Holy Monst

Holy Monst N

28/08/2019

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE A MANTEIGA E MARGARINA?
Quem nunca foi comer um lanche na casa de um conhecido, pediu a manteiga e recebeu um pote de margarina?
SERÁ QUE É TUDO A MESMA COISA?
Qual será a próxima reportagem que as revistas de saúde vão soltar?
Afinal, existe diferença entre manteiga e
margarina?
A manteiga existe desde a antiguidade e é a base de muitas receitas de confeitaria. Ela adiciona textura, melhora o sabor e serve inclusive para dar brilho às preparações.
COMO A MANTEIGA É FEITA?
Ela é feita de leite de vaca e, quanto maior a qualidade da alimentação da vaca e, por consequência, qualidade do leite, melhor f**ará a manteiga.
Ela é de origem totalmente animal: a gordura do leite é separada do resto dos componentes, obtendo-se a nata.
Essa nata é batida até f**ar cremosa e passa pelo processo de pasteurização, ou seja, esterilização para evitar o surgimento de bactérias. Após isso, a manteiga ainda passará por alguns outros processos para f**ar com a consistência e durabilidade que conhecemos.
CURIOSIDADE
Gasta-se em média 20 litros de leite para produzir1kg de manteiga.
COMO A MARGARINA É FEITA?
Já a margarina provém de gordura vegetal e não animal, como a manteiga. Porém, para conseguir chegar no sabor e consistência que conhecemos, o óleo vegetal é submetido a um processo de hidrogenação: partículas de hidrogênio são incorporadas à margarina em temperaturas elevadíssimas, de maneira artificial.
Esse processo também acaba transformando a gordura insaturada em gorduras saturadas e trans saturadas, a temida gordura trans.
MAS ENTÃO QUAL É MELHOR?
QUAL A DIFERENÇA ENTRE MANTEIGA E MARGARINA?
Enquanto a manteiga é produzida através de um processo totalmente natural e feita a partir de gordura animal, a margarina é fabricada em um processo químico aplicado à óleos vegetais.
Por um tempo, acreditou-se que a margarina era melhor do que a manteiga, pois a quantidade de calorias e colesterol presentes na manteiga realmente é maior.
Porém, a margarina é muito mais nociva à saúde pois, apesar de ter ligeiramente menos calorias, é um alimento ultraprocessado e com gordura trans.
Independente da escolha, saiba que o ideal é consumir os dois produtos com parcimônia: o exagero de qualquer um deles elevará o colesterol.
Ah, e mais uma dica: para sua receita dar certo, nunca substitua manteiga por margarina, principalmente em receitas doces!
A composição das duas é muito diferente e a margarina se comporta de maneira totalmente diferente da manteiga.
ESPERO TER AJUDADO
GOSTOU!
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PARA EXPANDIR MAS O SEU CONHECIMENTO, LEIA MAS SOBRE "ALIMENTO DIET E LIGHT"

28/08/2019

COMO ESTÁS DE CONHECIMENTO!
De acordo com a quase centenária Teoria da Deriva Continental, proposta por Alfred Wegener, havia uma única grande massa continental, a qual foi denominada Pangeia, cujas terras eram cercadas pelo único e vasto oceano, o Pantalassa. Foi por volta dessa época, há cerca de 250 milhões de anos, durante a Era Mesozoica, que houve a fragmentação de Pangeia, dando a origem a dois novos continentes: Laurasia ao norte, e, o que nos interessa mais diretamente, Gondwana, ao sul, cerca de 120 milhões de anos depois e foi a vez desses continentes começarem a se dividir.
Da divisão do continente de Gondwana, derivam:
I - A separação da América do Sul em relação à África.
II - A formação dos arquipélagos vulcânicos do Japão e do Havaí.
III - O término da última era glacial, no quaternário.
IV - O surgimento da Austrália e da Antártida, entre outras áreas continentais.
V - O nascimento do Oceano Atlântico.
As afirmações corretas são:
a) I, IV e V, apenas.
b) I, II e IV, apenas.
c) II, III e V, apenas.
d) III e IV, apenas
e) I, II, III e V.

