15/05/2026
Essa história é mais comum do que parece e quase sempre termina mal para quem chegou depois.
Dois negócios, mesmo segmento, mesmo nome. Cada um construindo sua reputação, sua clientela, sua identidade. Sem saber que o outro existia.
Quando um deles depositou o registro da marca no INPI, a situação mudou.
No Brasil, o sistema de marcas funciona pela prioridade do depósito, não pelo tempo de uso.
Quem registra primeiro, protege primeiro.
O outro negócio recebeu uma notificação para deixar de usar o nome. Tinha construído anos de relacionamento com clientes sob aquela identidade.
Precisou mudar tudo: nome, logo, domínio, redes, embalagem.
O custo não foi só financeiro.
Registrar a marca não é burocracia. É o que garante que o nome que você escolheu, construiu e divulgou vai continuar sendo seu, independente de quem apareça depois usando o mesmo.
Se você ainda não registrou, esse post é pra você. Me chama no direct e dê o próximo passo.