Consultoria & Gestão Empresarial

Consultoria & Gestão Empresarial Num cenário de grande competitividade, a Consultoria e a Gestão Empresarial tornam-se a solução de curto prazo e de melhor custo-benefício.

Num cenário de grande competitividade, a Consultoria e a Gestão Empresarial tornam-se a solução de menor curto prazo e de melhor custo-benefício. Toda a experiência e o conhecimento do consultor é internado na empresa, em dose concentrada, de forma objetiva e eficaz, na medida certa. Entendemos que:

- Consultoria só pode ser prestada se existe, entre consultor e Empresa, clima de alta confiabilid

ade;

- Esse clima é, sempre e inevitavelmente, natural conseqüência de experiência inicial bem sucedida e confirmada através de subseqüentes incumbências atribuídas ao consultor;

- Ser correto, em seu relacionamento com o cliente, não é unicamente um ato de honestidade, mas sim, e sobretudo, uma demonstração de inteligência comercial;

- O respeito que desejamos que nutram por nossos interesses é exatamente o mesmo que nos cumpre nutrir pelos interesses daqueles com os quais transacionamos;

- Ao consultor não é lícito assumir compromissos de prestação de serviços para os quais não esteja suficientemente preparado, da mesma forma que ao empresário não é lícito assumir compromissos superiores à sua capacidade de absorvê-los. Daí a necessidade de entendimentos expressos, maduros e claros que não resultem em mútuas cobranças indevidas;

- Negócio algum deve ser feito sob intensa pressão. O cliente deve estar suficientemente motivado e amadurecido para contratar a consultoria;

- O conceito da palavra dada, lamentavelmente pouco expressivo em nossos dias, há que ser revitalizado, para que o homem volte a ser homem, em sua verdadeira acepção. Daí ser indispensável que as mais importantes decisões sejam precedidas de real amadurecimento;

- Por não ser inerente à espécie humana, a perfeição é algo a ser buscado permanentemente. E o esforço que envolve essa busca é o que nos leva ao contínuo aprimoramento daquilo que fazemos;

- A opinião do usuário, francamente externada ao prestador de serviços, é o maior subsídio ao aprimoramento de seu trabalho, razão por que há que ser aceita, analisada e estimulada. Que não nos consideremos perfeitos e, portanto, que estejamos sempre receptivos às críticas construtivas de nossos clientes.

17/12/2018

SUPERAÇÃO...

Todos nós precisamos nos superar diariamente. Vencer desafios, conquistar novos objetivos. Como vimos em nossas reflexões diárias, limitações são limites aceitos como definitivos. Não permita que limites se transformem em limitações. Supere seus limites continuamente! Como fazer isso? Melhorando as condições atuais. Dedique-se mais, estude mais, treine mais, tente mais, ouse mais, desafie-se mais.

Se você quiser se dedicar ao aparentemente ou momentaneamente impossível, faça-o! As melhores pessoas da humanidade promoveram o progresso com base nesta atitude.

Considere estas dicas:

1 - O medo agiganta ainda as coisas. Mesmo com medo, avance e dê o melhor de si. Corajoso não é quem não sente medo, mas quem segue em frente, apesar do medo.

2 - Você expande seus limites com dedicação, persistência e disciplina!

3 - É importante realizar pequenas, mesmo minúsculas, vitórias todos os dias.

4 - Cuidado com as recaídas e com exceções na disciplina. Sempre que sua mente perceber uma hesitação ou recuo, trabalhará para impor o padrão limitante anterior. Fique atento a este mecanismo de autossabotagem da mente.

5 - Não desista, resista às tentações de encontrar desculpas nobres para atitudes pobres.

6 - Deus abençoa todas nossas atitudes de superação. Faça tudo o que estiver ao seu alcance. Daí em diante, tenha certeza que Ele se ocupará do que estiver além das suas reais forças e possibilidades!

Não se acomode, supere-se.

