) é o conjunto de sinais e sintomas apresentados pelo feto em decorrência à ingestão de álcool pela mãe durante a gravidez e durante o período preconcepção. Entre os sintomas encontram-se o deficit de crescimento, alterações em características faciais e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Actualmente é considerada a maior causa de deficit intelectual prevenível no mundo.
CAUSAS

A causa da síndrome do alcoolismo fetal é a ingestão de álcool em grandes quantidades pela mãe durante a gestação. O nível mínimo de etanol (álcool) que resulta em síndrome do alcoolismo fetal ainda não foi estabelecido. O grau de acometimento dos bebés depende não só do quanto a mãe ingeriu, mas também do período da gestação em que houve este consumo.
FACTORES DE RISCO

Alguns factores de risco já puderam ser identif**ados como associados à síndrome do alcoolismo fetal, entre eles temos:
Consumo de álcool no primeiro trimestre da gestação Início precoce da ingestão de álcool Idade materna acima de 25 anos História de gestação anterior com parto prematuro ou natimorto Ter tido três ou mais gestações anteriores Ingestão de álcool com frequência de cinco ou mais doses por ocasião e 2 ou mais vezes por semana.
É mais comum estar associado com mulher com baixo padrão sócio-econômico e associadas à depressão e consumo de álcool pelo companheiro ou outros familiares.

SINTOMAS

Sintomas de Síndrome do alcoolismo fetal são evidentes:

O deficit de crescimento e alterações em características faciais, mas observa-se também, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor.
As alterações faciais mais comuns são:
• Fissuras palpebrais pequenas Fácies planam Hipoplasia maxilar Nariz curto Filtro nasal longo e hipoplásico Lábio superior fino.
• A criança com síndrome do alcoolismo fetal pode apresentar também:
• Baixo peso ao nascimento Baixo ganho de peso Microcefalia (cabeça de tamanho pequeno) Dificuldade de aprendizagem, linguagem, memória e atenção QI baixo Alterações na visão e audição Dificuldades de socialização Distúrbios comportamentais Atraso de desenvolvimento cognitivo Alterações neurológicas como convulsões, doenças nos rins, osso e cardiopatias congénitas.
Os sinais e sintomas são diversos, pois a passagem do etanol pela placenta e o grau de metabolização do etanol pelo fígado materno são variáveis.
DIAGNÓSTICO E EXAMES

O diagnóstico da síndrome do alcoolismo fetal pode ser difícil, pois não existe um exame laboratorial que confirme o diagnóstico e, além disso, outros distúrbios, principalmente comportamentais, tem características parecidas.

Leva-se em consideração a história materna de uso de álcool e os sinais e sintomas relatados acima. É feita uma avaliação clínica geral e com base em alterações físicas e relatos familiares comportamentais e do desenvolvimento da criança.
TRATAMENTO E CUIDADOS

Não existe cura para a síndrome do alcoolismo fetal, mas o tratamento pode incluir medicamentos para alguns sintomas, terapia comportamental, treinamento dos pais. Essas são as medidas iniciais para um acompanhamento ideal. Já se sabe que, assim como existem factores de risco, há factores protectores como relacionamentos familiares estáveis, rotina familiar estável, diagnóstico precoce e acompanhamento especializado.
Sintomas específicos, como convulsões e cardiopatias necessitam de acompanhamento especializado, mas de uma maneira geral, há necessidade de acompanhamento fisioterápico para os problemas de coordenação motora, atendimento psicológico para alterações comportamentais e sociais, acompanhamento psiquiátrico para demais transtornos mentais.

No entanto, todas as terapias envolvidas precisam estar interligadas e com os profissionais multidisciplinares trabalhando em conjunto visando à melhor resposta e inserção destes indivíduos na sociedade.
Curte a página e adquire mais conhecimentos...

