12/08/2026
Rockefeller construiu a Standard Oil no final do século XIX e se tornou o primeiro bilionário da história, em uma época sem internet, sem a tecnologia que temos hoje e sem os mercados financeiros como conhecemos.
Quando perguntaram o que ele mais valorizava em um profissional, ele não falou sobre habilidade técnica, experiência ou inteligência. Ele respondeu sobre a capacidade de se relacionar com pessoas. Para alguém que construiu um império negociando, formando parcerias e liderando equipes cada vez maiores, a resposta fez todo sentido.
A ciência da gestão moderna confirma o que Rockefeller descrevia por instinto. A Gallup aponta que 70% da variação no engajamento de uma equipe está relacionada à qualidade do gestor. Ou seja, a liderança no dia a dia é que faz diferença.
A Harvard Business Review também já mostrou uma relação entre inteligência relacional dos líderes e melhores resultados das equipes, a mesma conclusão de Rockefeller muito antes.
E talvez seja justamente essa essência que torna a ideia tão atual. Ainda existe uma tendência nas empresas de promover pessoas principalmente porque elas são boas tecnicamente. No entanto, ser bom no que você faz não significa, necessariamente, saber liderar pessoas.
A parte técnica pode ser desenvolvida, mas o mais difícil é aprender a entender as pessoas, dar direção, criar confiança e fazer um time trabalhar bem junto. Quando isso falta em uma liderança, o impacto não demora a aparecer - no desempenho, no clima e até na capacidade de crescimento da empresa.
No Equity+Experience, empresários discutem como identificar e desenvolver as pessoas certas para liderar, olhando para critérios que vão muito além do currículo.
Próxima edição chegando, aplique pelo link na bio.