WM Consultoria em Gestão de Negócios e Estratégia Empresarial

WM Consultoria em Gestão de Negócios e Estratégia Empresarial CONSULTORIA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS E ESTRATÉGIA EMPRESARIAL. DIAGNÓSTICO DE NEGÓCIOS, PLANEJAMENTO FINANCEIRO, ASSESSORIA EMPRESARIAL

13/03/2019

Bom dia Clientes e amigos que curtem nossa página. Em breve teremos ótimas novidades para todos vocês!! Estamos chegando ao final do desenvolvimento de uma plataforma digital inovadora para a área de Consultoria. Aguardem...

Para aqueles que preferem descansar na companhia de uma boa leitura...
28/12/2018

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28/12/2018

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28/12/2018

E chega o momento das grandes reflexões...

Pois bem meus queridos leitores, é chegado o momento de fazer o famoso balanço anual e dedicar algum tempo para refletir sobre as realizações de 2018, sobre o que deu certo e o que deu errado e, principalmente, consolidar os novos aprendizados (esteja certo de que eles aconteceram e não foram poucos!).

No cenário geral, o ano foi marcado por grandes e importantes acontecimentos, em praticamente todas as áreas.

A Copa da Rússia revelou ao mundo o movimento de abertura que gradativamente vem transformando aquele que ainda pode ser considerado um importante player da economia mundial.

O gigante americano (EUA), que andava meio dormente, parece estar despertando para um novo salto, mesmo com um governante que aparenta desfrutar de atitudes polêmicas (demonstrações de força contra a Coreia do Norte, guerra comercial com a China, tratamento aos imigrantes, menosprezo às questões ambientais, entre outras)

Para não deixar passar em branco, vale lembrar que as Criptomoedas seguiram firme na luta para encontrar um melhor lugar no ambiente de negócios.

No Brasil, os caminhoneiros deram um enorme susto na população, evidenciando que, infelizmente, nossa dependência do modal rodoviário ainda é enorme (e preocupante!).

Apesar dos tropeços, parece que o resultado das discussões sobre as pautas de grandes reformas ainda foi positivo, embora pudesse ter sido melhor.

Participamos de mais uma eleição geral que, a despeito da enorme polarização e discussões acirradas entre os oponentes, não comprometeu nosso já solidificado regime democrático.

No ambiente de negócios, empresários que até então estavam bastante cautelosos para disparar novos investimentos, mostram maior otimismo com relação ao ano que se inicia.

O Governo que assume o comando da Nação, a partir de janeiro/2019, precisa mostrar à população que tem a capacidade necessária para conduzir o País de maneira responsável, seja no ambiente social, como também no político, fiscal, econômico e jurídico. Importante destacar que, até o momento, suas primeiras movimentações não comprometeram o voto de confiança que lhe foi dado nas urnas. Oxalá possamos ter um 2019 muito melhor que o 2018.

Para finalizar, gostaria de lembrar que, no início deste ano, assumimos um compromisso de escrever e publicar nesta página, pelo menos um artigo por mês. Missão cumprida!! Esperamos que tenham gostado dos artigos e que, de alguma forma, tenham sido úteis. Desejamos a todos um excelente Ano Novo, acompanhado de muita paz, saúde e sucesso!!

WM CONSULTORIA
Dezembro/2018

04/12/2018

Como alavancar o Retorno de um Investimento Empresarial

No artigo do mês anterior tratamos sobre as diferenças entre Lucratividade e Rentabilidade. Neste mês, queremos explorar um pouco mais algumas alternativas para alavancar o Retorno de um Investimento Empresarial.

Para tanto, vamos focar nossa atenção nos seguintes pontos:
• Resultados
• Valor do Investimento
• Estrutura de Capital

Dentre os pontos citados, pode-se dizer que ações eficazes implementadas pela Gestão, objetivando maximizar Resultados e/ou reduzir o Valor do Investimento, proporcionam condições para alavancar o Retorno, independentemente de como a operação está sendo financiada.

Por sua vez, uma administração eficiente da Estrutura de Capital abre caminhos para alavancar o Retorno do Capital Próprio, já que promover alterações na Estrutura de Capital de um negócio, ou seja, nas suas fontes de financiamento, em princípio não deveria afetar a capacidade que um empreendimento tem para gerar Resultado Operacional.

No artigo que publicamos nesta página em fevereiro/2018, já demonstramos como um certo nível de endividamento pode alavancar o Retorno do Capital Próprio aplicado em um negócio. Quando se tem a oportunidade de financiar parte do investimento com recursos de Terceiros, a custos inferiores aos do Capital Próprio, cria-se uma condição favorável para alavancar a rentabilidade dos Sócios.