05/11/2018

CULTURA EMPRESARIAL: PILAR DE UMA CORPORAÇÃO

Para uma cultura organizacional ser inovadora, deve envolver os seus colaboradores e incentivá-los, cada vez mais, a uma aquisição constante de conhecimentos e novas práticas de gestão

A cultura empresarial cresce e evolui com a história de uma empresa. E deveria ser um tema de “cabeceira” de todos os CEOs, porque são eles que precisam gerenciar as relações em prol de um objetivo em comum, planejar ações, e propiciar um ambiente saudável para um bom andamento dos processos. Para isso, é preciso difundir o conjunto de normas, valores, costumes mantidos pelas pessoas que ali dedicam seus esforços. Porém, para uma cultura organizacional ser inovadora, deve envolver os seus colaboradores e incentivá-los, cada vez mais, a uma aquisição constante de conhecimentos e novas práticas de gestão.

Não basta somente existir. A cultura de uma empresa precisa ser difundida por todos os membros de uma corporação. É fazer com que todos entendam que o dia a dia de suas funções vai além de metas e objetivos cumpridos, da tarefa, do “ bater o ponto”. É preciso ter uma ligação visceral para que todos os seus colaboradores possam viver. Não é simplesmente decretar, dizer apenas aos seus subordinados o que se deve ou o que pode e não pode. E isto, acredite, não é um trabalho feito do dia para a noite.

Demanda engajamento de equipe, aperfeiçoamento, constante investimento em treinamentos. Colaboradores apaixonados pela empresa em que trabalham fornecem experiências maravilhosas a seus clientes. Por isso, fazer com que uma equipe se conscientize sobre a importância dos elementos que compõem a cultura da empresa é fundamental.

Afinal, isso pode ser a diferença entre o sucesso e a estagnação. Entretanto, vimos nas últimas semanas uma grande discussão sobre a terceirização da atividade fim.

Quando um colaborador sente que pode ser trocado a qualquer hora, não consegue se envolver e a partir deste ponto as relações ficam superficiais. Não abrange relações com a equipe tampouco com o trabalho, pondo em risco tudo o que foi construído ao longo dos tempos. Isso, fatalmente resultará em inconsistências e conflitos, distanciando cada vez mais do resultado esperado.

Vale lembrar que a cultura organizacional também está ligada aos resultados que aquela corporação conquista, e a forma como é administrada por suas lideranças, presidentes, executivos, conselho.

20/08/2018

"Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém”
Para o filósofo Mário Sérgio Cortella, a ausência de reconhecimento é a grande causa da atual desmotivação nas empresas

O salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella. Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente". É principalmente evitar a mensagem de que "não ser mandado embora já é um elogio" ou que "o silêncio é a melhor maneira de dizer que está tudo em ordem".

Em seu novo livro, Mário Sérgio Cortella fala sobre reconhecimento e de outras questões que considera inerentes à insatisfação de muitas pessoas hoje em relação ao próprio emprego. Em “Por Que Fazemos O Que Fazemos” [Editora Planeta], o professor reflete sobre próposito e por que as pessoas almejam empregos que conciliam uma satisfação pessoal e a certeza de não realizar um esforço “inútil” dentro da sociedade. Este tipo de aflição ganha maior evidência com a geração millennial que passou a almejar um “projeto de vida que não soe como conformado”, ou seja, do trabalho pelo trabalho. É sonhar com o trabalho grandioso, com uma rotina que não seja monótona, com um 'projeto que faça a diferença'. Por outro lado, é uma geração também que chega - em parte - com pouca disciplina, que tem ambição e pressa, que vê seus desejos como direitos - e ignora os deveres.

