Verso Desenvolvimento Humano

Verso Desenvolvimento Humano Programas: Coaching Executivo, Profissional, Carreira, Pessoal. Consultoria em Gestão, Liderança e Equipes. Programas de autotransformação. Mindfulness.

A VERSO tem como foco de atuação o ser humano como um ser de possibilidades, capaz de aprender sempre e gerar mudanças qualitativas para si mesmo e para sua vida pessoal e profissional, para a organização e para a sociedade. Utiliza metodologias diferenciadas e inovadoras da neurociência, inteligência emocional, design thinking para modelos de negócio pessoal e empresarial, e tem como proposta fazer mais e fazer diferente. Programas:
Abertos e "in company"
Individual e grupos
Modular e intensivo

O que é resiliência e como é importante na nossa vida!A resiliência é fundamental para conseguirmos superar os diversos ...
10/05/2017

O que é resiliência e como é importante na nossa vida!

A resiliência é fundamental para conseguirmos superar os diversos desafios que somos obrigados a enfrentar ao longo da vida, sejam eles pessoais ou profissionais.

Mas antes, o que é resiliência, você sabe?

A resiliência é a capacidade de superar os obstáculos, não deixando que eles interfiram na sua saúde mental. As pessoas resilientes nunca perdem a esperança e têm uma visão bastante positiva e otimista sobre as situações, mesmo nos momentos mais difíceis de suas vidas.

Caros,Convite para uma nova vivência!Curtam e divulguem para seus contatos.
08/07/2016

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Uma chamada para um novo momento! Experimente!
28/06/2016

Uma chamada para um novo momento! Experimente!

22/06/2016

A HISTÓRIA DE IMPERFEIÇÃO DE CADA UM

Adalgisa Almeida*
Então me deparei com a história de Soraya, que pode ser a minha, a sua história, a do Murilo, a de muitos de nós. Soraya era uma criança encantada com a arte e o sonho de ser artista. As esculturas, desenhos, sempre tão perfeitos em sua mente, tornavam-se borrões e rabiscos tortos quando os colocava no papel. Tentou dança e teatro e os pés se embaralhavam e as falas eram como grasnidos de gansos.
E nas exposições e festinhas escolares, os elogios e palmas eram para os trabalhos, as realizações dos colegas, "os artistas". Soraya se indagava: "O que há de errado comigo?"
E na adolescência mirava seu corpo, seu rosto, suas roupas e maquiagens e se sentia aquém da beleza das demais garotas com quem convivia. O sentimento de imperfeição, o fantasma da inadequação não se afastava dela, e anos se passaram com Soraya se consumindo nessa dor. A fuga da convivência, falar baixo, se camuflar, se mascarar, não se fazer notar passou a ser sua defesa. E o refrão interno se repetindo:"Não sou tanto quanto... Não me encaixo, ...Não consigo". Mostrar-se seria deixar as ditas imperfeições expostas e ter que admiti-las.
A vida adulta chegou e com ela uma nova consciência foi se descortinando, e Soraya começou um processo, com paciência e coragem, para se livrar dessas visões distorcidas. Se desnudar diante de si mesma foi o primeiro passo entremeado com vários momentos de se colocar no colo, se acolher e se embalar. E olhar para cada parte de si mesma, aceitá-las e ter orgulho delas. Raiva, medo, dor, vergonha, sentir-se vulnerável, foi gradativamente suavizado por alívio, alegria, paz orgulho de si mesma em se aceitar como é.
E a compreensão do seu direito de ser imperfeita chegou com a clareza de que o erro era acreditar que os outros eram a perfeição e querer imitá-los e, assim, aceitar se diminuir, se desvalorizar. Que o erro era não questionar as crenças e falsos valores que a sociedade nos impõe e obscurece nossa possibilidade de ter uma vida plena e feliz com coragem e alegria.
E você?.... Qual é a sua história?
Ter sido desastrado na infância? Não ter conseguido vencer nos torneios? Considerado o "menos inteligente" e se sentido ofuscado pelo irmão mais velho? Um desemprego? Uma rejeição e amor frustrado? A bebida que o envolveu com a promessa de acabar com suas dores? O casamento desfeito sem que você se desse conta de havia algo errado?
Ou a vergonha de não ter se saído bem na palestra que deu? De não se sentir a mulher e mãe maravilhosa, o pai que tudo resolve? A grande executiva? O gestor mais proclamado e bem remunerado? O médico bem conceituado pela classe? A professora em destaque na faculdade? Ser convidado para todos os eventos?
Em uma sociedade que cultua o perfeccionismo, que nos incita à competição para ser o melhor, a melhor, sem direito a erros, usamos um verdadeiro arsenal de máscaras, justificativas, imagens idealizadas e projetadas, biombos e paredes atrás dos quais nos escondemos para não nos expor, não sentir decepção, minimizar o desconforto, não encarar nossa vulnerabilidade.
Ao fugir e se defender das emoções como a mágoa, o medo, a frustração, a decepção, nos fechamos para a aceitação, o amor, a compaixão para conosco mesmo e com os outros. E, ao não assumir este nosso lado tão humano da realidade de sermos imperfeitos, nos impedimos de desfrutar a beleza de acolher a pessoa que realmente somos de verdade e de usufruir de todas as oportunidades que a vida tem a nos oferecer.
Convido você a ousar acolher e assumir seu direito de ser imperfeito, de errar, aprender e dar a volta por cima. Dê sua mão a todos nós que também o somos. Dê o grande passo para acolher e integrar todas as suas experiências, perfeitas e imperfeitas, que fazem parte da sua história de vida. A sua ação as transforma.