18/11/2019

...........VÍRUS........
---- Você certamente já teve alguma doença causada
por vírus (do latim virus 5 veneno). Algumas viroses
comuns são gripe, sarampo, herpes, hepatite, resfriado, dengue, catapora, caxumba, rubéola e febre
amarela, entre outras.
----Entender os vírus que causam doenças é uma
das razões pelas quais seu estudo é fundamental. Os
vírus prejudicam pessoas, plantas e animais e devem
ser estudados também por profissionais interessados em combater doenças em criações e plantações,
por exemplo.
Além disso, os vírus são interessantes porque são
diferentes de todos os outros organismos, sejam
procariontes, sejam eucariontes.
Sua organização é
muito simples: cápsulas de proteína (às vezes há outras substâncias, como lipídios e glicídios) com material genético (DNA ou RNA) em seu interior.
Os vírus são capazes de se reproduzir somente
quando estão no interior de uma célula.
----Os novos vírus formados são semelhantes ao original, caracterizando, portanto, propriedades de reprodução e hereditariedade.
----Como também são capazes
de sofrer mutações no ácido nucleico, eles podem
evoluir.
Dessa forma, quando estão no interior de cé-
lulas vivas, os vírus apresentam certas propriedades de seres vivos.
----Fora delas, no entanto, não
possuem essas propriedades e permanecem inertes. Por isso dizemos que eles são parasitas intracelulares obrigatórios.
----Talvez os vírus tenham se originado de fragmentos de ácidos nucleicos que escaparam de
algumas células e penetraram em outras. Eles não
pertencem a nenhum dos cinco reinos ou dos três
domínios e, para muitos cientistas, não são considerados seres vivos....De acordo com esses cientistas, os vírus seriam
apenas agentes patogênicos, ou seja, causadores
de doenças. ....Segundo essa visão, os vírus não seriam vivos porque não apresentam metabolismo
próprio, dependendo do metabolismo de células
de outros seres....Outros cientistas consideram que a capacidade
de replicação, a hereditariedade e a evolução já são
suficientes para considerar os vírus seres vivos. Ou
seja, para conseguir definir se os vírus são seres
vivos ou não, é necessário compreender o que é a
vida. Embora pareça simples observar no ambiente
onde há e onde não há vida, os vírus parecem ser
uma forma limítrofe difícil de se encaixar em definições simples. Por isso essa discussão ultrapassa
o campo da Biologia e intriga estudiosos de diversas
áreas, como a Filosofia.
curte a página e segue no what sapp - 922865731´´
-

19/10/2019

19.10.2019..O QUE É UM ABSESSO?

----Um abscesso é um acúmulo de pele, de coloração que varia do rosa ao vermelho escuro.
---- Abcessos são frequentemente fáceis de sentir ao toque. Dentro de um abcesso há pus e detritos.
----Doloroso e quente ao toque, o abscesso podem aparecer em qualquer lugar de seu corpo. Os locais mais comuns são em suas axilas, áreas ao redor do â**s e da va**na, base da espinha dorsal (abscesso pilonidal), em torno de um dente (abcesso dentário) e na virilha.
----A inflamação em torno de um folículo pode levar à formação de um abcesso, que é chamado de furúnculo.
----Ao contrário de outras infecções, os antibióticos não costumam curar um abscesso. Em geral um abscesso deve ser aberto e drenado para que melhore. Às vezes ocorre drenagem por conta própria, mas geralmente ele deve ser aberto por um médico ou médica em um procedimento chamado de incisão e drenagem.........Causas.......
----Os abscessos são causados por uma obstrução das glândulas sebáceas ou glândulas sudoríparas, inflamação dos folículos pilosos ou pequenas interrupções e perfurações da pele. Micro-organismo podem infectar essas glândulas, o que provoca uma resposta inflamatória do organismo, a fim de matar esses germes.
-----Dentro do abcesso há células mortas, bactérias e outros detritos. Esta área começa a crescer, criando uma tensão sob a pele e inflamação dos tecidos circundantes.