Todas essas aflições corporativas têm moldado a forma de atuar das empresas e das pessoas na hora de se associarem a um emprego. Em momentos de crise econômica, elas ganham um nível de contestação ainda maior. Em entrevista à Época NEGÓCIOS, Cortella comenta esses dilemas e mudanças, os “senões” de se fazer o que se ama e por que há uma “obsessão enorme por uma ideia de felicidade que não existe”:

As pessoas não querem mais somente um salário mais alto, querem acreditar que fazem algo importante, autoral. Por que a necessidade de ter propósito ganhou maior relevância? É uma questão geracional?
�Ela é mais densa e angustiante na nova geração que enxerga muitas vezes na geração anterior, que a criou, certa estafa em relação ao propósito. É muito comum que jovens e crianças enxerguem hoje nos pais algum cansaço e até tristeza naquilo que fazem. O pai e mãe dizem “eu trabalho para sustentar, esse é meu trabalho”. Há uma grande conformidade. E essa conformidade de certa forma acabou marcando uma nova geração, a millennial, que traz aí a necessidade de ter algum projeto de vida. Eles não querem repetir um modelo que, embora esforçado, dedicado e valoroso soa, de certa maneira, como conformado. Hoje há uma aflição muito grande na nova geração de maneira que se traduz numa expressão comum: “eu quero fazer alguma coisa que me torne importante e que eu goste”. A geração anterior tinha um pouco essa preocupação, mas deixou um tanto de lado por conta da necessidade.

Quando o sr. se refere à geração Y, aos millennials, está considerando um recorte ou o todo?
�Claro que temos recortes. Não estou falando de quem está atrelado ao reino da necessidade, que precisa trabalhar sem discussão porque precisa sobreviver. Esta é uma questão de outra natureza. O termo millennial que eu adoto, como muitos, é aquele que cunharam para quem nasceu a partir dos anos 1990. E essa geração tem recortes mais diretos em relação à camada social. Evidentemente se você considerar aqueles que são escolarizados, têm boa condição de vida e que estão acima da classificação oficial da classe D, essa geração tem mais possibilidade de escolha à medida que a sobrevivência imediata não é uma questão. Ela pode viver até mais tempo com os pais e ser por eles sustentada. Isso vem acontecendo. Já integrantes das classes D e E têm mais dificuldade - uma parcela às vezes encontra sobrevivência na transgressão, no crime de outra natureza e outros encontram aquilo que é o trabalho suplicial que o dia a dia coloca sem escolhas.

Como o senhor diz no seu livro até para ser mochileiro, você precisa ser livre de uma série de restrições…
�Sim, você precisa dominar outro idioma, saber se virar. Há uma diferença entre um filho meu, de camada média, com uma mochila nas costas andando pela rua em relação ao modo que ele se conduz, à maneira como ele se dirige às pessoas do que ele ser, por exemplo, um andarilho. Uma pessoa pode até ser mochileira, mas ela já tem condições prévias que a tornam uma mochileira com menos transtornos do que como seria de outro modo.

O senhor diz frequentemente que, para fazer o que se gosta, é preciso fazer uma série de coisas das quais não se gosta. Esse entendimento provém de uma educação na empresa, da família ou escola?
�É uma questão de formação familiar. Hoje há uma nova geração que, especialmente nas classes A, B e C, cresceu com facilitações da vida. Hoje a gente até fala em “adolescência estendida” que vai até aos 30 anos e não necessariamente até os 18 anos. São as pessoas que continuam vivendo com os pais, sob sustentação. Isso acabou levando também a uma condição, que uma parcela dos jovens entende que “desejos são direitos”, que vão obter aquilo porque é desejo deles e um outro vai providenciar. Cria-se assim a perspectiva equivocada de que as coisas podem ser obtidas sem esforço. Mas sabe, eu lembro sempre, trabalhar dá trabalho. Como costumo dizer: “só mundo de poeta que não tem pernilongo”. É óbvio que isso não anula a riqueza que essa nova geração tem de criatividade, expansividade, de receptividade em relação a vários modos de ser. Uma geração mentalmente rica, mas que precisa de um disciplinamento - que não é torturante, mas pedagógico - e que começa na família e vai encontrando abrigo na empresa. Essas estruturas são importantes para que essa energia vital não se dissipe. É preciso organizar essa energia de modo que não se perca com inconstâncias, para ser algo que possa de fato gerar benefício para o indivíduo e para a comunidade dele.

