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29/04/2014

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Dica de filme..."Smashed: De Volta a Realidade (Smashed)por Ronaldo D'ArcadiaO filme independente "Smashed" faz de sua p...
06/04/2014

Dica de filme...

"Smashed: De Volta a Realidade (Smashed)
por Ronaldo D'Arcadia

O filme independente "Smashed" faz de sua protagonista um retrato fiel da luta contra o alcoolismo.

Acordar jogado em um canto sujo da cidade, sem mesmo saber como chegou ali. Este pode ser o fundo do poço para muitos, mas para outros é um ponto de partida. O filme independente "Smashed", dirigido de maneira atenciosa por James Ponsoldt, fala com honestidade sobre os males do alcoolismo, e também sobre a força necessária para conseguir vencê-lo.

A história se foca na trajetória dos jovens Kate e Charlie, casal que usa a bebida como elo de seu relacionamento. Ela é professora em uma escola primária, e ele é um jornalista que vive de bicos e às custas da família. Certo dia, tomada por uma ressaca fortíssima, Kate vomita na frente de sua turma, e quando um de seus alunos pergunta se ela está grávida, a mesma mente sem pestanejar - fato que acaba gerando outras situações inconvenientes.

Este foi, basicamente, o momento que despertou em Kate questionamentos sobre sua possível condição de viciada. Até aquele momento a ideia não havia tomado uma forma concreta em sua mente (talvez por medo ou simplesmente ignorância), pois beber sempre foi algo natural em sua vida. Seus pais, amigos e marido sempre beberam muito, então ela nunca relacionou isso a algo ruim. Mas um basta se mostrou necessário quando as coisas deixaram de ser vergonhosas e se tornaram assustadoras.

O argumento mais válido esmiuçado pelo filme é a dificuldade que um alcoólatra enfrenta no início de seu tratamento, quando começa a participar de grupos como os dos Alcoólatras Anônimos. Qualquer problema enfrentado serve para desmotivar e enfraquecer a pessoa que busca ajuda, abrindo espaço então para as temíveis recaídas. No caso de Kate, um dos principais empecilhos de sua recuperação é a falta de compreensão do marido Charlie, que mesmo amando sua companheira, como todo viciado, age de maneira imprevisível e potencialmente cruel.

Apesar do tom leve, contornado em certos momentos por um humor ácido, por vezes nervoso, a obra se foca mesmo no drama desta transformação, e não tenta ser complacente ou oferecer respostas e soluções que resultam em felicidade plena. O texto finca seu pé na realidade, e oferta apenas o caminho inicial trilhado pela adicta, e não o que ela colheu com suas atitudes.

A força de "Smashed" está concentrada em seu elenco. Obviamente a condução de Ponsoldt serve como um alicerce da naturalidade que vemos em cena, mas são as interpretações que verdadeiramente cativam o público. O grande destaque é Mary Elizabeth Winstead como Kate. Aqui, a jovem e bela atriz foge do estigma de bibelô, se revelando uma intérprete de alto potencial dramático. Ela consegue encontrar uma voz inspiradora em momentos importantes, como na sua primeira reunião no AA, em que descreve de forma tocante suas angústias e medos. Sempre mal vestida e aparentando pouca maquiagem, Winstead deixa de lado a ênfase em sua beleza (que até então havia sido fundamental para sua carreira) e atua sozinha, por assim dizer. Um ótima trabalho, de fato.

Junto a ela temos dois ótimos atores que são figuras conhecidas daqueles que curtem séries de TV. São eles: Aaron Paul, que interpreta o marido mimado Charlie - Paul faz sucesso com seu premiado trabalho na série "Breaking Bad" -, e Nick Offerman, que vive o amigo Dave - Offerman por sua vez participa da hilária "Parks and Recreation". De quebra, temos uma pequena participação da vencedora do Oscar Octavia Spencer, como a madrinha do AA Jenny.