28/08/2019

A Geologia é a ciência que estuda a terra e formação até a actualidade, a sua estrutura e as sucessivas transformações que vão afectando os diferentes subsistemas que as compoêm.
A Teoria do Uniformatismo assenta-se em duas ideias-base:
1 - Os acontecimentos geológicos do passado são resultado das forças da Natureza idênticas às que se observam hoje em dia.
2 - Os acontecimentos geológicos são resultato de lentos e graduais processos da natureza.
As duas ideias - base do uniformatismo mais não são do que princípio do Actualismo Geológico e do Principio do Gradualismo ou Gradualismo Uniformamitarista.
O Catatrofismo - é uma corrente de pensamento segundo a qual as alterações que ocorrem na Terra são interpretadas como sendo a consequência de fenómenos súbitos Causados por acontecimentos catastróficos.
O Gradualismo - é uma corrente de pensamento segundo a qual as alterações que ocorrem na Terra são interpretadas como sendo o resultado de acontecimentos que se desenvolveram de forma tranquila, lenta e gradual.
A extinção de espécies corresponde ao desaparecimento de determinado grupo de forma brusca e inesperada.
A Teoria da Tectónica de Placa - defende que a litosfera se encotra fragmentada em diferentes porções ou placas.
Os limites construtivos são aqueles onde o sentido do movimento relativo entre duas placas litosféricas faz com que elas se afastem uma da outra. Logo, são locais onde há formação de nova litosfera.
Os limites destrutivos são aqueles em que o sentido do movimento relativos entre duas placas litosféricas faz com que elas se aproximem uma da outra. Logo, são locais onde a litosfera é destruída.
Os limites conservactivos são aqueles onde o sentido do movimento relativo entre duas placas litosféricas faz com que elas deslizem lateralmente uma à outra. Logo, são locais onde não há formação nem destruição de litosfera.

28/08/2019

mambos básicos.
Número Reais.
-definições e propriedade
-operações :adição, subtração, quociente, multiplicação, potência
-funções reais de uma variável real

POLINOMIOS
-polinomio de 2 grau
-propriedades; gráficos
-funções racionais (fraccionais )
-definição; domínio; zeros
-funções irracionais
-definição; propriedade; domínio; zeros

EQUAÇÕES
-Equação de 1 grau
-DE uma incógnita; resolução
-equação de 2 grau
-sistema de 2 equações lineares com 2 variáveis

LIMITES definição e propriedade -indeterminação 0/0; e infinito sobre infinito -
mambos básicos.
Número Reais.
-definições e propriedade
-operações :adição, subtração, quociente, multiplicação, potência -funções reais de uma variável real
POLINOMIOS
-polinomio de 2 grau
-propriedades; gráficos
-funções racionais (fraccionais )
-definição; domínio; zeros
-funções irracionais
-definição; propriedade; domínio; zeros
EQUAÇÕES
-Equação de 1 grau
-DE uma incógnita; resolução
-equação de 2 grau
-sistema de 2 equações lineares com 2 variáveis
LIMITES
definição e propriedade
-indeterminação 0/0; e infinito sobre infinito
-levantamento das indeterminações
-derivadas
-extremos relativos (máximo e mínimo de uma função Real de uma variável real.
levantamento das indeterminações -

27/08/2019

BACIAS SEDIMENTARES
Bacias Sedimentares - são formações rochosas localizadas em áreas de depressões relativas ou absolutas, que acumulam espessas camadas ou estratif**ações formadas por rochas sedimentares.
Caracterizam-se por serem formadas a partir da deposição de material sedimentar que, ao longo de milhões de anos, consolida-se e transforma se em formações rochosas.
Sabemos que quando as rochas e o relevo desgastam-se, eles transformam-se em sedimentos, que são pequenas partículas rochosas, como a poeira e pequenos detritos.
Esses sedimentos são levados até o fundo dos oceanos, carregados pelos ventos e, principalmente,pelas águas das chuvas e dos rios.
Esses sedimentos acumulam-se lentamente nas depressões dos oceanos. Em alguns lugares, a pressão das águas dos mares é tão
forte que exerce uma força sobre eles capaz de transformá-los em composições de rochas. Enquanto isso acontece, novas camadas de sedimentos são “jogadas” por cima desses locais, formando, assim, várias e várias camadas de rochas sedimentares.
Essas camadas formadas nesse processo são, justamente, as Bacias Sedimentares.
E como as bacias sedimentares foram parar nos continentes?
Como já dissemos, a formação das bacias sedimentares levou milhões de anos para se concretizar. Enquanto isso acontecia, as placas tectônicas continuavam se movimentando e a dinâmica da Terra seguia o seu curso.
Com isso, áreas que antes se encontravam no fundo dos oceanos transformaram-se em áreas continentais, incluindo as zonas em que se formaram as bacias sedimentares, apesar de a maior parte delas ainda se encontrar no fundo dos oceanos.
As bacias sedimentares e a origem do petróleo e dos fósseis
Durante o processo de constituição das bacias sedimentares acima explicitado, muitos corpos ou restos de animais mortos e materiais orgânicos foram “enterrados” pelos sedimentos que foram depositados no fundo dos oceanos. Assim, dependendo das condições de
l temperatura e pressão, parte dos restos desses materiais foi conservada, dando origem aos fósseis.
No entanto, quando a pressão e as temperaturas (geralmente influenciadas pelo aquecimento provocado pelas camadas mais baixas da Terra) são elevadas, a tendência é que esses restos orgânicos passem pelo processo de litif**ação (tornam-se
líquidos). Assim, conforme as condições de armazenamento, esse material acumula-se e transforma-se em petróleo.
Muitos estudiosos afirmam que as
bacias sedimentares compõem a
memória do planeta, pois à medida
que elas vão se formando, fragmentos do período em que elas se formaram são conservados.
Assim, o estudo dessas formações rochosas torna-se fundamental para conhecer um pouco mais sobre o passado geológico da Terra.