*Adalgisa Almeida – Consultora de empresas (gestão, liderança, equipes); Executive, Professional, Carrier e Personal Coach; Facilitadora em programas de autotransformação: metodologia Pathwork, Mindfulness.

04/06/2016

OUSE ASSUMIR A SUA IMPERFEIÇÃO E SE ACEITAR TAL QUAL É!
Adalgisa Almeida*

Para todo lado que me viro sou convocada a Ser Perfeita. Os outdoors mostram belos modelos, masculinos e femininos como padrões de beleza e elegância, e eu olho para mim e me comparo. Não me pareço muito, mas, quem sabe... um pouquinho em alguma coisa. Ou... talvez um dia?!...
Vou fazer uma entrevista e a clássica pergunta: "Quais são seus pontos fortes?.. Seus talentos?... O que as pessoas dizem que você faz bem?..."
E se você é um gestor ou se candidata a, existe uma interminável lista de habilidades e competências desejáveis que você vasculha em si mesmo e, ainda que seja em teoria, você tenta identificar que possui para fazer bonito.
Numa reunião de amigos muitas conversas giram em torno da roupa que fulana estava usando. Comprada onde?... Já usou em outra ocasião?... Ou então sobre as gafes que foram cometidas pela beltrana. Busco sinais de imperfeição no outro para encobrir o que não quero mostrar e considero como minha imperfeição.
Em casa, os nossos pequenos querem usar a roupa da Frozen, do Super Homem para se sentirem importantes, perfeitos dentro da sua fantasia. E choram quando não se percebem tão lindos como o coleguinha.
Enquanto estão comportados, limpinhos, sem "aprontar confusão" eles são aceitos e admirados: "Que criança bem-comportada! Que fofinha! Parece uma mocinha! É tal qual um homenzinho!" Caso contrário, vira o patinho feio gerando insatisfação e acaba por levar reprimenda dos pais.
E, quem diria, temos um discurso sobre a espontaneidade e simplicidade da infância. Não nos damos conta que nosso olhar é seletivo e repleto de juízo de valor para com a criança, inclusive para com a nossa criança, se a temos. Queremos que ela faça bonito, que seja e esteja charmosa, para sermos vistos como bons educadores e cuidadores.
As exigências e cobranças são imensas, vindas de todos os lados, e para onde me viro deparo com a realidade que projetei para mim: "Não consigo atender às exigências que imagino me são feitas. Não consigo ser elegante o bastante... magra o bastante... inteligente e competente o bastante... alegre e divertida o bastante..." E sem perceber sinto carregar sobre mim o pesado fardo do sentimento de inadequação, de vergonha de ser quem e como sou, de pensar que não correspondo às expectativas. Na verdade, o que ocorre é que não correspondo às exigências que faço a mim mesma. A imagem que idealizei e quero projetar da minha pessoa não corresponde àquela que de fato sou.
É quando me vem à lembrança a história do amor-perfeito no jardim do rei. Conta-se que em certa manhã um rei foi ao seu jardim e encontrou as plantas murchando e morrendo. Perguntou ao carvalho que ficava junto ao portão o que significava aquilo.
Descobriu que a árvore estava cansada de viver porque não era alta e elegante como o pinheiro. O pinheiro, por sua vez, estava desconsolado porque não produzia uvas como a videira. A videira ia desistir da vida porque não podia ficar ereta e nem produzir frutos delicados como o pessegueiro. O gerânio estava agastado porque não era alto e cheiroso como o lírio. O mesmo acontecia com todo o jardim.
Chegando ao amor-perfeito, o rei encontrou sua corola brilhante e erguida alegremente como sempre. Então lhe disse: "Muito bem meu amor-perfeito, alegro-me de encontrar no meio de tanto desânimo uma florzinha corajosa e feliz. Você não parece nem um pouco desanimado".
- "Não, não estou, meu rei! Eu não sou de muita importância, não sou grande nem forte, não tenho beleza ou perfume, mas apenas achei que se no meu lugar nosso Deus quisesse um enorme carvalho, um pinheiro, um pessegueiro ou um lírio, Ele teria plantado um deles. Mas sabendo que o Senhor Deus queria um amor-perfeito, estou resolvido a ser o melhor amor-perfeito que posso ser".
Cada um de nós está aqui porque o universo, a sociedade, as pessoas, precisam de nós como somos. Do contrário, outra pessoa estaria aqui em nosso lugar. Cada um tem uma missão especial que somente podemos realizar sendo como somos. E o que vemos hoje é que muitos e muitos de nós se perdeu, cada um tentando ser uma outra pessoa, nos mascarando como um outro ser diferente do que somos, e não assumindo nossa essência, nossa verdade interior.
Temos medo e vergonha de mostrar nossa vulnerabilidade, imperfeição, e com isto nos afastamos de nós mesmos e do outro, que tem dificuldade de se aproximar de nós, por não conseguir ter clareza de quem e como somos. E o incrível é que o que imaginamos como sendo a nossa imperfeição aos olhos dos outros, é vista como a nossa perfeição, nossa singularidade. É através dela que nos irmanamos, nos unimos e podemos, de fato, contribuir para a própria felicidade e felicidade do outro.
A necessidade de sermos aceitos, amados, incluídos é ainda mais urgente que a simplicidade de apenas SER. E ainda não sabemos o que é apenas SER.
Quando me pergunto se eu me amo, titubeio e a resposta não vem rápida, concluída, redonda. Costumo dizer um tímido “sim” acompanhado de um “mas... A resposta não é espontânea pelo simples fato de ainda não conseguir ser realmente autêntica comigo mesma.
Convoco cada um de vocês, assim como convoco a mim mesma: “Pare de tentar ser perfeito. Ouse assumir a sua imperfeição e aceite-se tal qual é, no ambiente em que se encontre, na idade e situação que esteja. ”
E pratique o exercício diário de se acolher, aceitar sua diferença, sua “enganosa” imperfeição e entender e respeitar o outro na sua individualidade. É através dessa diferença que permaneceremos “imortais”, como seres únicos dentro de um mundo de imensas possibilidades.

