Facility Cargo Customs Broker Freight Forwarding,

Facility Cargo   Customs Broker  Freight Forwarding, Agenciamento de Cargas Internacionais e Desembaraço Aduaneiro

Empresa especializada em Comercio Exterior, Desembaraço Aduaneiro, agenciamento de cargas Internacionais, Transporte Rodoviário, Armazenagem, Seguro Internacional e Projetos especiais como Admissões Temporárias, Drawback e EX Tarifários, A Facility está Focada em redução de custos Operacionais para todos os seus clientes com diferencial do atendimento personalizado dedicado.

08/09/2017

Alfândega de São Paulo apreende 57 toneladas de produtos, avaliados em R$ 4 milhões

Os trabalhos de fiscalização tiveram como foco empresas que ofereciam indícios de estarem atuando no interesse de terceiros, de maneira a ocultar os reais destinatários das importações e assim beneficiar-se de outras fraudes, como a contrafação e a redução indevida dos tributos por meio de falsidade documental.

Saiba mais: https://goo.gl/eymRxv

Um ótimo dia a todos
23/06/2017

Um ótimo dia a todos

14/06/2017

Força-Tarefa Remota da ANVISA agora também no Aeroporto de Viracopos

O SINDASP informa: a Chefia do Posto da ANVISA do Aeroporto de Viracopos anunciou que a força tarefa à distância, iniciada em Guarulhos foi estendida para aquela unidade.

19/05/2017
10/05/2017

Brasil é classif**ado com elevado grau de risco de roubo de cargas
escrito por Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais
A lista JCC Cargo Watchlist monitora riscos para cargas transportadas por via aérea, terrestre e marítima e rastreia portos e áreas onde a guerra, o terrorismo e outros riscos são maiores, e apresenta o grau de risco de cada país para as coberturas adicionais de guerra e greves no seguro de transporte internacional.
As informações são meramente indicativas e cabe aos subscritores das seguradoras e resseguradoras a definição da aceitação das coberturas adicionais, conforme a política de subscrição de cada companhia.
O Brasil é classif**ado com um elevado grau de risco de roubo de cargas.

04/05/2017

Brasil exportou um recorde de 10.4 milhões de toneladas de soja em abril
mai 4, 2017
O Brasil exportou um recorde de 10.4 milhões de toneladas de soja em abril, superando a marca anterior de 10.1 milhões de toneladas no mesmo mês de 2016, em um momento em que uma safra recorde da oleaginosa chega com força ao mercado. Os dados foram divulgados na terça-feira (2) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Nos quatro primeiros meses do ano, o Brasil já embarcou 23.8 milhões de toneladas do grão, com alta de 14% em relação ao mesmo período de 2016. O número representa cerca de 40% do volume total previsto para embarques neste ano, de 60.3 milhões de toneladas, segundo previsão da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
As fortes exportações ocorrem na esteira de uma produção também recorde no país, que deverá aumentar 16%, para mais de 110 milhões de toneladas na atual safra, segundo uma pesquisa recente da Reuters com 19 analistas e instituições do setor. Os embarques recordes de abril foram registrados apesar das empresas exportadoras estarem com dificuldades para fechar negócios, especialmente no médio e longo prazo.
Produtores de soja, retraídos devido aos preços mais baixos no mercado interno, têm vendido menores volumes na expectativa de uma eventual recuperação das cotações. Somando-se os volumes de toda a cadeia de grãos (soja, milho e farelo de soja), o país revelou um novo patamar de capacidade exportadora mensal, totalizando 11.92 milhões de toneladas em abril, superando o recorde anterior de 11.89 milhões de toneladas de março do ano passado.
A cadeia do agronegócio do país tem se beneficiado com a expansão de operações no chamado Arco Norte, onde foram instalados novos terminais nos últimos anos, em regiões como Barcarena (PA) e São Luís (MA). Já em Santos foi realizada este ano uma grande expansão em um terminal da operadora logística VLI.
Fonte: SNA

06/03/2017

Notícia Siscomex Exportação nº 25/2017

Informamos que, em virtude da prorrogação para o dia 03/07/2017 do início da vigência da nota técnica nº 2016/001 do ENCAT, também não haverá alteração nas unidades de medida estatística (UME) utilizadas obrigatoriamente no Siscomex. Assim, permanecerão até o dia 03/07/2017, tanto nas operações de exportação, como nas de importação, as UME que já vinham sendo utilizadas em 2016.
Destacamos que, no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior, as empresas que optarem por processar suas exportações por meio da Declaração Única de Exportação (DU-E) deverão obrigatoriamente utilizar, como unidade tributável (uTrib) para emissão de notas fiscais de exportação e de remessa, as UME indicadas no Siscomex para o respectivo código NCM.
Ressaltamos ainda que essa obrigação se aplica inclusive às notas fiscais emitidas pelos produtores, para remessa com fim específico de exportação de mercadorias a serem exportadas por meio de DU-E.
Para fins de preenchimento do campo uTrib da nota fiscal e da correspondente quantif**ação da mercadoria, deverão ser utilizadas as seguintes abreviaturas, conforme a unidade aplicável ao código NCM da mercadoria:
- GRAMA: G
- JOGO : JOGO
- LITRO: LT
- MEGAWATT HORA: MWHORA
- METRO: METRO
- METRO CUBICO: M3
- METRO QUADRADO: M2
- MIL UNIDADES: 1000UN
- PARES: PARES
- QUILATE: QUILAT
- QUILOGRAMA: KG
- UNIDADE: UN