Com relação aos Resultados, primeiramente é oportuno destacar a necessidade de apurá-lo corretamente. É assustadora a quantidade de pequenos, e até médios empresários, que sequer conhecem os Resultados Econômicos da sua operação. Estes, em geral, dedicam atenção apenas ao fluxo de caixa!

Monitorar os Resultados para alavancar o Retorno requer vigilância permanente das margens de contribuição dos produtos, da estrutura de custos (variáveis e fixos), dos processos de vendas, produção e logística, entre outros.

Quem não conhece em detalhes as características de uma operação ou então ignora o impacto causado, nos resultados, pelas ações implementadas, terá maior dificuldade para agir em benefício da alavancagem do retorno do investimento, que em definitivo, deveria ser o objetivo maior a ser alcançado.

Não menos importante para alavancar o Retorno de um Investimento empresarial, é o gerenciamento do valor investido nele e, neste caso, considera-se investimento tanto os recursos aplicados em ativo imobilizado (máquinas, equipamentos, instalações, móveis, veículos, etc...) como também aqueles aplicados no Capital de Giro.

Gerenciar o Capital de Giro requer atenção redobrada aos prazos de recebimento concedidos aos clientes, aos prazos de pagamento obtidos dos fornecedores, aos volumes de estoques (matérias primas, embalagens, produtos acabados), etc. Lembre-se que operar com níveis reduzidos de Capital de Giro traz benefícios importantes ao Retorno do Investimento.

WM CONSULTORIA
Novembro/2018

25/10/2018

Lucratividade e Rentabilidade

No artigo deste mês, proponho uma reflexão sobre dois importantes indicadores da Gestão Empresarial. São eles: Lucratividade e Rentabilidade.

É surpreendente a quantidade de empresários que cometem equívocos quando falam sobre Lucratividade e Rentabilidade. Pior ainda, quando definem metas empresariais focando apenas Lucratividade e atribuindo pouca importância, às vezes nenhuma, à Rentabilidade.

Trataremos a Rentabilidade como sendo o Retorno oferecido por um Investimento qualquer.

A equação clássica de Finanças que define o Retorno (Rentabilidade) de um Investimento é dada por: (Lucro ÷ Vendas) × (Vendas ÷ Investimento). Simplificando a equação, temos: Retorno = Lucro ÷ Investimento. Bastante óbvio, certo?

Por que esta equação, normalmente, é apresentada em dois termos?

A Lucratividade indica a capacidade de um negócio gerar resultados em relação às suas Vendas, enquanto a Rentabilidade, a capacidade de gerar resultados em relação ao Investimento, o qual, em geral, é representado pelo Capital de Giro (+) Ativo Imobilizado (máquinas e equipamentos, edifícios, móveis e utensílios, veículos, instalações, etc.).

Enquanto o primeiro termo da equação (Lucro ÷ Vendas) revela a Lucratividade, o segundo (Vendas ÷ Investimento) mede o Giro do Investimento.

Vejamos um exemplo simples, para 2 empresas hipotéticas:
Empresa A Empresa B

Vendas 50.000,00 100.000,00
Lucro 5.000,00 20.000,00
Lucratividade 10,0% 20,0%

Investimento 20.000,00 80.000,00
Giro 2,50 1,25

Rentabilidade 25,0% 25,0%

Observe que ambas empresas apresentam a mesma Rentabilidade (25%), mas, a Empresa A, apesar de menos lucrativa (10% contra 20% da Empresa B), efetua Vendas que equivalem a 2,5 vezes o Investimento.

Por outro lado, a Empresa B, apesar de ser mais lucrativa (20% contra 10% da Empresa A) não é tão eficiente em “girar” o seu Investimento (1,25 vezes).

Com estes exemplos não precisamos ir muito longe para concluir que boa Lucratividade nem sempre é sinônimo de Rentabilidade satisfatória.

Suponha que o Investimento necessário à Empresa B fosse de $ 500.000,00, ao invés de $ 80.000,00; seu Giro seria de 0,2 vezes e a Rentabilidade de apenas 4%, ao invés de 25%, enquanto a Lucratividade permaneceria inalterada (20%).

Atuar em mercados com grande concorrência, possibilidades mínimas de diferenciação, oferta abundante de produtos e margens apertadas, conduz ao direcionamento de estratégias voltadas à escala (operar grandes volumes), para permitir que um Retorno satisfatório seja obtido através da elevação do “giro” do investimento. Caso contrário, operar com baixo giro e margem reduzida, certamente fará com que a Rentabilidade fique muito aquém do desejado.

