Mova-Se Assessoria Esportiva

Mova-Se Assessoria Esportiva A Mova-se Qualidade de Vida tem como objetivo implantar projetos de qualidade de vida no ambiente residencial e corporativo.

01/01/2019

Quero ano comece com essa motivação!!!

Feliz 2019!!!!

14/12/2018

Um estudo comparou os efeitos do treinamento parando na perda de 20% da velocidade vs perda de 40% da velocidade por série. Sujeitos masculinos (n=22) foram divididos em 2 grupos (G20% e G40%) .


Ambos os grupos treinaram agachamento por 8 semanas e usaram as mesmas cargas relativas, no entanto, o G20% foi orientado a parar cada série na redução de 20% da velocidade média, enquanto o G40% quando a redução de 40% na velocidade era alcançada. Foram testados em 1RM agachamento, salto vertical, Sprint 20 m além da biópsia muscular.

RESULTADOS
Os resultados mostraram que os ganhos de força no 1RM não diferiram entre os grupos, no entanto, o G20% viu um aumento signif**ativamente maior no salto vertical comparado ao G40% (9,5% vs. 3,5%, respectivamente).

O G40% observou um aumento signif**ativamente maior de hipertrofia no vasto lateral comparação ao G20%. Uma diminuição na porcentagem de fibras musculares do tipo IIX foi observada apenas no G40%.


NA PRÁTICA!
Parece que a prescrição de séries baseados na perda de velocidade podem ser uma forma útil de direcionar adaptações específ**as. Por exemplo, uma maior perda de velocidade pode ser útil quando a hipertrofia é a meta, enquanto a menor perda de velocidade pode ser útil para melhorar a potência e velocidade. 📍doi: 10.1111/sms.12678

Tenho postado alguns artigos sobre o treinamento baseado em velocidade (VBT), uma vez que esta área de pesquisa continua a crescer. Em breve o maior conteúdo online sobre como aplicar diversos conceitos atuais da preparação física. Aguardem!

SAIBA MAIS!
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Forte abraço e marque quem possa se interessar pelo post! (João Coutinho)

17/11/2018

Enquanto você corre, muita coisa acontece dentro de você... É o tal barato da corrida, aquela sensação de bem-estar que invade o organismo durante a corrida

09/11/2018

Mesmo que essa moda tenha sido lançada há um tempo, ainda hoje existem pessoas que treinam em jejum. Vários profissionais já fizeram vídeos, posts, aulas, declarações afirmando que não há diferença na utilização de gordura corporal quando se treina em jejum ou alimentado. E eu mais uma vez vou lançar argumentos provando que não é nada bom, muito menos eficiente, treinar em jejum. O primeiro é que nosso corpo não é constituído apenas de músculos. Somente os músculos, tecido adiposo e o fígado são capazes de armazenar energia na forma de carboidrato (glicogênio). Sendo assim, o restante do nosso corpo f**a privado de glicose e SIM o Sistema Nervoso Central precisa de glicose, se isso não fosse verdade ninguém iria desmaiar por hipoglicemia. Segundo e principal, no exercício de média a alta intensidade a porcentagem de gordura corporal utilizada é mínima porque para se usar gordura é necessária uma grande quantidade de oxigênio, que devido a intensidade do exercício não é possível captar. E se você for capaz de captar, esse exercício será leve para você. Como quem está mais trabalhando nos exercícios de alta intensidade são os músculos, eles irão usar o glicogênio armazenado e NÃO IRÃO USAR GORDURA como principal combustível no exercício. Ou seja, não há um aumento signif**ante da utilização da gordura corporal e sua disposição para o exercício será menor. Ah, mas tem gente que emagrece...claro, está comendo menos e gastando mais energia com os exercícios. O emagrecimento não é por estar em jejum e sim porque está fazendo exercícios.
não precisa comer um banquete e esperar duas horas para treinar e assim ter que acordar as 4 horas da manhã. Você pode sim comer uma fruta, um pequeno pedaço de pão, que não irá atrapalhar o seu treino e você não estará em jejum. Estará cuidando do seu corpo, terá mais energia para seu cérebro e demais tecidos. A disposição aumenta e sua saúde é preservada.

