26/10/2026
2027 vai ser incerto, mas não precisa ser no chute.
A segunda-feira deu uma amostra da incerteza: na sexta, o dólar fechou em R$ 4,99. Na segunda de manhã, depois da reeleição do Lula, chegou a R$ 5,60, a bolsa acionou o circuit breaker e a taxa de juros de 10 anos subiu quase dois pontos em poucas horas.
Não é um post sobre quem ganhou. Metade do país votou de um jeito e metade de outro, e a incerteza chega igual pras duas. O mercado está cobrando uma resposta sobre a dívida pública, e enquanto ela não vem, ninguém sabe dizer onde dólar e juros param em 2027.
Só que o mesmo cenário não aperta todo mundo igual. O dólar que encarece o insumo de quem importa é o mesmo que paga mais por cada venda de quem exporta. Quem tem caixa consegue travar juros altos por anos, e cooperativa do agro entra 2027 com os juros controlados do Plano Safra mais baixos que no ano passado.
Quem é organizado com o salário separa o investimento antes de gastar. Com a empresa é igual: primeiro você olha o que mudou, depois separa o que aperta do que abre janela, e aí escreve ou revisa o plano. Se você esteve na Turma 01, seu plano já tem número, data e responsável, e agora é só passar esse cenário por ele.
Pra quem ainda não tem, é a Imersão Plano de Ataque: um dia inteiro com o Andrey, o Henrique e o Robert Otto pra você sair com o plano de 2027 escrito, cada ação com data e responsável. A 2ª turma é em 24 de novembro, uma terça, das 8h30 às 17h, no Centro Executivo ET Renovável, em Chapecó. São 20 cadeiras, e a inscrição é pelo link na bio.
Fontes: InfoMoney, Reuters, Banco Central (Focus), Serasa Experian. Dados de mercado da manhã de 26/10.