Excelenzia Group

Excelenzia Group Excelenzia group
"O propósito do viver é ser."

Marcas que compõe a Excelenzia group:

SetCine;
C agencia;
Excelenzia consulting;
Excelenzia inovação;
Excelenzia Logistica;

04/02/2019

Se você ainda não foi testado através de um fracasso sério, talvez você seja muito idealista para compreender o real objetivo por trás da vida de um empreendedor.

Rodrigo Silva

27/11/2018

Se a natureza fosse original o tempo todo, certamente seriamos todos uma aberração.

A criatividade não é apenas a busca desesperada para ser original, mas ser pragmático em respeito o tradicional (o que dar certo) e inovar na busca por resultados.

Rodrigo Silva

10/11/2018

Atacar os Problemas

O maior desafio no Brasil e em muitas partes do mundo é popularizar o impopular, criar o entendimento de que determinadas situações exigem medidas duras e desagradáveis.

Os nossos pais não nos criaram com um instituto de pesquisa nas mãos. Eles não queriam ser populares, queriam nos dar a melhor criação possível com os recursos de que dispunham.

George Osborne, o ministro da Fazenda do Reino Unido, enfrentou enorme resistência ao lançar o duro programa de ajuste econômico alguns anos atrás. Hoje seu país está de volta aos trilhos do crescimento.

Eu já tive 200 quilos. E, acredite, ninguém emagrece de maneira feliz. A dieta da Lua, da alface ou aquela que promete emagrecer comendo de tudo são muito populares. Mas elas não funcionam.

Eu já atuei em marketing político em priscas eras e sei como é difícil para os políticos, todos os políticos, tomarem medidas duras e impopulares. Mas a sociedade não pode acreditar que os fundos públicos são infinitos, que é possível resolver dívidas históricas na canetada dentro de um gabinete.

Aliás, como dizia Margaret Thatcher, não existem recursos públicos, existem apenas os recursos dos contribuintes.

E não adianta acreditar em falácias. Não dá para progredir de forma sustentável com esse sistema tributário e previdenciário que nós temos. Não dá para seguir com leis trabalhistas enraizadas nos anos 1930, que, em vez de protegerem empregos, dificultam a criação de vagas de trabalho.

E, por mais que esses temas difíceis e complexos sejam discutidos nos grandes debates e na grande imprensa, a sociedade não parece disposta a enfrentá-los com a profundidade e a urgência que eles exigem.

Isso não é culpa de ninguém. O jogo da culpa não levará a lugar nenhum. O que precisamos é discutir o que é impopular, mas necessário.

As soluções para o país estão postas. O problema é que grande parte da população não está convencida das coisas impopulares que temos de fazer. Esse desafio é das grandes nações do mundo, mas no Brasil ele ganha contornos bem brasileiros.

Vivemos numa churrascaria de vegetarianos, num país capitalista que tem horror ao lucro, a empresários e a empresas.

O Brasil precisa vender o capitalismo para o povo. Países dão saltos com capacidade de argumentar. Sem debate honesto, profundo e abrangente, não vamos muito longe, e vamos aos solavancos.

O Estado tem de cuidar das pessoas, e as pessoas têm de cuidar dos negócios. O empreendedorismo precisa ser ensinado nas escolas como valor fundamental da nação. Quem constrói uma empresa constrói empregos e riqueza. Quem constrói uma empresa constrói um país. E, de novo, não adianta discutir isso em seminários e todos concordarem. Essa agenda precisa ganhar as ruas.

A Grécia não quis abraçar uma pauta razoável. Negou a realidade, e o sofrimento de seu povo aumentou. Agora é o próprio partido radical de esquerda que comanda as reformas capitalistas que antes condenava radicalmente.

Balas boas deixam os dentes careados, diz o samba antigo. Não adianta se iludir.

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, diz que as coisas na vida são presentes e escolhas. A beleza é um presente, mas a disciplina é uma escolha.

A sociedade precisa discutir as grandes pautas, não só quem é sério e honesto. Temos de discutir propostas e reformas, não apenas o caráter das pessoas.

