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Oratória e Comunicação: palavras-chave para o sucesso profissionalComunicar-se bem é uma das habilidades mais exigidas e...
05/10/2020

Oratória e Comunicação: palavras-chave para o sucesso profissional

Comunicar-se bem é uma das habilidades mais exigidas e valorizadas no mercado e no dia a dia corporativo e tem mais peso que currículo, segundo especialistas.
A necessidade de aprimorar a forma como se comunicam com os demais tem sido uma preocupação cada vez mais recorrente entre os profissionais, afinal, hoje, a oratória e a comunicação são requisitos para ascender na carreira e conseguir se manter ativo no mercado de trabalho.

Empresas especializadas em carreira e mercado profissional já consideram que a performance do candidato em uma entrevista de emprego, especialmente a forma como ele se comunica, tem mais impacto do que o currículo em si.
Aprimorar a oratória é o caminho para se relacionar melhor com os outros, tanto no ambiente de trabalho como na vida pessoal. Saber como aplicar as principais técnicas de oratória, ser capaz de gesticular e de organizar o raciocínio são diferenciais em todas as situações de exposição de fala.

Perder o medo de expressar suas ideias – e conseguir fazer isso da melhor forma – é possível através da prática e da orientação de profissionais conscientes da importância que a comunicação exerce no nosso dia a dia. Por essa razão, a procura por cursos de oratória tem crescido consideravelmente no Brasil.
Quais são as principais habilidades de comunicação?

Ser um bom comunicador – e demonstrar isso na rotina profissional – envolve uma série de habilidades, entre elas:

- Organizar o raciocínio

A capacidade de estruturar as próprias ideias e, assim, conseguir expressá-las de uma forma compreensível aos demais é imprescindível. Mas, além de conseguir falar com clareza, a organização do raciocínio deve permitir que o que se fala seja interessante, já que um dos principais desafios é ganhar e reter a atenção dos demais.

- Falar com assertividade e ser persuasivo

Falar bem é ser o mais claro possível e ter alto grau de persuasão. Em entrevistas de emprego, reuniões de trabalho e negociações com clientes, essa habilidade se faz ainda mais requisitada. Hoje, o profissional que não consegue ser assertivo e persuasivo em suas conversas ou exposições orais corre sérios riscos de ficar para trás, visto que o mercado se torna mais competitivo dia após dia.

- Ter uma boa linguagem não-verbal

Para ser um bom comunicador, não basta apenas conseguir utilizar a linguagem verbal, expressando conteúdos de forma interessante e eficaz. É indispensável ter uma boa postura, manter contato visual, saber gesticular e utilizar a voz corretamente. Todo esse conjunto é o que compõe a linguagem não-verbal, um dos aspectos da comunicação pessoal.

- Fazer boas apresentações em público

A ideia de que apresentações em público são restritas a profissionais da comunicação ou a palestrantes já está ultrapassada. Agora, todos os profissionais – especialmente aqueles que ocupam cargos de liderança – precisam saber como fazer apresentações, seja qual for a área em que trabalham. Isso acontece porque, atualmente, não basta alcançar bons resultados: é preciso saber falar sobre eles.
“Existem pessoas com ideais incríveis e soluções maravilhosas para questões bastante sérias da atualidade. Porém muitas dessas não são capazes de se comunicarem e colocarem as suas ideias para o mundo, seja por timidez, medo ou apenas por falta de prática e técnica”, conta Matheus Jacob, sênior da empresa.

Font: https://www.mundodomarketing.com.br/noticias-corporativas/conteudo/199947/oratoria-e-comunicacao-palavras-chave-para-o-sucesso-profissional?fbclid=IwAR18sjjN6olhUrwIT8cWPom70uAWruIYJPFpLr9se1VCt2vcCPVwySq-wYc

1.  O “branco” só ataca quem não o respeita.Quantas vezes diante de um público, você já viu oradores ficarem com a boca ...
05/10/2020

1. O “branco” só ataca quem não o respeita.
Quantas vezes diante de um público, você já viu oradores ficarem com a boca seca, as mãos suadas e as pernas trêmulas? Sabem por que isso acontece? Porque achamos que, na hora do sufoco, damos um “jeitinho”. Nada disso! O “branco” exige o nosso mais profundo respeito. E respeitá-lo é não temê-lo!

2. “Olhos nos olhos quero ver o que você diz!”
Lembram-se desta música do Chico Buarque? Nossos interlocutores querem que nos interessemos por eles. Por isso, para prendermos sua atenção, é preciso falarmos com eles, mantermos o tom de conversa, de olho no olho.