Em virtude do exposto acima, f**a sem efeito a Notícia Siscomex Importação nº 14/2017 e a Notícia Siscomex Exportação nº 19/2017.

Departamento de Operações de Comércio Exterior

02/03/2017

Notícia Siscomex Importação nº 18/2017
Informamos que, a partir do dia 03/03/2017, haverá alteração no tratamento administrativo das NCM 4011.10.00; 4011.20.90 e 5608.11.00, conforme abaixo:

a) 4011.10.00 – Os destaques 001; 002; 003; 005; 006; 009; 010; 011; 012; 013 e 014 passarão a estar sujeitos a licenciamento automático.

b) 4011.20.90 – Os destaques 002; 004; 006 e 007 passarão a estar sujeitos a licenciamento automático.

c) 5608.11.00 – A NCM passará a estar sujeita a licenciamento não automático, tratamento igualmente aplicável aos seus destaques (001; 002; 003; 004 e 999)

Departamento de Operações de Comércio Exterior

24/02/2017

Brasil e Peru debatem intensif**ação da parceria bilateral áreas de comércio e investimentos

COMEX DO BRASIL balança comercial, comércio bilateral, investimentos, Mdic, parceria estratégica, Peru 0 Comment 24/02/2017 09:26

Brasília – O ministro Marcos Pereira recebeu nesta quinta-feira o embaixador do Peru, Vicente Rojas. Durante o encontro, o ministro ressaltou o interesse brasileiro em ampliar a parceria com o Peru nas áreas de comércio e investimentos. O embaixador, por sua vez, disse que o governo peruano quer estabelecer uma relação estratégica de longo prazo com o Brasil.

Em abril de 2016, os governos do Brasil e do Peru assinaram dois instrumentos com vistas à maior integração comercial: o Acordo de Ampliação Econômico-Comercial e o Projeto de Protocolo Adicional ao ACE 58 (Mercosul-Peru) para aceleração do cronograma de desgravação.

O governo brasileiro negociou bilateralmente o acordo, ou seja, sem os países do Mercosul, por se tratar de negociação de temas não tarifários, o que é permitido pelas regras do bloco. Os acordos representam o maior pacote temático já concluído pelo governo brasileiro bilateralmente.

O ministro Marcos Pereira informou ao embaixador que o Acordo de Ampliação Econômico Comercial está tramitando na Câmara dos Deputados e que o governo brasileiro tem interesse na aprovação da matéria.

“Estamos empenhados em avançar na relação bilateral, especialmente na área de comércio. O MDIC acompanha de perto a tramitação do acordo no Congresso Nacional e não medirá esforços para que o instrumento seja internalizado na maior brevidade de tempo”, disse o ministro. Sobre o Acordo de Antecipação do Cronograma do ACE-58, Marcos Pereira disse contar com a celeridade do governo peruano em proceder com os trâmites na ALADI para que o acordo entre em vigência.

Durante a conversa com o embaixador Vicente Rojas, o ministro também voltou a defender uma aproximação entre os sócios do Mercosul e os países da Aliança do Pacífico.

Intercâmbio comercial

Em 2016, as exportações brasileiras para o Peru cresceram 7,3% em relação ao ano anterior, passando de US$ 1,8 bilhão para US$ 1,9 bilhão. A participação do país subiu de 0,9% para 1,1%, posicionando-se como o 27º destino das exportações brasileiras no ano. Já as importações brasileiras do Peru atingiram US$ 1,2 bilhão. A participação do Peru elevou-se de 0,7% para 0,9%. O país foi o 27º fornecedor estrangeiro ao Brasil em 2016.

Diante desses números, a balança comercial com o Peru resultou em superávit de US$ 712,5 milhões. Em 2015, o superávit foi de US$ 559,3 milhões. A corrente de comércio (exportações + importações) entre os dois países somou US$ 3,1 bilhões em 2016, aumento de 3,7% sobre o ano anterior, de US$ 3 bilhões. O Peru foi o 31º país com maior fluxo de comércio com o Brasil em 2016.