As empresas ainda não sabem lidar, de forma geral, com a energia desses jovens?
�Não, elas ainda estão começando a aprender. Há algumas que já possuem uma certa inteligência estratégica e estão se preparando e preparando seus gestores para que acolham essa nova geração como um patrimônio e não como um encargo. Porque quando você acolhe a nova geração como um encargo, em vez dela ser “sangue novo”, ela se torna algo que é perturbador. E é claro que não é só o jovem que tem de se preparar para essa condição. É necessário que a pessoa que a receba seja acolhedora, mas que também se coloque em uma postura de humildade pedagógica. Que ela saiba que vai aprender muito com alguém que chega com novas habilidades que a geração anterior não tem. Lidar nos dois polos de maneira que equipes multigeracionais ganhem potência em vez de entrarem em situação de digladio ou confronto.

Nesses dois polos, os profissionais mais seniores ficam inseguros com receio de que seu papel não seja mais relevante nas organizações. Como eles podem lidar com esse novo cenário?
�Eu só conseguirei ter essa percepção de que estou ficando para trás se eu deixar de lançar mão daqueles que chegam com coisas que eu ainda não conheço. E aí eu não vou ter só a percepção, eu vou ficar mesmo para trás. A gente aprende muito com quem chega, mas a gente também tem o que ensinar. Tem dois princípios que precisamos implantar: 1) quem sabe, reparte 2) quem não sabe, procura. Se eu formar seniores e juniores nesses dois princípios, de um lado vai ter generosidade mental e de outro a humildade intelectual. Essas duas trilhas virtuosas serão decisivas para que a gente construa maior potência no que precisa ser feito.

Com todos esses dilemas e mudanças, a ambição é necessária? Uma pessoa ambiciosa é boa ou perigosa para a empresa?
�A pessoa ambiciosa é aquela que quer ser mais e melhor. É diferente de uma pessoa gananciosa, que quer tudo só para si a qualquer custo. Uma parte do apodrecimento que nosso país vive no campo da ética hoje se deve mais à ganância do que à ambição. Eu quero um jovem ambicioso. Eu, Cortella, sou ambicioso. Quero mais e melhor. Mais e melhor conhecimento, mais e melhor saúde. Mas não quero só para mim e a qualquer custo. A ganância é a desordem da ambição. É quando você entra no distúrbio que é eticamente fraturado. Por isso, é necessário que uma parte dos jovens seja ambiciosa. Um ou outro tem sim essa marca da ganância caso ele seja criado em uma família, estrutura, comunidade, na qual a regra seja a pior de todas: “fazemos qualquer negócio”. E essa regra é deletéria, é malévola aos negócios que, embora possam ser feitos, não devem ser feitos. A ambição é necessária, mas a ganância tem que ser colocada fora do circuito.

E quando você junta ambição e pressa?
�Não é algo que traz bons resultados. Uma das coisas boas da vida não é ter pressa, é ser veloz. Se você faz um trabalho apressadamente, você vai ter que fazer de novo. Quando eu vou consultar médico, eu quero velocidade para chegar à consulta, mas eu não quero pressa na consulta. Velocidade resulta de perícia, habilidade, de ser alguém que tem competência no que faz. A pressa resulta da imperícia. Por isso, o desenvolvimento da perícia, habilidade, competência permite que se faça algo velozmente. E se sou veloz, aquilo que resulta da minha ambição pode se transformar no meu êxito. Se sou apenas um apressado, vou ter que lançar mão de trilhas escusas para chegar ao mesmo objetivo - e o nome disso é Lava Jato.

