D'argent Leilões

D'argent Leilões Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de D'argent Leilões, Casa de leilões, Rua Barreto Leme 1789, Campinas.

Fundada há 10 anos, a D'Argent Leilões consolidou-se como uma das principais casas de leilão do mercado, oferecendo uma experiência segura, transparente e sofisticada para compradores e vendedores.

IMPERIO DO BRASIL  PALÁCIO ISABEL - RARA E ROBUSTA CUSPIDEIRA PORTÁTIL EM PRATA DE LEI BATIDA, REPUXADA E CINZELADA, DEC...
19/08/2026

IMPERIO DO BRASIL PALÁCIO ISABEL - RARA E ROBUSTA CUSPIDEIRA PORTÁTIL EM PRATA DE LEI BATIDA, REPUXADA E CINZELADA, DECORADA COM BRASÃO DA FAMILIA IMPERIAL BRASILEIRA. O BRASÃO É CONSTITUÍDO DE ESFERA ARMILAR CERCADA COM CÍRCULO CONTENDO AS ESTRELAS REPRESENTANDO AS PROVÍNCIAS DO BRASIL, APLICADOS SOB ESCUDO E ENCIMADOS PELA COROA IMPERIAL. ESTE MESMO BRASÃO COM IDENTICA CONFIGURAÇÃO ESTÁ PRESENTE EM PEÇAS QUE GUARNECERAM O PALÁCIO ISABEL RESIDÊNCIA DA PRINCESA IMPERIAL E DO CONSERTE CONDE DEU. VEMOS POR EXEMPLO NA COLEÇÃO DA VILLA KYRIAL DE JOSÉ DE FREITAS VALLE, UM DOS ARREMATANTES DOS LEILÕES DOS PAÇOS IMPERIAIS, UM PAR DE CANDELABROS TAMBÉM DO PALÁCIO ISABEL ADQUIRIDO POR ESTE COLECIONADOR COM A MESMA TIPIFICAÇÃO DO BRASÃO DA FAMÍLIA IMPERIAL BRASILEIRA (EM FORMA, ESTILO E APLICAÇÃO) MARCAS DE CONTRASTE 10 DINHEIROS E PRATEIRO IDENTIFICADO POR MOITINHO NA PAGINA 371 COMO BR140A. O TRABALHO E MAGNIFICO COM GODRONS, FOLHAS DE ACANTO E FLORES. BRASIL, SEGUNDA METADE DO SEC. XIX. 13 X 14 CMNOTA: A prática de mascar fumo tão disseminada na cultura portuguesa e, por conseguinte brasileira, tornou um hábito social nas boas residências oferecer aos visitantes a cuspideira individual para permitir nos salões o uso do tabaco. A fim de enobrecer esse acessório foram feitas cuspideiras das mais requintadas em porcelana decorada e também nas casas mais requintadas eram construídas em prata de lei.

SEVRES - REI LOUIS PHILIPPE CHATEAU DE FONTAINEBLEAU - LINDO PRATO RASO DO SERVIÇO DO CASTELO DE FONTAINEBLEAU COM BORDA...
19/08/2026

