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Equity Mais Thiago Nigro e Rodrigo Gianotto impulsionando a cultura, gestão, marketing e vendas do seu negócio

Você provavelmente conhece a marca Yamaha, mas já reparou como sua postura diante do mercado? Arraste e veja o qir está ...
27/08/2026

Você provavelmente conhece a marca Yamaha, mas já reparou como sua postura diante do mercado? Arraste e veja o qir está por trás de tomadas de decisão que a deixam no topo há mais de 10 anos. ➡️

Empresas são construídas em ambientes de incerteza.Decisões precisam ser tomadas antes de existirem todas as informações...
25/08/2026

Empresas são construídas em ambientes de incerteza.

Decisões precisam ser tomadas antes de existirem todas as informações, investimentos são feitos sem garantia de retorno e mudanças importantes frequentemente exigem assumir riscos calculados.

A determinação empresarial não elimina a dificuldade; ela permite que o empresário avance apesar dela, avaliando o cenário, assumindo responsabilidade pelas decisões e corrigindo a rota quando necessário.

Ouvir quem já tomou decisões difíceis, enfrentou consequências e precisou encontrar soluções para continuar construindo é uma experiência prática que pode ser um divisor de águas para um empresário.

E é esse tipo de vivência que acontece no Equity+Experience em todas as edições. Para participar, aplique pelo link da bio.

Darwin não escreveu essa frase exatamente com essas palavras, ela é uma adaptação popularizada de suas ideias sobre sele...
22/08/2026

Darwin não escreveu essa frase exatamente com essas palavras, ela é uma adaptação popularizada de suas ideias sobre seleção natural.

O princípio, no entanto, é fiel ao que ele observou em anos de campo: as espécies que sobrevivem a mudanças ambientais não são necessariamente as maiores ou as mais inteligentes, mas as que possuem variação suficiente para que pelo menos alguns indivíduos se encaixem nas novas condições. Rigidez, mesmo quando acompanhada de força, é vulnerabilidade quando o ambiente muda.

No mundo dos negócios, o paralelo é direto. A Blockbuster era maior e mais estabelecida que a Netflix. A Nokia era mais experiente e mais capitalizada que a Apple em celulares. A GM tinha mais recursos do que a Toyota por décadas.

Em todos os casos, o que determinou o resultado não foi quem tinha mais, foi quem conseguiu mudar quando o ambiente exigiu. Adaptabilidade não é fraqueza ou falta de convicção. É a capacidade de manter o destino fixo enquanto ajusta o caminho.

A diferença entre empresas que atravessam décadas e as que desaparecem raramente está na qualidade do produto original ou no tamanho do investimento inicial. Está em como a liderança responde quando o mercado manda um sinal diferente do que esperava - se questiona suas premissas ou reforça o que já acreditava. Darwin chamou isso de seleção natural. No mercado, o nome é competição. O mecanismo é o mesmo.

No Equity+Experience, empresários discutem como construir organizações que mudam antes de serem forçadas, com quem já fez esse movimento. Próxima edição: link na bio.

Schopenhauer observou esse padrão na forma como ideias filosóficas eram recebidas ao longo da história. Mas ele descreve...
21/08/2026

Schopenhauer observou esse padrão na forma como ideias filosóficas eram recebidas ao longo da história. Mas ele descreve com precisão igual o que acontece com qualquer inovação de mercado.

A Uber foi proibida em dezenas de cidades ao redor do mundo antes de se tornar o padrão de transporte urbano em mais de 70 países.

O Airbnb foi processado por governos antes de ser incorporado às políticas de turismo dos mesmos governos. A cada grande mudança de modelo, a sequência que Schopenhauer descreveu se repetiu.

Para um empresário, a frase funciona como bússola em momentos de resistência. Quando uma ideia nova encontra ceticismo - de sócios, do mercado, de clientes - a questão relevante não é “por que estão resistindo?” mas “a resistência é sobre a ideia em si ou sobre o desconforto de mudar?”