09/11/2018

Verkhoshansky utilizava o salto em profundidade com seus atletas de modo a aumentar a sua capacidade de mudar da ação excêntrica para concêntrica rapidamente e desse modo reduzir o tempo de contato do solo aproveitando a energia elástica da musculatura.
Esse é o conceito original do treino pliométrico. Hoje em dia a pliometria se refere ao treinamento envolvendo o ciclo alongamento encurtamento (cae), utilizando cargas baixas e movimentos balísticos, considerado não só a melhora nos saltos como a da potência geral do atleta, tanto de membros inferiores quanto superiores.
ESTUDO
Infelizmente existem muito poucos estudos de longo prazo com o uso da pliometria para outras modalidades que não seja de saltadores (ou atletismo) para uma melhor desempenho da potência muscular.
O objetivo dos autores foi realizar uma metanálise para avaliar os efeitos de longo prazo do treinamento pliométrico sobre a mudança direção e identif**ar fatores específicos para isso.
Como pontos principais do artigo eu destaco:
1- os pesquisadores apontam uma correlação entre treinamento de pliometria e melhora na capacidade de mudar direção.

2- observaram que o uso de múltiplos exercícios levou a resultados melhores do que o uso de um único. 📍doi: 10.1123/ijspp.2015-0694

NA PRÁTICA!
No livro “Pliometria: sequência racional” (veja link na bio ), levanto essas questões.
Se você se interessa pelo assunto LPO e Pliometria em breve teremos novidades para aqueles que não puderam fazer os cursos! Aguardem!

Forte abraço (João Coutinho)

26/10/2018

O LPO é utilizado como meio de treino para aumentar a força e potência dos membros inferiores, ainda que existam até o momento poucos estudos de longa duração (+8 semanas).
Nos cursos ensino justamente métodos e formas de se adaptar o movimento para se atingir esse objetivo, tanto com atletas quanto com crianças e praticantes de atividade física. Em conjunto com a PLIOMETRIA são duas ferramentas ef**azes para isso!
ESTUDO
No artigo de Hackett et al (2015), foi feito uma meta-analise para verif**ar a capacidade do LPO (e suas variações) no aumento do salto vertical (SV). Os pesquisadores apontam 6 estudos, com um total de 232 sujeitos – sendo 113 esportistas e 119 ativos.

O aumento do SV do grupo LPO foi de 8.7% contra 1% do grupo controle, uma diferença de 7.7%. Em estudos com grupos de treinamento de Força Máxima , o grupo LPO obteve valor de 7.5% enquanto o grupo Fmax obteve 2.4%, uma diferença de 5.1%. E finalmente em comparação com grupos Pliometria, o grupo LPO obteve 10.2% contra 9.0% , uma diferença de 1.2% (estatisticamente não relevante).
A conclusão dos autores até o momento é que o LPO realmente promove grandes ganhos de aumento no SV, sendo valores similares aos obtidos com pliometria. Vale lembrar que que mais estudo ainda são necessários e que na prática os efeitos da seleção de exercícios baseados na curva Força x Velocidade, e a própria carga utilizada são até o momento a forma mais efetiva de programar para desenvolver potência nos membros inferiores.
Não se pode esquecer que o uso prolongado do LPO (com encaixes muito profundos) tende a ter um efeito deletério para os esportes no longo prazo. Lembrando que meu foco de análise é principalmente para as modalidades coletivas/individuais intermitentes. 📍doi: 10.1136/bjsports-2015-094951
SAIBA MAIS!⠀
👉 ( siga e ajude o site a crescer! ). Conheça também meus livros sobre o tema!⠀
Forte abraço e marque quem possa se interessar pelo post! (João Coutinho)⠀