Fatores de risco
----Pessoas com sistema imunológico debilitado podem ter abscessos com mais frequência. Aqueles com qualquer uma das seguintes condições estão em maior risco de ter abscessos mais graves, uma vez que o corpo tem uma capacidade diminuída de evitar infecções:
✔ Corticoterapia crônica ✔Quimioterapia ✔Diabetes ✔Câncer
✅ AIDS
✅ Anemiafalciforme L✅eucemia ✅Distúrbios vasculares periféricos
✅ Doença de Crohn Colite ulcerativa
✅Queimaduras graves Trauma grave
✅Alcoolismo ✅Abuso de dr**as+ inf. 922865731""

14/10/2019

.........Vitamina D....
Vitamina D: é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo, sendo também conhecida como vitamina D antirraquítica e colecalciferol.
Sua estrutura possui como unidade fundamental o isopreno e é formada a partir da abertura de um dos anéis do ciclopentanoperidrofenantreno (colesterol), sendo assim classif**ada como um seco-esteróide.
A vitamina D apresenta-se na forma de vitamina D2 (ergocalciferol) e vitamina D3 (colecalciferol). .
Raquitismo: é um distúrbio causado pela falta de vitamina D, cálcio ou fosfato. Ele causa o amolecimento e o enfraquecimento dos ossos. O ergocalciferol é de origem vegetal e pode ser preparado comercialmente pela irradiação do ergosterol do levedo ou de esteróis de plantas, ao passo que o colecalciferol é de origem animal e é formado pela irradiação ultravioleta sobre o 7-desidrocolesterol. ....Fisiologia da vitamina D ......
----A vitamina D pode ser obtida através da forma exógena, na alimentação ou da síntese endógena a partir do colesterol que é sintetizado pela incidência de raios UVB do sol sobre a pele.
----A forma exógena compreende a ingestão pela dieta. Por sua característica lipossolúvel há necessidade da formação de micelas a partir de sais biliares conjugados para sua absorção e transporte. Ao atingir o enterócito, é absorvida e se conjuga a quilomicrons, o que proporciona livre circulação pelo sistema linfático e venoso.
Funções biológicas
---- A principal ação da vitamina D é manter a homeostase de cálcio. Através dos VDRs (vitamina D receptor) de membranas aumenta o transporte de cálcio do meio extracelular para o intracelular e mobiliza cálcio dos estoques intracelulares.
----É imprescindível a absorção de cálcio na luz intestinal e estimula a absorção ativa de fosfato e magnésio. A vitamina D está associada intimamente ao PTH (paratormônio) no metabolismo de cálcio e este serve de indicador no caso de deficiência. Níveis inadequados da [25(OH)D3] implicam diminuição do cálcio sérico pela redução da absorção intestinal desse mineral, que, por sua vez, ocasiona hiperestimulação da glândula paratireoide à liberar PTH, a fim de elevar a reabsorção renal e óssea de cálcio. Além disso, no caso de deficiência de vitamina D, existe um aumento compensatório na secreção do PTH, o que estimula o rim a produzir mais a [1,25-(OH)2-D3], mantendo estável o nível desta vitamina no organismo.
----No osso a [1,25-(OH)2-D3] estimula os osteoblastos a produzirem osteocalcina e fosfatase alcalina, aumenta o recrutamento, a diferenciação e a fusão dos precursores em osteoclastos ativos, aumenta ainda a reabsorção de cálcio e fosfato em osso ainda não mineralizado 3. Além de participar da homeostase do cálcio e do fósforo, na regulação do magnésio, por sua ação nos ossos, rins e intestinos, estudos têm mostrado evidências da ação da vitamina D em outras células que apresentem o VDR, como células hematopoiéticas, linfócitos, células epidérmicas, ilhotas pancreáticas, músculos e neurônios. Nestas células, a [1,25-(OH)2-D3] participa de várias ações que não estão relacionadas ao metabolismo do cálcio, como por exemplo, na liberação de insulina pelo pâncreas, na secreção de prolactina pela hipófise, na manutenção da musculatura esquelética e alguma participação na depuração da creatinina. (3,4) De maneira geral, a vitamina D possui papel mediador em processos inflamatórios, autoimunitários e de controle de níveis pressóricos, doenças cardiovasculares, diabetes e câncer.(3,4)
Os níveis sanguíneos de vitamina D
Concentração ideal : 30 - 60 ng/ml
Concentração insuficiente : 10 - 30 ng/ml
Deficiência : < 10 ng/ml
Em 2011, a Sociedade Endócrina publicou um relatório pedindo um nível sanguíneo mais elevado de vitamina D do que era pedido anteriormente.
----A diretriz de prática clínica da sociedade foi desenvolvida por especialistas no campo atribuído a uma Força-Tarefa de vitamina D e concluíram que todas as evidências apontavam, no mínimo, para níveis de vitamina D de 30 ng / mL, mas por causa dos resultados de alguns dos ensaios, para garantir uma suficiência ótima, recomenda níveis mínimos entre 40 e 60 ng / mL tanto para crianças como para adultos.
Mensuração da vitamina D
----Para quantif**ar se existem níveis adequados de vitamina D, deve ser dosada a concentração de [25(OH)D3], que representa sua forma circulante em maior quantidade, com meia-vida de cerca de duas semanas. Embora a forma mais ativa da vitamina D3 seja a [1,25(OH)2D3], esta não deve ser utilizada para avaliar sua concentração sérica, uma vez que sua meia-vida é de apenas 4 horas e sua concentração é 1.000 vezes menor do que a de [25(OH)D3]. Não existe consenso sobre a concentração sérica ideal de vitamina D, a maioria dos especialistas concorda que o nível de vitamina D deva ser mantido em uma faixa que não induza aumento dos níveis de PTH.
_________________
+ inf° 922865731"

