14/08/2026
Até que ponto estamos cuidando da carreira sem cuidar de quem sustenta essa carreira?
O encontro promovido pelo CRA-MG, sobre Saúde Mental e Inteligência Emocional: autocuidado e transição de carreira, trouxe uma reflexão especialmente necessária em um mercado marcado por pressão, mudanças aceleradas e crescente longevidade profissional.
Transição de carreira não é apenas trocar de empresa, cargo ou função. É atravessar um período que mexe com identidade, autoestima, segurança, expectativas e percepção de valor profissional.
E aqui existe um ponto que merece atenção: competência técnica não protege ninguém, sozinha, dos impactos emocionais de uma mudança profissional.
Na MBRH, acompanhamos de perto esse processo. Por isso, entendemos que uma transição consistente precisa integrar estratégia de mercado, autoconhecimento, posicionamento, inteligência emocional e capacidade de tomar decisões sem permitir que a ansiedade pelo próximo passo comprometa a qualidade das escolhas.
Especialmente para profissionais mais experientes, existe ainda outro desafio: não permitir que o mercado transforme experiência em idade, quando ela deveria ser reconhecida como repertório, maturidade e capacidade de gerar valor.
Carreira e saúde emocional não são agendas paralelas. Uma influencia diretamente a outra.
Talvez a pergunta não seja apenas “qual será meu próximo trabalho?”, mas: “quem preciso ser e como preciso estar para construir, de forma saudável e estratégica, o próximo capítulo da minha trajetória?”
Essa é uma discussão que o mercado de trabalho não pode mais adiar, concorda?
www.mbrh.com.br