Assim sendo, ao avaliar a estratégia de um negócio esteja atendo aos dois indicadores que compõem o Retorno do Investimento (Lucratividade e Giro) e não menospreze nenhum deles, sob pena de comprometer a Rentabilidade da operação.

WM CONSULTORIA
Outubro/2018

27/09/2018

Faça a sua parte...

Recentemente, conversando com um amigo que retornava de uma viagem de férias a países nórdicos (Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca), tomei conhecimento de algumas experiências bem interessantes, vivenciadas por ele em sua jornada, e quero compartilhá-las com vocês.

O dinheiro físico, seja em moeda ou cédula, é quase inexistente. Segundo meu amigo, foi raro encontrar algum estabelecimento comercial que estivesse operando com dinheiro físico, pois praticamente qualquer transação, em qualquer lugar, pode ser feita com cartões. Pense nos benefícios que teríamos se não utilizássemos o dinheiro físico! É provável que a maioria dos países chegará lá um dia, mas enquanto isto não acontece, os nórdicos abrem larga vantagem neste tema.

Outra experiência de destaque foi a segurança. A sensação de andar livremente, aproveitando ao máximo todos os passeios, sem se preocupar com algum perigo iminente, foi uma experiência extremamente agradável. É digno de nota observar que não havia uma enorme quantidade de policiais nas ruas para garantir esta tranquilidade. Da mesma forma que o dinheiro físico, foi raro encontrar policiais circulando pelas cidades. Embora muitos possam defender que isto seria uma consequência das condições econômicas locais, acredito que esteja mais atrelado com valores morais, do que com economia.

E o ponto que mais me surpreendeu foi uma linha de pensamento que, em resumo, é a seguinte: se fizermos a coisa certa, o governo não terá que alocar recursos (polícia e sistemas de segurança, por exemplo) para fiscalizar o cidadão. Se o governo gastar menos com fiscalização, consequentemente, todos são beneficiados, já que os impostos a pagar serão menores. Simples assim!

Não quero estender a discussão sobre o que significa “fazer a coisa certa”, até porque o “certo” para uns, pode não ser para outros. Mas enfim, seria mesmo tão complicado entender o que é “fazer a coisa certa”?

Se cada um fizesse bem a sua parte, melhoraríamos muito a nossa situação. E como fazer bem a parte que nos cabe?

Podemos iniciar respeitando coisas simples, como por exemplo as leis. Fico indignado quando ouço alguém dizer que leis não servem para nada. As leis definem regras para que possamos conviver em sociedade. Pode até não ser fácil, mas, participar da sociedade, há muito tempo deixou de ser uma opção para a maioria esmagadora das pessoas.

Se você não está contente com as leis, lembre-se que elas são formuladas e aprovadas por representantes eleitos, democraticamente, por nós mesmos.

Além do respeito às leis, que tal um pouco mais de altruísmo? Menos egoísmo e mais consideração ao coletivo, seria muito bem-vindo.

Muitas vezes o brasileiro é taxado como um cidadão “que gosta de levar vantagem em tudo” (a popular “lei do Gerson”), ou então “que sempre tem um “jeitinho” para resolver problemas”.

Penso que este tipo de comportamento, infelizmente cada vez mais comum, está acabando conosco, destruindo nossos valores morais e nos levando ao fundo do poço. Estamos virando terra de ninguém, onde salve-se quem puder.

É dever de todos impedir que isto continue, portanto, “FAÇA A SUA PARTE”.

A luz no fim do túnel sugere, primeiramente, uma profunda reflexão sobre nossas próprias atitudes.

WM CONSULTORIA
Setembro/2018

22/08/2018

E agora com quem eu vou...

Estou determinado a não expressar minhas preferências políticas neste espaço, mas acredito ser oportuno emitir opinião sobre um direito que considero especial: o que nos permite eleger livremente, governantes e legisladores.

Pessoas que comparecem às urnas sentindo que estão executando uma tarefa árdua e ingrata, talvez prefiram encará-lo como um dever, pois votam por pura obrigação. É uma pena!

Poder votar livremente no candidato que mais se alinha às nossas opiniões e pensamentos é, a meu ver, um direito que deveria ser exercido com respeito e seriedade. Pode parecer utópico, mas será que, se assim fosse, os resultados seriam os mesmos?

Nossa política tem sido desmoralizada ao longo dos anos, por sucessivas revelações de escândalos de corrupção envolvendo políticos, além de empresários, de diversos calibres, mas é justamente neste contexto que o voto deveria ser ainda mais importante para proporcionar mudanças.