23/10/2018

Além dos conhecidos protocolos de avaliação de flexibilidade/mobilidade, uma ferramenta pouco usada que está mostrando alta eficácia é o teste de aterrissagem simples.
Neste teste, os atletas caem de uma caixa (~ 30 cm) ou simplesmente pulam e aterrissam unilateral ou bilateralmente. O treinador então observa de vários ângulos para ver como as articulações do tornozelo, joelho e quadril manejam a tarefa.
ESTUDO
Um estudo avaliou a capacidade preditiva deste teste para detectar quais indivíduos estavam em risco de sofrer uma lesão no tornozelo ou joelho. N=75 atletas de esportes de quadra (basquete, vôlei, etc.) foram selecionados e testados na estabilidade de aterrissagem bilateral e unilateral antes da temporada competitiva. Os te**es foram gravados com câmeras especializadas de análise tridimensional.
RESULTADOS
Os relatos de lesões realizados pelo fisioterapeuta da equipe mostraram que 11 lesões agudas no tornozelo e 6 agudas e 7 por “overuse” no joelho durante a temporada.
Análises estatísticas mostraram que a lesão aguda do tornozelo prevaleceu em atletas que demonstraram menor estabilidade na direção do salto para frente e na diagonal, bem como maior momento de dorsiflexão do tornozelo durante a aterrissagem.
Lesões de “overuse” no joelho foi maior naqueles com menor momento de flexão do joelho e maior reação vertical no solo forçada. Em última análise, os pesquisadores descobriram que os atletas que apresentam menos estabilidade unilateral e técnica de pouso sub-ótima são mais propensos a sofrer uma lesão.
Os pesquisadores concluem, portanto, que os atletas devem aprender a mecânica de aterrissagem adequada e acompanhá-las regularmente para detectar indivíduos em risco de lesões. 📍doi: 10.1055/s-0035-1559688
SAIBA MAIS:
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Forte abraço e marque quem possa se interessar pelo post! (João Coutinho)

19/10/2018

Que métodos de treinamento melhoram a velocidade linear de corrida? Alguns treinadores acreditam que simplesmente f**ar mais forte (ex: agachamentos, lpo, etc.) e outros acham que exercícios especializados têm maior transferência. Quem está certo?
ESTUDO
Uma metanálise é um tipo de estudo que compila todos os estudos relevantes relacionados a uma questão e analisa estatisticamente os resultados de cada um para chegar a um resultado geral. efeito.
Recentemente, uma meta-análise objetivou determinar o método de treinamento mais ef**az para aumentar a velocidade linear de corrida em atletas.
Os pesquisadores categorizaram o treinamento de sprint em treinamento específico (sprinting, sprint resistido, reboque de trenó, etc.), treinamento não específico (treinamento de força e potência, pliometria) e uma combinação de treinamento específico e não específico.
No total, 48 estudos preencheram os critérios de inclusão para análise, que resultou em um total de 1.485 indivíduos.
RESULTADOS
Os resultados mostraram que o treinamento específico de sprint resultou no maior efeito na velocidade linear de sprint , diminuindo o tempo em aproximadamente -3,23% (ES = -1,00). O treinamento não específico, embora não tão grande, ainda tendeu a melhorar a velocidade de corrida linear em -1,65% (ES = -0,43). O treinamento combinado específico e não específico promoveu uma mudança de -2,81% no tempo de sprint (ES = -0,59).
Com base nesses resultados, parece que o treinamento específico do sprint é a abordagem de treinamento com mais efeito para melhorar a velocidade.
NA PRÁTICA!
O treinamento não específico para ganhos de força e potência pode oferecer benefícios adicionais, especialmente quando combinado com treinamento específico, portanto também deve ser cuidadosamente programado! 📍DOI: 10.1519/JSC.0000000000001245
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13/10/2018

Que a gente perde massa muscular ao longo da vida, quase todos já sabem. E que isto é mais acentuado nos idosos, também não é novidade. Porém, infelizmente, muitos profissionais da área da saúde ainda relutam em indicar para o .

