Diálogos Comestíveis

Diálogos Comestíveis Todo comer é você quem desenha. Se o problema é alimentar o futuro, temos Você tem fome de conteúdo? Também estamos noutras redes sociais.

Que histórias contam os pratos que devora? Quer saber mais sobre produtores e cozinheiros? Quer se conectar a eles e propor parcerias? Precisa de ajuda para construir uma marca gastronômica forte? Em nosso blog, que traz informações sobre belas iniciativas, há um punhado de referências. Saiba mais, entre em contato: www.dialogoscomestiveis.com.br

📣 Este é um grande ponto desse texto que escrevo usando lógica e emoção na mesma medida, mas sem qualquer pretensão outr...
07/06/2023

📣 Este é um grande ponto desse texto que escrevo usando lógica e emoção na mesma medida, mas sem qualquer pretensão outra que não provocar o pensamento dos humanos.

🤪 Tenho pensado no uso das IAs para aprimorar projetos de branding e de ESG na mesma medida. Os resultados têm sido... curiosos.

🥹 Mas, desde 2015, quando pensei em Diálogos Comestíveis, e desde 2018, ápice da construção de branding, não me sentia tão abatida. E, ao mesmo tempo, tão determinada a estrapolar os territórios do que conheço.

😈 Quer me desafiar? Você tem fome do quê? Leia o artigo e vamos começar, juntos, a pensar em mais...

Uma das grandes frases da Google I/O 2023, conferência anual de desenvolvedores da empresa, realizada hoje na Califórnia...
10/05/2023

Uma das grandes frases da Google I/O 2023, conferência anual de desenvolvedores da empresa, realizada hoje na Califórnia/EUA, diz respeito à responsabilização de plataformas como Google, Microsoft, Apple, Yahoo - bigtechs diversas.

Se o monopólio da tecnologia está nas mãos dessas marcas, há que se ter consciência dos usos responsáveis das ferramentas.

É preciso haver meios de verif**ação antes de as informações circularem: por isso, os dados pessoais dos usuários estão cada vez mais em xeque - e cada input importa.

A batalha das I.A.'s está começando a f**ar interessante e eu já estou alimentando novos inputs para você no blog de Diálogos Comestíveis.

Leia agora! https://www.dialogoscomestiveis.com.br/na-ponta-da-faca/141-a-batalha-das-ias-amplia-meus-ais-bard

Será que os conteúdos que você consome afetam a indústria de alimentos? E, em que medida, os alimentos que você escolhe ...
19/03/2022

Será que os conteúdos que você consome afetam a indústria de alimentos? E, em que medida, os alimentos que você escolhe consumir afetam a paisagem que vê diante dos olhos? Para a jornalista Érica Araium, a resposta para ambas as perguntas é "sim". "Todo comer é você quem desenha. Duvida?" A frase, bastante recorrente em palestras e aulas, acabou se tornando mote para o projeto Diálogos Comestíveis, iniciado em 2015 com muitos . Em 2022, a marca, que passou a consultoria de branding especializada em comunicação e sustentabilidade, recorre à mesma pergunta, mas de um jeito literário. "Diálogos Comestíveis - Porque todo comer é você quem desenha", tornou-se livro e e-book lançado pela Editora Dialética, especializada em divulgação científ**a (livros acadêmicos). O título está disponível para venda no site da editora e nas principais plataformas de e-commerce. O prefácio é assinado pela historiadora e doutora em comunicação e semiótica Tatiana Lunardelli, expoente nas pesquisas sobre a estética do gosto.

A obra é uma adaptação da dissertação de mestrado “Diálogos comestíveis: o gosto do Seminário Fruto 2018 - Diálogos do Alimento, a divulgação cultural e o semear de uma gastronomia mais brasileira e sustentável”, apresentada em 17/12/2020, ao Instituto de Estudos da Linguagem e Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do título de Mestra em Divulgação Científ**a e Cultural, na área de Divulgação Científ**a e Cultural. Orientadora: Profa. Dra. Mónica Graciela Zoppi-Fontana. Banca examinadora: Mónica Graciela Zoppi-Fontana, Cristiane Pereira Dias e Tatiana Lunardelli. Da versão original, foram suprimidas ilustrações e fotografias produzidas pela autora ao longo da pesquisa. ORCID da autora: https://orcid.org/0000-0001-9231-1380. Currículo Lattes da autora: http://lattes.cnpq.br/1922161532348241. Saiba mais em: www.dialogoscomestiveis.com.br

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19/03/2022

Que verbetes vêm à cabeça quando você pensa em "gastronomia brasileira"? Sem celeuma, sem polêmica e sem censura, assim de "bate-pronto", eu diria: em construção.