Está na hora de parar de atacar as pessoas e atacar os problemas. Sem demagogia.

By Nizan Guanaes

25/10/2018

Pai Rico, Filho Nobre, Neto Pobre

Mais uma empresa familiar vai para o brejo.

Na era da informação, onde pessoas precisam ser atualizadas constantemente é de se perguntar por que a maior Livraria foi à falência?

Numa era onde todo profissional, médico, engenheiro, administrador tem que se manter atualizado pelo resto de suas vidas, é de se perguntar por que a maior Livraria do Brasil pediu recuperação judicial?

Primeiro, basta perceber que essas profissões eram mal servidas pela Cultura, médicos e engenheiros compravam esses mesmos livros quando iam a congressos internacionais.

O forte eram romances e literaturas, com a qual competiam com a Globo, Netflix, etc.

Segundo, como toda empresa familiar, o dono manda, e a maioria nunca aceita mudanças.

Me lembro comentar com Pedro Hertz, como ele iria se adaptar à Amazon, e ele me respondeu que a Amazon jamais daria certo.

Achei estranho, mas o especialista nesse ramo era ele e não eu, e por um período de tempo acreditei.

Esse é um dos grandes problemas do Brasil.

Somos o único país do mundo que ainda não fez a transição da empresa familiar para empresa profissional, que não é uma transição fácil de fazer por sinal.

Empresas familiares não maximizam lucro, para o desespero de nossos economistas que vivem reclamando da falta de instintos animais quando estimulam ou abaixam os juros .

É que a função maximizaste é outra.

Empresário brasileiro maximiza controle acionário .

‎Por Stephen Kanitz

22/10/2018

Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio.

Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução.

Que é mais do que s**o ou dinheiro. Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um s**o de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse! Eu sabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.

Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.

Por Nizan Guanaes

Obesos de informações e anoréxicos de insight.
26/06/2018

Obesos de informações e anoréxicos de insight.

Estes dias eu estava conversando com uma jovem senhora de 96 anos - não sei você mas eu amo ouvir pessoas mais velhas, em nossa conversa eu fiz

Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha ...
28/05/2018

Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido. (Orson Scott Card)

Governo Federal anuncia crédito de 10 bilhões de reais para reduzir R$ 0,40 centavos no óleo Diesel. Basicamente são essas as medidas adotadas pelo

Se existe algo que sempre me surpreende quando eu volto dos Estados Unidos para o Brasil é a velocidade.Podemos concluir...
26/04/2018

Se existe algo que sempre me surpreende quando eu volto dos Estados Unidos para o Brasil é a velocidade.

Podemos concluir, por cima, que produtitividade é o resultado do volume de problemas resolvidos versus a quantidade de tempo utilizado.

Assim sendo, você percebe que o Brasil não é um país pobre apenas por conta da desigualdade ou da corrupção; nós somos lentos demais.

E essa lentidão é o resultado da falta de investimento em logística, processos e novas tecnologias; mas, mais do que isso: é cultural.

O brasileiro dá valor a alguns fatos sociais, como a cortesia e a intimidade, mas se irrita facilmente quanto lhe é exigido que seja rápido. Que vá direto ao ponto.

Enquanto eu voltava para Santos eu observava aquela longa fila, à direita, de caminhões subindo para São Paulo, saindo do Porto, a 25KM por hora. São toneladas e mais toneladas de cargas praticamente estacionadas.

Americano, alemão ou suíço já teria resolvido isso de uma vez por todas. É burrice não resolver.

Por sua vez, essa carga, que sobe se arrastando, destrói o custo por viagem do empresário. Arranca dele a margem para um novo investimento e atira o custo do produto lá pra cima. E eu nem estou falando de impostos ou de taxas; falo apenas de traslado!

É um processo logístico que, por ser empobrecido, vai te tornando cada vez mais pobre.

