M de Rocha e pó, senhor de Perobinha e consorte de Flowerfruitshire

M de Rocha e pó, senhor de Perobinha e consorte de Flowerfruitshire Esta é a pagina do Marquês de Rocha & Pó, Conde de Fauna e Flora e consorte de Flowerfruitshire

A melhor defesa sempre será estar preparado. Os globalistas afirmam que o estado é detentor da força para subjulgar a in...
28/01/2026

A melhor defesa sempre será estar preparado. Os globalistas afirmam que o estado é detentor da força para subjulgar a iniciativa e desarmar as pessoas honestas.

Quatro homens armados vieram tomá-la enquanto o marido estava fora.
Ela lhes deu um aviso… e então pegou o rifle.

Território de Montana, outubro de 1889.

O som de cavalos se aproximando fez as mãos de Ellen McKenzie congelarem sobre a panela de ensopado.
James havia saído dois dias antes, levando o pequeno rebanho para o mercado. O vizinho mais próximo morava a quase sete quilômetros, mata fechada de pinheiros pelo caminho. Dentro da cabana, a filha do casal, com apenas oito meses, dormia em um berço de madeira perto da lareira.

Pela única janela, Ellen viu quatro cavaleiros surgirem da linha das árvores.

Sem distintivos.
Sem autoridade oficial.
Apenas homens que sabiam exatamente quando uma posse ficava desprotegida.

Grileiros.

Eles agiam rápido — registravam títulos fraudulentos enquanto os maridos estavam fora, apostando que mulheres isoladas fugiriam em vez de resistir. Quando a Justiça finalmente aparecia, a terra já tinha sido vendida e eles, desaparecido.

Eles fizeram um cálculo sobre Ellen McKenzie.
E erraram.

Ela pegou a filha nos braços, respirou o calor do corpo da criança e a levou até o porão subterrâneo. Enrolou-a em cobertores. Deitou-a entre sacas de grãos e potes de conserva.

— A mamãe está logo acima — sussurrou. — Não vou deixar que levem o que é nosso.

Trancou a porta do porão.
Então pegou o Wi******er.

Seis cartuchos no tambor.
Mais munição na prateleira.

Seu pai fora atirador de elite da União em Antietam. Quando Ellen tinha sete anos, ele lhe disse:
— A fronteira não pergunta se você está pronta. Ela pergunta se você sabe atirar direito quando chega a hora.

Ela sabia.

A primeira batida na porta veio educada, quase respeitosa.

— Senhora, somos do Escritório Territorial de Terras. Houve um erro no registro—

— O único erro — respondeu Ellen, através da porta — é achar que eu vou abri-la.

Risos do lado de fora. O riso de homens que nunca ouviram um “não”.

O rifle disparou uma vez.
A bala se cravou a poucos centímetros da cabeça de um deles.

— Esse foi o aviso — disse ela. — O próximo que tocar nesta propriedade não vai fazer falta.

Por cinco horas, Ellen manteve a cabana sozinha.

Cada sombra na janela, ela acompanhava.
Cada passo no alpendre, ela rebatia.
Cada tentativa de contornar pelos fundos, ela já estava esperando.

Quando o bebê chorou sob o assoalho, Ellen se ajoelhou e sussurrou:
— Eu te ouço, meu amor. Mas a gente não abandona o que é nosso.

Ao cair da noite, os homens perceberam algo que não haviam previsto.

Ela não estava ganhando tempo.
Ela era a defesa.

Então, o som de cascos ecoou pela encosta.

James voltou — acompanhado de três fazendeiros vizinhos que ele havia avisado por telégrafo na cidade, depois de um pressentimento terrível fazê-lo correr de volta para casa.

Os grileiros fugiram.

James entrou às pressas, esperando encontrar pânico.
Em vez disso, viu Ellen calma, rifle em mãos, a filha mamando tranquilamente em seu colo.

— Eles acharam que eu seria fácil — disse ela.

A história se espalhou pelo território.

Em poucas semanas, outras mulheres passaram a resistir quando homens apareciam para tomar suas terras. Jornais publicaram a história de Ellen. Grupos de mulheres citaram sua coragem. Os quatro grileiros foram discretamente “convidados” a deixar Montana para sempre.

Anos depois, a filha passou os dedos pela marca da bala na moldura da porta.

James pousou a mão sobre a cicatriz e disse:
— Sua mãe ensinou aos homens algo que eles haviam esquecido: bondade não é fraqueza… e uma mulher protegendo sua família é a força mais perigosa da fronteira.

Ellen apenas sorriu.

Porque a fronteira ensinou uma lição simples:

Você pode esperar ser salvo.
Ou pode se tornar o motivo pelo qual eles vão embora.

E as mulheres da fronteira escolheram o rifle.

Sempre.

03/11/2025

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24/11/2024

CHUVA DE HONESTIDADECompositor - Flávio LeandroEditora Foluz ISWC T0402387272Quando o ronco feroz do carro pipaCobre a força do aboio do vaqueiroQuando o gad...