27/08/2019

LIGAÇÃO IÔNICA
A Ligação iônica: é uma ligação química na qual se formam iões(positivos e negativos).
A ligação iônica é uma das ligações químicas mais fortes.
Exemplo: Cloreto de sódio ou sal de cozinha(NaCl).
Nesta molécula actua uma ligação iônica muito intensa.
O Cloro tem 7 eletrões de valência, mais o Sódio tem apenas 1eletrão de valência.
Visto que o Cloro tem maior Eletronegatividade, ou seja, tem maior força para atrair eletrões de outros Átomos.
O Cloro é um não-metal, então precisa de ganhar um eletrão para atingir a configuração de um gás raro mais proximo.
O Sódio é um metal, então precisa perder eletrões para f**ar estável.
Exemplo:Sódio(Na):2:81.
Cloro(Cl):2:8:7.
O Cloro atrai o eletão de valência do Sódio, f**ando portanto com 8 eletrós de valéncia, tal como o Sódio que perdeu.
Exemplo:Sódio(Na):2:8.
Cloro(Cl):2:8:8.
O Sódio tornou-se ião positivo(Catião),prque perdeu eletrão, f**ando com maior número de protões.
O Cloro tornou-se ião negativo(Anião),porque ganhou eletrões, f**ando com maior número de eletrões.

27/08/2019

ACÇÃO GEOLOGICA DA ÁGUA DO MAR
ELABORADO POR - António dos Santos Mbambi
A acção geológica do mar deslocamento ou o movimento causado pelas grandes correntes costeiras que são assim corrente litorânea que se desloca paralelamente a linha da praia, e esta corrente são chamadas de onda. E esta acção erosiva é designada de abrasão.
Onda ⇨é o movimento oscilatório da superfície do mar produzido por qualquer acções que perturba as águas, tais como:
a) Chuva (erosão pluvial )
b) Vento (erosão eólica)
c) Gelo (erosão glaciar) que causam abrasão no litoral.
LITORAL - é um nome dado a todos lugares banhada pela água do mar ou oceano.
Onde:

OCEANO - são vastas extensões de água que separa os continentes.
Pacífico, Atlântico, Indico, Arctico e Antártico. Onde o maior é oceano o pacifico..
MAR - são grandes extensões de água salgada intracontinentais ( conectada com um oceano ). E elas podem ser:
a) Mar aberto
b) Mar fechado
c) Mar interior
Mar abertos – é uma porção de água salgada que esta ligada diretamente com oceano, possuído apenas uma porção da terra. Como por exemplo: O mar de Cacuaco esta conectado diretamente com o oceano atlântico.
Mar fechado – é uma porção de água salgada quem não estão ligadas com nenhum oceano. Este mar é encontrado apena dentro de continentes, e também são considerados grandes lagos, como por exemplo:
Mar morto – que banha a Jordânia e Israel e é utilizado para a extração de sal.
Mar Cáspio – que é o maior mar fechado da Terra e banha Rússia, Azerbaijão, irão, Turcomenistão e Cazaquistão.
Mar interno – são aquelas que ligam o oceano por meio de estreitos. Como por exemplo:
Mar mediterrâneo – que f**a entre a Europa e África, sendo alimentado pelo o estreito de Gibraltar com águas do oceano atlântico.
Mar negro – que f**a entre Turquia, Bulgária, Romênia e outros países.
Mar vermelho – liga com o oceano indico em diversos países.
PROCESSO DE FORMAÇÃO DO MAR
O mar e qualquer outro corpo de água têm como o seu processo de formação os agentes atmosféricos ou o ciclo hidrológico que assim contribuem para o seu abastecimento, através de uma troca continua de água. Podemos citar que os processos de formação do mar são:
a) Meteorizarão
b) Erosão
A meteorizarão através da sua capacidade de alteração, e com a acção da temperatura sobre o mar, vai assim formar calor, este calor vai ser libertada em forma de v***r, e este v***r vão subindo lentamente até atingir a ultima camada atmosférica, que vai dar a origem de nuvem, e esta nuvem quando f**a completamente saturada de água, vai originar chuva, e esta chuva vai voltar de novo ao mar ou oceano, contribuindo assim para a formação e a manutenção do mar. Este processo é designado de ciclo curto (quando a água ev***ra no oceano e é precipitada diretamente para o oceano).
As aguas superficiais (runoff) possui um sabor doce, mais quando entra em contacto com o mar ela torna salgada, isso acontece através da jazida de um mineral formador de sal (Halite) que só encontrada em ambientes marinhos. Através da presença deste mineral a agua do mar será sempre salgada.
Outro processo que contribui pela formação do mar, é a erosão que tem um papel de tornar a morfologia do terreno inclinada, para o aumento do fluxo da agua, que cai da atmosfera para regressar até o mar, este processo é designada de ciclo longo (quando a água é ev***rada para o oceano, primeiro é precipitada para o continente e só depois regressa ao oceano, isso através da morfologia do terreno (erosões, sulcos, vaçaroca, etc.) provocada pelo processo erosão).
FACTORES DE FORMAÇÃO DO MAR
De uma forma geral, os fatores principais para a formação do mar são:
a) Ciclo tectônico
b) Ciclo patogenético
c) Ciclo hidrológico
d) Ciclo geoquímico
Elas ocorrem de seguinte forma:
Ciclo tectônico – o ciclo tectônico é um dos factores principais para a formação do mar e oceano, ela contribui no papel da separação das placas tectônicas, e quando essas placas se separam, vão formar espaços vazios, que depois será preenchida pela água do mar ou oceano, e assim automaticamente vai aumentando a sua espessura. Um exemplo deste fator é o maremoto (tsunami), este processo ocorre em zonas de falhas geológicas, quando o terremoto (hipocentro) atinge o mar, provocado assim ondas demasiadas altas, que podem chegar até aos 50 metros, e que assim vai levar consigo alguns edifícios, de um lugar para o outro, e o espaços deste edifício serão ocupadas pela água do mar ou oceano, e assim dando origem a uma nova transgressão marinha. Mais tudo isso graças ao movimento das placas tectônicas.
Ciclo patogenético – este é o ciclo que explica a formação das rochas no nosso planeta, através dos movimentos das placas que vão fazer com que o magma (massa de fogo) atinge a crosta (sobre altas temperaturas e pressão), provocado assim grande bacias oceânicas, a bacias oceânicas que forma o mar é designada de crosta oceânica com composição SIMA (sílica e magnésio) e com composta de rochas basálticas no seu fundo oceânico que faz com que a água do mar não seca.
Ciclo hidrológico – sabendo que ela estuda a circulação de água no nosso planeta. Depois do movimento das placas a rocha formada no ciclo patogenético, passa em um período de resfriamento vai houver a condensação do v***r que se materializa em forma de chuva, com isso as águas vão ser depositadas em locais mais baixos (bacias mais profundas). Contribuindo assim para formar de um mar ou oceano.
Ciclo geoquímico – depois de a água passar em diversos movimentos, elas passam em uma composição química, alterando rochas e o solos, que vai dar a origem em água salobra.
Agua salobra – é toda água que apresenta a composição intermedia, de água doce e salgada, ou seja, que tem uma salinidade de 30 a 40% quando esta conectada com água doce. Se esta água tiver uma composição inferior de salinidade, e não entrar em contato com o oceano, logo este corpo de água será designada de rio ou lago Se esta água tiver uma composição superior de salinidade, e entrar em contato com um oceano, logo este corpo de água será designada de mar.
CARACTERÍSTICA DO MAR
Como é do nosso conhecimento o mar apresenta característica de aguas salgada, azul que f**am assim conectados com um oceano. Uma das características mais vista que o mar apresenta é quando consegue atingir a mare alta e baixa, que faz com que o mar avança ou recuo a cada dia. Além destas características citadas, o mar também apresenta característica ondulosa proveniente de qualquer acção que perturba o mar. Motivo pela qual a água do mar apresenta um a característica animada de movimento.
FORMAS LITORAIS DE EROSÃO E DEPOSIÇÃO
Praias – são depósitos de areia depositados pelo mar.
Recifes – Formações normalmente litorâneas que aparecem próximas à costa e podem ser de arenito, resultante da consolidação de antigas praias, ou de corais – acumulação de detritos orgânicos coralígenos.
Restingas – São cordões arenosos formados a partir da deposição paralela das areias junto a um golfo, baía ou enseada.
Tombolo – Línguas ou faixas de areia e seixos ligando uma ilha ao continente.
A EVOLUÇÃO DA MORFOLOGIA COSTEIRA E TIPO DE COSTA
Costa altas rochosas – características de diferentes litorais ao longo da costa africana. A erosão deste tipo de costa é geralmente pouco visível à escala humana. A erosão depende da constituição das rochas e da infiltração da água das chuvas
Costa abruptas – são costa geralmente rectilíneas. Ou seja é toda costa de montanha que tem declive
vertical. Também designada de falésia.