26/09/2019

1°° APRENDE A CONTROLAR O TEU LADO DE STRESSE;
2° NÃO AJE COM ARROGÂNCIA;
3° APRENDE AJUDAR PARA SERES AJUDADO;
.
4° NÃO FALA MUITO AFRENTE DOS MAIS VELHOS, PREOCUPA-TE MAIS EM OUVIR E APRENDER COM ELES;
5 - NÃO BR**CA COM A VIDA, POIS ELA É SÓ UMA, E SE ACABAR... CUIDADO!
6 - NÃO SEJA REBELDE COM OS TEUS PAIS E NEM COM A SOCIEDADE;
7- NÃO SEJA AMBICIOSO, APRENDE A SE CONFORMAR COM O QUE TENS

16/09/2019

O que é AVC?
Sinônimos: ave, acidente vascular encefálico
-------O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.
O AVC também é chamado de Acidente Vascular Encefálico (AVE).
Tipos de AVC

💤💤AVC Isquêmico: entupimento que levam sangue ao cérebro.
💤💤AVC Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro.
SINTOMAS
Sintomas de AVC
Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
TRATAMENTO E CUIDADOS
.
Tratamento de AVC
O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais.
Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.
Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.
A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário.
Para que o risco de sequelas seja signif**ativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.
Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado.
Medicamentos para AVC

Os medicamentos usados no tratamento do AVC são geralmente indicados para evitar futuras complicações, a exemplo de doenças cardiovasculares. Para casos como esse, a sinvastatina costuma ser o remédio mais prescritos por especialistas.
Outros medicamentos usados para prevenir complicações e tratar efeitos do AVC são:
Aradois Aspirina Prevent Atorvastatina Cálcica Cebralat Cilostazol Clopidogrel Marevan
Esses medicamentos também podem ser recomendados por médicos para prevenir a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais.
No entanto, sempre tenha em mente que somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.
Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
PREVENÇÃO
Prevenção

Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modif**ados, como a idade,a raça,a constituição genética e o s**o. .
Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais,a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade..
A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.
FONTES E REFERÊNCIAS
Ministério da Saúde

19/07/2019

____________________ISA____________
INSTITUTO SUPERIOR DE ANGOLA

19/05/2019

----------- VOCÊ SABE O QUE É A DENGUE---------------
A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. É transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. Atualmente, a vacina é a melhor forma de prevenção da dengue. A dengue é, hoje, a mais importante arbovirose (doenças transmitida por artrópodes), que afeta o homem e constitui-se em sério problema de saúde pública no mundo.

