28/05/2026
O novo Manual Simplificado de Quantificação de Danos Ambientais do Conselho Nacional de Justiça reforça que a reparação ambiental deve priorizar a recomposição da área degradada e que a responsabilização continua imprescritível. O texto também chama atenção para a necessidade de provas técnicas, documentação ambiental organizada e análise individualizada das responsabilidades no agronegócio.
No artigo “CNJ e a conta do dano ambiental”, Pedro Puttini Mendes, advogado e professor em Direito Agrário e Ambiental, analisa como as novas diretrizes podem impactar TACs, ações judiciais e negociações ambientais envolvendo produtores rurais. O especialista destaca ainda que a governança documental e a comprovação técnica das ações de recuperação passaram a ter papel central na defesa ambiental.
Leia o artigo completo: https://abre.ai/manualcnjdanos
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