Distinguir entre feedback legítimo e resistência à mudança é uma das habilidades mais importantes que um fundador desenvolve, e uma das mais difíceis de praticar sem distância crítica.

Schopenhauer não estava dizendo que toda ideia rejeitada é boa. Estava dizendo que toda boa ideia disruptiva é rejeitada antes de ser aceita. O movimento no mercado não valida a ideia, a execução ao longo do tempo é que faz isso. Mas a rejeição inicial tampouco invalida. É apenas o primeiro dos três estágios que ele descreveu.

No Equity+Experience, empresários discutem o que fazer com a resistência que toda decisão nova gera com quem já passou pelos estágios de Schopenhauer. Próxima edição: link na bio.

A Uber era imbatível em crescimento e famosa por uma cultura peculir. Em 2017 trocou de CEO, e em 2025, faturou US$ 52 b...
19/08/2026

A Uber era imbatível em crescimento e famosa por uma cultura peculir. Em 2017 trocou de CEO, e em 2025, faturou US$ 52 bilhões. O que mudou? Arraste e aprenda com esse caso. 👉

Edison registrou 1.093 patentes ao longo da vida - mais do que qualquer pessoa na história americana até então. Mas o qu...
18/08/2026

Edison registrou 1.093 patentes ao longo da vida - mais do que qualquer pessoa na história americana até então. Mas o que poucos sabem é que ele operava com um método deliberado: seu laboratório em Menlo Park era uma fábrica de tentativas.

Ele e sua equipe testavam centenas de variações de cada ideia antes de chegar ao que funcionava. A lâmpada incandescente, segundo seus registros, envolveu mais de 6 mil materiais diferentes testados para o filamento antes de encontrar o correto.

A frase da imagem é sobre desmistificar resultado: quando uma empresa lança um produto que parece ter surgido do nada, ou um empresário toma uma decisão que parece brilhante, o que está invisível é o acúmulo de tentativas, ajustes e aprendizados que tornaram aquele momento possível.

O que parece inspiração quase sempre é a superfície visível de uma enorme quantidade de trabalho que ficou debaixo d’água.

Para empresas, a lição prática de Edison é sobre o valor de sistemas que permitem testar rápido e falhar barato. Não esperar pela ideia perfeita para começar a executar, mas começar a executar para descobrir qual ideia é boa. É o mesmo princípio que ele usava em Menlo Park no século XIX, e que metodologias ágeis de produto redescobriram mais de cem anos depois.

No Equity+Experience, empresários compartilham o que estava por trás dos resultados que parecem simples de fora, e o que levou para chegar lá. Próxima edição chegando, garanta seu lugar falando com nossa equipe, aplique pelo link na bio.

Pascal era matemático, físico e filósofo. Entendia melhor do que a maioria que clareza de expressão é consequência de  c...
18/08/2026

Pascal era matemático, físico e filósofo. Entendia melhor do que a maioria que clareza de expressão é consequência de clareza de pensamento - e que essa clareza custa tempo e esforço deliberado.

É mais fácil escrever muito do que escrever bem. É mais fácil fazer uma apresentação de 30 slides do que fazer uma de 10 que diz o mesmo com mais impacto. A frase soa como paradoxo, mas é uma descrição precisa de como o pensamento funciona.

Em gestão, o princípio de Pascal aparece em toda reunião que durou duas horas e poderia ter durado trinta minutos, em todo relatório com quinze páginas que ninguém leu até o fim, em toda estratégia que precisou de um documento longo para ser explicada porque ainda não estava clara nem para quem a escreveu.

Complexidade excessiva raramente é sinal de profundidade - é sinal de que o pensamento ainda não foi concluído.

Líderes que comunicam com clareza tomam decisões mais rápidas, alinham times com menos ruído e criam organizações que executam melhor. Isso porque investiram o tempo que Pascal descrevia em deixar o pensamento limpo antes de comunicar.