SEVRES - REI LOUIS PHILIPPE CHATEAU DE FONTAINEBLEAU - LINDO PRATO RASO DO SERVIÇO DO CASTELO DE FONTAINEBLEAU COM BORDA DECORADA COM RICAS GUIRLANDAS RENASCENTISTAS EM RESERVA MONOGRAMA LP SOB COROA. RESERVAS COM CENA DE CAÇA. NA TRANSIÇÃO COM A CALDEIRA GUIRLANDA EM OURO E NO CENTRO ROSÁCEA COM ROSA DOS VENTOS. SOB A BASE MARCA DE SEVRES PARA O CHATEAU DE TUILERIES. FRANÇA, 1846, 24 CM DE DIAMETRO. NOTA: Este serviço foi encomendado pelo rei Louis Philippe em 1836: as primeiras peças foram entregues em 1839 e as últimas em 1847. Selos da fábrica de Sèvres e do Palácio de Fontainebleau (em vermelho). Partes deste serviço são mantidos no Chateau de Fontainebleau e no Metropolitan Museum of Art, em Nova York. Louis Philippe detém a distinção única de ser o último Rei da França. Sua vida foi pontuada por intrigas, revolução, poder e exílio através de um dos períodos mais tumultuados e obscuros da história política francesa. Embora de origem nobre, apoio a Revolução Francesa servindo inclusive no exército republicano como General. Com a conturbação do movimento revolucionário, temendo por sua vida impôs a si um exílio nos EUA que perdurou por anos. Mas o destino finalmente começou a sorrir para a família Orléans. Após a abdicação forçada do imperador francês Napoleão Bonaparte em 1815 e a posterior restauração dos Bourbons, Luís Filipe então conhecido como Louis Philippe III, duque de Orléans voltou para a França, seu primo foi coroado Rei Luís XVIII da França. Ao mesmo tempo em que conseguiu conciliar os ramos Orleans e Bourbon da família na corte, Louis Philippe ainda ficou ao lado da oposição liberal. Em julho 1830 uma outra revolução expulsou o rei Carlos X. O Governo francês, em seguida, principalmente por causa de suas crenças liberais e popularidade pública, proclamou Louis Philippe como Rei de França. Seu governo procedeu de forma despretensiosa e evitou a p***a e gastos extravagantes de seus antecessores. Mas durante o seu reinado as condições das classes trabalhadoras e deteriorou a diferença de renda entre ricos e pobres alargou-se consideravelmente. Uma crise econômica em 1847 levou a uma nova revolução em fevereiro o que obrigou Louis Philippe a abdicar e buscar exílio na Inglaterra sob a "proteção" da rainha Victoria. Louis Philippe morreu em Claremont Surrey em 26 de Agosto de 1850. O rei Louis Phillipe era avô do Conde DEu: Luís Filipe Maria Fernando Gastão, conde d'Eu (Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston; Neuilly-sur-Seine, 28 de abril de 1842 Oceano Atlântico, 28 de agosto de 1922), foi o conde d'Eu. Gastão renunciou aos seus direitos à linha de sucessão ao trono francês em 1864, quando do seu casamento. Tornou-se príncipe imperial consorte do Brasil por seu casamento com a última princesa imperial de fato, D. Isabel Cristina Leopoldina de Bragança, filha do último imperador do Brasil, Dom Pedro II. Faleceu quando voltava ao Brasil para celebrar o centenário da independência brasileira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1922.

DOM JOÃO VI SERVIÇO PINGO DE OURO BELO PRATO EM PORCELA COM MARCAS DO ATELIER DO DECORADOR DEROCHE. CONHECIDO COMO SERVI...
19/08/2026

