21/12/2022
Embora o termo Blue Print seja muito utilizado em indústrias, mais especificamente nas áreas de engenharia, a ferramenta que falaremos nesse post é um pouco diferente. Também serve como meio para entender detalhes de uma engenharia, mas desta vez, o Blue Print será direcionado para uma engenharia de fluxo de serviço.
Quando falamos de oferecer serviços, invariavelmente (e acertadamente) atrelamos a felicidade do nosso cliente ao sucesso da oferta. Entretanto, para que possamos encontrar eficientemente melhorias na nossa oferta, precisamos entender as minúcias da experiência que entregamos, claro, sob a ótica do cliente.
Qual é o momento exato onde a experiência com a nossa marca começa? Quando ela termina (se termina)? Quais são os micros momentos de interação? O que o cliente faz nesses micros momentos? O que ele gostaria na verdade de fazer? O que ele sente? Como ele gostaria de ser ajudado? Ele gostaria de ser ajudado? Onde, no fluxo, ele se sente bem? Onde e quando, no fluxo, ele se sente apreensivo ou receoso?
As perguntas são inúmeras e devem ser escolhidas em função do seu tipo de oferta, das hipóteses que você tem e dos problemas que quer resolver. A partir daí, com uma fundamentação bem elaborada o trabalho volta-se para parte prática; pesquisa de campo.
Crie uma matriz visual do seu fluxo de serviço, entreviste uma base amostral confiável, registre as respostas e dados, compile-os e analise-os. Ao fazer isso, você terá um “spot de luz” clarificando os momentos exatos da experiência do cliente onde você precisa prioritariamente direcionar energia para melhorar. E fazendo isso em ciclos, você certamente criará um fluxo de serviço encantador para seus clientes!