Sagres Instituição direcionada para as melhores práticas de política e gestão estratégica aplicadas.

O Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas é um centro de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos. Desenvolve projetos de consultoria e capacitação, bem como cursos de pós-graduação, em parceria com instituições de ensino superior. O Instituto Sagres presta consultoria e assessor

ia em Gestão Estratégica para instituições públicas ou privadas, tendo como alicerce a Metodologia FIGE® — Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica. O ineditismo da FIGE® não está em suas ferramentas – amplamente conhecidas por profissionais da administração – e sim na possibilidade de integrá-las, segundo as necessidades e as peculiaridades de cada organização. O processo tem início com a Intenção Estratégica (missão, visão, valores e negócio) — obtida mediante entrevistas e oficinas realizadas com os dirigentes corporativos — e percorre os três níveis administrativos (estratégico, tático e operacional), subsidiados por efetivo sistema de monitoramento e avaliação e apoiados por atividades de Comunicação Social e Inteligência Estratégica.

Esse é somente mais um passo em direção à predominância da energia solar. Especialista afirmam que, dentro de dez anos, ...
02/05/2015

Esse é somente mais um passo em direção à predominância da energia solar. Especialista afirmam que, dentro de dez anos, os painéis fotovoltaicos produzirão energia elétrica limpa e mais barata que qualquer outra fonte hoje disponível, nos países desenvolvidos.

A Tesla Powerwall pode armazenar energia a partir de painéis solares, da rede elétrica à noite e proporciona um backup seguro em caso de uma queda de energia

As melhores práticas de planejamento e gestão, apoiados em prospectiva e inteligência, estão "na praia" do Instituto SAG...
28/09/2013

As melhores práticas de planejamento e gestão, apoiados em prospectiva e inteligência, estão "na praia" do Instituto SAGRES. O TCU dá um grande passo nesse sentido.

Presidente do TCU afirma que, no Brasil, não funciona o planejamento de médio e longo prazos O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, diz que a falta de gestão pública é o grande gargalo para o desenvolvimento do Brasil No dia 8 de outubro, o órgão vai assinar um a...

Inovação, ou seja, criatividade a serviço da qualidade de vida. Porque ninguém pensou nisso antes?
01/08/2013

Inovação, ou seja, criatividade a serviço da qualidade de vida. Porque ninguém pensou nisso antes?

Como ninguém pensou nisto antes? Para que as pessoas não percam tempo a andar às voltas num parque de estacionamento à procura de um lugar para estacionar, uma empresa sul-coreana de postos de gasolina chamada "S-Oil" teve uma ideia simples e eficaz para evitar nessas alturas o gasto desnecessário d...

A humanidade ainda vai usar muito grafeno. São inúmeras as possibilidades de aplicação já conhecidas e há muitas por des...
18/07/2013

A humanidade ainda vai usar muito grafeno. São inúmeras as possibilidades de aplicação já conhecidas e há muitas por descobrir.

Na coluna anterior vimos que o grafeno é uma substância formada por uma malha hexagonal de átomos de carbono ligados para formar a única substância bidimensional que se conhece na prática, já que sua espessura corresponde ao diâmetro de um ...

Continuamos atualizando nossa Planilha com as Experiências Brasileiras com uso da Prospectiva. A versão 3.0 no site da R...
12/06/2013

Continuamos atualizando nossa Planilha com as Experiências Brasileiras com uso da Prospectiva. A versão 3.0 no site da Rede Brasileira de Prospectiva. Acesse e participe http://prospectivabrasil.ning.com/

Reitero a solicitação que informem os estudos e trabalhos que participaram ou conhecem, de modo que tenhamos uma visão completa sobre o uso da Prospectiva no Brasil em apoio ao planejamento de longo prazo.

Abs

Mário Andreuzza

Plataforma de Interação Virtual da Rede Brasileira de Prospectiva (RBP)

Vários integrantes do Instituto SAGRES prestigiaram o Café com Futuro, da Rede Brasileira de Prospectiva. Vejam álbum so...
11/06/2013

Vários integrantes do Instituto SAGRES prestigiaram o Café com Futuro, da Rede Brasileira de Prospectiva. Vejam álbum sobre o evento.

1ª. edição do Café com Futuro, uma iniciativa da Rede Brasileira de Prospectiva (RBP)

07/06/2013

A matéria do Wall Street Journal é muito interessante como exemplo de ausência de VISÃO PROSPECTIVA. Vejam os seguintes extratos: "Isso marca uma inversão histórica e, em grande parte, inesperada"; "A Opep ... claramente foi pega de surpresa"; "Essa recuperação da produção americana era inimaginável cinco anos atrás".
Nós, do SAGRES, estamos repetindo a quem interessar possa, desde 2007, que os EUA têm um programa em curso para se tornar independente de importações energéticas. E que muitos US$ têm sido investidos em P&D, nessa área.
O xisto é só uma face desse programa. A energia solar, por exemplo, hoje ineficiente, apresenta enorme potencial de desenvolvimento.
Depois, outros articulistas dirão: "ninguém poderia imaginar ..."

O boom do setor petrolífero dos Estados Unidos está aprofundando as divisões dentro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e ameaça criar um racha entre os membros africanos e árabes, num momento em que a entidade lida com uma revolução no comércio global de petróleo.