DOM JOÃO VI SERVIÇO PINGO DE OURO BELO PRATO EM PORCELA COM MARCAS DO ATELIER DO DECORADOR DEROCHE. CONHECIDO COMO SERVIÇO PINGO DE OURO. ABA COM BORDA CONTENDO FRISO DOURADO QUE DELIMITA FAIXA EM BRANCO REMATADA EM OURO. SEGUINDO EM DIREÇÃO A CALDEIRA LARGA FAIXA EM ROUGE DE FEUR PONTILHADAS EM OURO. NO CENTRO DA CALDEIRA ROSÁCEA TAMBEM EM OURO. REPRODUZIDO NA PAGINA 179 DO LIVRO "LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL" POR JENNY DREYFUS. FRANÇA, CIRCA DE 1813. 22 CM DE DIAMETRO 23 CM DE DIAMETRO NOTA: DIZ O ANUÁRIO DO MUSEU IMPERIAL EDITADO EM 1942 A RESPEITO DAS LOUÇAS BRAGANTINAS: Quase no fim os preciosos aparelhos da China, com raras peças que ainda teimavam em ostentar a sua estranha suntuosidade, d. Maria I, ainda lúcida, nas calmas de sua corte respeitosa, fez para a França as grandes encomendas da fábrica nobilíssima do Duc dAngoulême, que deram a d. João infinito prazer. Entre essas as que contavam delicados pratos com o entrecho pitoresco das fábulas de La Fontaine. Ao lado desses não ficavam em posição inferior outros serviços usados no Brasil pela real casa lusitana. Foram muitos. Das mais soberbas e preconizadas marcas. Sèvres, Saxe, Bourg-la-Reine, Chantilly, Sarreguemines, Capo di Monte, o vieux Limoges. Todos esses aparelhos, os mais caros e apreciados da época (não se serviam com mais fausto os grão-senhores das cortes européias) eram apenas complemento às referidas peças de porcelana francesa de fabrico do Duc dAngoulême, que apresentam na borda a coroa do Reino Unido e ao centro uma paisagem, ou simplesmente o escudo real (serviço do Reino Unido) . Esses que passaram mais tarde das mãos reais à tradição da família brasileira, especialmente daquelas castas mais achegadas ao paço, das saudosas matronas patrícias que foram amigas íntimas da princesa Isabel e d. Teresa Cristina, e no leilão do Paço Imperial atropelavam o paciente Virgílio com um chorado peditório de um sapato velho, que a medo escondiam no seio, um lenço usado, um grampo de chapéu, uma negalha de cabelo ainda agarrado à tartaruga dos pentes, qualquer coisinha, um pequeno nada que tivesse pertencido à mãe dos brasileiros, Dona Thereza Cristina . Não só as pessoas fidalgas, que possuíam brasões de armas registrados em cartórios de nobreza e desenhados pelo lápis acatado de Luiz Aleixo Boulanger. Muita gente humilde. Muito fiel servidor do paço ou descendente da abundante famulagem de Petrópolis, de Santa Cruz e da Boa Vista. Conheço o filho de um antigo cocheiro da quinta que ainda guarda uns pratos imperiais, com emblemas e frisos de ouro, e não os larga por dinheiro nenhum, nem à mão de Deus Padre. Infelizmente torna-se penoso identificar todo o conjunto restante das louças da monarquia. O catálogo do leilão da Boa Vista é, de parte o seu alto valor documentário, impreciso e deficiente na explanação dos seus dois mil e tantos lotes. Há muita dúvida na sua descrição, na qualidade, marca, cor, desenho e procedência dos seus múltiplos componentes. Existia no Paço da Cidade, como nas outras moradias reais, muita louça sem brasão, iniciais ou siglas de fabrico, principalmente na fazenda de Santa Cruz, cujos armários resplendiam com mais de vinte serviços da ilustríssima Companhia das Índias. Com o inevitável rumo dispersivo causado pelo leilão, muita coisa desapareceu, mergulhou no tumulto dos acontecimentos, sem que pudesse ser analisada nos seus menores detalhes, classificada ao menos na sua vaga aparência. Não obstante, foram os lotes dessa inesquecível justa de arte que revelaram a existência de muita porcelana fina que corre a via sacra dos antiquários e leiloeiros, em meio século de República. Sem que ninguém percebesse, pela falta absoluta de provas de identidade, foram por isso adquiridas a preços irrisórios e mesmo depreciadas por amadores displicentes que imaginavam que nas mesas imperiais só poderiam figurar louçarias que se distinguissem por coroas ou monogramas de príncipes. Talloni, pouco antes de falecer, cedeu ao dr. João do Rego Barros, o aprimorado amador de arte antiga que o Rio de ontem conheceu e estimou. Talloni era um jovem oficial, quando se deu o leilão de Santa Cruz. Morava aí ou servia próximo, nos seus lidares de militar brioso. Ainda o conheci, capitão do Exército, no Colégio Militar, à flor dos meus verdes anos. Era um tipo de homem exemplar na sua rígida conduta. Sua palavra, seu conceito sempre portava por fé. De verdadeiro servidor da pátria as suas atitudes, o fiel cumprimento do dever. Assim, tudo que ele pudesse ter declarado ao confiar a Rego Barros as peças imperiais que adquirira vale um documento histórico, por um tributo de serena honestidade. Dentre os espécimes por ele adjudicados, revelam-se aqueles, até então desconhecidos, que hoje refulgem nos mostruários dos museus e exibem finas decorações de flores, animais, paisagens e pássaros. São já bastante conhecidos dos amadores e não deixam a menor dúvida quanto à sua procedência, das suas primorosas pinturas tiravam os serviçais do paço as pitorescas alcunhas. Ao pôr a mesa para os ágapes, eles diziam, pela voz do mordomo: Hoje é a louça dos pastores. Ou, em dia de gala: O rei hoje, data do seu aniversário, vai gostar de comer nos pratos dos pavões. E assim, como um florido calendário, iam essas jóias de valor se entremostrando ao sol de cada dia. Na coleção Andrade Pinto, no museu do Instituto Histórico, existe um raro exemplar da louça dita das casas, de idêntica filiação, que, por opostos caminhos, o infatigável amador pudera classificar como pertencente a serviço de propriedade do príncipe d. João. 1. E muito alegre ficou, quando Carlos Frederico, esse outro arguto e inteligentíssimo maníaco, lhe mostrou alguns exemplares que completavam a série, juntamente com o mais rico, o das fábulas, cuja beleza e raridade, com efeito, não têm rival. As marcas das porcelanas desse período, geralmente conhecidas por Vieux Paris, às vezes sem determinação precisa de local e de época, o que atormenta o colecionador, desapareciam com facilidade. Raríssimas as peças em que ainda hoje se deparam intactas as indicações de ano e de fatura. Eram essas quase sempre gravadas sobre o esmalte a tinta avermelhada-escura; e do serviço de d. João VI, o que tem a coroa na borda do prato, só se conhece, com a marca, o exemplar que se acha no Instituto Histórico. Outros sinais, muita vez convenções, quando não simples iniciais ou algarismos, muito comuns aos obreiros de Sèvres, eram colocados antes do esmaltamento final e gravados na própria porcelana, o que lhes assegura uma impressão indelével. Esse cuidado serve para uma completa identificação dos objetos, no que se refere à mão que os fez e ao tempo que os consagrou.

