Mult Line Trading

Mult Line Trading Nossa empresa atua desde 2009, na Importação e Comercialização de Ferragens e Acessórios para Malas e Hardcases

A nossa proposta é gerenciar e administrar todo o processo de importação atendendo todos os requisitos necessários para a nacionalização das mercadorias perante a lei. O preço final para o nosso cliente será sempre o menor porque procuramos não adicionar custo de mão-de- obra pelos serviços de importação.

MUITO BOM
26/06/2013

MUITO BOM

Being able to document responsible business practices based on our values, policies and guidelines is important for a global company like Norske Skog.

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA NO COMÉRCIO EXTERIOROBJETIVO DO TEMATem-se como objetivo mostrar a importância da logística e...
05/02/2013

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA NO COMÉRCIO EXTERIOR


OBJETIVO DO TEMA

Tem-se como objetivo mostrar a importância da logística e da infra-estrutura do país no comércio internacional e no desenvolvimento e crescimento socioeconômico. A logística é parte integrante, senão a principal variável de eficiência para o comércio exterior. Tempo, prazo de entrega, e pronta-entrega são itens importantes da variável. Devemos entender a logística, não somente como transporte, mas, sim, como gerenciamento de fluxos de mercadorias desde o ponto de origem ao ponto de consumo.
O comércio exterior é fundamental para o crescimento socioeconômico de qualquer nação que procure desenvolvê-lo sem políticas restritivas. Empregos, desenvolvimento tecnológico, desenvolvimento comercial e industrial, enfim, diversos são os benefícios adquiridos pela nação que ingresse no mercado internacional. Neste sentido, confirma-se a importância da logística para se alcançar a eficiência para que o ingresso no comércio exterior não seja apenas temporário em função dos obstáculos e a concorrência acirrada em um mundo globalizado e sem fronteiras.

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

A globalização do mercado mundial, o fortalecimento dos blocos econômicos, as diferenciações de produção regionais e as quedas de barreiras econômicas fazem com que seja possível adquirir qualquer tipo de produto, antes inacessível, em qualquer parte do globo. Este foi o incremento dos mercados nacionais e internacionais para que passassem a exigir mais alternativas e qualidade nos serviços de coleta e entrega fazendo com que exportadores e importadores buscassem, cada vez mais, estratégias logísticas ideais para atender suas demandas.
A importância da logística nesse panorama está em fazer com que a movimentação de mercadorias seja efetuada cada vez mais rapidamente e a custos mais acessíveis, sem se esquecer da qualidade. A utilização estratégica da logística faz com que empresas atinjam mercados antes inatingíveis lhe assegurando diferencial em um ambiente competitivo.
É uma época de violentas tempestades comerciais onde aqueles que pretendem sobreviver precisam inovar, produzir e comercializar em todas as áreas do mundo.
Decisões precisam ser tomadas, contratações se fazem obrigatórias e resultados positivos devem fazer parte do processo final. Os clientes estão mais exigentes, os movimentos da logística são bem dinâmicos, e tudo faz que a empresa sempre analise a estratégia escolhida.
Na internacionalização de processos logísticos, muitas empresas já estão preparadas para dar atendimento às necessidades dos exportadores e importadores, porém alguns elementos extra logístico acabam dificultando negociações internacionais. Por outro lado, de nada adianta essa evolução tecnológica, se o país não resolver os problemas internos de infra-estrutura, que já se transformou numa bolha logística.



2. LOGÍSTICA

Entende-se por logística o conjunto de todas as atividades de movimentação e armazenagem necessárias, de modo a facilitar o fluxo de produtos do ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final, como também dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, obtendo níveis de serviço adequados aos clientes, a um custo razoável.
A logística tornou-se uma importante ferramenta para ganhar competitividade e ajustar os fluxos de materiais a esta realidade veloz, em que a redução de tempo na distribuição, estocagem e movimentação dos produtos serão a chave competitiva para o comércio internacional.

