Kiaku Zambo

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Kiaku Zambo Um perfil sobre Pessoas, Liderança, Cultura, Comunicação e Criatividade em Gestão de Projectos | Fundador Sem Letra

𝙁𝙄𝙇𝙃𝙊 𝘿𝘼 𝙈Ã𝙀𝙁𝙞𝙡𝙝𝙤𝙨 𝙙𝙖 𝙢ã𝙚… 𝙤𝙪 𝙢𝙚𝙡𝙝𝙤𝙧, 𝙛𝙞𝙡𝙝𝙤 𝙙𝙖 𝙢ã𝙚.É literalmente incrível a sensação que temos quando vemos os nossos p...
03/09/2026

𝙁𝙄𝙇𝙃𝙊 𝘿𝘼 𝙈Ã𝙀

𝙁𝙞𝙡𝙝𝙤𝙨 𝙙𝙖 𝙢ã𝙚… 𝙤𝙪 𝙢𝙚𝙡𝙝𝙤𝙧, 𝙛𝙞𝙡𝙝𝙤 𝙙𝙖 𝙢ã𝙚.

É literalmente incrível a sensação que temos quando vemos os nossos pais orgulhosos das escolhas, dos caminhos e dos rumos que tomamos.
Foi assim que me senti ao ver a minha mãe ajoelhar-se, em pleno espaço académico, e gritar:
“Deus seja louvado!”

Sim, foi algo muito, mas muito extraordinário. Deus seja glorificado!

A minha mãe ora demais. Quem a conhece e quem me conhece sabe. Para ela, não existe lugar, momento ou obstáculo. A minha mãe é uma mulher que ora. Sem horários e sem escolher espaços, procura Deus e confessa aquilo em que mais acredita.

Com ela aprendi uma das coisas mais bonitas da vida: quem tem Deus pode tudo. Pode beijar o impossível, abraçar a eternidade e reconhecer as oportunidades.
Dona Fina, uma zungueira que também foi doméstica e que é, acima de tudo, graduada em Ciências da Vida, ensinou-nos que, para viver, é preciso acreditar em Deus, lutar por aquilo em que acreditamos, correr atrás das oportunidades e nunca desistir.

Este mestrado é para ti, minha mãe.

Sinto-me um verdadeiro filho da mãe. Filho da Mãe Fina. E é incrível perceber como os teus ensinamentos nos trouxeram até aqui.

Obrigado por tudo. Por nunca desistires de nós, pelos puxões de orelha, pelos cocos na cabeça, pelos ralhetes e por todas as formas de que te serviste para me tornares o homem que sou hoje.

Sim, é em alto e bom som que quero que o mundo saiba:
Eu, Kiaku Zambo, sou um verdadeiro filho da Mãe Fina.

Muito obrigado, minha mãe.

𝗨𝗺𝗮 𝗴𝗼𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗶𝘀𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗮𝗯𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝗺 𝗱𝗶𝗽𝗹𝗼𝗺𝗮 𝗼𝘂 𝘂𝗺 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼.Hoje, Angola já não pode q...
31/08/2026

𝗨𝗺𝗮 𝗴𝗼𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗶𝘀𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗮𝗯𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝗺 𝗱𝗶𝗽𝗹𝗼𝗺𝗮 𝗼𝘂 𝘂𝗺 𝗰𝗲𝗿𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗱𝗼.

Hoje, Angola já não pode queixar-se da falta de quadros qualificados em vários setores. Todas as semanas, vemos jovens a serem distinguidos nas melhores universidades do país e, em alguns casos, do mundo, com médias que chegam aos 20 valores.

Porém, na contramão desta realidade, encontramos muitos recém-formados e outros nem tão recentes que continuam sem oportunidades. Entre os vários fatores, há um que nem sempre recebe a devida atenção: a falta de postura, responsabilidade e capacidade para fazer o básico bem feito.

No setor público, apesar das melhorias registadas nos últimos tempos, ainda é possível constatar, em algumas instituições, a falta de compromisso com a missão de servir. Dos hospitais às administrações, o tratamento dado ao utente continua, muitas vezes, longe do aceitável.

E o setor privado não foge à regra.
Na semana passada, ouvimos o seguinte comentário à entrada de um restaurante que se apresenta como sendo de alto padrão em Luanda:
“Aqui, os clientes viram-se. Não temos qualquer responsabilidade pelo estacionamento.”

A resposta foi dada pelo segurança de um espaço que, ao mesmo tempo, ocupava a via pública com cones para reservar lugares sei lá para quem sem qualquer identificação.