PRINCESA ISABEL E GASTÃO DE ORLEANS, CONDE DEU - PRATO RASO DE PORCELANA FRANCESA PERTENCENTE AO 2º SERVIÇO DE GALA. BOR...
19/08/2026

PRINCESA ISABEL E GASTÃO DE ORLEANS, CONDE DEU - PRATO RASO DE PORCELANA FRANCESA PERTENCENTE AO 2º SERVIÇO DE GALA. BORDA RECORTADA E FILETADA A OURO, OSTENTANDO MONOGRAMA I.G. SOB COROA IMPERIAL EM OURO COM PDERFARIAS EM VERMELHO E VERDE. MARCADO EM DOURADO ESCALIER DE CRISTAL PARIS E MARCA DE FABRICAÇÃO HAVILAND. FRANÇA, SEC. XIX. 24,2 CM DE DIAMETRONOTA: A 29 de julho de 1846, nascia Isabel Christina Leopoldina Augusta Michaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança. Era a segunda filha do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina. Seu irmão, Afonso Pedro, herdeiro presuntivo do trono brasileiro morreria, em 1850. Isabel tornou-se assim Princesa Imperial. A perda do pequeno príncipe causou um abalo sem precedentes no regime monárquico. A irmã mais nova, Leopoldina, nasceu em 13 de julho de 1847. Esses eram tempos em que mulheres eram educadas para viver no espaço privado. Daí seu pai ter se preocupado, e muito, com a educação que lhes foi dada. Sua aia, a Condessa de Barral, figura cosmopolita e que já tinha atuado em Cortes europeias, foi encarregada de proporcionar a melhor instrução possível. Línguas estrangeiras, conhecimentos de geografia e história, artes, desenho, música, astronomia, mineralogia, botânica, enfim, uma educação preciosa. Com a entrada das princesas na puberdade, era preciso casá-las. Não sobravam candidatos, pois poucos príncipes de sangue europeu se interessavam por um império agrícola e ainda escravista.Dom Pedro II procurou um marido para Isabel e Leopoldina entre as casas reais francesas, inicialmente considerando o príncipe Pedro, Duque de Penthièvree filho de Francisco, Príncipe de Joinville. A mãe dele era a princesa D.Francisca, irmã do imperador. Entretanto o Príncipe de Joinville , sugeriu seus sobrinhos os príncipes Gastão, Conde d'Eu, e Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota como escolhas adequadas para as duas princesas. Os dois homens viajaram para o Brasil em agosto de 1864 a fim que os quatro pudessem se conhecer antes de qualquer acordo final ser acertado. Isabel e Leopoldina só foram informadas quando Gastão e Luís Augusto já estavam a caminho. Os dois chegaram no começo de setembro e a Princesa Isabel em suas próprias palavras "começou a sentir um terno amor" pelo conde. Gastão e Isabel e Luís Augusto e Leopoldina, ficaram noivos em 18 de setembro. No dia 15 de outubro de 1864, casaram-se a herdeira do trono do Brasil e o Conde dEu, filho do Duque de Nemours, da França. O cortejo saiu da Quinta da Boa Vista cerca de 9 horas e seguiu, sob aplausos do povo, até o Largo do Paço (atual Praça XV), onde aguardavam a Guarda Nacional e um Batalhão de Fuzileiros, em trajes de gala. As salas do Paço estavam cheias de gente. Às 10 e meia anunciaram a chegada dos noivos e os foram esperar, à porta da Catedral, as Damas e os Oficiais da Casa. A Princesa trajava um vestido de filó branco com renda de Bruxelas e uma grinalda de flores de laranjeira. O noivo, em farda de Marechal, trazia a grã-cruz do Cruzeiro, a comenda da Ordem Militar de Espanha, a comenda da Ordem da Casa de Saxe e a medalha da Campanha do Marrocos. Os noivos, ajoelhados em almofadas bordadas a ouro, ouviram as palavras cerimoniais do arcebispo da Bahia, Dom Manoel Joaquim da Silveira, e confirmaram os votos perante Igreja. Terminada a cerimônia, D. Pedro II abraçou o genro e lhe condecorou com o colar da Ordem da Rosa. Seguiram todos para o salão do Paço, onde representantes estrangeiros, altos funcionários, membros do Legislativo e da Magistratura, muitos cidadãos de várias comissões especialmente designadas para cumprimentar Suas Majestades. Às duas horas da tarde, recolheu-se a família Imperial, partindo os recém-casados do Arsenal de Marinha na galeota com destino a Petrópolis.E o povo comemorou, até altas horas o acontecimento