Há um certo profissional que prefere hoje estabilidade e quer seguir uma carreira linear, sem grandes saltos. Mas é visto como um profissional medíocre. Ele está errado?
�É um direito que ele tem. Uma pessoa tem direito de fazer essa escolha, mas ela também não pode se lamentar em relação ao resultado que isso traz. Afinal de contas, essa é uma vida morna, sem vibração. Não é uma que eu gostaria de seguir. Mas pode ser feita. Ninguém é obrigado a atuar de um outro modo. Eu acho que escolher essa vida irá beirar, em algum momento, à monotonia e isso gerará tristeza e frustrações.

Essa pessoa não projeta provavelmente as expectativas dela dentro da empresa?
�Não, ela apenas vê aquilo ali como emprego. Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Trabalho dá vitalidade, emprego pode te dar dinheiro. Qual a diferença entre trabalho e emprego? O trabalho você faria até de graça. Há pessoas que encontram no emprego o trabalho que gostariam de ter. Há pessoas que não encontram e são infelizes e outras ficam apenas na rotina do emprego. Não seremos nós a dizer a alguém que ele não pode fazer isso, mas a mediocridade como escolha não deixa de ser mediocridade só porque foi escolhida.

Do mesmo modo, há quem projete todas as expectativas dentro da empresa...
�Sim e isso tem piorado muito. Como o ambiente econômico piorou e a vida ficou mais complexa em relação à condição de sobrevivência, muita gente se encontra desmotivada. Ela até faz, mas não queria estar fazendo daquele modo e às vezes nem tem clareza do porquê está fazendo. A empresa precisa entender que necessita criar movimentos de estímulo em relação a essa atividade, promover formação continuada, reconhecimento, tudo aquilo que faz com que a pessoa ganhe energia e receba combustível. Ninguém motiva alguém, o que se pode é estimular. A motivação é movimento interno - mas uma pessoa se encontrará mais motivada se ela for estimulada a fazê-lo. Empresa inteligente faz isso, promove momentos de reconhecimento para que as pessoas se sintam autorais naquilo que fazem, nos quais as pessoas entendam que as empresas se interessam por elas e não somente as usam. Entendam que são um bem, não apenas uma propriedade no sentido maquinário do termo. E quem é cuidado por uma organização também vai querer cuidar dela.

Em uma empresa com hierarquia muito rígida, é muito difícil fazer isso caso a caso, correto?
�Se a empresa não tiver isso vai ter que inventar. Se ela é capaz de inventar participações do mercado, novas tecnologias e inovação, ela terá também de buscar inovação na formação de pessoas. Isso dá trabalho, mas é garantia de futuro. Quando a empresa fala que o maior ativo é gente, isso precisa ser demonstrado. Lealdade é reciprocidade. Se eu não percebo lealdade por parte de quem me contrata quanto à minha dedicação... eu preciso ver que a empresa se dedica a mim também. E isso não é com relação ao meu salário, porque eu vou sempre querer que ele seja superior, mas que seja evidente que a empresa consegue cuidar de mim, ajudar a aumentar minha capacidade, competência, não me colocar apenas como um peão de xadrez dentro do tabuleiro. Porque aí uma hora a reciprocidade virá.

No livro, o senhor defende que as empresas devem realizar atividades que façam seus funcionários refletirem sobre o propósito do trabalho que realizam. Por que essa é uma atividade tão rara nas empresas?
�Algumas empresas temem que, ao promover essa revisão, a pessoa abandone a companhia. Só que é necessário promover situações, criar ocasiões que levem a refletir sobre a razão de estar ali para que quando a pessoa resolva continuar na empresa, ela fique de modo mais legal, mais persistente e sólido. De nada adianta eu ter um grupo que nem pensa sobre a razão e no primeiro tropeço desiste, enfraquece, perde energia. É uma medida cautelar, é criar ocasiões que façam vir à tona as razões e os senões pelas quais alguém está ali. Assim é possível corrigir e dar maior densidade à razão para que ela continue de uma forma muito mais substantiva. É questão de estratégica, um caminho de perenidade que seja maior do que aquele que traz apenas uma ilusão ou uma simulação de lealdade.