No interior, o cenário não melhorou. Sem qualquer cuidado na forma de comunicar, o responsável de sala informou, em voz alta, que determinados espaços estavam reservados apenas para clientes com um consumo mínimo de centenas de milhares de kwanzas.

O problema não está necessariamente nas regras do estabelecimento, mas na forma como são comunicadas.

Uma frase tão simples como “Desculpe, senhor, este espaço está reservado. Posso indicar-lhe outra opção?” teria feito toda a diferença.

É este o cenário no país dos graduados: temos diplomas e certificados, mas ainda precisamos de aprender a comunicar, atender e respeitar melhor as pessoas.

A falta de profissionalismo não se manifesta apenas na relação com o cliente ou com o utente. Também atravessa as rotinas internas das organizações.

Alguns profissionais ainda não conseguem enviar uma simples mensagem a dizer:

“Tive uma dificuldade e vou atrasar-me.”
Ou:
“Não vou conseguir cumprir o prazo combinado.”

Por isso, antes de celebrares o teu diploma, preocupa-te também em construir uma postura verdadeiramente profissional.

Ser profissional é cumprir prazos, comunicar com clareza, assumir responsabilidades e respeitar o tempo dos outros.

E isso é muito básico.

Um diploma pode abrir uma porta, mas é o profissionalismo que te ajuda a permanecer na sala.

Concordas? Qual é o comportamento profissional que consideras indispensável no mercado de trabalho?

𝗛𝗢𝗝𝗘 | 𝟱 𝗗𝗘 𝗔𝗚𝗢𝗦𝗧𝗢 | 𝟭𝟴𝗛𝟬𝟬𝗦𝗘𝗦𝗦Õ𝗘𝗦 𝗣𝗥𝗔𝗢𝗡𝗧𝗘𝗠𝗚𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗲 𝗣𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝗰𝗼𝗺 𝗞𝗶𝗮𝗸𝘂 𝗭𝗮𝗺𝗯𝗼Vivemos numa época em que tudo p...
05/08/2026

𝗛𝗢𝗝𝗘 | 𝟱 𝗗𝗘 𝗔𝗚𝗢𝗦𝗧𝗢 | 𝟭𝟴𝗛𝟬𝟬
𝗦𝗘𝗦𝗦Õ𝗘𝗦 𝗣𝗥𝗔𝗢𝗡𝗧𝗘𝗠
𝗚𝗲𝘀𝘁ã𝗼 𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗲 𝗣𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗶𝘃𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
𝗰𝗼𝗺 𝗞𝗶𝗮𝗸𝘂 𝗭𝗮𝗺𝗯𝗼

Vivemos numa época em que tudo parece urgente.
As Sessões Praontem são pausas criativas de até 60 minutos, pensadas para equipas, organizações e grupos que querem reorganizar ideias, fortalecer relações e voltar ao essencial, ao básico.

Através de perguntas, dinâmicas e ferramentas simples, criamos um espaço para refletir, desbloquear ideias e descobrir novas perspetivas. Sem fórmulas mágicas. Apenas ferramentas úteis para quem faz ou quer fazer acontecer.

𝗝𝘂𝗻𝘁𝗲 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗲𝗾𝘂𝗶𝗽𝗮. 𝗙𝗮ç𝗮 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗮𝘂𝘀𝗮. 𝗥𝗲𝗼𝗿𝗴𝗮𝗻𝗶𝘇𝗲 𝗼 𝗯á𝘀𝗶𝗰𝗼.
📲 𝗔𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝘀𝘂𝗷𝗲𝗶𝘁𝗼 𝗮 𝗿𝗲𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮 𝗮𝘁𝗿𝗮𝘃é𝘀 𝗱𝗼 𝘁𝗲𝗹𝗲𝗳𝗼𝗻𝗲: (+𝟮𝟰𝟰) 𝟵𝟯𝟲 𝟯𝟵𝟱 𝟮𝟲𝟮

Quem quer estar sempre ligado sabe: ter um contacto alternativo (Africell ou Movicel) é o básico. Compreender isso é Pra...
29/07/2026

Quem quer estar sempre ligado sabe: ter um contacto alternativo (Africell ou Movicel) é o básico. Compreender isso é Praontem.

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É exatamente quando deixas  de resolver problemas  que perdes  a utilidade. Compreender isso é muito básico!
25/05/2026

É exatamente quando deixas de resolver problemas que perdes a utilidade.

Compreender isso é muito básico!