3. OS MODAIS DE TRANSPORTE

Podemos observar que no mundo globalizado com clientes cada vez mais exigentes f**a difícil fazer uma boa distribuição da sua mercadoria principalmente no Brasil onde suas regiões demográf**as são extensas, com pouca infra-estrutura e com estradas em mal estado de conservação, com todos esses aspectos acima f**a uma pergunta: como escolher o melhor modal de transportes?
Sem esquecer o aspecto custo, que é fundamental em qualquer decisão, a escolha de um ou outro modal de transporte esta diretamente ligada aos conceitos financeiros de cada empresa, do poder financeiro de cada uma delas e de quantos ela quer investir em modais de transportes para ver o seu cliente satisfeito. Se o conceito básico da filosofia empresarial orientada pelo marketing é o logro de seus objetivos por meio da satisfação do cliente e fazer melhor do que a concorrência, a logística é parte importante para se conseguir esse objetivo.
Abaixo se encontra detalhes dos principais modais de transporte utilizados no comércio internacional.

4.1 Transportes Multimodais

A multimodal idade caracteriza-se quando a mercadoria é transportada por mais de um modal de transporte sob a responsabilidade de um único transportador ou operador de transporte multimodal, que tem a obrigação da entrega da mercadoria em determinado ponto e cujos trajetos são cobertos por um documento de transporte único, ou seja, por um contrato único.
O Operador de Transporte Multimodal (OTM) é a pessoa jurídica que conclui contratos de transporte multimodal, nos quais atua como principal e não como agente, podendo ser ou não o transportador. Assume a responsabilidade pela execução desses contratos, pelos prejuízos resultantes de perda, danos ou avaria as cargas sob sua custódia, assim como pelos prejuízos decorrentes de atraso em sua entrega, quando houver prazo acordado. Essa função apresenta a vantagem de permitir que um único responsável tenha a obrigação do transporte da carga, desde a origem até a entrega no destino final, além de proporcionar à carga maior segurança, uma entrega mais rápida e uma redução dos custos em relação à intermodal idade, que gera divisão de responsabilidades.

4.2.1 Diferenças entre multimodal idade e intermodal idade

A principal diferença do transporte multimodal em relação ao intermodal é que o intermodal necessita de documentos diferentes para cada transporte envolvido. Resultando em maior custo e tempo, além disso, a logística de transporte sofre modif**ações na ordem de responsabilidades, e a divisão f**a a termo dos Incoterms utilizados na negociação de cada modal. A intermodal idade e a multimodal idade são operações que se realizam pela utilização de mais de um modal de transporte. Isto quer dizer transportar uma mercadoria do seu ponto de origem até a entrega no destino final por modalidades diferentes.

4.2.2 Vantagens do transporte multimodal
* Contratos de compra e venda mais adequada;
* Melhor utilização da capacidade disponível da nossa matriz de transporte;
* Utilização de combinações de modais mais eficientes energicamente;
* Melhor utilização das tecnologias de informação;
* Ganhos de escala e negociações do transporte;
* Melhor utilização da infra-estrutura para as atividades de apoio, tais como armazenagem e manuseio;
* Aproveitamento da experiência internacional tanto do transporte como dos procedimentos burocráticos e comerciais;
* Redução dos custos indiretos.

4.2 TRANSPORTES RODOVIÁRIOS

A simplicidade de funcionamento do transporte rodoviário é o seu ponto forte, pois não apresenta qualquer dificuldade e está sempre disponível para embarques urgentes. A mercadoria sofre apenas duas operações: o embarque nas instalações do exportador e a descarga nas instalações do importador e este transporte permite às empresas exportadoras e importadoras a terem flexibilidade, oferecendo algumas vantagens, como menor número de manuseios, a sensível redução de custos com embalagens e operações porta-a-porta, caracterizando o sistema de transporte mais utilizado entre os países do cone sul em número de operações.
Analisar os benefícios e as vantagens do transporte rodoviário internacional é de fundamental importância e deve fazer parte do processo de estudo dos tempos e custos nas operações com os países do Cone Sul.
Com regulamentações modernas, específ**as, e com facilidades de negociações, o sistema é simples de ser entendidos e utilizados. Com trajetos estabelecidos pelas transportadoras, fronteiras diversif**adas e documentação de fácil interpretação, as empresas exportadoras e importadoras podem contar com um modal que está à altura de transportar não só mercadorias normais, mas também para o transporte de projetos industriais.