Em resumo: é sempre relevante prestigiar trabalhos que tratam de maneira sensata o tema alcoolismo. Definitivamente, não existe nada pior do que presenciar uma pessoa ter sua vida sugada por este vício, e por isso, quanto mais informação melhor. "Smashed" é um filme humilde, de baixo orçamento, mas que traz em sua essência uma forte mensagem, propagada por um elenco motivado pelas qualidades do roteiro. A direção de James Ponsoldt proporciona uma vívida liberdade para as cenas, e faz com que sua protagonista Kate seja uma voz autêntica para aqueles que infelizmente já viram de perto algo parecido - basicamente uma nação de pessoas.

PS: "Smashed" ganhou o "Special Jury Prize" no festival de Sundance ano passado."

Fonte: http://www.criticadaquelefilme.com.br/2013/03/smashed.html

Boa noite!!!Segue um texto bem interessante sobre a Paixão a partir da ótica do Neurocientista Renato Sabbatini.  Depois...
22/03/2014

Boa noite!!!

Segue um texto bem interessante sobre a Paixão a partir da ótica do Neurocientista Renato Sabbatini. Depois que li esse texto passei a entender melhor certas coisas acerca do universo da Paixão e da Dependência Química. :) :)


Química alterada
Paixão envolve grande alteração no cérebro
Paixão é resultado de alterações químicas

Fabiano Ferreira

O peito aperta e um misto de euforia e ansiedade toma conta. A gente não quer mais nada. Dá vontade só de pensar no outro, planejar coisas para se fazer juntos ou ficar horas e horas conversando, conhecendo e tentando achar explicação para o que dizem ser inexplicável. Quando a paixão chega ficamos meio bobos e tudo passa a ser mais leve. Dizemos que estamos amando e que todo sentimento vem do coração. Vem do tempo do grego Aristóteles acreditar que a sede das emoções é do coração. Daí tantas figuras de linguagem que se referem ao órgão como símbolo do amor. O que muitos não sabem (ou talvez nunca pararam para pensar) é que por trás de um suspiro e um sorriso alargado se esconde uma verdadeira “mecânica”. A paixão é resultado de uma bagatela de alterações químicas que mexem com toda a estrutura corporal e pode (quem diria) até nos deixar doentes. Quando sentimos algo diferente, que chega nos fazer “tremer por dentro”, nosso corpo passa por uma avalanche de transformações. Substâncias químicas e hormônios como dopamina, endorfina, oxitocina, cortisol e adrenalina entram em ação e avisam todo o organismo que algo bom está acontecendo. “O amor é quase totalmente algo irracional, que mexe com as estruturas mais primitivas do cérebro”, diz o neurocientista Renato Sabbatini, especialista no assunto.

Novos horizontes
O cérebro passa por grandes modificações quando estamos amando. É por isso que os problemas até parecem não ter tanta importância. Ficamos dopados por sensações de prazer, capazes de nos fazer sentir nas nuvens. De acordo com Sabbatini, a dopamina é o grande agente das mudanças na química cerebral, fundamentalmente envolvida em emoções positivas como a paixão, as sensações provocadas pelo orgasmo e pela beleza, por exemplo, bem no comportamento de aproximação, contato e carinho. “É por isso que o bom vinho, a boa comida, a música romântica e suave e imagens belas são coadjuvantes essenciais do ambiente amoroso e têm o poder de exacerbar nosso hedonismo associado à paixão”, explica o neurocientista.

Através da maior quantidade de dopamina no organismo, as sensações positivas são potencializadas pela paixão. Não se diz, por exemplo, que aos olhos do apaixonado toda mulher é bela? Ou que os prazeres da mesa são maiores quando em companhia da pessoa amada? Ao mesmo tempo, as emoções negativas são neutralizadas e passam a ter pouca importância. Daí muitas pessoas serem verdadeiros "viciados" em paixão. “O mecanismo cerebral envolvido é idêntico e tão forte ao de se viciar em morfina ou cocaína”, revela o pesquisador. Todas essas reações acontecem, em certa parte, independente de nossa vontade e são difíceis de se controlar. Mas tudo depende da personalidade de cada um. É impossível generalizar. Existem até algumas pessoas que se dizem frias e incapazes de se apaixonar ou se apaixonam "só um pouquinho". “Nesse caso, predominam as áreas racionais do cérebro. Os poetas dizem que a paixão é uma doença do amor. E eles têm razão. Apesar de seu potencial de extrema ativação emocional positiva, a paixão também causa dores no coração”, afirma Sabbatini.