DOM PEDRO I E DOM PEDRO II - SERVIÇO DE GALA PRATO EM PORCELANA; ABA VERDE ENTRE FILETES DOURADOS E QUATRO RESERVAS COM ...
19/08/2026

DOM PEDRO I E DOM PEDRO II - SERVIÇO DE GALA PRATO EM PORCELANA; ABA VERDE ENTRE FILETES DOURADOS E QUATRO RESERVAS COM FLORES EM POLICROMIA; NO CENTRO O BRASÃO IMPERIAL CINCUNDADO POR FRISO DOURADO; NO REVERSO MARCA DO IMPORTADOR B. WALLERSTEIN E CO - A PARIS / RUA DO OUVIDOR 70 - RIO DE JANEIRO. PEÇA DO MESMO SERVIÇO REPRODUZIDA NA PÁGINA 209 DO LIVRO LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL, POR JENNY DREYFUS. FRANÇA, SÉC. XIX. 22,5 CM DE DIÂMETRO.NOTA: Existem para esse serviço duas marcas de encomendantes o que faz concluir que este era utilizado pela família imperial desde o primeiro reinado com encomenda para reposição no segundo reinado. Portanto serviu Dom Pedro I e Dom Pedro II.

DOM PEDRO II SERVIÇO DA COROA ROXA DE USO HABITUAL NO PAÇO DE SÃO CRISTÓVÁO. O ANUÁRIO DO MUSEU IMPERIAL DE PETRÓPOLIS P...
19/08/2026

