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Com 90% da safra negociada, EUA podem importar soja do Brasil, diz analista Segundo analista de mercado, as exportações ...
18/11/2020

Com 90% da safra negociada, EUA podem importar soja do Brasil, diz analista
Segundo analista de mercado, as exportações brasileiras de soja podem ter início a partir de março do próximo ano

Os Estados Unidos já comercializaram quase 90% da safra de soja, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 17, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo analistas, existe o risco dos estoques reduzirem drasticamente e com isso, a possibilidade dos americanos importarem soja brasileira.

Segundo o analista de mercado, Vlamir Brandalizze, a comercialização para a exportação americana já passa das 50 milhões de toneladas. “É um recorde histórico de vendas, com um nível muito acima do que a gente imaginava, muito acima das 22 milhões de toneladas negociadas no ano passado”, destaca.

Ainda segundo o analista, o consumo interno americano decresceu, a exportação americana subiu, e, com isso, os americanos a partir de março podem iniciar as compras da soja brasileira. “O USDA já apontou que estoque final nos EUA seriam de 5 milhões de 170 mil toneladas. Se a gente lembrar que na safra 2018/2019, esse número era de quase 25 milhões de toneladas, é um número cinco vezes menor”, pontua. Quando vemos os dois maiores exportadores de soja tendo que importar, vemos um fator importante que no mercado, que tem reflexo direto nas cotações em Chicago”, completa Brandalizze

EMERGÊNCIAProdutores do RS pedem socorro para amenizar perdas com a estiagemEm algumas regiões do estado, agricultores e...
13/11/2020

EMERGÊNCIA
Produtores do RS pedem socorro para amenizar perdas com a estiagem
Em algumas regiões do estado, agricultores estimam perdas de até 75%; escassez de milho compromete também a produção de leite

O tempo seco tem predominado no Rio Grande do Sul. Quando chove, o volume é insuficiente para recuperar a umidade do solo. A estiagem prejudica as lavouras de milho e também se reflete em perdas na soja e na produção de leite.

Boa Vista do Cadeado, no noroeste do estado, não vê chuva significativa há mais de 60 dias. Sem umidade, o produtor de leite Rafael Hermann não tem como plantar milho para fazer silagem e alimentar os animais.

Nasa mostra que América Latina passa pela 2ª maior seca do século
Seca afeta produção de milho no Rio Grande do Sul e perdas podem chegar a 30%, prevê Safras

Em Doutor Maurício Cardoso, a estiagem está tão severa que a prefeitura decretou situação de emergência. As perdas com o milho chegam a 75%.

O produtor Adílio Laviniski, de Alpestre, na região do Alto Uruguai, relata perdas com milho, uva, fumo e laranja. O município também decretou situação de emergência por causa da seca. “A realidade é esta: com a falta de chuva, a gente não tem o que fazer. Vai ser um ano de prejuízo bastante grande para as pequenas propriedades”, conta.

Valdinei Donato planta milho em São Nicolau, na região das Missões, e está driblando a estiagem com a ajuda de um pivô. “A lavoura está com excelente potencial produtivo e a gente tem tido ótimos resultados nessas áreas irrigadas na região”, diz. “Porém, em uma parte onde não pega umidade, onde não é molhado, há diferença no potencial produtivo”, complementa.

Perdas significativas

Na região da Emater de Santa Rosa, que reúne 45 municípios, muitos produtores de milho, que financiaram a safra pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), já estão solicitando vistoria das lavouras atingidas pela estiagem.

De acordo com o gerente regional adjunto da entidade, José Vanderlei Waschburger, cerca de 60% dos 140 mil hectares cultivados com milho na região estão tendo prejuízo

TEMPONasa mostra que América Latina passa pela 2ª maior seca do séculoAlém da região Sul e parte do Norte do Brasil, déf...
13/11/2020

TEMPO
Nasa mostra que América Latina passa pela 2ª maior seca do século
Além da região Sul e parte do Norte do Brasil, déficit hídrico é alto no Paraguai, na Bolívia e no norte da Argentina

Dados divulgados pela Nasa nesta semana indicam que a América do Sul passa pela segunda maior seca do século, perdendo apenas para o período que se estendeu entre 2015 e 2016.

