MDR Importação Exportação

MDR Importação Exportação Serviços de Importação e Exportação, em Despachos Aduaneiros, Análises documentais, Siscoserv, Fretes e Seguros Internacionais.

Desde 1992, uma das pioneiras no mercado de Caxias do Sul, RS, em serviços de Importação e Exportação.

Para um novo projeto de Importação ou Exportação é importante que sua empresa esteja em parceria com profissionais espec...
30/04/2019

Para um novo projeto de Importação ou Exportação é importante que sua empresa esteja em parceria com profissionais especializados.
As regras do mercado internacional no Brasil são complexas e burocráticas. Por isso, necessita que esteja com elas organizadas e direcionadas para colocar no seu projeto.
Nossa empresa está há 30 anos no mercado, sempre focada nas novas regras dos negócios internacionais possibilitando as empresas a segurança de fazer seus negócios de maneira assertiva e sem entraves.
Fale conosco hoje e tire suas dúvidas.
54) 3536.4333

0% no Imposto de IMPORTAÇÃO de MÁQUINAS e TI? Sim isso é real!Na importação de máquinas que não tenham similaridade naci...
30/04/2019

0% no Imposto de IMPORTAÇÃO de MÁQUINAS e TI? Sim isso é real!
Na importação de máquinas que não tenham similaridade nacional, podemos ter a isenção desse imposto. Ou seja, uma economia de 14% de imposto. Lembrando que em uma importação os valores são baseados no CIF (mercadoria + frete), deixando assim o custo ainda mais alto na aquisição de TECNOLOGIA.
Gostou desse benefício? Então entre em contato agora mesmo com nossa equipe para saber mais disso e muito mais!

29/04/2019

Produtores rurais do Brasil mostram confiança no mercado chinês
Quinze produtores rurais brasileiros foram para a China visitar o país a convite da COFCO INTL (China National Cereals, Oils and Foodstuffs Corporation). Lá, eles expressaram a segurança e a confiança que têm no mercado chinês e disseram que os seus consumidores deverão ver cada vez mais produtos agrícolas do Brasil no futuro.

Eduardo Zorzi, produtor rural no Mato Grosso e atual presidente da Coacen (a maior cooperativa agro do Mato Grosso, que produz principalmente soja e milho com seus 53 grupos familiares), visita o país asiático pela primeira vez desde que começou a cooperar com a COFCO INTL. “Eu não tinha noção do tamanho da China e da organização dos chineses. No Brasil a gente apenas vê e ouve, mas pisar na terra chinesa muda toda a percepção da pessoa. Eu estou realmente muito impressionado e emocionado pelo desenvolvimento e pela construção da China”.

José Carlos Dolphine, produtor rural que já está em sua segunda visita à China disse em entrevista à Xinhua que conheceu a China em 2005, quando Pequim ainda era uma cidade simples com muitas bicicletas na rua, mas que agora já está totalmente diferente, mais movimentadas e moderna. Ele ainda disse que essa viagem visa estreitar o relacionamento com a COFCO e buscar mais negócios no setor de grãos e fertilizantes.

De acordo com um relatório divulgado no início do ano pelo Ministério da Agricultura do Brasil, o volume de exportações de produtos agrícolas de 2018 atingiu US$ 101,69 bilhões, uma alta de 5,9% em relação a 2017, e a China foi o maior destino das exportações. Além disso, o Brasil se tornou a fonte principal de importação de soja da China no mesmo ano.

O atual presidente executivo da COFCO INTL, Chi Jingtao, disse que a COFCO quer que os produtores rurais brasileiros vejam com seus próprios olhos como a sua produção se transforma depois de chegar no país para servir aos consumidores chineses. Ele também expressou o desejo de ampliar a cooperação com o Brasil.
Fonte: China Hoje

REDES SOCIAIS OFFLINE - O BUG DO SÉCULONessa quinta-feira dia 13.03.19 vai entrar para a história das redes sociais como...
14/03/2019

REDES SOCIAIS OFFLINE - O BUG DO SÉCULO
Nessa quinta-feira dia 13.03.19 vai entrar para a história das redes sociais como a mais catastrófica do século.
Com as redes sociais - Facebook, Instagram e Whatsapp parcialmente offline, no Brasil, EUA, Alemanha e França, muitas empresas deixaram de faturar e seus negócios tiveram uma redução drástica em volume de informações.

Com elas offline, não se podia enviar áudios, imagens e conectar para uma simples conversa, como no messenger do Facebook. Impactando milhões de valores perdido em negociações, acredita-se.

As mídias da internet comentam outras informações como:
Perda de seguidores no Instagram e também, que qualquer usuário poderia apagar fotos do perfil do Facebook, por exemplo, como comenta o site de notícias digitais, TechTudo, Olhar Digital e Tecnomundo.

Seguem as notícias na integra.

https://olhardigital.com.br/noticia/falha-do-instagram-faz-usuarios-perderem-milhoes-de-seguidores-de-uma-vez/82764

https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/138693-bug-instagram-influenciadores-perderem-milhoes-seguidores.htm

https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/03/whatsapp-com-problema-usuarios-dizem-que-app-nao-envia-audio-e-imagem.ghtml

E agora como reverter essa perda? Mark Zuckerberg precisa se reportar sobre esse episódio.

Conte para nós no que sua empresa foi impactada. E compartilhe esse notícia com seus contatos também.

Parabéns Julia Horta, nossa representante do Miss Brasil 2019!
12/03/2019

Parabéns Julia Horta, nossa representante do Miss Brasil 2019!