Se você olhar para as organizações que não têm um produto muito mais admirado, como elas podem fazer para atrair e reter talentos em um mundo onde o propósito é mais valorizado?
�Há algumas pessoas que não querem mais trabalhar em uma organização que comercializa algo que seja malévolo, menos sedutor, encantador. Isso tem levado as próprias empresas a reorientarem seu modo de atuação. Um dos produtos que hoje está no alvo é o refrigerante, sendo visto como fonte de malefício. Mas as grandes empresas do varejo vêm reordenando a sua atuação nesse campo de maneira a tornar aquele produto como algo que não seja entendido como maléfico. É difícil trabalhar hoje na indústria do tabaco, na indústria armamentista. Mas veja bem, o que é trabalhar na indústria armamentista? É trabalhar naquela que faz míssil ou naquela que faz computador que também é colocado no míssil? Essa inter-relação leva a uma revisão dessas percepções. A empresa não pode ser sedutora apenas na aparência, precisa explicitar os compromissos que tem. É muito mais difícil enganar alguém hoje do que há algumas décadas. A fonte de informação é imediata. Não sou tão iludível quanto era quando era menino. Um jovem de 20 anos tem informações sobre uma organização que não se conseguia tão facilmente antes.

O senhor aponta no livro que o maior descontentamento atual dos funcionários nas empresas não é salarial, mas a falta de reconhecimento. Por que a questão ganhou força nos últimos anos?
�Hoje há um anonimato muito forte na produção. Como a gente tem uma estrutura de trabalho em equipe muito grande, o trabalho em equipe quase leva à anulação do reconhecimento do indivíduo. E isso significa que um trabalho em equipe não prescinde da atuação de cada pessoa. É necessário que não se gere anonimato. Eu insisto: reconhecimento não é só pecuniário, financeiro, é autoral. É necessário que a empresa exalte, mostre quem colaborou com aquilo. À medida que você tem reconhecimento, comemoração, celebração, isso dá energia vital para continuar fazendo. Não se entende aquilo como sendo apenas uma tarefa. O reconhecimento ultrapassa a ideia de tarefa. Não sei se seu pai fazia isso, mas chegava em casa com o boletim da escola, altas notas, e ele dizia: “não fez mais que a obrigação” - isto é altamente desestimulador. É preciso reconhecer, dizer que é bacana, comemorar. Aquilo que estimula a continuar naquela rota. Reconhecimento é a principal forma de estímulo que alguém pode ter.

No livro, o senhor também cita a obsessão por “uma tal ideia de felicidade” que acaba levando as pessoas a viverem muito mais a expectativa do que a realização. Por que isto ocorre?
�A felicidade não é o lugar onde você chega. A felicidade é uma circunstância que você vivencia no seu dia a dia. Não tem “a felicidade”. Você tem circunstâncias de felicidade, ocasiões, que quando vêm à tona não devem ser deixadas de lado. Ninguém é feliz o tempo todo - isso seria uma forma de idiotia - à medida que a vida tem suas turbulências. Mas quando ela vier, admita a felicidade. Colocar a felicidade só num ponto futuro, inatingível, isso é muito mais resultante de uma dificuldade de lidar com a questão do que concretamente uma busca efetiva. Por isso, sim, a felicidade é uma desejo porque o mundo tecnológico nos colocou em contato com tantas coisas, mas nos deu uma certa marca de solitariedade, de ficar solitário com relação àquilo que se tem, a uma ausência de contato muito forte. Tudo é muito virtual e isso acaba gerando desconforto interno, angústia nas pessoas. E a felicidade é um nome que as pessoas dão para superar essa angústia.

O que é felicidade para o sr?
�É a que eu tenho na minha vivência. Quando percebo uma obra feita, uma aula bem dada, um abraço sincero, afeto verdadeiro, conquista merecedora. São meus momentos de felicidade. Não são um lugar onde desejo chegar.

22/06/2018

A primeira coisa a se fazer para sair da zona de conforto é ACREDITAR que você está pronto para dar esse passo.

