10/08/2019
Essa semana tive a honra de facilitar, junto com minha sis .moiana na uma Espiral de Conversa sobre as consequências de uma educação muito autoritária ou muito permissiva e falamos da importância de@unirmos firmeza e gentileza para a contribuir com a formação de seres humanos mais humanos!!
E hoje encontrei esse do que resume muito bem essa proposta. E, junto ao vídeo, um muito bacana desse perfil que adoro ! Confere aí:
“Vamos falar de liberdade, autoridade, autonomia, autoritarismo e permissividade? Assista ao vídeo até o fim. Essa fala do Pedro Cardoso está totalmente alinhada com uma educação positiva, empática, respeitosa.
Quando estamos nos extremos, temos, de um lado, o autoritarismo, a autoridade sem liberdade e, portanto, sem respeito à individualidade e às necessidades da criança, normalmente com uso de violência física e psicológica (palmadas, castigos, chantagens, ameaças etc). É uma verdadeira opressão e uma das formas pelas quais a resposta da criança se manifesta é justamente pela agressividade (contra os pais ou contra aqueles mais fracos que a criança - é o oprimido oprimindo). Também gera desobediência, revolta, resignação, além de diversos outros problemas.
Do outro lado, temos a permissividade, a total falta de limites, onde é dado um poder à criança muito maior do que ela é capaz de manejar. Isso gera insegurança, sensação de desvalor, desamor, porque dar limite é cuidado, é atenção, é se importar. Além disso, pode criar seres humanos altamente egocêntricos, mimados, literalmente sem limites ou respeito pelos outros.
No meio do caminho, temos os limites colocados com respeito, a combinação de firmeza com gentileza. É a soma de autoridade (não autoritarismo) com liberdade de que ele fala no vídeo. A criança precisa ter voz, mas em assuntos limitados, adequados à sua idade, muitas vezes com escolhas limitadas. Ela precisa ter seus sentimentos validados, respeitados, acolhidos, mas ser ensinada que não podemos agredir ou destruir só porque estamos bravos. Ela precisa ter autonomia e responsabilidade adequadas à idade, arcando com as consequências das escolhas que já