Fico indignado quando ouço alguém dizer que tem preferência por um candidato, mas não vota nele por acreditar que não tem chance de vencer.

Esta conduta não faz muito sentido e, de certa forma, conflita com a lógica democrática. Como saber se a mensagem das urnas é autêntica, quando parte das verdadeiras preferências da sociedade ficam ocultas no processo?

Sou favorável ao voto “sincero”, ou seja, aquele que expressa o legítimo desejo do eleitor. Aí vem alguém e pergunta: mas e se, em eventual segundo turno, meu candidato preferido não estiver na disputa, o que faço?

Hoje acredito que a opção de votar contra alguém não é a melhor solução; este tipo de voto reflete apoio e reconhecimento, à parte beneficiada, que de fato não existe. Será que votar no “fulano” apenas para rejeitar “ciclano”, mesmo sabendo que nenhum deles representa nossa preferência, faz sentido?

As regras eleitorais permitem outras formas de manifestação quando o candidato preferido não está na disputa. Espero não ser mal interpretado; certamente não estou fazendo campanha a favor de votos brancos ou nulos.

O voto sincero é uma forma inteligente de manifestar, tanto satisfação quanto insatisfação. Seja qual for a ideologia política, devemos escolher candidatos que demonstrem afinidade com nossos valores, atitudes e pensamentos. E, talvez mais importante, permanecer fiel às escolhas enquanto persistir a afinidade.

As mudanças eventualmente serão mais lentas, mas se o processo de mudança não for legítimo, a única certeza é que o “status quo” permanecerá.

Aí não adianta choramingar pelos cantos!!!

WM CONSULTORIA
Agosto/2018

24/07/2018

Estratégias empresariais...

Hoje vamos falar um pouco sobre elas. Imagino que todos sabem o que significa, entretanto, se forem convidados a escrever uma definição é provável que muitos tenham dificuldade. Pelo menos, isto é o que tenho constatado em diversos projetos desenvolvidos sobre o tema.

Na literatura encontramos muitas definições e, entre tantas disponíveis, a quem mais me agrada é a dos autores americanos R.D.Ireland, R.E.Hoskisson e M.A.Hitt, que diz o seguinte: “Estratégia é um conjunto integrado e coordenado de compromissos e ações definido para explorar competências essenciais e obter vantagem competitiva”.

Para mim os autores foram extremamente felizes nesta definição, pois percebe-se nela uma simplicidade associada, de forma muito inteligente, ao fato de estar completa, já que considera o tripé: Planejamento, Recursos e Objetivos.

Quem tem uma bússola saberá com facilidade onde está o Norte, embora possa não saber exatamente como, ou o que deve fazer, para chegar até lá. Penso que a estratégia é como uma bússola poderosa, que vem acompanhada de um manual de instrução indicando à organização o que deve ser feito para se alcançar um objetivo previamente definido (e obviamente desejado!).

Segundo Michael Porter, as seguintes forças competitivas moldam estratégias de mercado: compradores, concorrência, novos entrantes, produtos substitutos e fornecedores.

Diversas questões importantes devem ser consideradas e analisadas na elaboração de um bom plano estratégico. Para citar algumas: recursos e capacitações da empresa, vantagens competitivas, atributos de produtos/serviços com poder para agregar valor aos clientes, cadeia de valor, características dos mercados (existentes e novos) e entre eles não somente o mercado comprador, mas também os que fornecem recursos financeiros, tecnológicos, humanos, físicos, etc., parcerias estratégicas, novas tendências, demandas, produtos e serviços, onde a empresa é realmente forte, onde precisa melhorar, que oportunidades e ameaças os mercados apresentam, quais indicadores de performance devem ser utilizados, entre outras. Estas informações valiosas serão utilizadas para definir e sustentar compromissos e ações que estejam focados no atingimento eficaz de objetivos.

Lamentavelmente muitos gestores dedicam pouquíssimo tempo (às vezes nenhum) para discutir e elaborar planos estratégicos; são os chamados “gestores bombeiros” (sem nenhum desmerecimento a esta nobre categoria profissional) pois vivem apagando incêndios, ou matando um leão por dia como se diz, e não percebem que a empresa está navegando em mares agitados e sem rumo definido. Não sabe onde, e tampouco em quanto tempo, chegará e, mais grave, se chegará vivo.

Pense a respeito. Vale muito a pena ausentar-se um pouco das loucuras do dia a dia e programar-se, de forma disciplinada, para discutir e elaborar estratégias de prazos mais longos. As grandes conquistas empresariais certamente não foram discutidas e planejadas no dia anterior ao do sucesso.

Grande abraço
WM CONSULTORIA
Julho / 2018

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