Esse "lugar" onde sabemos exatamente o que acontece, qual a forma de nos comportarmos e obter determinados resultados não tem esse nome à toa.

Zona é um local, uma região ou uma área delimitada. Chamamos de "zona de conforto" a uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. É um "modus operandi" onde nenhum indivíduo se sente ameaçado.

Na zona de conforto, a pessoa realiza sempre um determinado tipo de comportamento que lhe dá um desempenho constante, porém limitado e com uma sensação de segurança.

O problema é que essa segurança é falsa, uma vez que, quando ocorre uma grande mudança, quem está muito confortável leva um choque maior, e estará menos preparado para sobreviver do que os outros. Imagine aquela pessoa que está sempre buscando se desenvolver em sua carreira, estudando e obtendo novos conhecimentos, fazendo network, etc. Se por uma imprevisibilidade sua empresa a demite, muito provavelmente ela não encontrará dificuldades em obter uma nova recolocação.

Para que você avance em sua vida pessoal ou profissional é necessário saber operar fora de sua zona de conforto, melhorando seu desempenho e estando sempre atento ao seu entorno.

22/06/2018

6 formas para fazer seu cliente se apaixonar por sua marca
Criar uma imagem forte, bem cuidada, e produzir conteúdo de qualidade são alguns dos passos para cativar seus consumidores

Como em um relacionamento de verdade, uma paixão entre empresa e cliente depende muito mais do que apenas o primeiro encontro. Hoje em dia, não basta que alguém conheça sua marca. Ela precisa ser forte e encontrar uma forma de estar presente no dia a dia dos consumidores.

Por trás da construção dessa paixão, há um forte trabalho de branding, que se apoia muito na intimidade, velocidade e amplitude das mídias sociais. A empresa australiana de design de marcas One Deep Design criou um infográfico que mostra alguns dados sobre a importância de um trabalho como esse.

Reunindo esse monte de números, a empresa listou seis formas para fazer seus clientes se apaixonarem pela sua marca. Depois da lista, você encontra o gráfico original, em inglês, com as fontes de todos os dados.

1. Ofereça um atendimento de primeira
Não adianta ser medíocre: sua empresa precisa tratar seu cliente da melhor forma possível. Para 73% dos consumidores, o atendimento amigável determina o amor por uma marca. E não pense que os custos serão um problema: 55% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma experiência de consumo melhor. O mais importante é lembrar que 89% deles pararam de fazer negócios com empresas que os trataram mal.

2. Dê um tapa no visual
Sim, os consumidores julgam as marcas pela capa – ou melhor, por seus sites. Este é o primeiro critério para definir a credibilidade de uma empresa para 46% das pessoas. Além disso, 90% das compras são feitas baseadas em fatores visuais.

3. Crie conteúdo de sustância
Conteúdo de qualidade é o terceiro principal motivo para pessoas seguirem empresas nas mídias sociais. As publicações e a proximidade de cada marca com seus clientes por meio dessas ferramentas também ajuda na hora de determinar uma compra: 67% dos usuários do Twitter, por exemplo, estão mais inclinados a comprar de marcas que eles seguem.

4. Abuse das emoções
Criar uma marca forte pode envolver vários passos virtuais. Isso não significa que ela precisa ser distante ou impessoal. Explore as emoções em cada estratégia para se conectar de forma mais humana com seus clientes. As emoções são a base para 75% das experiências de consumo.

5. Fique de olho no seu histórico e surpreenda
Três de cada quatro consumidores gastam mais com marcas com as quais tiveram experiências positivas anteriores. Fique de olho para não escorregar e mantenha um histórico do que a empresa já realizou de positivo. E sempre que tudo parecer rotineiro, surpreenda seus clientes fieis com algo novo.

6. Escute – mesmo – seus clientes
Não adianta ter diversos canais de comunicação com seus consumidores e não usar as opiniões deles para melhorar sua empresa de alguma forma. Aproveite aquelas que são interessantes e divulgue as críticas construtivas – positivas ou negativas. Adicionar depoimentos de clientes no site de uma empresa pode aumentar as vendas em até 250%.

