12/04/2026
O futebol feminino já teve um ensaio robusto para usar o esporte como promotor de igualdades. Incluindo a ocupação por diversas crianças de um espaço que, por hábito, é ocupado pela elite de Brasília. Por hábito, faço alusão ao “apartheid” entre os cidadãos “normais” e os frequentadores de eventos que usufruem das margens e estrutura que se formou ao longo do Lago Paranoá. Estamos em processo de reestruturação, tentando aprender como a roda gira. Seria formidável que houvesse um das escolinhas que ensinam futebol para crianças no . Quais dados? Pois é. Algum órgão do Distrito Federal possui algum? Dados estruturais? Sem uma base de informações sobre o cenário atual, incluindo o valor que cada profissional recebe e qual o regime de trabalho, é impossível que se construa um modelo transparente para quem é aprendiz. Para poder receber apoio direto, tanto do Governo Federal como do Local, assim como de empresas que irão acompanhar suas atividades; para parar de sermos um investimento de risco. Para termos mais autonomia para apresentar projetos inovadores, para quando uma FIFA Women's World Cup bater à sua porta não precisar reiniciar projetos que já estiveram em jornais internacionais, para podermos ser empreendedoras sustentavelmente criativas!
Acho que não enxergam a possibilidade de uma mulher, por mais que se dedique à carreira de obter maestria, como profissional que mereça tal reconhecimento, ao atuar fora das quatro linhas.
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