O cálculo da agência norte-americana é feito com base na duração do período, extensão territorial e volume de chuva que deixou de ocorrer, em medições realizada por satélites.

Risco de tempestades com granizo aumenta;
Não é apenas na região Sul e em parte do Norte do Brasil que esse cenário é evidente. No Paraguai, na Bolívia e no norte da Argentina, o déficit hídrico dos últimos seis meses chega a ser de 400 milímetros abaixo do esperado, segundo informações da Somar Meteorologia.

Esse longo período de estiagem ajudou na propagação de queimadas neste ano, além de prejudicar a instalação de lavouras.

Como os oceanos têm parte fundamental no comportamento da atmosfera em relação à distribuição de chuva e ondas de calor, longos períodos de estiagem são precedidos por anomalias da temperatura da superfície do mar.

O último relatório da Agência de Meteorologia e Oceanografia Norte Americana (Noaa) mostrou que há maiores chances de um forte La Niña entre o fim desta primavera e o início do próximo verão, entre novembro e janeiro.

Estima-se uma temperatura pelo menos -1,5 °C mais baixa do que o normal na porção central equatorial do Pacífico. Isso representa que o fenômeno seria um dos três mais fortes dos últimos 20 anos. Somente no outono de 2021 é que há indícios de enfraquecimento desse La Niña.

De acordo com a Somar Meteorologia, há dois possíveis responsáveis pela falta de chuva histórica na América do Sul: o La Niña e também o efeito do oceano Atlântico Norte mais aquecido.

Preços da soja podem ser ainda maiores em 2021, prevê analistaSegundo especialista, os fatores que formam os preços da s...
12/11/2020

Preços da soja podem ser ainda maiores em 2021, prevê analista
Segundo especialista, os fatores que formam os preços da soja, como Bolsa de Chicago, valor do prêmio e dólar podem se manter nos patamares atuais ou até subir.
Apesar do recorde de preços da soja observado em 2020, existe espaço para as cotações ganharem ainda mais força no próximo ano. A afirmação é do analista de mercado da Stonex Jonas Pizzato.

Com alta em Chicago e do dólar, soja tem valorização no Brasil

Segundo o analista, diante de estoques curtos e demanda muito forte, qualquer problema com o clima deve elevar ainda mais os preços na Bolsa de Chicago. Outro fator importante na formação de preço, os prêmios, seguirão elevados, diante do alto volume de soja vendida de forma antecipada. “Além disso, o câmbio deve seguir volátil com variáveis do mercado externo, como o avanço na vacina contra a Covid e o andamento das reformas fiscais no Brasil”, destaca.

Por fim, para aqueles produtores que ainda dispõem de soja para comercialização, Pizzato recomenda que aguardem por melhores ofertas, desde que tenham a seu favor um bom volume de caixa. “Se ele pode esperar por negócios melhores deve fazê-lo, tendo atenção com o custo de produção para saber qual será sua rentabilidade e poder crescer cada vez mais”, finaliza.

NOVA ALTA NOS PREÇOSArroba do boi sobe e se aproxima do patamar de R$ 300 no mercado internoOs animais destinados a merc...
12/11/2020

NOVA ALTA NOS PREÇOSArroba do boi sobe e se aproxima do patamar de R$ 300 no mercado interno
Os animais destinados a mercado chinês seguem muito demandados, sendo um dos elementos que justifica o expressivo movimento de alta da arroba em 2020

Os preçosdo boi gordo voltaram a subir nas principais regiões de produção e comercialização no mercado físico brasileiro nesta quarta-feira, 11. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os animais destinados ao mercado chinês seguem muito demandados, com uma disputa acirrada entre os frigoríficos, sendo esse um dos elementos que justifica o expressivo movimento de alta do boi gordo em 2020.

Em São Paulo, a indicação de negócios envolvendo animais padrão China chega a R$ 300 por arroba. Para animais destinados ao mercado doméstico, negociações acontecem a partir de R$ 290 por arroba, na modalidade à vista.