A pergunta que lancei e lanço, com frequência, aos cozinheiros é: que respostas darão aos usuários os buscadores acerca de uma busca por "gastronomia brasileira"? E por "gastronomia brasileira sustentável"?

Quando convidei o estudante de história Carlos Gustavo Pacheco, nascido em 2000, para mandar 20 palavras sobre "gastronomia brasileira" para o projeto sobre "a antropofagia que nos une e diferencia", o fiz pensando na dimensão dos sentidos de "gastronomia brasileira".

Pensamos, então, no que caberia no prato de agora. Num prato cênico a ser dividido, rachado ao meio. Que pode comportar o que entra e o que é consumido na medida da largueza do tempo e do "desenvolvimento". Agora a fome é de quê?

Leia agora no Blog de Diálogos Comestíveis "Gastronomia à Brasileira". Link na Bio.







O design e a produção cultural contemporâneos brasileiros carecem de atenção. Putz, e como. LEIA TODA A LEGENDA!Num mund...
03/03/2022

O design e a produção cultural contemporâneos brasileiros carecem de atenção. Putz, e como. LEIA TODA A LEGENDA!

Num mundo imagético, próprio da reprodutibilidade técnica e da sociedade da espetacularização e do descontrole, tudo parece um "já vi". Nada soa original no contexto pós-moderno.

Nem as imagens que criamos especialmente para ilustrar o que signif**am "produção cultural" e "design brasileiro" para dois artistas contemporâneos: Felipe Ribenboim (chef e produtor cultural, além de sócio do seminário Fruto) e Érika Pozetti (ilustradora e designer).

Com as esculturas cinéticas inventadas de Calder, relacionamentos reais eram tecidos no espaço. Ele fazia poesia. Arte para ser apreciada no ar.

Foi o que tentamos fazer com as palavras que Érika nos cedeu sobre "design". Nelas, penduramos alguns dos sentidos que o design reverbera em inúmeras outras expressões artísticas. O eterno "inacabamento", que muito nos apetece, nos permitiu traçar outras analogias.

Já Felipe Ribenboim nos deu motivos para dialogar sobre a produção cultural. Ele produziu diversas exposições sobre o alimento, com destaque para Alimentário (2015). E já propôs uma série de diálogos sobre o alimento - caso do Seminário Fruto.

Entre as obras que integraram Alimentário, estava Cabeças de Açúcar, do artista visual baiano Caetano Dias (2014). Dizia da dureza e da doçura do ciclo da cana-de-açucar, era uma espécie de retrato do Brasil colonial. Ela nos conduziu às "Doces Cabeças Falantes" que apresentamos agora. Hoje, somos escravos de outros mecanismos, globais.

Hoje, as cabeças andam um tanto quanto açucaradas, mas noutro sentido. O sentido dos excessos que tanto prejudicam as sinapses, o pensar.

Leia agora o post em Diálogos Comestíveis, assista ao vídeo naquele "tubo" e pense com a gente sobre o design e a produção cultural no Brasil.







03/03/2022

O que a palavra "design" evoca em você? Todas as alternativas são possíveis, inclusive dizer que a estética do gosto depende do design. E que gostar ou não gostar de arte ou design depende do design - da mídia, da comunicação e mais. De como as coisas chegam até você, que é convidado a "escolher" algo por meio de um estímulo.

O Brasil só descobriu o design no final da década de 1980. Antes, as referências eram todas ao "desenho". Mais precisamente, ao desenho industrial. O pernambucano Aloísio Magalhães, por exemplo, é um dos personagens mais importantes do nosso "desenho" - fez sucesso nos anos 1960 e desenvolveu a identidade visual de marcas como TV Globo e Bienal de São Paulo.