3. Você é orador ou oradora de quantos gestos?
Você sabia que, antes de dirigirmos a palavra, o nosso corpo já denuncia se estamos nervosos? Ou, ou ao contrário, se estamos seguros? Mas, como saber isso? Que tal você ter suas apresentações filmadas para receber orientação de como usar a gestualidade e a postura?

4. “Conte-me uma história. Só mais uma!”
Não há criança no mundo que peça aos pais para não lhes contarem histórias. Pelo contrário, querem mais uma, só mais uma antes de dormirem! As histórias são poderosas porque formam um cenário em nossa mente. Com os adultos, o processo é o mesmo. Gráficos, planilhas, números projetados em uma tela são importantes, mas só nos emocionam se soubermos as histórias que estão por trás do resultado alcançado pela nossa empresa, as histórias que levaram a nossa equipe a atingir as metas propostas pela diretoria.

5. “Saio das reuniões rouco de tanto ouvir.”
Tancredo Neves, político experiente que era, disse uma vez esta frase, que parece um disparate. Mas ele não deixa de ter razão. Sabe aquele amigo ou amiga que você chama de confidente? Eles não têm o dom de escutar você? Assim também são os oradores que sabem ouvir. Escutar seus ouvintes, saber o que eles querem ouvir é saber interagir. Por isso, parafraseando o escritor Rubem Alves, é preciso que um curso de oratória seja também de “escutatória”.

Font: https://www.revide.com.br/noticias/publieditorial/5-passos-necessarios-para-quem-quer-perder-o-medo-de-falar-em-publico/

Atribui-se a Martin Luther King uma frase de valor inquestionável: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silê...
05/10/2020

Atribui-se a Martin Luther King uma frase de valor inquestionável: “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. Acredito profundamente que, aqueles que tem uma mensagem importante a ser levada para o mundo, precisam utilizar a ferramenta da comunicação para dissemina-la com alma e intensidade. Afinal, a sua mensagem pode fazer a diferença no mundo. Este capítulo é um convite a olhar para dentro e compreender a diferença que você quer fazer no mundo através da sua mensagem e acima de tudo, acreditar que você pode começar a fazer isso agora mesmo.

Os dois vetores da Oratória com Propósito

Perceba que a maioria das escolas de oratória ensinam técnicas e dicas poderosas sobre como falar melhor, mas acabam deixando de lado outro vetor que é essencial: o propósito da sua fala. Ou seja, geralmente aprendemos sobre a “ação”, mas nos desconectamos da “intenção” por trás da nossa comunicação. Acredito que uma comunicação sem propósito não tem alma e, por isso, é vazia, superficial e insignificante. Precisamos reconhecer nosso propósito e perceber que nossas falas devem manifesta-lo para o mundo e impactar positivamente pessoas ao nosso redor.

Concluímos que a oratória com propósito se dá a partir do equilíbrio dinâmico entre a técnica eficiente (vetor da ação) e a intensidade de alma (vetor da intenção). Vamos analisar cada um dos vetores separadamente:

Vetor da Ação: aqui está a técnica, as ferramentas, a parte mais pragmática e objetiva.

Exemplos: segurar corretamente o microfone, manter a postura ereta, sorrir, olhar nos olhos, chamar as pessoas pelo nome, se movimentar no palco, não deixar as mãos nos bolsos, etc.

Vetor da Intenção: aqui está o seu desejo de transformação, o legado que você quer ajudar a construir a partir da sua comunicação, a diferença que você quer fazer na vida dos receptores da sua mensagem.

Exemplos: ajudar as pessoas a despertarem para o seu propósito, fomentar o autoconhecimento, provocar reflexões e insights, melhorar relacionamentos

Quais dos dois vetores são mais importantes? Seria como responder se a razão ou emoção é mais importante. Os dois tem um papel fundamental para o nosso desenvolvimento. Da mesma forma, os dois vetores apresentados são essenciais e se complementam.

Caso tenhamos alta intensidade no vetor de ação e pouca intensidade no vetor de intenção, podemos nos tornar robóticos e mecânicos. Afinal, uma técnica muito apurada sem uma causa genuína se torna absolutamente vazia.

Oratória com Propósito = Ação Eficiente X Intenção Nobre

Gostaria de finalizar este nosso encontro com uma frase que me encanta, de Raplh Waldon Edson: “Suas atitudes falam tão alto, que eu nem consigo ouvir o que você diz.” Portanto, convido você a acreditar que as palavras convencem, mas o exemplo arrasta. Permita que as suas ações sejam manifestações do seu desejo de transformação e que as suas palavras sejam absolutamente congruentes com a sua atitude e comportamento.

Font: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/oratoria-com-proposito/

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