Escritório Hess Coimbra

Escritório Hess Coimbra Áreas nas quais atuamos:
● GESTÃO DE ACERVOS DIGITAIS E MEMÓRIA O Escritório Hess Coimbra foi fundado em 1993 por Jacqueline Judite Hess Coimbra.

Hoje a gestão é compartilhada com seus filhos Rafael Coimbra e Alexandre Coimbra...
O acervo de fotografias, vídeos, documentos e objetos de empresas e famílias são um meio de fortalecimento da identidade e imagem institucional e auxílio à tomada de decisões estratégicas. A digitalização do acervo assegura:
A perenidade do conteúdo, seja fotografia, vídeo, documentação;
A segurança e confidencia

lidade dos dados contidos no acervo;
Rápida disponibilização mediante acesso restrito às pessoas autorizadas;
Acesso via web, mediante portal ou rede social particular ou corporativa.

Assista ao vídeo do nosso escritório. Conheça a nossa equipe e os nossos trabalhos.
22/05/2023

Assista ao vídeo do nosso escritório. Conheça a nossa equipe e os nossos trabalhos.

O Escritório Hess Coimbra, localizado em Blumenau, SC, é especializado em gestão de acervos históricos digitais, de empresas e de famílias. Nós cuidamos da s...

22/05/2023
Pausa para aquele café!
31/03/2023

Pausa para aquele café!

Luiza Helena Trajano não gosta de mitificações, mas ela é um ícone brasileiro incomparável.Dia 9 de Maio a Luiza receber...
05/05/2022

Luiza Helena Trajano não gosta de mitificações, mas ela é um ícone brasileiro incomparável.
Dia 9 de Maio a Luiza receberá em New York o reconhecimento à sua coragem, perseverança e dedicação.
Ela transformou uma empresa familiar de varejo em um dos maiores players do setor, utilizando tecnologias e fomentando o avanço do comércio eletrônico. Seu espírito empreendedor, projetos sociais, dedicação à educação e compromisso com a diversidade levaram aos mais altos padrões éticos e morais no ambiente empresarial e incitam grande impacto social no Brasil.
Luiza é Person of the Year da Brazilian-American Chamber of Commerce.
Parabéns Luiza!

Sábia! 💞
25/02/2022

Sábia! 💞

Que missão incrível, admirável, de resgate histórico. "Havia uma pergunta básica que muitos pesquisadores queriam respon...
22/02/2022

Que missão incrível, admirável, de resgate histórico.

"Havia uma pergunta básica que muitos pesquisadores queriam responder primeiro. Por muito tempo, os historiadores lutaram para estimar o tamanho do comércio transatlântico de escravos. Assim, o primeiro grande banco de dados que eles montaram deveria revelar uma resposta , e o fez: estima-se que pelo menos 12,5 milhões de pessoas foram sequestradas da África e vendidas como escravas entre 1500 e 1875. Cerca de 10,7 milhões sobreviveram à perigosa passagem em navios negreiros."

The era of the trans-Atlantic slavery is documented in archives in former colonies around the world. Now, just as there’s the most potential to use those documents to fill in large gaps in history, some of those archives are at risk of being lost.

Nossos escritórios em Blumenau. ✅
13/03/2021

Nossos escritórios em Blumenau. ✅

“No meio daquele ano, comecei a escrever um diário. Comprei um caderno preto encapado por um tecido estampado de flores ...
20/10/2020

“No meio daquele ano, comecei a escrever um diário. Comprei um caderno preto encapado por um tecido estampado de flores e o mantinha ao lado da cama. Eu o carregava nas viagens a negócios pela Sidley & Austin. Não escrevia todos os dias, nem mesmo toda semana: só pegava na caneta quando tinha tempo e energia para revirar meus sentimentos confusos. Preenchia algumas páginas numa única semana e depois deixava o diário de lado por um mês, às vezes mais. Eu não era introspectiva por natureza. O exercício de registrar os pensamentos era novo para mim – um hábito que eu tinha aprendido, em parte, com Barack, que via na escrita uma prática terapêutica e esclarecedora e que ao longo dos anos manteve diários de forma intermitente.” Michelle Obama, no livro Minha história, 2018.

DIVULGAR PARA PRESERVARNos tempos da fotografia baseada em filme poucas coisas davam tanto trabalho quanto o negativo. C...
20/10/2020