É uma doença potencialmente grave, porque pode evoluir para a dengue hemorrágica a síndrome do choque da dengue, caracterizadas por sangramento e queda de pressão arterial, o que eleva o risco de morte. A melhor maneira de combater esse mal é atuando de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito. A fêmea do Aedes aegypti também transmite a febre chikungunya e a febre Zika e a febre amarela urbana.
Vetores Hospedeiros
Os vetores são mosquitos do gênero Aedes. Nas Américas, a espécie Aedes aegypti é a responsável pela transmissão da dengue. Outra espécie, Aedes albopictus, embora presente no Brasil, ainda não tem comprovada sua participação na transmissão, embora na Ásia seja um importante vetor.
Modo de Transmissão
A transmissão se faz pela picada do Aedes aegypti, no ciclo homem - Aedes aegypti - homem. Após um repasto de sangue infectado, o mosquito f**a apto a transmitir o vírus, depois de 8 a 12 dias de incubação. A transmissão mecânica também é possível, quando o repasto é interrompido e o mosquito, imediatamente, se alimenta num hospedeiro suscetível próximo. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento.
Período de Incubação
Varia de 3 a 15 dias, sendo, em média, de 5 a 6 dias.
Período de Transmissibilidade
A transmissão ocorre enquanto houver presença de vírus no sangue do homem (período de viremia). Este período começa um dia antes do aparecimento da febre e vai até o 6º dia da doença.
Suscetibilidade e Imunidade
A suscetibilidade ao vírus da dengue é universal.
A imunidade é permanente para um mesmo sorotipo (homóloga). Entretanto, a imunidade cruzada (heteróloga) existe temporariamente.
A fisiopatogenia da resposta imunológica à infecção aguda por dengue pode ser primária e secundária. A resposta primária se dá em pessoas não expostas anteriormente ao flavivírus e o título de anticorpos se eleva lentamente. A resposta secundária se dá em pessoas com infecção aguda por dengue, mas que tiverem infecção prévia por flavivírus e o título de anticorpos se eleva rapidamente em níveis bastante altos. A suscetibilidade em relação à Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) não está totalmente esclarecida.
Três teorias mais conhecidas tentam explicar sua ocorrência
1. Relaciona o aparecimento de FHD à virulência da cepa infectante, de modo que as formas mais graves sejam resultantes de cepas extremamente virulentas.
2. Na Teoria de Halstead, a FHD se relaciona com infecções seqüenciais por diferentes sorotipos do vírus da dengue, num período de 3 meses a 5 anos. Nessa teoria, a resposta imunológica na segunda infecção é exacerbada, o que resulta numa forma mais grave da doença.
3. Uma hipótese integral de multicausalidade tem sido proposta por autores cubanos, segundo a qual se aliam vários fatores de risco às teorias de Halstead e da virulência da cepa. A interação desses fatores de risco promoveria condições para a ocorrência da FHD.
Aspectos Clínicos
Descrição: a infecção por dengue causa uma doença cujo espectro inclui desde infecções inaparentes até quadros de hemorragia e choque, podendo evoluir para o êxito letal.
Dengue clássica:
o quadro clínico é muito variável. A primeira manifestação é a febre alta (39° a 40°), de início abrupto, seguida de cefaléia, mialgia, prostração, artralgia, anorexia, astenia, dor retroorbital, náuseas, vômitos, exantema e prurido cutâneo. Hepatomegalia dolorosa pode ocorrer, ocasionalmente, desde o aparecimento da febre. Alguns aspectos clínicos dependem, com freqüência, da idade do paciente.
A dor abdominal generalizada pode ocorrer, principalmente nas crianças. Os adultos podem apresentar pequenas manifestações hemorrágicas, como petéquias, epistaxe, gengivorragia, sangramento gastrointestinal, hematúria e metrorragia. A doença tem uma duração de 5 a 7 dias. Com o desaparecimento da febre, há regressão dos sinais e sintomas, podendo ainda persistir a fadiga.
Febre Hemorrágica da Dengue (FHD):
os sintomas iniciais são semelhantes aos da dengue clássica, porém evoluem rapidamente para manifestações hemorrágicas e/ou derrames cavitários e/ou instabilidade hemodinâmica e/ou choque. Os casos típicos da FHD são caracterizados por febre alta, fenômenos hemorrágicos, hepatomegalia e insuficiência circulatória. Um achado laboratorial importante é a trombocitopenia com hemoconcentração concomitante.

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