DOM PEDRO II SERVIÇO DA COROA ROXA DE USO HABITUAL NO PAÇO DE SÃO CRISTÓVÁO. O ANUÁRIO DO MUSEU IMPERIAL DE PETRÓPOLIS PUBLICADO EM 1942 E QUE TRATA SOBRE AS PORCELANAS DAS LOUÇAS IMPERIAIS TRAZ SOBRE ESSE SERVIÇO DE JANTAR AS SEGUINTES INFORMAÇÕES: SERVIÇO POLIGONAL, COM FRISOS DOURADOS E AS ARMAS IMPERIAIS EM ESMALTE ROXO. APARELHO HABITUAL DO PALÁCIO DE S. CRISTÓVÃO. NÃO FOI POSSÍVEL IDENTIFICÁ-LO NO CATÁLOGO DO LEILÃO DE S. CRISTÓVÃO, MAS EXISTE UMA REFERÊNCIA A ELE NO O PAÍS, DE 25 DE JULHO DE 1890. O PRATO É DECORADO COM FRISO DOURADO, BORDA RECORDADA EM POLIGONOS QUE SE ESTENDEM ATÉ O INICIO DA CALDEIRA. NO CENTRO DA CALDEIRA, BRASÃO DO IMPÉRIO DO BRASIL EM ROXO. CURIOSO NOTAR QUE A COROA QUE ENCIMA O BRASÃO É SIMILAR A COROA DO IMPÉRIO RUSSO OU DO IMPÉRIO GERMANICO. DREYFUS REPRODUZ ESSE PRATO NA PÁGINA 215 DO LIVRO "LOUÇA DA ARISTOCRACIA NO BRASIL, POR JENNY DREYFUS". ESSE AUTOR CLASSIFICA A ORIGEM DA LOUÇA COMO PROVAVELMENTE INGLESA. A FORMA DA COROA, O TIPO DA LOUÇA E A AUSÊNCIA DE MARCA DE FABRICANTE (IMPESSÁVEL PARA OS INGLESES PRINCIPALMENTE EM UM SERVIÇO DE ENCOMENDA IMPERIAL) NOS FAZ DIVERGIR DA OPINIÃO DESSE AUTOR ACREDITAMOS QUE A ORIGEM DO PRATO É GERMÂNICA. SOBRE ESSE SERVIÇO HÁ UMA OUTRA CURIOSIDADE: CONTA-SE QUE EM CERTA OCASIÃO O CONDE DEU ENTROU NA COZINHA DO PAÇO DE SÃO CRISTÓVÃO E SURPREENDEU OS EMPREGADOS FAZENDO A REFEIÇÃO COM PRATOS DESSE SERVIÇO. O CONDE IMEDIATAMENTE MANDOU RECOLHER A LOUÇA E PROIBIU SEU USO. O AUTOR DESSE RELATO ATRIBUI A ATITUDE DO CONDE A UM CORPORTAMENTO RANHETA OU MUQUIRANA MAS OUTRA NÃO PODERIA SER A ATITUDE DE UM HERDEIRO DOS REIS DA FRANÇA, UMA CORTE DE P***A E APEGADA AOS SÍMBOLOS DE SUA NOBREZA QUE CONTRASTAVA COM A MONARQUIA BURQUEZA E PALPÉRRIMA DO BRASIL. EUROPA, SEC. XIX. 23 CM DE DIAMETRO.NOTA: A Regência comprou louças de porcelana para o sr. dom Pedro II, e este, logo após sua maioridade, efetuou várias e maiores compras. De 1839 a 1843 acham-se nos livros de mordomia referências a louças. Vejamos os registros: Em 1839: M. J. de Araújo Costa Um aparelho de louça superfina 206$100 Em 1840: A Wallerstein, custo de pratos de porcelana 50$000 A B. Wallerstein, 70 dúzias de pratos de porcelana vindos da França 592$099 A Saturnino José Gonçalves, louça ordinária 39$600 Em 1841: 5. Há mais as seguintes indicações, no arquivo do castelo dEu. Dom João VI Relação das salas que há no Real Paço Velho. Relação de jóias, prata, móveis etc., pertencentes à duquesa de Bragança e aos filhos de d. Pedro I 25 páginas de texto. Contas da Casa imperial do Brasil em 23 de maio de 1889. 183 Anuário do Museu Imperial A Demarais, 51 xícaras de porcelana 50$000 A Saturnino José Gonçalves, louça ordinária e de vidros que forneceu nos meses de novembro de 1840 a setem- bro de 1841 854$5 A Adolfo Simonsi, direitos na alfândega de louça e livros vindos de Londres 192$500 A Bernardo Wallterstein e Cia., por quinhentos e dezesseis pratos de porcelana fina 5:132$736 A Bernardo Wallerstein, por nove dúzias e quatro casais de xícaras de porcelana fina dourada 373$330 A Luís Antônio de Faria, por cinco dúzias de xícaras e pires 180$000 Em 1842: A Wallerstein, louça de porcelana fixa 927$000 A B. Wallerstein, por quatro caixas com louça de porcelana fina 4:848$000 Em 1843: Custo de xícaras e pires de porcelana 314$664. Em apenas quatro anos, e numa época em que a capacidade aquisitiva de nossa moeda era muito grande, foram gastos 16:829$400 em compras de serviços de porcelana, para uso de Suas Majestades. Catálogo dos leilões do Paço de São Cristóvão Se, de 1843 em diante, não são encontradas nos Livros da Mordomia menções a compras de louça, fácil será avaliar-se o volume e a qualidade das porcelanas, não só pela impressionante amostra das que foram adquiridas no início do Segundo Reinado (1840 a 1843), como pelas existentes nos paços, por ocasião dos leilões de 1890.