Lembrado pela designer e ilustradora Érika Pozetti (Mix Design) em seu punhado de palavras cedidas ao projeto Diálogos Comestíveis, Magalhães nos serviu como centelha a outras conexões. Caso da arquiteta e antropóloga Lina Bo Bardi, italiana radicada no Brasil e ícone adiante de obras como Museu de Artes de São Paulo (MASP).

Esses e outros artistas brasileiros nos levaram a ponderar quão influente foi movimento modernista, literário em essência, para o design brasileiro, igualmente afetado pelo tropicalismo de expoentes brasileiros como Hélio Oiticica.

Se olharmos de revés, ainda, teremos o movimentoitaliano futurista, o cubismo de Pablo Picasso e o surrealismo de Salvador Dali e espreitar as intenções de muitos artistas.

Para criar o vídeo que apresentamos aqui, fomos da dança de geometrias e minimalismos de Magalhães à brincadeira engenhosa de Alexander Calder (1898–1976) e seus "móbiles", nomenclatura sugerida pelo ícone do dadaísmo, o francês Marcel Duchamp, para aquele tipo de trabalho.

Em francês, a palavra “mobile”, aliás, se refere, ao mesmo tempo, a movimento e a "motivo", o que nos deixa efusivos. Para Calder, aqueles pedaços de arame coordenados eram metáforas ao diálogo possível entre materiais. Sempre elementares, mínimos. Coloridos com a exatidão do "essencial".

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18/02/2022

Hoje, nesse mundo veloz, ambíguo e cada vez mais multitelado e compartilhado, as tarefas complexas exigem em média oito pesquisas para serem concluídas. É mais fácil, portanto, "dar um Google".

O Modelo Unif**ado de Multitarefa do Google (MUM), apresentado em 2021, é um dos primeiros modelos de IA multimodal do buscador e tem evoluído. E pode encontrar informações relacionadas ao assunto pesquisado, criando conexão com tópicos relevantes para o leitor.

E se pesquisarmos todos juntos por "gastronomia brasileira" ou "food art" "sustentabilidade no Brasil", quais seriam os resultados? Que tipo de "fomes" temos apaziguado entre buscas e buscadores? Qual será o FAQ do modernista de 2022?

A fim de destrinchar este universo assustador e encantado de nossos desejos de usuário por comida e de inovação, provocamos Cristina Leonhardt, a Sra Inovadeira, a nos responder uma única (porém difícil) pergunta.

Como sempre, a fundadora do site Sra Inovadeira e co-fundadora da Tacta Food School, onde atua como Diretora de Inovação para projetos de Gestão Estratégica de P&D e Desenvolvimento de Produtos, abriu nossos horizontes com esses .

"O design centrado no usuário está ultrapassado. Seria bom haver um design centrado na sociedade, no planeta", defende ela.

Os ais e as AI's podem ajudar.

Escute, leia, compartilhe, devore, pulse, comente agora no blog de Diálogos Comestíveis!






Você levaria esta colher à boca?Por mais sofisticada e bela a moldura, o que nos interessa é o conteúdo. O conforto de u...
17/02/2022

Você levaria esta colher à boca?

Por mais sofisticada e bela a moldura, o que nos interessa é o conteúdo. O conforto de uma comida boa não está no envoltório, mas no miolo, na ponta da língua. Quanto mais próxima das metáforas que nos fazem sentir, mais sentido faz o bocado. Aqui, trouxemos o capitoné, uma solução à inglesa para deixar os estofados com uma cara mais artesanal, lá no início do período industrial (1840), para emoldurar a cena - tem muito cozinheiro servindo incômodo e chamando-o de comfort food.

Tomamos emprestados, então, os espinhos de um cacto, o desconforto dos carnívoros e uma das soluções plant based para a dietética flexitariana do hoje/amanhã. A objetaria de design antigo, a colher "velhinha" reconhecida, segue como vetor para novas descobertas.

Com as palavras emprestadas da escritora Jane Lutti, pensamos sobre a cozinha afetiva - e efetiva!