Costa arenosas – são móveis, e amplamente representadas sobre todo o litoral de África. Este tipo de costa tem muita importância devido aos fenómenos de erosão e deposição.
TRANSGRESSÃO E REGRESSÃO MARINHA
Regressão marinha é o deslocamento da linha de costa em direção ao centro da bacia, podendo ser resultante tanto do rebaixamento do nível do mar quanto ao soerguimento isostático do continente, ou ainda de uma combinação dos dois.
A transgressão marinha é o avanço do mar sobre uma zona emersa durante um determinado período de tempo, deixando evidencia de tal avanço no fato de as camadas transgressivas repousarem sobre as camadas subjacentes, independentemente das estruturas destas ultimas ( muitas vezes em discordâncias ) e ainda porque, do ponto de vista fácies, a base da transgressão correspondente a ressendimentação de elementos das rochas que afloravam as zonas emersa.
NÍVEL MÉDIO DA AGUA DO MAR
É a altitude média da superfície do mar. Que na qual também podemos designar de datum. Altitude media da superfície das aguas do mar, considerada nível zero, e a partir da qual se medem as altitudes dos relevo.

27/08/2019

GEODINÂMICA
EXTERNA DA TERRA
I.1. PROCESSOS DA
GEODINÂMICA EXTERNA
A geodinâmica, é o ramo da
geologia que se dedica ao
estudo do conjunto de
fenómenos que ocorrem na
Terra e as suas
consequências. Ela estuda os
fenómenos endógenos
(geodinâmica interna) e os
fenómenos exógenos
(geodinâmica externa).
A geodinâmica interna é o
conjunto de processos
internos (calor, fluidos de
circulação, pressão, que
produzem alterações na
crosta terrestre. Os agentes
da geodinâmica interna são
também conhecidos como os
agentes construtores de
relevo, pois são os
responsáveis pela criação da
maioria das formas de relevo
terrestre - cadeias
montanhosas, paisagens
geológicas, etc.
A geodinâmica externa é o
conjunto de processos
externos que conduzem a
alteração da superfície da
crosta terrestre. Os agentes
da geodinâmica externa,
constituem os agentes
modeladores de relevo ou
agentes erosivos, pois
modelam o relevo que os
agentes da geodinâmica
interna criam através da
erosão.
Os agentes da geodinâmica
externa são a água, o
vento, as mudanças de
temperatura, a gravidade, os
glaciares, os seres vivos,
etc.
Os principais processos
geodinâmicos são a
meteorização e a erosão.
I.1.1. METEORIZAÇÃO E
EROSÃO
Denomina-se por meteorização
a alteração provocada pelos
agentes atmosféricos tais
como a água, o ar, as
mudanças de temperatura e
outros factores ambientais
que modif**am as
características químicas e
físicas das rochas à
superfície (rocha mãe).
A erosão é o conjunto de
processos de aplanação da
crosta terrestre através dos
agentes da geodinâmica
externa envolvendo
meteorização do material já
existente, transporte e
deposição do mesmo noutro
local, contribuindo para a
modif**ação das formas
criadas pelos agentes de
geodinâmica interna.
I.1.1.1. TIPOS DE
METEORIZAÇÃO
Os processos de meteorização
actuam através de mecanismos
modif**adores das
propriedades físicas dos
minerais e rochas
(morfologia, resistência,
textura, etc), e das
características químicas
(composição química e
estrutura cristalina). Em
função do mecanismo
predominante de actuação, a
são normalmente
classif**ados em
meteorização física e
meteorização química. Quando
a acção (física ou
bioquímica) de organismos
vivos ou da matéria orgânica
proveniente da sua
decomposição participa do
processo, a meteorização é
chamada de físico-biológico
ou químico-biológico.
Meteorização física : é
quando não há alteração
química e mineralógica da
rocha, ou seja, depois do
processo de alteração, a
rocha que se obtém tem as
propriedades da rocha mãe.
Meteorização química: é
quando há alteração química
e mineralógica da rocha, ou
seja, depois do processo de
alteração, a rocha que se
obtém tem as propriedades
completamente diferentes das
propriedades da rocha mãe.
Os minerais novos formados
quando a rocha é submetida
a novas condições
atmosféricas ou
termodinâmicas, são chamados
minerais de neoformação.