22/06/2018

O consultor possui maior experiência prática por estar sempre em atividade com empresas diferentes e problemas diferentes. Por esse mesmo motivo, o consultor pode trabalhar com maior imparcialidade, tendo dos altos escalões da empresa uma maior confiança.

Segundo Peter Block (1991), "o consultor é uma pessoa que, por sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influência sobre pessoas, grupos e organizações, mas não tem poder direto para produzir mudanças ou programas de implementação".
A consultoria não pode ser vendida. Não é o consultor que deve vender seus serviços, e sim a empresa-cliente que deve reconhecer que algo está errado e buscar a ajuda de um profissional.

Como contratar uma consultoria

A empresa, ao decidir pela contratação de um serviço de consultoria externa, deve realizar cuidadosa seleção dentre as alternativas do mercado, considerando – no mínimo - os seguintes aspectos:

1. Qual a especialidade que necessito para meu problema?
2. Vamos contratar consultores da nossa cidade, da região, ou de outras regiões?
3. Contratar um consultor pessoa física, ou uma empresa estabelecida?
4. Contratar um especialista no assunto, ou um generalista?

Controller
As empresas modernas e que se preocupam com um processo de gestão bem desenvolvido necessitam de uma estrutura organizacional bem delineada para a sua sobrevivência. Neste cenário surge um novo profissional cuja finalidade é garantir que as informações sejam adequadas ao processo decisório e que esteja sempre pronto a apoiar a diretoria da entidade no processo de gestão.

Pricing
Precificar produtos tornou-se diferencial competitivo e estratégia indispensável ao varejo no cenário atual.
Esqueça a velha prática do mark-up. Não são os custos somados com uma margem que determinam os preços, é o valor para o cliente que importa. Quem quiser aumentar lucros precisa superar a inexperiência em definir preços provocada por anos de inflação e adotar o pricing estratégico.

“A definição do preço é o momento da verdade, tudo no marketing entra em foco na decisão do preço”. Raymond Corey

É o pricing estratégico, que mudará o foco das empresas que deverão se preocupar menos com objetivos de market share ou volume de vendas e mais com a lucratividade de seu negócio. Segundo esse princípio, as empresas precisam entender melhor seus diferentes segmentos de clientes, praticar preços diferentes para cada um e servi-los bem, além de aprender que existem mercados que não foram feitos para seus produtos ou serviços. Vale lembrar: com a nova visão, várias práticas do mercado acabarão sendo alteradas, como a grande flexibilidade que a maioria dos departamentos de vendas possui para negociar descontos.

Porque contratar um especialista em cardápio
O cardápio é tão importante que cada vez mais é aceita a tese de que deve preceder em parte à montagem do restaurante e em especial à da cozinha. Além disso, não se pode esquecer de que o cardápio determina a identidade do estabelecimento e, por isso, deve ser elaborado de acordo com o público-alvo desejado.
É o principal instrumento de venda. O garçom se torna um vendedor em potencial para alcançar as metas estabelecidas.

Determina a estrutura de produção: cada tipo de comida vai requerer particularidades para sua produção, tais como equipamentos, espaços e organização da cozinha, etc. Além de estabelecer a capacidade produtiva e estocagem.
Determina a estrutura de serviço: cada tipo de comida vai exigir determinados utensílios de serviço como louças, talheres, decoração, etc, juntamente com o layout e forma de serviço.
Determina a administração: cada tipo de comida precisa de determinada matéria-prima, portanto, de diferentes fornecedores, compras, custos e etc. Veja que nessa parte é de suma importância o planejamento estrátegico.

Determina a organização e a qualificação da mão de obra: tanto a equipe de produção quanto a de serviço terão que saber lidar, produzir, vender e servir de acordo com seu cardápio e público alvo. Vale a dica: não se pode atingir todos aos mesmo tempo, não tente abraçar o mundo.

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