10/09/2022
Horas antes de a nova pesquisa Datafolha, que apontou Lula com 45% e Bolsonaro, 34%, ser divulgada, na noite desta sexta (9), seguidores do presidente e sua máquina de campanha já inundavam as redes sociais e aplicativos de mensagens de ataques ao instituto contando com a ignorância de parte dos brasileiros sobre matemática.
Uma das mentiras mais recorrentes é aquela que apresenta enquetes com dezenas de milhares de respostas, mostrando Bolsonaro com mais de 60% dos votos e afirmando que ela tem mais credibilidade do que o Datafolha, com suas 2.676 entrevistas em 191 cidades.
Outra bastante utilizada é a que mostra imagens de manifestações bolsonaristas em Brasília, no Rio de Janeiro ou em São Paulo, no 7 de setembro, afirmando que a prova de que o presidente tem mais voto que Lula é que ele reúne multidões nas ruas. Falácia para tentar fisgar o pitoresco eleitorado que vota em quem vai ganhar.
A esta altura da evolução humana, não precisaríamos ter que explicar isso, mas a partir do momento em que a matemática vira inimiga, repetir o óbvio se faz necessário.
No link abaixo, três explicações para entender por que pesquisas eleitorais são mais confiáveis que enquetes sem valor científico e imagens de aglomerações.
Horas antes de a nova pesquisa Datafolha, que apontou Lula com 45% e Bolsonaro, 34%, ser divulgada, na noite desta sexta (9), seguidores do presidente e sua máquina