(*) Com informações do MDIC

25/01/2017

Brasília – A eleição de DonaldTrump como novo presidente dos Estados Unidos gerou incertezas nas perspectivas do cenário mundial para os próximos anos. Com discurso de realizar uma política externa…

09/01/2017

MDIC implementa medidas de simplif**ação administrativa para melhorar ambiente de negócios
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços criou o Grupo de Trabalho de Simplif**ação Administrativa (GTSA) com o objetivo de propor medidas de aperfeiçoamento e simplif**ação de normas, ações e processos internos e de suas entidades vinculadas e supervisionadas.
* Veja a apresentação das medidas de simplif**ação administrativa
Segundo o ministro Marcos Pereira, as medidas visam facilitar o ambiente de negócios e melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo MDIC e por suas autarquias vinculadas. De acordo com o secretário-executivo, Marcos Jorge, a eliminação de burocracias governamentais e a consequente facilitação de comércio por meio da redução de prazos e custos terá impacto positivo para o setor produtivo.
De 19 de setembro a 19 de dezembro de 2016, o GTSA levantou uma série de medidas que pudessem ser concretizadas em até 12 meses, sem prejuízo de outras medidas com maior prazo de implementação e transversais em outros órgãos. Buscou-se, assim, a realização de um trabalho com foco definido e entregas factíveis. O MDIC realizou ainda consulta pública e recebeu 202 propostas sobre simplif**ação administrativa.
As medidas serão implementadas até o final de 2017, mas algumas delas, como por exemplo as que envolvem adequação normativa e que são de competência exclusiva do MDIC, serão implementadas em apenas dois meses.
Para garantir a plena execução das medidas foi criada uma central de monitoramento para acompanhar em tempo real o andamento dos trabalhos. Reuniões bimestrais serão realizadas com representantes de todas secretarias e órgãos envolvidos para monitorar o cumprimento dos prazos e avaliar os resultados.
Entre as medidas propostas estão a implementação de ferramentas tecnológicas para aperfeiçoar a execução de procedimentos exigidos ou coordenados pelo MDIC. Nesse sentido, estão previstos para 2017 sistemas relevantes para simplif**ação de processos, tais como:
• Portal Único de Comércio Exterior (modulo exportação);
• Autos digitais de investigações de defesa comercial;
• Certif**ado de Origem Digital (COD);
• Sistema eletrônico de Ex-tarifário;
• Sistema eletrônico para tramitação processual no âmbito do Regime de Autopeças Não Produzidas;
• SuperTec – para automatizar os processos de captura de demanda do Pronatec Setor Produtivo; e
• Sistema de Acompanhamento, Gestão e Análise Tecnológico – SAGAT.
Em relação às ações propostas pelo GTSA, é possível destacar alguns exemplos de ganhos, como o Portal Único de Comércio Exterior, o Certif**ado de Origem Digital e a permissão de utilização do benefício do Drawback para importações realizadas por conta e ordem de terceiros.
O Programa Portal Único de Comércio Exterior representa um marco no esforço do país para um melhor ambiente de comércio e desenvolvimento econômico. Atualmente, o tempo médio para as exportações é de 13 dias e para as importações é de 17 dias. O objetivo do Portal único é reduzir esses tempos para 8 e 10 dias respectivamente. Ademais, de acordo com recentes estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a implementação integral do programa poderá acrescentar US$ 24 bilhões ao Produto Nacional Bruto (PIB) do Brasil.
O Certif**ado de Origem Digital, a ser totalmente implementado no comércio entre Brasil e Argentina e futuramente estendido a outros países da região, é um documento eletrônico que atesta a origem da mercadoria, digitalmente assinado pelo exportador e pela entidade emissora autorizada pelo MDIC, e atende a rígidos padrões de segurança, dando maior confiabilidade na transação comercial, diminuição dos custos, agilidade na emissão para o exportador e recepção pela aduana. Atualmente, a obtenção do certif**ado pode chegar a três dias e a expectativa é de que a emissão eletrônica do documento reduza este prazo para 30 minutos. Por representar uma redução de gastos com logística, o certif**ado de origem digital representa economia de pelo menos 35% na emissão do documento.
A permissão de utilização do benefício do Drawback para importações realizadas por conta e ordem de terceiros facilitará o acesso das micro e pequenas empresas ao regime. De acordo com informações da Associação Brasileira das Empresas Comerciais Exportadoras, cerca de 30% das importações realizadas por tradings são na modalidade por conta e ordem. Desse modo, as micro e pequenas empresas que não realizam a importação diretamente f**am sem acesso ao regime de Drawback. Com a alteração, essas empresas farão jus ao benefício e poderão se dedicar a atividades relacionadas diretamente ao próprio negócio e não com operações de comércio exterior.
FONTE: MDIC

04/01/2017

Recorde de apreensão de dr**as, grande arrematação em leilões, cooperação com a Prefeitura do Guarujá para reforma do Forte Itapema e visitas internacionais.

Saiba mais: https://goo.gl/NV15Lh

Endereço

Rua Riachuelo, 473 CJ. 71 Bosque
Campinas, SP
13015-320

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