4.3.3 Conhecimento de transporte

Como nos demais modais, o conhecimento rodoviário de transporte (CRT) é o documento mais importante no sistema, e tem a função de contrato de transporte terrestre, recibo de entrega da carga e título de crédito. É emitido em três vias originais, sendo uma do transportador, uma do embarcador e uma que segue com a carga.

4.3.4 MIC/DTA
O transporte rodoviário possui um documento denominado MIC/DTA - Manifesto Internacional de Carga / Documento de Trânsito Aduaneiro, um formulário único, e que faz a combinação do Manifesto de Carga com o Trânsito Aduaneiro. Ele pode ser utilizado quando a quantidade de carga for suficiente para a lotação de um veículo. Com isso, eliminam-se os atrasos no cruzamento da fronteira, bem como transferem e postergam os desembaraços e pagamentos dos impostos das mercadorias.

4.3.5 Vantagens e desvantagens do transporte rodoviário

* Serviço porta a porta;
* Freqüência e disponibilidade de vias de acesso;
* Menor tempo de carregamento do veículo devido à sua capacidade, o que permite a rápida partida do mesmo;
* Facilidade de substituir o veículo por outro, em caso de acidente ou quebra do veículo;
* Permite o despacho de carga parcelada;
* Apresenta maior custo operacional comparado com a ferrovia e o fluvial;
* Afeta o nível de serviço das estradas, principalmente nos períodos de safra quando provoca grandes congestionamentos nas rodovias.
* Menor capacidade de carga, comparado com o ferroviário e o fluvial.

4.3 TRANSPORTES AÉREOS

Do ponto de vista do comércio exterior, esse modal é muito representativo, pois o transporte aéreo é uma atividade que envolve com facilidade vários países, devido à velocidade do meio utilizado, e também é caracterizado por pouco risco de avarias e furtos das mercadorias. O transporte aéreo é baseado em normas da IATA - Internacional Air Transporte Association, e em acordos e convenções internacionais. A associação das empresas aéreas na IATA é voluntária. Essa associação representa as companhias aéreas, estabelece tarifas máximas de fretes e divide o globo em três conferências operacionais. Os principais intervenientes no transporte aéreo são as empresas de navegação aérea e os agentes de carga, e também a Infraero, que detém o monopólio da administração dos aeroportos e seus armazéns de carga.

4.4.6 Conhecimento de embarque aéreo (Airway Bill)

O transporte aéreo comercial de carga é sempre documentado através de conhecimento aéreo (AWB - airway Bill), que a exemplo dos demais modais, é o documento mais importante do transporte. Ele tanto pode ser um conhecimento aéreo companhia, ou ser um conhecimento neutro, quando é do agente de carga.
Pode estar na forma de um AWB - airway Bill, representando uma carga embarcada diretamente, ou o conjunto MAWB - máster airway bill, e HAWB - house airway bill, representando cargas consolidadas. Além das funções normais, conforme os demais modais, este documento ainda pode representar fatura de frete e certif**ado de seguro.

4.4.7 Cálculos de frete
As tarifas de fretes aéreos são estabelecidas de comum acordo entre as empresas de transporte aéreas, devidamente fiscalizadas e controladas pela IATA.
O frete é cobrado pelo peso da carga, calculado por quilo, porém, o volume também é considerado no caso da carga exceder 6.000 cm3 por quilograma. Neste caso o volume é transformado em peso/volume para cálculo do frete.