𝗛Á 𝗥𝗘𝗟𝗔ÇÕ𝗘𝗦 𝗤𝗨𝗘 𝗜𝗠𝗣𝗨𝗟𝗦𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠. 𝗢𝗨𝗧𝗥𝗔𝗦 𝗔𝗣𝗔𝗚𝗔𝗠-𝗧𝗘.ᴄᴏᴍᴘʀᴇᴇɴᴅᴇʀ ɪꜱꜱᴏ é ᴍᴜɪᴛᴏ ʙáꜱɪᴄᴏHoje, muitas pessoas acreditam que crescer ...
18/05/2026

𝗛Á 𝗥𝗘𝗟𝗔ÇÕ𝗘𝗦 𝗤𝗨𝗘 𝗜𝗠𝗣𝗨𝗟𝗦𝗜𝗢𝗡𝗔𝗠. 𝗢𝗨𝗧𝗥𝗔𝗦 𝗔𝗣𝗔𝗚𝗔𝗠-𝗧𝗘.
ᴄᴏᴍᴘʀᴇᴇɴᴅᴇʀ ɪꜱꜱᴏ é ᴍᴜɪᴛᴏ ʙáꜱɪᴄᴏ

Hoje, muitas pessoas acreditam que crescer depende apenas das conexões certas, das grandes marcas ou da proximidade com pessoas influentes. E sim, isso pode abrir portas. Mas existe algo que quase ninguém fala: há pessoas que se perdem dentro da grandeza do outro.

“Fulana do fulano.”
“O António da empresa X.”
“A Joana, amiga do André.”

Pessoas cuja identidade deixa de existir fora da referência de alguém.

O problema não está nas conexões. O problema começa quando a tua presença deixa de ser percebida individualmente.

Muitas vezes, grandes marcas, ambientes fortes ou pessoas influentes não te anulam por intenção. Pelo contrário, acolhem-te, dão-te espaço e oportunidades. Mas quando ainda estás em construção, é fácil desaparecer dentro da dimensão de quem já possui nome, estrutura e reconhecimento. E é assim que muitas pessoas deixam de construir a própria identidade para viver apenas como extensão da presença do outro.

Por isso, antes de procurares reconhecimento externo, constrói presença, constrói estrutura. Aprende primeiro a ocupar o teu próprio espaço.

Porque conexões sem identidade criam dependência.
Compreender isso é muito básico...

De 5 a 9 de maio, tive mais uma vez a oportunidade de integrar a equipa do Festival da Língua Portuguesa – EM COMUM, rea...
11/05/2026

De 5 a 9 de maio, tive mais uma vez a oportunidade de integrar a equipa do Festival da Língua Portuguesa – EM COMUM, realizado no Camões – Centro Cultural Português, em Luanda.

Foram dias intensos, feitos de encontros, aprendizagens, desafios e muitas trocas através da arte, da literatura, da música e da palavra. Entre a apresentação, coordenação e acompanhamento da programação, pude viver de perto a energia de um festival que celebrou a língua portuguesa não apenas como idioma, mas como ponto de encontro entre culturas, histórias e pessoas.

De natureza pluridisciplinar, o EM COMUM reuniu artistas, escritores, músicos, leitores, crianças, agentes culturais e instituições, transformando o CCP num espaço vivo de intercâmbio cultural e reflexão sobre a lusofonia contemporânea.

Mais do que colaborar na realização de um festival, foi especial contribuir para a criação de experiências que aproximaram pessoas e estimularam o diálogo cultural.
Saio desta experiência com um profundo sentimento de gratidão a todas as equipas, parceiros, artistas e participantes que deram vida a esta edição.

Continuo a acreditar no poder da cultura como ferramenta de conexão, transformação e construção coletiva.

A inauguração da exposição coletiva e apresentação artística “Bakento na Muvema – Mulheres em Movimento” resultou de um ...
03/04/2026

A inauguração da exposição coletiva e apresentação artística “Bakento na Muvema – Mulheres em Movimento” resultou de um processo formativo que cruzou a dança e a criação audiovisual.

Ao longo de duas semanas, apoiámos a coordenação e gestão do projeto, que reuniu mulheres angolanas na exploração do corpo como linguagem e do telemóvel como ferramenta de criação. Deste processo emergiram documentários desenvolvidos a partir do tema: “Quando o corpo se move, o que faz a alma?”.



Um pouco mais de atenção aos nossos é muito básico.
29/03/2026

Um pouco mais de atenção aos nossos é muito básico.

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