26/08/2026
RESUMO POLÍTICO — 26 DE AGOSTO DE 2026
A eleição de 2026 começa a entrar em uma nova fase: menos apresentação de candidatos e mais disputa por propostas, narrativas e capacidade de governar.
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL
A pesquisa Datafolha aponta Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no 1º turno. No eventual 2º turno, Lula aparece com 47% contra 43%. A aproximação entre os dois aumenta a importância das entrevistas, debates e propaganda eleitoral.
DISTRITO FEDERAL
A nova pesquisa Quaest aponta Celina Leão com 34%, Arruda com 20% e Leandro Grass com 13%. No 2º turno, Celina também aparece à frente de Arruda: 42% a 32%.
O cenário jurídico de Arruda, entretanto, continua sendo uma variável importante após o pedido do MP Eleitoral para que seu registro seja negado.
SENADO E CÂMARA
A disputa pelas duas vagas ao Senado e pelas oito cadeiras de deputado federal começa a ganhar importância. No DF, partidos, federações, nominatas e capacidade de transferência de votos serão decisivos.
ECONOMIA
Crescimento menor, inflação, juros e contas públicas permanecem no centro do debate. A economia deverá ser um dos principais diferenciais entre os projetos presidenciais.
TRABALHO
A discussão sobre o fim da escala 6×1 avança no Congresso e pode se transformar em importante tema eleitoral, envolvendo qualidade de vida, produtividade e custos para as empresas.
CENÁRIO INTERNACIONAL
A tensão entre EUA e Irã e as disputas comerciais dos EUA continuam afetando petróleo, câmbio e perspectivas para a economia mundial — com possíveis reflexos sobre inflação e juros no Brasil.
MANCHETES DOS JORNAIS
As principais manchetes convergem para eleições, economia, segurança e articulação institucional. No DF, os jornais começam a destacar propostas concretas dos candidatos para metrô, segurança, educação, urbanização e desenvolvimento econômico.
LEITURA DO DIA
A eleição começa a migrar de “quem é o candidato?” para “o que ele pretende fazer?”
No DF, Celina amplia sua vantagem, mas a situação jurídica de Arruda continua relevante. No cenário nacional, Lula permanece na liderança, enquanto Flávio reduz a distância.
Minha síntese: a eleição de 2026 começa a exigir mais do que popularidade. Será necessário demonstrar capacidade de transformar propostas em resultados.