Em vista do crescimento da preocupação do Brasil com a Qualidade do Ar em Interiores, a ampla utilização de sistemas climatizados e a falta de informação sobre diagnósticos corretos em ambientes interiores com problemas de contaminação por fungos e bactérias que favorecem a ocorrência de doenças e sintomas irritantes, tóxicos e alérgicos, verificaram-se a necessidade de se desenvolver padrões refe
renciais para análise de resultados de qualidade microbiológica do ar em interiores que levem em conta a combinação de aspectos quantitativos (numéricos), qualitativos (espécies de fungos e bactérias comuns, patogênicas, irritantes, toxigênicas ou alergênicos) e relativos (comparação entre concentrações em interiores/exteriores). Os ambientes interiores tanto podem ser responsáveis pelo bem-estar, conforto e produtividade dos ocupantes, no caso de um local sem problemas, como pelo aumento do absenteísmo ao trabalho, internações hospitalares, sinais e sintomas relacionados à Síndrome das Residências e dos Edifícios Doentes ou das Doenças Relacionadas à Residências ou Edifícios, no caso de um edifício problemático. Mais especificamente com relação a “Sistemas de Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento” ou simplesmente “Sistemas de Climatização” é importante a adoção de critérios de “Qualidade do Ar de Interiores” para se determinar a ocorrência de fontes poluentes como reservatórios, amplificadores e dispersores. Fazendo por onde melhorar os Padrões de Qualidade de Ar de Interiores, a CLEAN SERVICE além de demonstrar sua intensa preocupação com os fatores de agressão à Saúde, observados em ambientes interiores e à “Qualidade de Vida”, como uma das variáveis determinantes da “Expectativa de Vida”, leva em consideração:
A preocupação com a Qualidade do Ar de Interiores em ambientes climatizados ou não, bem como a ampla e crescente utilização de sistemas de ar condicionado no país, em função das condições climáticas;
A preocupação com a saúde, o bem-estar, o conforto, a produtividade, e o absenteísmo ao trabalho, dos ocupantes dos ambientes climatizados ou não, bem como sua inter-relação com a variável “qualidade de vida”;
A qualidade do ar de interiores climatizados ou não e sua correlação com a Síndrome das Residências e dos Edifícios Doentes, relativa à ocorrência de agravos à saúde; e,
A minimização do risco potencial à saúde dos ocupantes, em face da permanência prolongada em ambientes climatizados ou não,
Executando a prestação de serviço de higienização e desinfecção em geral de ambientes interiores.