27/05/2026
A antecipação do resultado das eleições de 2026 já mobiliza o mercado financeiro, o meio político e agentes econômicos dentro e fora do Brasil. Mas, para Murillo de Aragão, ainda não há espaço para diagnósticos definitivos sobre a disputa presidencial.
Em artigo na Veja, o CEO da Arko Advice analisa como fatos novos, vazamentos, investigações e tensões entre os Poderes seguem tendo capacidade de alterar rapidamente o cenário eleitoral e a percepção do eleitorado.
O texto também aborda como a judicialização da política e a sensação de instabilidade institucional interferem diretamente na avaliação sobre governabilidade e capacidade de pacificação do país.
Segundo Murillo, “a escolha do eleitor será resultado de uma combinação de fatores institucionais, eventos relevantes e percepções de risco”.
Leia na íntegra em:
https://veja.abril.com.br/coluna/murillo-de-aragao/