27/08/2019

CAPÍTULO –V- ACÇÃO GEOLÓGICA DOS RIOS

V.1. ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO DAS ÁGUAS
A origem da água segundo alguns historiadores, está relacionada com a formação da atmosfera, ou seja, a desgaseif**ação do planeta, que consiste na liberação de gases por um sólido ou líquido quando este é aquecido ou resfriado. A geração de água sob a forma de v***r é observada actualmente em erupções vulcânicas, sendo chamada de água juvenil.
A quantidade de água existente na Terra é imensa sendo o seu volume estimado em 1,36 bilhões de Km3, dos quais 97,2% fazem parte dos oceanos, 2,15% estão sob a forma de gelo nos nevados e glaciares e só 0,65% se encontra distribuído pelos rios, lagos e atmosfera.
A circulação que se realiza entre os oceanos, a atmosfera e os continentes constitui o ciclo hidrológico e realiza-se graças a energia solar. O ciclo hidrológico representa o contínuo movimento das águas dos oceanos para a atmosfera e para os continentes e destes para os oceanos. A água, o principal factor de meteorização, erosão e transporte da superfície terrestre, pode apresentar-se sob formas diferentes tais como: águas selvagens (enxurradas), torrentes, rios e marés.

V.2. ACÇÃO EROSIVA DOS RIOS
Os rios e ribeiros, são correntes ou cursos de água, geralmente permanentes que correm em leitos próprios.
Os rios são os principais agentes modeladores da superfície terrestre. Na sua função, desgastam as rochas, transportam e depositam calhaus, areias, lodo, etc. todos os rios, independentemente do tamanho, são responsáveis pela alteração da paisagem terrestre.
Um rio não é um sistema isolado, ocorre numa região (bacia hidrográf**a – conjunto de um rio principal e todos os seus afluentes), na qual as aguas seguindo uma direcção convergente o alimentam. Numa bacia hidrográf**a, corre um rio principal e os seus afluentes
A capacidade de erosão e transporte dos rios depende da sua velocidade. Variações ligeiras na velocidade pode conduzir à mudanças signif**ativas na quantidade de sedimentos transportados pela água. Vários factores determinam a velocidade da corrente tais como:
Declive ou gradiente – Expresso em metros por quilómetros;
Área de secção do leito – Expressa em metros quadrados;
Débito ou descarga – Expresso em metros cúbicos por segundos;
Competência – Expressa em quilogramas por metros cúbicos.
Como a água se desloca por acção da gravidade, o declive do leito é um factor importante do comportamento do rio. Um leito que se desenvolve em cascata tem obviamente um comportamento diferente do de um rio que corre numa planície.
No seu perfil transversal, o comportamento das águas e o aspecto do leito vão variando consoante o declive, a largura do leito, o débito, etc. a relação entre o débito, a velocidade e o leito do rio pode ser expressa pela equação:
Sendo
Onde:
D: Débito (m3/s);
A: Área da secção do leito (m2);
V: Velocidade média (m/s);
L: Largura (m);
P: Profundidade (m).
A forma do canal em secção transversal determina a quantidade de água em contacto com o canal e por isso afecta a fricção. Os canais mais eficientes são os de menor perímetro da área da secção do leito. O débito é a quantidade de água fluindo por um certo ponto em certa unidade de tempo.
A erosão e sedimentação nos rios é condicionada principalmente pela velocidade das águas e pela competência.
A velocidade depende, fundamentalmente do declive, da forma e constituição do leito e, normalmente é maior no centro do que nas margens e à superfície do que em profundidade. O declive pode ser modif**ado quer pela sedimentação, quer pela erosão provocada pelo próprio rio. Uma elevação do nível superior do rio pode provocar uma variação do declive que, originado um aumento da velocidade tem por consequência um agravamento da erosão.
Outro factor que condiciona a velocidade da corrente, para um mesmo débito, é a área do leito e a sua constituição. Quando o leito é estrito, a velocidade é maior. Se o leito é largo, a velocidade é menor. Se apresentar detritos grosseiros, a velocidade da água pode diminuir devido ao atrito e ao aumento da turbulência junto ao fundo do leito.
A competência do rio, quantidade de sedimentos transportados por unidade de volume, contribui para a função erosiva do rio. Quanto maior for a carga sedimentar transportada, maior será a sua capacidade erosiva.