Ali perto da Times Square tem um Starbuck’s que funciona com três funcionários — e eles atendem um mundaréu de gente. Cada copo é lavado, em um segundo, em uma pequena serpentina de água. Colocou o copo ali e ele sai lavado. Pronto, você já bota pra secar.

Chegando aqui no Brasil eu pedi um café e também o açúcar mascavo e o cara demorou cinco minutos para descobrir aonde estava o açucareiro, porque “algum cliente levou e não devolveu”.

A cafeteria do aeroporto da principal cidade do país tem um açucareiro de açúcar mascavo. Quando ele some o funcionário, que custa duas vezes mais do que produz, graças aos encargos, tem que parar de trabalhar para sair caçando o negócio.

Agora, peguei um fretado para resolver algumas coisas em São Paulo. O negócio é uma máquina de perder tempo: você tem que apresentar os seus documentos tanto no guichê quanto na entrada do ônibus, mas, mesmo assim, as pessoas insistem em guardá-los. Logo, o tempo de retirar a carteira dos bolsos e mostrar a CNH para o responsável se replica em ambas as filas.

Lá fora você vai no caixa automático, seleciona a viagem e a cadeira, passa o cartão e acabou. Trinta segundos.

E eu poderia passar o dia inteiro falando sobre isso, mas a conclusão mais importante que eu tiro disso tudo é que essas soluções poderiam existir aqui no Brasil, mas muitas delas não existem porque a eficiência não faz parte do imaginário do brasileiro.

Você poderia reduzir o tempo da fila na metade com um comprovante online, mas não faz isso porque você ainda não se importa em imprimir cinquenta centímetros de ticket na impressora matricial. Da mesma forma, aposto que ter um único açucareiro nunca foi objeto de reflexão para o dono do café do aeroporto.

Provavelmente o brasileiro não quer ir direto ao ponto em todas as reuniões, resolvendo tudo em quinze minutos. Parar para o cafezinho só no horário de almoço. E quem exigir isso será o chato da mesa.

E é por isso que é tão importante você aprender um novo idioma e conhecer outras culturas; caso contrário esse contraste jamais se tornará evidente aos seus olhos.

Da próxima vez que você achar que a nossa justiça demora e que ela tem recursos demais, lembre-se que ela é apenas o reflexo de uma sociedade que ainda não conseguiu se arranjar para emitir uma passagem de ônibus ou servir um café.

Por Icaro de Carvalho

Já existem milhares de textões contra o Neymar na internet. E é por isso que eu gosto tanto do garoto: ele reforça tudo ...
13/03/2018

Já existem milhares de textões contra o Neymar na internet. E é por isso que eu gosto tanto do garoto: ele reforça tudo o que há, tanto de ranço quando de inveja, na nossa sociedade.

Ele sintetiza, em uma única pessoa, a nossa síndrome de derrotista, ao passo que evidencia que, mais cedo ou mais tarde, poucos brasileiros fogem da dor de cotovelo.

Primeiro, porque não há nada mais aristocrático do que o talento. Você nasce com ele e acabou. Não se estuda para ser Shakespeare, nem Garrincha.

O gênio, no que quer que seja, tripudia do homem comum, geralmente negligenciando ou se acostumando às suas maravilhas.

Segundo, porque ele é o reflexo do que vale. Vende milhões em camisas, centenas de milhões em contratos televisivos, movimenta bilhões na economia do futebol...você acha mesmo que ele irá se tratar pelo SUS?

Você acha mesmo que ele falará: "Bom, tem meninos sofrendo aqui na fila do hospital de Iguape ou da Ilha Cumprida, é melhor eu me solidarizar e tirar a minha senha"?

Você não faz isso. Você paga escola particular para o seu filho, enquanto 50% do país vive de um salário mínimo. Você compra pomada importada para o seu bebê, enquanto 1/3 do país não tem acesso ao esgoto. Você paga vacinas importadas para si mesmo, quando a maioria tem que se contentar com o postinho.

E que tal o plano de saúde? O restaurante japonês?