DIVULGAR PARA PRESERVAR

Nos tempos da fotografia baseada em filme poucas coisas davam tanto trabalho quanto o negativo. Considerado o único "original" fotográfico, ele deveria ser guardado com todo o cuidado. Se tivesse algum valor histórico ou artístico, precisaria ficar em um armário escuro e climatizado para que não se deteriorasse. Em outras palavras, a melhor forma de preservá-lo era escondê-lo.
A película fotográfica, hoje tão cultuada por hipsters e aspirantes em geral, era um pesadelo tecnológico. Frágil e limitada, ela era guardada em um cilindro de metal que sofria com calor, umidade, pó e solavancos. Se fosse comprada em rolos e rebobinada para cartuchos, poderia ser danificada, empoeirada ou riscada no processo, ou inutilizada antes mesmo de entrar na câmara. Boa parte dos efeitos "criativos" de aplicativos como o Instagram vem de câmaras ruins, que tinham pequenos vazamentos de luz ou filmes com defeito, cuja reprodução deixava a desejar. Se hoje parecem lindos, seus usuários da época não tinham a mesma opinião.
Como praticamente não haviam filmes capazes de armazenar mais de 40 fotos, o processo de alimentação da câmara era outro pesadelo. Muitos amadores e iniciantes inutilizavam trechos generosos de seus filmes na tentativa de encaixá-los em suas bobinas. Várias vezes a câmara era fechada e várias fotos eram tiradas só para se perceber que o filme não tinha sido bem encaixado e nenhuma fotografia tirada até então tinha valido. Profissionais de fotojornalismo tinham que trocar seus filmes nas condições mais impróprias (em um campo de futebol sob chuva ou no meio da multidão em uma passeata, por exemplo). Muitas fotos foram perdidas ou nem chegaram a ser tiradas para "economizar" o registro e poupar oportunidades que jamais se repetiriam.
A revelação era um processo tão delicado que beirava a alquimia. Diz a história que George Eastman, o fundador da Kodak, criou sua empresa porque não aceitava que o processo - que em sua época era ainda pior - deveria ser tão complexo. Buscando popularizar a fotografia, ele criou um sistema em que os usuários compravam a câmara e a devolvia inteira, recebendo em troca suas fotos e outra câmara virgem. "Você aperta o botão e nós fazemos o resto", dizia seu slogan de 1888.
Ao longo do século 20, o processo foi simplificado nas etapas em que isso era possível, abandonando negativos de vidro e papel e tornando o processo de revelação e ampliação o mais simples possível. Mesmo assim, muitas imagens históricas foram perdidas por desastres técnicos.
Uma das mais famosas delas, a da chegada dos soldados aliados na Normandia durante a Segunda Guerra Mundial, quase foi perdida. A famosa revista Life enviou o intrépido Robert Capa, que se considerava mais jornalista do que fotógrafo e detestava guerras, para acompanhar o desembarque dos soldados. Debaixo de uma troca de tiros violenta, não era possível trocar filmes. Mesmo assim Capa conseguiu tirar 106 fotos nas duas primeiras horas da invasão.
Ciente da importância das imagens para mostrar a realidade da guerra, ele voltou imediatamente para o escritório da revista em Londres. Quando chegou lá, era quase a hora do fechamento da edição, cujo tema era a invasão. Na correria para garantir a publicação das fotos, um assistente fechou a porta do armário em que os filmes secavam. Sem ventilação, a emulsão se derreteu. Sobraram só 11 fotos, que ficaram conhecidas como alguns dos mais importantes registros daquela guerra.
Se a relação com o negativo era difícil para o profissional, para o amador ela era um verdadeiro pesadelo. Mesmo sem qualquer conhecimento do processo fotográfico, quem mandava suas fotos para revelar em pequenas lojas recebia suas fotos e um envelope com os negativos, que acabavam abandonados em algum canto, deteriorados por sol, poeira ou m**o.
Com o advento do digital, o negativo virou fetiche. Salvo os poucos artistas plásticos que o utilizam como suporte, todo o resto comemorou sua eliminação. Em menos de uma década, câmaras passaram a ser capazes de armazenar milhares de fotos de qualidade profissional em pequenos cartuchos, que poderiam ser trocados facilmente à luz do dia. Copiadas para discos rígidos, as novas fotos não riscam nem deterioram, podem ser facilmente manipuladas e copiadas indefinidamente, sem prejuízo do original. Ainda é possível perder ou danificar um disco rígido, mas cópias de segurança podem ser feitas sem esforço. O processo de catalogação de um acervo hoje pode ser feito pelo próprio fotógrafo, com a ajuda de alguns aplicativos especializados.
A popularidade da fotografia digital a tornou tão corriqueira e banal quanto um bilhete. No mundo contemporâneo, espera-se algo de um desenho e nada de uma fotografia. Com a popularidade das redes sociais, não basta fotografar: é preciso compartilhar. Datas e locais, que já são registrados automaticamente nos metadados de cada foto digital, são acompanhados de comentários e marcações, que permitem seu fácil acesso através de qualquer mecanismo de busca.
Hoje a melhor forma de preservação é a divulgação. O que não é compartilhado acaba por ter o mesmo destino de um velho negativo, abandonado no fundo de um disco rígido, ocultado por nomes como IMG_009786.DNG, até que seja perdido, inutilizado ou gravado por cima.
fonte: https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/2015/07/1652221-divulgar-para-preservar.shtml

Histórias  são o alicerce  da identidade.
25/09/2019

Histórias são o alicerce da identidade.

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