08/06/2024

Ave Império

23/05/2024
25/04/2024
25/04/2024

O GOVERNO DO IMPERADOR SOBRE A FAMÍLIA IMPERIAL

👑 Não só a Constituição de 1824, mas, em geral, as constituições monárquicas liberais do início do século XIX, opunham-se ao absolutismo dos séculos anteriores. Por isso, foram escritas com a preocupação de esclarecer ao máximo as prerrogativas do Poder Legislativo; pois a força do costume que dava todo poder aos Soberanos era tão grande que, na dúvida, a presunção de competência seria a favor deles.

Assim, no caso da Constituição de 1824, o poder de aprovar ou não os casamentos dos Príncipes e autorizar ou não suas viagens, entre outros, que, tradicionalmente, sempre foram dos Soberanos, pois eram poderes de governo da Família reinante – e que de modo algum surgiram no absolutismo –, deve-se entender que eram, constitucionalmente, atributos do Imperador.

Aliás, o fato do Artigo 120 da Constituição só atribuir à Assembleia Geral do Império o direito de aprovar o casamento da Princesa Imperial se não existir Imperador – ou seja, se o Imperador for incapaz ou menor de idade – à época do casamento, confirma essa interpretação. F**a implicitamente afirmado que os casamentos de membros da Família Imperial dependem só da aprovação do Soberano.

De fato, foi o Imperador Dom Pedro II quem ajustou e aprovou os casamentos das filhas, a Princesa Imperial Dona Isabel e a Princesa Dona Leopoldina, sem precisar, para isso, do consentimento do parlamento. Dom Pedro II, na Fala do Trono na Abertura da Sessão de 1864 da Assembleia Geral, limitou-se a informar aos parlamentares: “Anuncio-vos com prazer que trato do casamento das Princesas minhas muito amadas e queridas filhas, o qual espero se efetue no corrente ano.”

A Câmara dos Deputados respondeu então, simplesmente, em mensagem aprovada, sem emendas, três semanas depois:

“Senhor. – A Câmara dos Deputados recebeu com júbilo a notícia de que Vossa Majestade Imperial trata do casamento das Augustas Princesas muito amadas e queridas filhas de Vossa Majestade Imperial; e faz votos à Divina Providência para que a escolha dos consortes satisfaça plenamente aos desejos sinceros de todos os brasileiros e às conveniências de nossas livres instituições, associadas inseparavelmente à felicidade da Augusta Família de Vossa Majestade Imperial.”

Veja que a Câmara confiou na livre escolha do Imperador, não procurando chamar a si o direito – que não tinha – de decidir a respeito dessa escolha.

A 19 de setembro do mesmo ano, o Soberano escreveu ao Presidente do Conselho de Ministros, Visconde de Sinimbu: “Pode dizer a quem quiser que os Príncipes pediram a mão de minhas filhas: o Conde d’Eu a de Isabel e o Duque de Saxe de Leopoldina, assim como comunicar a seus colegas o que for preciso para a celebração dos contratos.”

Junto da nota, Dom Pedro II enviou ao Presidente resumos dos contratos antenupciais, que a Imperatriz Dona Thereza Christina havia copiado dos originais, escritos pelo marido e já aprovados pelos noivos das filhas, os Príncipes Dom Gastão, Conde d’Eu, e Dom Augusto, Duque de Saxe.

Uma das cláusulas do contrato antenupcial de Dona Isabel dizia que a Princesa e seu futuro marido deveriam viver no Brasil, mas que poderiam, eventualmente, viajar ao exterior, “com permissão do Imperador”.

A Assembleia Geral se limitou, então, a decidir os dotes e verbas para os enxovais das Princesas, o que fez com empenho e cuidado, tudo de acordo com o Artigo 112 da Constituição de 1824.

Dá para ver, pois, como é infundada a ideia, ainda existente em certos meios, de que, no Império, a aprovação da Assembleia Geral era condição necessária para validar muitos dos atos da vida dos Príncipes. Não era.

📖 SANTOS, Armando Alexandre dos. A Legitimidade Monárquica no Brasil. 1º ed. São Paulo: Artpress, 1988, pp. 111-114.

Um treinamento excelente para uma falange anti motim
25/04/2024

Um treinamento excelente para uma falange anti motim

❌ Deputados que integram a Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos divulgaram, na quarta-feira (17), uma série de decisões sigilosas do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando, entre outras coisas, a remoção de 150 perfis no X.

💬 Dono da plataforma, o bilionário Elon Musk, que vem atacando Moraes nas últimas semanas e acusando o magistrado brasileiro de censurar perfis e ser um “ditador”, havia prometido tornar públicos esses documentos. Segundo o empresário, as medidas “violam as leis brasileiras”.

✍️ O material divulgado pela comissão da Câmara dos EUA aponta que grande parte das decisões de Moraes não estavam acompanhadas de fundamentação que as justificassem. O magistrado apenas determina a remoção dos perfis. Os deputados americanos dizem, ainda, que o Brasil conta, atualmente, com cerca de 300 contas sob risco de “censura” no X e em outras plataformas digitais.

📱 Leia a matéria completa em nosso site! Link na bio.

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