Quem está inteiramente apaixonado não chega a sentir algo muito agradável, mas sim tem uma sensação de opressão. A perda da razão não é nada bom, pois nos prejudica como seres humanos. Invariavelmente bloqueamos a capacidade de trabalho e de realização, a memória e a concentração ficam instáveis, o que pode resultar até em atos impensados. “O melhor é quando a paixão cede naturalmente o seu lugar ao amor romântico, que é muito bom, mas não tem esses efeitos colaterais mais severos. E isso acontece naturalmente, pois nosso cérebro tende a se defender da excitação incontrolável da paixão, assim como em geral se defende do estresse”.


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http://www.diarioweb.com.br/noticias/imp.asp?id=62561

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Dica de filme. :)Aproveitei o feriado do carnaval para assistir alguns filmes da minha “listinha” e ontem assisti e me e...
03/03/2014

Dica de filme. :)

Aproveitei o feriado do carnaval para assistir alguns filmes da minha “listinha” e ontem assisti e me emocionei muito com o filme “ÀS VEZES O AMOR NÃO É O BASTANTE”.
O filme nos apresenta a vida do casal Lois Wilson, esposa de Bill Wilson, fundador dos Alcoólicos Anônimos. Um filme repleto de “realidades” que encontramos a todo instante seja em nossas casas ou em casas de amigos e parentes.
O drama de se ter um alcoolista em casa nos leva a questionamentos dos mais variados; buscamos saber o porquê de ser assim; qual o nosso papel naquela situação, qual o remédio para dores tão profundas.
Eu indico este filme para todos que tenham alguma relação direta e/ou indireta com o alcoolismo, ou melhor, eu indico o filme para todos nós independente da relação com a droga ou as dr**as.
Detalhe: A codependência é apresentada de forma impecável e para quem está numa situação semelhante à abordada no filme sabe do que estou falando.

Adenize de Oliveira.

Para quem quiser saber mais sobre a vida de Bill Wilson, segue um link com mais informações. http://www.infopedia.pt/$bill-wilson

http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-as-vezes-o-amor-nao-e-o-bastante-dublado-online.html

Filme Às Vezes o Amor Não é o Bastante - Dublado - Baseado na história verídica e conturbada do amor duradouro entre Lois Wilson, co-fundadora da Al-Anon, e seu marido, Bill Wilson, co-fundador de Alcoólico

Interessante texto!!!
23/12/2013

Interessante texto!!!

A temática das dr**as, de forma cifrada ou explícita, faz parte de letras e canções brasileiras há décadas. Relembre algumas das obras dessa longa história

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22/12/2013

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Assunto bastante polêmico, mas que deve ser enfrentado de frente. Os prós e os contras da legalização da maconha devem s...
13/12/2013

Assunto bastante polêmico, mas que deve ser enfrentado de frente.
Os prós e os contras da legalização da maconha devem ser analisados de maneira clara, objetiva
e levando em consideração as experiências que existem, seja nos países que já deram passos
em relação a maconha (legal com restrições, ilegal...), seja com relação às dr**as lícitas como álcool e tabaco, enfim...
A história é longa, tendo em vista que desde sempre a humanidade de alguma forma usa "droga", por isso temos
que analisar, refletir buscando sempre o bem do homem e não o bem econômico; seria o caso de afrouxar ou apertar??

O presidente do Uruguai, José Mujica, reagiu furiosamente na noite de quinta-feira às declarações do chefe da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes, Raymond Yans. O órgão da ONU havia condenado horas antes o país pela legalização da venda e do cultivo da maconha.

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