A clareza é um ato de respeito pelo tempo de quem recebe a mensagem. E, no contexto empresarial, é também uma vantagem competitiva concreta.

No Equity+Experience, empresários trocam experiências sobre assuntos como esse: comunicar o que importa com precisão, para quem precisa ouvir. Próxima edição: link na bio.

Conhece essa história? Arraste e aprenda com esse caso a não pegar “empréstimo do futuro”. ➡️
13/08/2026

Conhece essa história? Arraste e aprenda com esse caso a não pegar “empréstimo do futuro”. ➡️

Rockefeller construiu a Standard Oil no final do século XIX e se tornou o primeiro bilionário da história, em uma época ...
12/08/2026

Rockefeller construiu a Standard Oil no final do século XIX e se tornou o primeiro bilionário da história, em uma época sem internet, sem a tecnologia que temos hoje e sem os mercados financeiros como conhecemos.

Quando perguntaram o que ele mais valorizava em um profissional, ele não falou sobre habilidade técnica, experiência ou inteligência. Ele respondeu sobre a capacidade de se relacionar com pessoas. Para alguém que construiu um império negociando, formando parcerias e liderando equipes cada vez maiores, a resposta fez todo sentido.

A ciência da gestão moderna confirma o que Rockefeller descrevia por instinto. A Gallup aponta que 70% da variação no engajamento de uma equipe está relacionada à qualidade do gestor. Ou seja, a liderança no dia a dia é que faz diferença.

A Harvard Business Review também já mostrou uma relação entre inteligência relacional dos líderes e melhores resultados das equipes, a mesma conclusão de Rockefeller muito antes.

E talvez seja justamente essa essência que torna a ideia tão atual. Ainda existe uma tendência nas empresas de promover pessoas principalmente porque elas são boas tecnicamente. No entanto, ser bom no que você faz não significa, necessariamente, saber liderar pessoas.

A parte técnica pode ser desenvolvida, mas o mais difícil é aprender a entender as pessoas, dar direção, criar confiança e fazer um time trabalhar bem junto. Quando isso falta em uma liderança, o impacto não demora a aparecer - no desempenho, no clima e até na capacidade de crescimento da empresa.

No Equity+Experience, empresários discutem como identificar e desenvolver as pessoas certas para liderar, olhando para critérios que vão muito além do currículo.

Próxima edição chegando, aplique pelo link na bio.

Cícero era o maior orador de Roma. Entendia melhor do que ninguém que palavras sem direção são ruído, e ação sem destino...
12/08/2026

Cícero era o maior orador de Roma. Entendia melhor do que ninguém que palavras sem direção são ruído, e ação sem destino é movimento desperdiçado. A frase resume um princípio que atravessa qualquer campo de atuação: antes de decidir como fazer, é preciso ter clareza sobre o quê e o porquê.

Sem isso, qualquer decisão parece razoável - e é exatamente essa aparência de razoabilidade que torna a falta de direção perigosa.

Em gestão, a ausência de clareza estratégica raramente aparece como confusão. Aparece como reuniões que não chegam a lugar algum, iniciativas que não se conectam, times que trabalham muito sem saber exatamente para quê. A empresa está em movimento - só não sabe se o movimento está levando para onde precisa ir.

Segundo a EY Brasil, 69% dos líderes brasileiros apontam “equilibrar urgência e visão de longo prazo” como seu maior desafio. É o sintoma exato do que Cícero descrevia.

Clareza de destino é o ponto fixo que permite adaptar o caminho sem perder a direção. Empresas que crescem com consistência não são as que nunca mudam de rota, mas sim as que sabem o suficiente sobre onde querem chegar para reconhecer quando estão se afastando e quando estão se aproximando.

No Equity+Experience, empresários afinam a clareza sobre para onde estão indo - com quem já fez o mesmo exercício e pode dizer o que mudou depois. Próxima edição: link na bio.

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