29/05/2013

Voo seguro rumo à cidadania

DIOCLÉCIO CAMPOS JÚNIOR
Médico, professor emérito da UnB, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria e representante da SBP no Global Pediatric Education Consortium ([email protected])
Publicação: 27/05/2013

A travessia saudável da infância e da adolescência é o voo com a rota mais complexa na vida do ser humano. Decola na concepção e aterrissa na cidadania. Não admite amadorismo para capitaneá-lo. A delicada trajetória que percorre precisa culminar num desembarque saudável, maduro, equilibrado e produtivo. O piloto especializado para operá-lo com segurança é o pediatra. Mas, se ele não tiver as horas de voo indispensáveis à qualificação necessária, os nobres passageiros que conduz — crianças e adolescentes — estarão prejudicados.

Dizem que falta pediatra no Brasil. Não é verdade. O que falta é respeito à criança e ao médico formado para dela cuidar. Infância e adolescência valem nada para muitos governantes. Pediatria é a especialidade que congrega o maior número de médicos do país, mesmo recebendo a mais baixa remuneração. São cerca de 32 mil, ou 13% do total. A proporção é de 17 por 100 mil habitantes.

O número é suficiente para atender o universo pediátrico de uma população cuja taxa de fertilidade é de 1,8, bem próxima à da comunidade europeia, na qual há 17 pediatras por 100 mil habitantes. Porém, diante das desigualdades regionais acentuadas, a distribuição de todas as categoriais profissionais no Brasil segue a perversa lógica do modelo econômico que não se ousa modificar.

As verdades científicas que comprovam a preciosidade do retorno de investimento em saúde e educação nessa faixa etária são engavetadas. A alegada escassez de pediatras é leviano pretexto para justificar políticas públicas que os substituam por profissionais desprovidos de preparo para exercer uma das mais delicadas missões no campo da medicina. A escassez não é de pediatras, é de governos comprometidos com os direitos de quem não vota.

Com efeito, prevalece, nas políticas públicas, o desprezo pelo médico especialista que sabe lidar com os desafios da fase singular da existência. Menospreza-se a complexidade de um ciclo de vida único na evolução do indivíduo. Assim ocorre no sistema público. Assim agem os planos de saúde. Assim pensam os empresários do setor privado que fecham leitos pediátricos por não satisfazerem suas vorazes expectativas de lucro. Ferem-se os princípios éticos que deveriam nortear o desempenho dos dirigentes do país. É um flagrante desrespeito à criança.

A encruzilhada em que se encontra o desenvolvimento nacional requer mudanças de fato. O requisito qualidade é essencial à garantia das prerrogativas do cidadão. Não dá mais para empurrar de barriga. Se quiser superar desafios que o mantêm no atraso, o Brasil tem que vencer a cultura do quebra-galho. Superar a falácia do faz de conta. Sem qualidade, só há balela para engambelar as pessoas. Protela-se o acesso igualitário a um padrão de vida que não lhes pode mais ser negado.

Tamanho obscurantismo não há de ser aceito pela sociedade brasileira. Prover condições diferenciadas para a travessia da etapa de vida marcada pelo crescimento e desenvolvimento é atribuição que os governantes deveriam honrar. Não por meio de propaganda enganosa, como sói acontecer. Investir no requinte qualitativo de quem tem vocação para tão relevante tarefa, dignificando-o por meio de uma carreira que lhe valorize o mérito humano, é causa incompatível com interesses eleitoreiros.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) integra o Global Pediatric Education Consortium (GPEC). Trata-se de organismo internacional criado há cinco anos com o objetivo de qualificar a formação do pediatra, pressuposto do atendimento de excelência requerido. Reúne entidades pediátricas de 50 países, voltadas para projetos edificantes de uma sociedade justa, respeitosa e criativa. Em todos eles, o treinamento para a certificação do pediatra dura, no mínimo, três anos. No Brasil, apenas dois.

Desde 2006, a SBP tenta corrigir esse atraso. Não consegue. Manobras espúrias têm sido usadas por membros da Comissão Nacional de Residência Médica do MEC para condenar a pediatria brasileira à mediocridade. Em evento do GPEC, realizado em 1º e 2 de maio na cidade de Durham, nos Estados Unidos, foi referendada a recomendação das sociedades de pediatria do Cone Sul. Conforme o teor do texto aprovado, o Brasil terá de formar o pediatra no tempo mínimo de três anos. Se não o fizer, sua credibilidade estará seriamente comprometida.

Não se pode descuidar de um segmento prioritário da população, expondo-o a tanta vulnerabilidade. O voo do ser humano rumo à cidadania requer segurança plena. Sem piloto capaz, perde altura. O risco é iminente

Cenário catastrofista e pouco provável, segundo as técnicas de prospectiva. De todo modo, vale a pena ler e analisar as ...
05/05/2013

Cenário catastrofista e pouco provável, segundo as técnicas de prospectiva. De todo modo, vale a pena ler e analisar as incertezas e respectivas hipóteses.

Se chegarmos a 2050 em um cenário de desastre ambiental, 3,1 bilhões de pessoas a mais estarão vivendo na extrema pobreza, se compararmos com os dados das ...

13/03/2013

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