28/02/2019
CHINA QUER PARTICIPAR DE MAIS PARCERIAS COM O BRASILA China está disposta motivar suas empresas a participar dos program...
25/01/2019

CHINA QUER PARTICIPAR DE MAIS PARCERIAS COM O BRASIL

A China está disposta motivar suas empresas a participar dos programas de privatizações e de parcerias de investimentos que venham a ser propostas pelo governo brasileiro, disse hoje (22) o embaixador chinês no Brasil Yang Wanming.

“Pelo trabalho conjunto, acredito que o nosso relacionamento com o novo governo brasileiro, do presidente Jair Bolsonaro, vai beneficiar o desenvolvimento dos dois povos”, disse o embaixador chinês

O embaixador visitou nesta terça-feira o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. “Damos muita importância à cooperação com o Brasil. Temos pressa de fazer a cooperação em todas as áreas. Nas áreas de científica e tecnológica, e na área de defesa, e os intercâmbios na área de defesa, têm obtido um desenvolvimento fluido e saudável, atendendo aos interesses comuns dos dois países”, disse.

Wanming disse que, durante o encontro, Pontes propôs que os dois países realizem cooperação em ciência e tecnologia para utilização civil e militar. O embaixador acrescentou que a parte brasileira ainda não colocou na mesa os projetos específicos para a futura cooperação. “Temos pressa em ver e discutir as propostas que venham a ser feitas pela parte brasileira”, disse.

O embaixador chinês, que na semana passada visitou o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, no que se refere ao desenvolvimento econômico, o interesse da China é “fortalecer a cooperação econômica, comercial, de investimentos em infraestrutura e até de cooperação financeira”.

De acordo com o embaixador Yang Wanming, os campos de cooperação são amplos, como, por exemplo, as áreas digital, de novas energias, de biotecnologia, espacial, de mudanças climáticas e de novos materiais.

“A China e o Brasil são grandes economias do mundo. Temos responsabilidade de promover a economia mundial. Não só o desenvolvimento conjunto dos dois países, mas pode contribuir para a prosperidade mundial”, disse Wanming.

Fonte: Comex do Brasil

Mercosul estuda permissão para que países-membros possam assinar acordos fora do blocoBrasília – Brasil, Argentina, Para...
24/01/2019

Mercosul estuda permissão para que países-membros possam assinar acordos fora do bloco

Brasília – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, países que integram o Mercosul, devem iniciar uma série de conversas para debater reformas internas e externas do bloco, que incluem medidas de desburocratização, redução da Tarifa Externa Comum (TEC) e, no futuro, a permissão para que os governos possam fazer acordos bilaterais com outras nações que não fazem parte do grupo econômico.

Os negociadores do bloco analisam a alternativa de acordos individuais e flexibilização de regras. Pelas normas atuais, os países do Mercosul não podem estabelecer acordos individuais com outras nações que comprometam as taxas de importação e exportação pactuadas pelo bloco.

O tema não é novo, pois foi abordado em 2016, no início do governo de Michel Temer, mas deve ganhar corpo na nova gestão em meio ao desejo declarado do presidente Jair Bolsonaro de ampliar o acesso a outros mercados externos para os produtos brasileiros.

No encontro de hoje (16), entre os presidentes do Brasil e da Argentina, Jair Bolsonaro e Mauricio Macri, o assunto foi tratado nas reuniões. Até junho, a Argentina exerce a presidência rotativa do Mercosul, depois entregará o comando para o Brasil.

Negociações

Apesar da intenção de permitir acordos fora do Mercosul, o que deve ser amadurecida no médio prazo, o governo brasileiro está empenhado em continuar negociando dentro do bloco os acordos mais promissores em andamento.

Na lista de prioridades, há pelo menos três negociações mais adiantadas: o acordos de comércio do Mercosul com a União Europeia, com o Canadá e com a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta), formada por Suíça, Islândia, Noruega e Liechtenstein.

Outros acordos, como o da Coreia do Sul e o de Cingapura, também estão no radar do Mercosul para o próximo período. Não há prazo para conclusão das negociações, mas há expectativa de que algo concreto sobre algumas das iniciativas sejar anunciado até o fim deste ano.

Reformas internas

No plano interno, estaria mais adiantada a ideia de revisão da TEC do Mercosul. A TEC é a alíquota do imposto de importação, cobrada igualmente pelos países integrantes do bloco.

O valor é padronizado de acordo com cada item comercializado, que tem uma classificação comum entre os países. O objetivo, segundo integrantes do governo federal, é que a TEC seja “simplificada e reduzida”.

Na declaração conjunta que fez ao lado de Maurício Macri, nesta quarta-feira, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro falou em aperfeiçoar o bloco e citou a necessidade de redução de barreiras e eliminação de burocracias. Na prática, o objetivo é seguir o trabalho de convergência regulatória entre os países e redução de barreiras sanitárias, com foco na liberalização comercial.

Durante o encontro Bolsonaro destacou a intenção de “enxugar” o Mercosul. Segundo negociadores do bloco, será realizado um mapeamento sobre os órgãos e grupos de trabalho atualmente em funcionamento no bloco, com a perspectiva de reavaliar os trabalhos e, eventualmente, encerrar algumas atividades que não sejam mais consideradas prioritárias pelos governos, reduzindo assim o tamanho da “máquina pública” do Mercosul.
Fonte: Comex do Brasil

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07/01/2019

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