Em contrapartida, tem gente voando nesta área, inclusive no meio científico. Acaba e ser publicado mais um estudo mostrando que apenas 8 semanas de musculação, realizadas de modo periodizado com frequencia semanal de 3 vezes foram suficientes para gerar muscular em idosas de aproximadamente 68 anos. Elas treinaram realizando 8 exercícios em uma sessão full-body. O legal deste estudo é que as velhinhas foram posicionadas em dois grupos:

Periodização com pequena amplitude: 12/10/8 repetições por série
Periodização com grande amplitude: 15/10/5 repetições por série

Embora eu não tenha encontrado parâmetros precisos referentes à carga empregada por série, os autores relatam que, quando as participantes chegavam no limite superior da série, eram realizados aumentos de 2-5% para MMSS e 5-10% para MMII. A cadência foi de 1s na fase concêntrica e 2s na fase excêntrica, sendo que descansavam entre 1 e 2 min por série.

A análise estatística pareceu bem apropriada, e os pesquisadores encontraram aumentos estatisticamente signif**antes na massa livre de gordura, na massa muscular, na musculatura dos membros superiores e dos membros inferiores! A força também aumentou em ambos os grupos, e também sem diferenças entre eles.

Ah, apesar de estar rolando um gráfico super lindo mostrando percentuais distintos de incremento na massa muscular entre os modelos de treino, estas melhoras ocorreram SEM DIFERENÇAS entre os grupos.

Portanto é isto. Se as velhinhas quiserem fazer uma sessão com maior amplitude saindo de 15 reps para 5 reps, ok. Se não quiserem, e preferirem f**ar entre 8 e 12, ok também. Pelo menos foi o que observaram com o modelo de treino adotado, pelo tempo aplicado, e nas variáveis mensuradas (https://doi.org/10.1055/a-0634-6454).

06/10/2018

O treino funcional é cada vez mais popular entre os brasileiros. Separamos 5 perguntas que todo professor deve saber responder sobre essa linha de treino.

28/09/2018

Independente de qual seja sua modalidade esportiva podemos concordar que a capacidade de mover-se rapidamente e saltar de forma explosiva é o motivo de sucesso e algo desejável por qualquer ,modalidade. Este tem sido o tema dos meus cursos desde 2009.

ESTUDO: Marshall et al (2015) que explorou as correlações longitudinais e mudanças em fatores biomecânicos que influenciam no aumento do salto vertical. As maiores correlações com a altura no salto vertical foram encontradas com o nível de força concêntrica (r=0.62) e pico de potencia produzido ( r=0.60) – até então nenhuma novidade.
No entanto o que ele observou é que embora ocorra um grande aumento de momento na articulação do joelho, em função de um período de treinamento de saltos, a maior correlação foi observada no aumento de força concêntrica e pico de potência no quadril! Sendo assim aumentar a força o quadril é o caminho para a força explosiva dos membros inferiores.
NA PRÁTICA!: Portanto agachar faz mais sentido que usar cadeira extensora e leg press e consequentemente jump squts e derivados do LPO seriam a opção natural para uma fase seguinte. A pliometria pode ser usada ao final pois como já mostrei em posts anteriores (e no meu livro), o desempenho em salto em profundidade é aumentado após um período de LPO comparado com o agachamento.

Se você quer saber como treinar de forma eficiente a capacidade explosiva conheça meu livro Levantamentos Explosivos (link 👉). Em breve o maior curso online sobre treinamento esportivo, fique atento!! Forte abraço (João Coutinho)
ref - M.McGuigan; Developing Power (2017)

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Campinas, SP

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