25/05/2026
Empresas familiares respondem por 65% do PIB brasileiro e 75% dos empregos formais do país, segundo o IBGE. São o coração da economia. E ainda assim, segundo pesquisa da PwC, 75% delas fecham após a primeira sucessão. Menos de 10% chegam à terceira geração.
O problema geralmente não é o herdeiro, mas sim a ausência de um processo de transição estruturado.
A maioria dos fundadores constrói a empresa em torno de si. Das relações, das decisões, da reputação pessoal. Quando saem, o que vai junto não é só o cargo. É a estrutura invisível que mantinha tudo funcionando. Segundo a KPMG, apenas 47% das empresas familiares brasileiras têm algum plano de sucessão formalizado. As outras 53% estão torcendo para que a transição aconteça bem.
Sucessão não é evento. É processo. Começa anos antes da saída, passa por definir critérios objetivos para escolha do sucessor, separar o que é família do que é gestão, e construir uma estrutura que sobreviva à ausência do fundador. Quem faz isso cedo transforma a empresa em um ativo. Quem adia, corre o risco de deixar um passivo.
Você já havia pensado sobre isso ou conhece alguma empresa que está prestes a passar o bastão? Compartilhe o post e siga .mais para mais conteúdos de valor.