*Adalgisa Almeida – Consultora de empresas (gestão, liderança, equipes); Executive, Professional, Carrier e Personal Coach; Facilitadora em programas de autotransformação - metodologia Pathwork, e em Mindfulness.

18/12/2015
27/10/2015

O Design Thinking é uma abordagem que te permite olhar para a ponta antes de inovar. Conheça o passo a passo para usar o Design Thinking na sua empresa.

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19/10/2015

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Sara Lazar, neurocientista da Escola de Medicina de Harvard uma das primeiras cientistas a aceitar a respeito dos benefícios da meditação

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03/09/2015

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REDUZA SEU ESTRESSECURSOS MINDFULNESS – MEDITAÇÃO DA ATENÇÃO PLENA EM SETEMBRO - FAÇA SUA ESCOLHA!!!Mindfulness designa ...
03/09/2015

REDUZA SEU ESTRESSE
CURSOS MINDFULNESS – MEDITAÇÃO DA ATENÇÃO PLENA EM SETEMBRO - FAÇA SUA ESCOLHA!!!

Mindfulness designa um estado mental de atenção plena, intencional, no momento presente, com aceitação, sem críticas e julgamentos.
É tomar consciência mais clara dos seus pensamentos, emoções, da realidade, para fazer escolhas mais acertadas de como agir na vida.
Esse estado mental pode ser treinado por meio de técnicas e exercícios a serem aplicados no dia-a-dia.

BENEFÍCIOS
• Redução do estresse diário
• Gerenciamento da ansiedade
• Aumento do foco, desempenho e produtividade
• Controle da depressão e de distúrbios do sono
• Manejo da dor

Conteúdo Programático
• Fundamentação, conceitos e benefícios
• Vivência de práticas meditativas formais e informais para o dia a dia
• Entrega de material para a prática - audiovisual
• Certificado de participação
• Incluso a participação em um encontro para a prática de meditação pós curso

Modalidade I: Curso de 8 semanas
• Data: 30 de setembro/ 18 de novembro (todas as quartas)
• Horário: 19h15 - credenciamento/ 19h30 ás 21h30 - curso

Modalidade II: Curso intensivo
• Data: 19 e 20 de setembro (sábado e domingo)
• Horário: 8h15 - credenciamento - 8h30 as 17h30

Local
• Clínica Guanambi
Rua Manoel Couto 316 - Cidade Jardim - BH/MG

Facilitadora: Adalgisa Almeida
• Vivências práticas de meditação desde 2001
• Instrutora certificada em Mindfulness (Escola Paulista de Medicina/UNIFESP)
• Certificada em Constelação Familiar e Organizacional (Instituto Bert Hellinger)
• Formando no Programa Pathwork de Transformação Pessoal / MG (set/2015)
• Personal, Carrer & Executive Coach (Sociedade Brasileira de Coaching/SBC)

Investimento e Forma de Pagamento
R$ 630,00 por participante (curso 16 horas)
A vista com 10% de desconto ou 03 parcelas mensais

Vagas limitadas
Faça sua pré-inscrição e garanta sua participação
http://www.versodesenvolvimentohumano.com.br/o-que-oferecemos/agenda-cursos-abertos ou [email protected] / (31) 3586-9575 / (31) 9953-1897

02/09/2015

Mindfulness - Meditação da atenção plena no momento presente, sem se apegar aos pensamentos. Técnicas e práticas diárias. Promove a redução do estresse, melh...

Endereço

Belo Horizonte, MG
34018-124

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