Aliás, você faz um esforço danado para só postar as melhores comidas e os melhores restaurantes por aqui. A foto do prato feito nada, né? A foto de pijama sexta-feira nem pensar, eim?

Se a maioria de nós tivesse o mesmo patrimônio do moleque, estaria fazendo igual. A mesmíssima coisa. Eu mesmo compraria uma anta para chamar de Dilma, só pela diversão.

A classe média, que é a mesma que enche a boca para enaltecer a meritocracia e para falar: "Tá vendo o meu Sonata financiado? Quer ter um? Trabalhe, meu filho!", quando aponta o dedo para o mais pobre, é a primeira a dizer: "Nossa, 28 milhões numa casa? Só pode ser jogador de futebol. Id**ta, vai acabar pobre!".

No fundo, quando o assunto é a inveja, somos todos genuinamente brasileiros. Parabéns, Neymar, por fazer as máscaras caírem. :)

O IBGE acabou de divulgar o PIB do ano passado. Apesar da corrupção e da crise política, o Brasil deixou para trás a mai...
01/03/2018

O IBGE acabou de divulgar o PIB do ano passado.
Apesar da corrupção e da crise política, o Brasil deixou para trás a mais profunda e longa depressão econômica da sua História e cresceu 2,5 mais do que mais de uma centena de economistas projetavam em média um ano antes, segundo o relatório Focus do Banco Central.

2017 começou com a delação do fim do mundo do Marcelo Odebrecht. Em maio tivemos, a reprise do fim do fundo com Joesley Batista. Mesmo com dois fins do mundo no mesmo ano, o país cresceu muito mais do que as pessoas imaginavam. Como isso foi possível?
A economia se move em ciclos. Na fase descendente do ciclo econômico, não apenas as expectativas são cada vez mais baixas, mas as surpresas são consistentemente negativas. Já na fase ascendente do ciclo econômico, acontece exatamente o contrário. As expectativas vão ficando cada vez mais altas e as surpresas são positivas. No ano passado, iniciamos a fase ascendente do ciclo econômico no Brasil. Salvo uma crise global ou caos político em proporções nunca antes vistas na História desse país, a surpresa positiva vai se repetir em 2018.

Por Ricardo Amorim

Rubens Barrichello é um cara F...Já foi duas vezes o segundo melhor piloto do mundo, duas vezes o terceiro e duas vezes ...
21/02/2018

Rubens Barrichello é um cara F...

Já foi duas vezes o segundo melhor piloto do mundo, duas vezes o terceiro e duas vezes o quarto.

A diferença de tempo média dele para o Schumacher em 2012 foi de 4,525 segundos em cada corrida. Isso é o equivalente à 0,075 segundos por volta. Quando você pisca seus olhos, leva 5 vezes mais tempo que a “grande diferença” entre ambos

Chegar ao topo não é para muitos, permanecer lá por anos é realmente um privilégio para poucos, os que realmente estão dispostos a sofrer críticas, essas de pessoas que fazem no sofá de sua sala, atrás da TV, celular ou computador, zombando de uma pessoa que corre atrás de seus sonhos, que não desiste jamais, independente das circunstâncias e que, fatura milhões, mesmo em meio a milhares de críticas

Pare de querer ser um humorista atrás das câmeras desmerecendo o sucesso alheio e comece a escrever o seu, a polêmica que você cria nas redes sociais não vai te ajudar a cruzar a linha do sucesso, só vai mostrar o quão despreparado você está para entrar na briga de gigantes que é a luta pelo sucesso

Vencedores falam de estratégias para chegar ao sucesso, perdedores tiram sarro dos vencedores

E VOCÊ, QUANTAS VEZES ESTEVE ENTRE OS MELHORES DO MUNDO EM ALGUMA COISA?

Fonte: Fabrica de Vencedores

Endereço

Brasília, DF

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 22:00
Terça-feira 08:00 - 22:00
Quarta-feira 08:00 - 22:00
Quinta-feira 08:00 - 22:00
Sexta-feira 08:00 - 22:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Excelenzia Group posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Excelenzia Group:

Compartilhar