4.4.8 Consolidação de carga
Consolidação de carga é um ato abstrato, e signif**a que a mercadoria recebida pelo agente de carga aérea – freight forwardrs –, de diversos embarcadores, é considerada como uma única carga e enquadrada na tarifa adequada. Desta maneira, há uma redução do frete por quilo, já que o transporte aéreo tem uma tabela de fretes por faixas de peso, sendo que quanto maior a quantidade de carga menor o frete. Com isto, os embarcadores conseguem ter um frete menor, obtido pelo agente por meio da consolidação de carga, já que esta redução é rateada entre os interessados. Além da redução do custo com o frete, os agentes de cargas viabilizam as operações aéreas.

4.4 TRANSPORTE MARÍTIMO

De todos os meios de transporte, podemos dizer que o marítimo é o que, por sua capacidade, move o maior volume de mercadorias no tráfego internacional. Na atualidade, os portos de maior destaque possuem uma moderna e grande infra-estrutura, que envolve maquinários e centros de armazenagem. Roterdã (Holanda) abriga o porto de maior fluxo de mercadorias no mundo, onde as produções dos países que integram a União Européia são escoadas, servindo também como porta de entrada para produtos importados oriundos de outros continentes. Nos Estados Unidos, os portos de maior relevância são os de New Orleans e Nova York.
4.5.9 Tipos de navios
Os navios podem ser de vários tamanhos, tipos, finalidades e configurações, adequando-se sempre às especif**ações necessárias. Em face da grande diversidade de cargas, vários tipos de navios foram sendo criados e construídos, ao longo do tempo. Abaixo se encontram alguns tipos de navios.
Carga geral: Transportam cargas em paletes, caixas, engradados, tambores, fardos, tonéis, sacaria e contêineres.
Porta-conêineres: Seus compartimentos são celulares onde os contêineres são perfeitamente estivados e travados no piso ou entre eles.
Roll-on-Roll-off: A configuração destes navios permitem que a carga transportada sejam embarcadas e desembarcadas por rampas, por seus próprios meios, sem o auxilio de guindastes.
Re**er: Navios para transporte de produtos perecíveis, sob temperatura de resfriamento ou congelamento.
Granel líquido: Possuem amplos tanques laterais e centrais apropriados ao transporte de produtos químicos.
Graneleiro: São utilizados no transporte de carga seca a granel como cereais, açúcar, carvão, soja, etc.

4.5.10 Conhecimento de embarque marítimo (Bill Of Lading)
O conhecimento de embarque é um dos documentos mais importantes do comércio exterior, sendo de emissão do armador. O seu preenchimento deve ser feito no seu verso, e nele devem constar várias informações pertinentes ao armador e ao embarque. Os conhecimentos podem representar um transporte regular de carga, e ser porto a porto ou multimodal, este referindo-se a carga ponto a ponto. Pode também ser um conhecimento de afretamento, ou seja, charter party bill of lading. Quanto à finalidade é um contrato de transporte, recibo de entrega da carga e título de crédito. Pode ser consignado à ordem, à ordem de alguém ou diretamente a alguém, podendo ser endossado em branco, o que o torna ao portador, ou em preto, a alguém definido. O conhecimento pode ser emitido em quantas vias originais forem necessárias e solicitadas pelo embarcador. Normalmente é emitido em três vias. Os pagamentos de frete marítimo ao armador, referente ao transporte de carga, podem ser feitos de três maneiras: pré-pago, a pagar e pagável no destino. Um conhecimento de embarque limpo é aquele que não faz menção a uma condição defeituosa da mercadoria ou da sua embalagem.
4.5.11 Vantagens do transporte marítimo
* Capacidade de transportar grandes volumes de cargas, as tonelagens dos navios chegaram a superar a casa de meio milhão de toneladas de peso morto (TPM);
* Flexibilidade – Têm-se construído navios adaptados a todo tipo de cargas;
* Menor custo de transporte.
4.5.12 Desvantagens do transporte marítimo
* Necessidade de transbordo nos portos;
* Distância dos centros de produção;
* Imprescindível embalagem mais resistente para este transporte.
* Menor flexibilidade nos serviços aliados a frequentes congestionamentos nos portos.