V.3. TRANSPORTE DOS MATERIAIS
Os sedimentos transportados pelos rios podem sê-lo por rolamento, arrastamento, saltação, suspensão e dissolução (Fig.V.1.). Os sedimentos dissolvidos são invisíveis.
Fig.V.1.Processos de transporte de sedimentos.
O volume total de detritos que podem ser transportados por um rio constitui a sua capacidade. A competência e a capacidade de um rio aumentam na razão directa do aumento de velocidade.
Durante o período de grande precipitação podem ocorrer cheias que aumentam a capacidade, competência e velocidade da corrente do rio. Estas situações podem dar origem a autênticas catástrofes.

V.4. SEDIMENTAÇÃO DOS MATERIAIS
Os detritos depositados pelos rios, vulgarmente areia e cascalho, constituem bancos ou barras de canal, que são amontoados de sedimentos, ao longo do leito.
A sedimentação ocorre quando o declive e a velocidade diminuem e varia na razão directa da densidade dos detritos. As partículas em suspensão e as dissolvidas são as que se mantêm mais tempo por sedimentar.
Um aumento da capacidade do rio pode permitir que os bancos anteriormente existentes sejam erodidos e se formem novos bancos que aparecem separados por canais.

V.5. MEANDROS
A simultânea erosão na parte côncava de uma curva de um rio e a sedimentação na parte convexa da mesma leva à formação de meandros.
Os meandros podem ser alterados devido à modif**ação da acção erosiva da corrente. Particularmente durante as cheias, o rio pode formar braços mortos (Fig.V.2.).
Fig.V.2.Meandros e braços mortos.
Os velhos meandros podem ser abandonados devido a formação de sedimentos que os separam do braço principal do rio. O meandro abandonado denomina-se lago em ferradura. Com o tempo esse lago pode ser preenchido por sedimentos e vegetação.
Geralmente consideram-se dois tipos de meandros:
Divergentes: são aqueles que se encontram nas grandes planícies, onde divagam (percorrem), alterando o seu trajecto, aumentando algumas curvas e abandonando outras;
Encaixados ou de vale: O traçado é condicionado pela morfologia do terreno.

V.6. PERFIL LONGITUDINAL DE UM RIO

Uma maneira ef**az de estudar um rio é examinando o seu perfil longitudinal. Tal perfil é simplesmente uma secção da corrente desde a área da nascente (denominada de cabeceira) até a foz (desembocadura).
O nível de base é definido como a menor elevação na qual o rio pode erodir o seu canal. Essencialmente é o nível no qual a desembocadura do rio entra no oceano, num lago, ou noutra corrente.
O nível de base é importante pelo facto de a maior parte dos perfis dos rios terem gradiente baixo próximo das suas desembocaduras, devido ao facto do rio estar a se aproximar à elevação abaixo da qual eles não poderão erodir o seu leito.
Um grande rio que desagua no mar tem no nível médio das águas do mar o seu nível de base, em função do qual regula o seu perfil.
Pelo facto de este nível condicionar toda a rede fluvial dos continentes chama-se nível de base geral. O ponto de confluência de dois cursos de água funciona para o afluente como nível de base local. Acidentes, como barragens, naturais ou artificiais, são responsáveis pelo mesmo efeito regularizador dos troços que f**am a montante do nível de base.
O perfil longitudinal do rio também estabelece o seu estádio de evolução. À medida que o rio se vai aproximando do seu perfil de equilíbrio, a erosão vertical ou escavamento do leito vai diminuindo, dando lugar a um alargamento do rio e a um aumento da sedimentação.
A regularização do perfil faz-se da foz (jusante) para a nascente (montante). As irregularidades vão desaparecendo, os rápidos recuando, o mesmo sucedendo às cabeceiras, que vão penetrando na montanha. Esta progressão da erosão no sentido contrário ao da corrente é denominada erosão regressiva.
Em geral, um curso de água inicialmente percorre um vale cujo talvegue (zona mais profunda do leito) tem um perfil longitudinal e muito irregular, com variações mais ou menos bruscas de declive.
Essas variações podem constituir rápidos, quando há um aumento brusco de declive ou quedas de água, cascatas ou cataratas, quando ocorrem grandes desnivelamentos.
Após evolução mais ou menos prolongada e desde que o seu nível de base se mantenha o tempo necessário, o rio acabará por regularizar o seu perfil, atingindo o perfil de equilíbrio (Fig.V.3), ou seja quando desaparecem todas as irregularidades e o trabalho erosivo praticamente não existe.
Fig.V.3.Relação entre o perfil de equilíbrio do rio e o nível de base.