SENHOR DOS PASSOS  EXCEPCIONAL IMAGEM EM MADEIRA POLICROMADA COM REPRESENTAÇÃO DO SENHOR DOS PASSOS. EXPRESSIVO, EMOCION...
18/08/2026

SENHOR DOS PASSOS EXCEPCIONAL IMAGEM EM MADEIRA POLICROMADA COM REPRESENTAÇÃO DO SENHOR DOS PASSOS. EXPRESSIVO, EMOCIONANTE E ABSOLUTAMENTE MAGNIFICO. O ROSTO É FORMIDÁVEL. O SENDAL FOI ADICIONADO EM ALGUM MOMENTO POR PUDOR PORQUE ORIGINAMENTE E CURIOSAMENTE A IMAGEM APARENTAVA ESTAR SEM ROUPA DE BAIXO (ALIÁS O SENDAL DE PAPIER MACHE PODE APARENTEMENTE SER RETIRADO) . OS CABELOS SÃO ARTISTICAMENTE ESCULPIDOS E LHE DESCEM EM LARGOS ROLOS SOBRE AS COSTAS. O CORPO GUARDA ANATOMIA PERFEITA E A TESTA TEM CRAVAÇÃO DE RUBIS EMULANDO SANGUE. UMA IMAGEM ESPETACULAR E DE COLEÇÃO! MINAS GERAIS, SEC. XVIII. 44 CM DE ALTURA

JOÃO V DE MEADOS DO SEC. XVIII. ESTA GRACIOSA CAMA EM MINIATURA ENTELHADA A MÃO FOI CONSTRUIDA COM ENCAIXES TRADICIONAIS...
18/08/2026

JOÃO V DE MEADOS DO SEC. XVIII. ESTA GRACIOSA CAMA EM MINIATURA ENTELHADA A MÃO FOI CONSTRUIDA COM ENCAIXES TRADICIONAIS DO PERIODO DO TIPO ESPIGA E MECHA. DESTACAM-SE OS ESPALDARES MAGNIFICAMENTE ENTALHADOS EM CONCHAS E VOLUTAS. PERNAS CURVAS DO TIPO CABRIOLÉ. DOTADA TAMBÉM DE QUATRO COLUNAS PROJETADAS PARA DOSSEL. UMA VERDADEIRA JOIA DO SEC. XVIII MEMORIAL DO MOBILIARIO DA CLASSE ABASTADA BRASILEIRA DO SEC. XVIII. ESTA PEQUENA CAMA OU LEITO EM MINIATURA FOI FEITA PARA ACOMODAR A IMAGEM DO MENINO JESUS PARA SUA ADORAÇÃO. TRATA-SE DE UMA PEÇA TRADICIONAL DE ARTE SACRA, MUITO COMUM NOS ESTILOS BARROCO, ROCOCÓ E COLONIAL PORTUGUÊS (SÉCULOS XVII A XIX), ENCONTRADA EM COLEÇÕES DE MUSEUS NO BRASIL E EM PORTUGAL. BRASIL, SEC. XVIII. 21 (C) X 15(L) X 26 (H) CMNOTA: Geralmente eram esculpidas em madeira nobre (como cedro ou jacarandá), com detalhes entalhados, partes torneadas e acabamentos folheados a ouro ou policromados. Pode incluir dossel (um pequeno teto ou cortinado suspenso) e estrado forrado com tecidos finos, veludo, sedas ou rendas antigas. Era o centro de altares particulares nas casas de famílias tradicionais, especialmente durante o ciclo natalino, expressando o zelo pela encarnação de Cristo. Em muitas casas ricas e conventos, a escultura do Menino Jesus não ficava apenas deitada na camilha. Ela possuía um guarda-roupa completo, com túnicas minúsculas feitas sob medida. As famílias e as freiras trocavam as roupas da imagem de acordo com o calendário litúrgico (como o roxo para o Advento e o branco ou dourado para o Natal) ou simplesmente para "renovar" o visual da peça no altar doméstico. Essas peças eram consideradas bens de altíssimo luxo e passavam de geração em geração através de testamentos oficiais. Era muito comum que pais ricos encomendassem uma camilha com o Menino Jesus como parte do dote de casamento de suas filhas. O objetivo era garantir que a nova família começasse o lar com proteção divina e um espaço adequado para as orações diárias. Muitas dessas camilhas valiosas encontradas hoje em museus e antiquários são de origem indo-portuguesa. Feitas em Goa (antiga colônia de Portugal na Índia), essas caminhas misturavam o imaginário cristão europeu com a mão de obra e técnicas de artesãos indianos. O resultado eram caminhas esculpidas inteiramente em marfim , com detalhes vazados que pareciam renda de pedra. No Brasil eram obra de escultores que sed dedicavam principalmente a talha sacra dos templos e imagens.

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