A oferta de animais terminados permanece restrita em grande parte do país, quadro que não deve mudar até o final do ano, avaliando que a entrada de animais de safra deve acontecer apenas no primeiro trimestre, em linha com o desgaste das pastagens provocado pela estiagem prolongada que atingiu o Centro-Sul do país neste segundo semestre.

“Fica a ressalva que algumas unidades frigoríficas em São Paulo e no Centro-Oeste passam a se ausentar da compra de gado, enquanto a possibilidade de férias coletivas e redução dos preços de compra é estudada para melhorar a margem. Esta é uma consequência do contínuo movimento de alta dos preços do boi gordo nas últimas semanas”, assinala Iglesias.

MERCADO EXTERNOChina deve importar 7 milhões de toneladas de milho na safra 2020/21O Comitê de Perspectiva da Agricultur...
11/11/2020

MERCADO EXTERNOChina deve importar 7 milhões de toneladas de milho na safra 2020/21

O Comitê de Perspectiva da Agricultura da China (CAOC) manteve a perspectiva de produção e importação de milho do país para o ano de comercialização 2020/2021 (outubro-setembro) inalterada em sua última pesquisa, mesmo que vários indicadores estejam apontando para maiores importações.

De acordo com reportagem da Agência S&P Global Platts, no momento, a colheita de milho está basicamente acabada. “Embora a região nordeste tenha sido atingida por um tufão no estágio inicial, a produção e a qualidade reais não foram significativamente afetadas”, disse o CAOC, no relatório.
A produção de milho da China é vista em 264,71 milhões de toneladas em 2020/2021, em comparação com 260,77 milhões de toneladas em 2019/2020, enquanto a importação está prevista em 7 milhões de toneladas em 2020/21, abaixo dos 7,6 milhões de toneladas em 2019/2020, segundo dados do CAOC.

No entanto, os preços do milho no mercado interno têm subido desde fevereiro, e em outubro, o preço nacional ficou em torno de US$ 362 por tonelada, o maior desde agosto de 2015, indicando aperto na oferta no mercado.

Brasil e Reino Unido discutem nesta quarta-feira ampliação de comércioSecretário do Ministério da Economia fala em melho...
11/11/2020

Brasil e Reino Unido discutem nesta quarta-feira ampliação de comércio

Secretário do Ministério da Economia fala em melhorar o ambiente de negócios e eliminar ineficiências e distorções nos processos

Autoridades brasileiras e britânicas vão se reunir, virtualmente, nesta quarta-feira, 11, para discutir a ampliação do comércio e dos investimentos bilaterais. A 11ª edição do Comitê Econômico e de Comércio Conjunto entre Brasil e Reino Unido (Jetco, na sigla em inglês), como é chamado o encontro, acontecerá entre 11h30 e 13h.

A delegação brasileira será liderada pelo secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Roberto Fendt, contará com representantes dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura; além da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

Os britânicos serão representados pela secretária de Estado para o Comércio Internacional do Reino Unido, Liz Truss. Entre os assuntos da pauta estão as perspectivas de longo prazo para o aprofundamento da relação bilateral por meio da negociação de acordos relacionados ao comércio e ao investimento – um deles para evitar os efeitos da dupla tributação sobre as empresas que operam no mercado internacional. Também devem ser discutidos temas como propriedade intelectual, sustentabilidade e cooperação em fóruns multilaterais. “Essas questões foram abordadas previamente em uma mesa redonda com representantes dos setores privados brasileiro e britânico, no último dia 3 de novembro. Ao final do encontro desta quarta-feira, os dois países emitirão um comunicado conjunto com as principais conclusões

25/07/2020
Orgulho em fazer parte de uma instituição que pensa no próximo.👏🏻👏🏻👏🏻
22/07/2020

Orgulho em fazer parte de uma instituição que pensa no próximo.👏🏻👏🏻👏🏻

Sicoob ocupa a posição 64, à frente de importantes grupos empresariais brasileiros

Desmembramento, averbação, medição de áreas, divisas? Entre em contato conosco
05/07/2020

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