V.7. REGIME DOS RIOS
As nascentes dos rios são os locais em que os níveis hidrostáticos ou lençol freático atinge a superfície. Em períodos de estiagem prolongada, elas chegam a secar, enquanto em épocas chuvosas o volume da água aumenta, o que demonstra que a água das nascentes é água da chuva que se infiltra no solo.
Essa variação na quantidade de água no leito do rio ao longo do ano recebe o nome de regime. Se as cheias dependem exclusivamente da chuva, o regime é pluvial; se dependem do derretimento da neve, é nival; se dependem de geleiras é glacial. Muitos rios apresentam um regime misto ou complexo, como no Japão, onde os rios são alimentados pela chuva e pelo derretimento da neve das montanhas.

V.8. EVOLUÇÃO DOS RIOS
Conforme o estádio evolutivo verif**ado num rio, assim se poderão considerar fases de juventude, de maturidade e senilidade.
Na fase de juventude predominam a erosão e o transporte. O perfil longitudinal é irregular e o declive é acentuado e irregular, permitindo, muitas vezes, a formação de rápidos.
A fase de maturidade é caracterizada pela grande capacidade de transporte. O declive é menos acentuado e os vales são profundos e muitas vezes apertados. O perfil longitudinal apresenta-se mais regularizado.
A fase de senilidade é caracterizada pela existência de vales amplos com as vertentes bastante afastadas e degradadas. Predominam os fenómenos de sedimentação, originando extensas planícies resultantes da agradação, isto é, do assoreamento pela sedimentação fluvial.
As fases evolutivas de um rio podem ser alteradas devido ao abaixamento ou subida do nível de base geral. O nível de base pode variar por uma descida ou subida do nível do mar, por alterações climatéricas signif**ativas ou por elevação dos vales fluviais.
Nestas circunstâncias, toda a actividade fluvial rejuvenesce. Os primeiros efeitos verif**am-se junto à foz: aumenta o declive e a erosão regressiva acabará por atingir toda a rede fluvial, procurando restabelecer o anterior perfil de equilíbrio.
As vertentes voltarão a recuar e aparecem novas planícies aluviais. Nas planícies aluviais, o rio, por erosão, cava um novo leito, provocando a formação de degraus ou terraços fluviais.
A continuação da evolução fluvial pode criar novas planícies aluviais a níveis inferiores. Esta repetição é a causa da existência de vários níveis de terraços fluviais. Os rios terminam no mar de formas diversas tais como: Estuários e Deltas.
Os estuários constituem o troço final dos rios sujeitos a acções continentais e marinhas. Em consequência, a sedimentação é determinada pela inversão do sentido das marés, duas vezes por dia, de que resulta a alternância de fenómenos de erosão e sedimentação.
Os estuários podem produzir a acumulação da areia ligada à faixa litoral por uma das extremidades e com a outra livre formam uma restinga ou cabedelo. Por vezes, os sedimentos aluviais formam cordões litorais denominados barras ou lombas, que fecham lagunas que acabam por ser assoreadas ou então fazem a ligação entre uma praia e uma ilha, constituindo um tômbolo.
A formação de deltas na foz dos rios reflecte-se em diversos aspectos da acumulação dos depósitos sedimentares (Fig.V.4). Em geral, a sedimentação é intensa e pressupõe uma estabilidade relativa do litoral.
Muitos deltas são caracterizados pela existência de numerosos canais, através dos quais os sedimentos aluviais são distribuídos.
Os depósitos fluviais têm uma grande importância do ponto de vista socioeconómico de qualquer país. Muitas planícies de inundação contêm meandros abandonados e lagos com depósitos de material argiloso e matéria orgânica, estes últimos dando origem às turfeiras. A sedimentação nestas zonas é muito importante para a humanidade, devido à fertilidade dos sedimentos depositados por rios que a produção de algumas culturas.
Os rios são vias de ligação e transporte entre várias localidades. Fornecem alguns alimentos ao homem. Em alguns rios são encontrados minerais de especial valor económico como ouro, diamante e cassiterite, os quais são transportados e depositados com areias e seixos.

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