Vivemos num mundo cercado de asperezas e ruidoso pelos abafados conflitos. Nas cozinhas profissionais, a disputa de egos é agigantada por outras espinhosas disputas: quem será reconhecido quando os holofotes midiáticos se apagarem? Quem f**a e, por fim, sobrevive ao apagar das estrelas? É preciso criar junto com, trazer referências de e junto a outros artistas e produções artísticas para dentro do prato. Promover-se a famigerada "experiência do usuário".

Com as palavras emprestadas da doutora em comunicação e semiótica Tatiana Lunardelli, pensamos sobre o fio condutor do processo criativo - que vai do ego ao eco!

É mais que gastronomia. É antropogarfar e gastronomar!

Leia agora no blog de Diálogos Comestíveis nossas ponderações sobre isso tudo e um pouco mais.






0s sent1d0s da Semana de Arte M0derna de 1922, ac0lh1da n0 Theatr0 Mun1c1pal de Sã0 Paul0, c1rculam há uma centena de an...
06/02/2022

0s sent1d0s da Semana de Arte M0derna de 1922, ac0lh1da n0 Theatr0 Mun1c1pal de Sã0 Paul0, c1rculam há uma centena de an0s.

Sã0 c0m0 arcab0uç0 d0 1deár10 de "ser bras1le1r0" "e m0dern0". Mas, o que é ser m0dern0?

É b0m lembrar que 0 M0v1ment0 Antr0p0fág1c0 f01 1deal1zad0 p0r membr0s da el1te 1ntelectual e artíst1ca paul1stana).

A efemér1de merece um lugar aqu1 em D1ál0g0s C0mestíve1s.

Convocamos nossa plêiade de "abaporus" pra pensar junto com a gente sobre a temática e como ela se relaciona com o consumo de alimentos e de informação, cem anos depois.

Temos agora, em www.dialogoscomestiveis.com.br/blog






#1922-2022

Nada é o que parece ser. Essa foto a gente viu no perfil do  , do chef   e, sobre ela, deu tratos à bola. Arrasta pro la...
12/01/2022

Nada é o que parece ser. Essa foto a gente viu no perfil do , do chef e, sobre ela, deu tratos à bola. Arrasta pro lado.

Isso porque estamos às voltas com um projeto de content branding e revisitando o que entendemos por "modernismo brasileiro". Sacou Tarsila?

Pra quem conhece o reino Funghi, ou estou recentemente sobre isso graças à Netflix, f**a mais clara a imagem. Isso tem a ver com o repertório. E investigação.

Ser cozinheiro, no Brasil, é se enveredar por muitos contraditórios. Ser jornalista no Brasil é sondar os contraditórios e esclarecê-los. Ser brasileiro, no Brasil pós-moderno, é o que?

A alta gastronomia, que nasceu no seio das elites, na França do século XVI e se estruturou entre os brioches e a revolução, voltou ao seu lugar. Em todo o mundo. A ordem do dia é criar, pensar, editar, simplif**ar, sustentar e recriar etc. Consumo e retroalimentação.

No Brasil, soa, muito mais agora, absurdo pagar caro por um menu degustação de R$ 1.200 ou mais (tem casas cobrando R$ 5 mil e há quem pague). Degustar, pra gente, signif**a ampliar o repertório. Num país que revisita a fome em maioria, degustar soa ridículo. Comer, digno.

Entre zeros e uns, sabemos, não somos assim tão binários. E até podemos ser autênticos, se assim nosso ego permitir.

Abaporu, um óleo obre tela, um novo olhar sobre o "Naturalismo". 1928. Um presente de uma artista para um intelectual. De Tarsila do Amaral para Oswald de Andrade. De elite para elite. De brasileiros antenados aos movimentos europeus para brasileiros ambiciosamente modernos. De uma mulher para todos os gêneros. A tela integra o modernismo brasileiro e inaugura uma nova fase desse movimento: a fase antropofágica. Abaporu resulta da junção dos vocábulos tupis aba (homem), pora (gente) e ú(comer). Sendo assim, seu signif**ado é "homem que come gente" ou "homem antropófago". 

Como seria o Abaporu de hoje? Quem seriam os modernistas? Quem seriam os antiparnasianos? Quem seriam os para além da arte pela arte?




Endereço

Diálogos Comestíveis
Campinas, SP
13104154

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