5. REFERÊNCIAS

Websites:
Porto Gente. Página Portopedia. Disponível em: .
Kennedy Log. Página tipos de transporte. Disponível em: http://www.kennedylog.com.br>.
Livro:
LUDOVICO, N. Logística de transportes internacionais. 3. ed.São Paulo: Saraiva 2010.

Portogente - Transportes, logísticas, comércio, turismo e cursos

29/11/2012

Trading companies registram superávit de US$ 16,692 bilhões

As exportações brasileiras realizadas via trading companies, nos primeiros dez meses do ano, somaram US$ 20,756 bilhões e as importações do segmento foram de US$ 2,897 bilhões. Com isso, a corrente de comércio do setor totalizou US$ 24,820 bilhões e o saldo positivo alcançou US$ 16,692 bilhões.

Em relação ao total vendido pelo Brasil ao exterior no período (US$ 202,360 bilhões), as exportações das empresas trading companies representaram 10,3%. Já em relação ao total importado pelo país até outubro (US$ 184,989 bilhões), a participação foi de 2,2%.

No comparativo com o mesmo período de 2011, as vendas brasileiras dessa categoria de empresas (US$ 24,902 bilhões) recuaram 16,6% e as aquisições (US$ 4,868 bilhões) diminuíram 16,5%. O saldo, entre janeiro e outubro do ano passado, foi de US$ 20,034 bilhões e, portanto, houve diminuição de 16,7% em relação ao mesmo período deste ano, o que também ocorreu com a corrente de comércio (US$ 29,769 bilhões), que retrocedeu 16,6%.

Produtos

As exportações de produtos básicos responderam por 84,8% do valor exportado neste ano pelas trading companies. Foram destaques: minério de ferro (US$ 11,488bilhões, com participação de 55,4% do total exportado), soja em grão (US$ 2,810 bilhões, 13,5%), carne de frango (US$ 1,185 bilhões, 5,7%), milho em grão (US$ 830,9 milhões, 4%), e farelo de soja (US$ 556,6 milhões, 2,7%).

As vendas brasileiras do segmento de produtos industrializados, no acumulado do ano, corresponderam a 15,2% (manufaturados representaram 10,5% da pauta e os semimanufaturados, 4,7%), sendo os principais produtos comercializados: suco de laranja (US$ 604,4 milhões, 2,9%), açúcar em bruto (US$ 566,9 milhões, 2,7%), açúcar refinado (US$ 213,7 milhões, 1,0%), ouro semimanufaturado (US$ 204,1 milhões, 1,0%), e café solúvel (US$ 171,5 milhões, 0,8%).

Na pauta de importação das trading companies, os bens industrializados representaram 95,5% (90,7% de manufaturados e 4,8% de semimanufaturados) e os produtos básicos corresponderam 4,5%. Os bens mais adquiridos pelo setor foram: automóveis de passageiros (US$ 1.324,9 milhões, participação de 32,6% do total importado), máquinas e aparelhos de terraplanagem (US$ 233,7 milhões, 5,8%), máquinas automáticas para processamento de dados (US$ 230,1 milhões, 5,7%), aparelhos transmissores e receptores de telefonia celular (US$ 130,3 milhões, 3,2%), borracha natural (US$ 102,1 milhões, 2,5%).

Mercados

O principal mercado de destino das exportações brasileiras do segmento, de janeiro a outubro deste ano, foi a China, com vendas de US$ 7,124 bilhões, representando 34,3% do total exportado. Na sequência, apareceram: Japão (US$ 1,659 bilhão, participação de 8%), Coreia do Sul (US$ 1,134 bilhão, 5,5%), Países Baixos (US$ 1,128 bilhão, 5,4%), Itália (US$ 795,3 milhões, 3,8%).

A China foi também principal mercado fornecedor das empresas trading companies nos dez primeiros meses do ano. O setor importou do mercado chinês US$ 821,7 milhões, valor equivalente a 20,2% das compras totais no ano. Na segunda posição está a Argentina (US$ 800,1 milhões, participação de 19,7%), seguida por Estados Unidos (US$ 530 milhões, 13%), México (US$ 264,3 milhões, 6,5%), Reino Unido (US$ 186,0 milhões, 4,6%).

