11/02/2022
Com a evidência do desequilíbrio entre desenvolvimento econômico e meio ambiente em que a Terra se encontra atualmente, f**a cada vez mais importante a discussão entre as fontes renováveis e não renováveis de energia.
Seja através de fotos que retratam o antes e depois da natureza, problemas de saúde e doenças nunca antes vistas, além do calor, que é cada dia maior, (como apontam estudos da ONU e IPCC) a realidade está aí, quer queiramos enxergar ou não.
A forma atual como geramos energia e lidamos com os resíduos que ela produz é insuficiente para à manutenção dos ciclos naturais do planeta e para mantê-lo preparado para receber as gerações que estão por vir.
Para melhor visualizarmos esta ideia, imagine a quantidade de recursos e a situação ambiental que deixaremos para nossos filhos, netos e bisnetos caso continuemos no ritmo atual.
O grande vilão nessa história de poluição é o dióxido de carbono (CO2), além de outros gases liberados que também colaboram para o chamado efeito estufa.
Entretanto, não podemos simplesmente parar de obtê-la: a energia é o alimento para todas as máquinas em nosso planeta, que nos mantém vivos e nos possibilita avanço tecnológico e social.
O que se faz necessária, então, é uma mudança na forma com que transformamos a energia encontrada em nossos recursos naturais, para que assim possamos viver de forma mais harmônica com nosso planeta.
Por todos esses motivos, estamos presenciando cada vez mais a inserção das fontes de energia renováveis em nosso dia a dia como uma grande solução e aposta da humanidade, capaz de revolucionar e reduzir drasticamente o efeito estufa que enfrentamos.
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