27/05/2026
Comunicação clara não é favor, é infraestrutura de lucro!
Fomos criadas (os) para valorizar quem responde rápido, como se velocidade fosse sinônimo de competência.
Crédito da citação: compartilhada por .lobao (fonte do livro não identif**ada na publicação original). Dado populacional: IBGE, Censo 2022.
Sabe aquela (e) founder que entra numa reunião cheio de certezas e sai com as mesmas certezas? Esse é o problema.
Não faltam respostas no mundo dos negócios. O que falta é saber qual pergunta fazer antes.
Vi essa citação no perfil do Luis Lobão e ela não saiu da minha cabeça: pessoas inteligentes fazem as perguntas mais ponderadas, em vez de pensarem que já têm todas as respostas.
Cai direto no que vejo toda semana com empresas B2B que chegam até a minha pessoa.
A maioria chega com a resposta pronta: "preciso de audiodescrição para cumprir a lei." Não discordo.
Mas a pergunta que deveriam estar fazendo é outra: "Como eu uso a audiodescrição para abrir mercados que ainda não acesso?"
Capiscou?
São perguntas diferentes que levam a decisões completamente diferentes.
Quem pergunta só sobre conformidade, investe o mínimo f**a a ver navios, já as pessoas que fazem as perguntas sobre expansão de mercado, entende o valor real do que está na mesa.
O Brasil tem 8 milhões de pessoas com deficiência visual, segundo o IBGE. Uma audiência qualif**ada que a sua marca ainda não alcança porque ninguém fez a pergunta certa.
Mais respostas não geram decisões melhores. Perguntas melhores, sim.
A audiodescrição é, antes de tudo, uma pergunta que a sua empresa precisa fazer: até onde a minha comunicação realmente chega?
Não seja capacitista!
Me conta nos comentários: qual é a maior barreira que você enfrenta para tornar a comunicação da sua empresa mais acessível? Quero entender de verdade.