Trading companies

As vendas ao exterior por intermédio das empresas trading companies são classif**adas como exportações indiretas e são equiparadas às exportações diretas no aspecto fiscal. Elas apresentam vantagens, principalmente, para o pequeno e médio produtor nacional que não dispõem de uma estrutura própria dedicada às operações de comércio exterior.

27/11/2012

Em seis dias úteis, país vendeu US$ 7,290 bilhões em mercadorias

27/11/2012

A China apresentou ao governo brasileiro uma lista de 421 produtos considerados prioritários para importação nos próximos anos e que terão alíquotas diminuídas.

27/11/2012

Exportadores brasileiros venderam US$ 55,1 milhões em alimentos e bebidas para China

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e promoveram, nas últimas terça e quarta-feiras (20 e 21 de novembro), o evento Flavours from Brasil (Sabores do Brasil) em Pequim (China).

Durante o evento, foram realizadas rodadas de negócios entre 18 empresas brasileiras dos setores de carnes bovina, de frango e suína, cafés especiais, vinhos e mel e 45 potenciais compradores de China, Taiwan, Hong Kong e Cingapura. Como resultado, estima-se US$ 55,16 milhões em negócios para as empresas brasileiras ao longo do próximo ano.

O evento incluiu, ainda, ações para divulgar a qualidade da produção brasileira para um público composto por autoridades, empresários, jornalistas e formadores de opinião chineses. Os convidados assistiram a workshops informativos sobre a produção brasileira e interagiram com painéis eletrônicos que exibiam informações sobre o país.

O evento contou com a presença do secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, e do subsecretário de Relações Internacionais do Agronegócio e diretor de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Lino Colsera.

A abertura do evento contou, ainda, com pronunciamentos do vice-secretário geral do Conselho Chinês para Promoção do Comércio Internacional (órgão com atribuição semelhante à da Apex-Brasil), Yu Xiaodong, e do diretor geral do Departamento de Feiras das Américas e Oceania do Ministério do Comércio da China, Xu Yingzhen. Ambos ressaltaram a importância do relacionamento comercial bilateral para China e Brasil, duas das maiores economias mundiais.

Os workshops informativos foram conduzidos por entidades setoriais parceiras da Apex-Brasil em projetos de promoção de exportações: União Brasileira de Avicultura (UBABEF), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

“Esta edição do Sabores do Brasil na China possibilitou às empresas brasileiras e asiáticas construir uma base sólida de relacionamento que permitirá incrementar os negócios nos próximos anos. Este foi um primeiro passo de um esforço que devemos fazer para estreitar a ligação das empresas e dos consumidores chineses com o nosso país, para que passem a nos considerar como um fornecedor de produtos diversif**ados, confiáveis e de qualidade”, comentou Ricardo Santana, coordenador da Unidade de Imagem e Acesso a Mercados da Apex-Brasil.

A Agência já realizou outras edições do evento Sabores do Brasil em mercados considerados prioritários para alimentos e bebidas, como Dubai (Emirados Árabes Unidos), Riad (Arábia Saudita) e Johanesburgo (África do Sul), em 2009 e 2010.

27/11/2012

Entendendo necessidades e criando soluções para seus clientes, Mult Line Comércio, Importação e Exportação Ltda, oferece seus serviços.

05/10/2012
05/10/2012

Definição do Negócio

O ramo de negócio da MULT LINE :- Comércio, Importação e Exportação e a representação comercial de produtos em geral

- Venda de produtos

05/10/2012

A nossa proposta é gerenciar e administrar todo o processo de importação atendendo todos os requisitos necessários para a nacionalização das mercadorias perante a lei. O preço final para o nosso cliente será sempre o menor porque procuramos não adicionar custo de mão-de- obra pelos serviços de importação

02/10/2012

Endereço

Rua BENEDITO TERCETTI-94/BAIRRO: JARDIM TROPICAL
Alfenas, MG
37130-000

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