13/10/2026
🔐 A proteção da privacidade começa no primeiro atendimento e acompanha toda a trajetória do paciente. Diagnósticos, exames e históricos clínicos são dados pessoais sensíveis e exigem cuidados específicos na coleta, no uso e no armazenamento.
Na rotina médica, isso significa restringir o acesso aos prontuários, utilizar credenciais individuais e proteger computadores e celulares. Compartilhar senhas ou deixar documentos expostos facilita acessos indevidos e compromete a confidencialidade.
Conversas por aplicativos também precisam de critérios. Encaminhe apenas informações necessárias, confira o destinatário e priorize canais institucionais seguros. Retirar o nome de um caso clínico pode ser insuficiente: imagens e detalhes do atendimento também permitem identificar o paciente.
Nas redes sociais, em aulas e apresentações, a exposição de casos exige avaliação prévia das regras éticas e de privacidade. Uma autorização do paciente não afasta os demais deveres profissionais.
Também é necessário identificar a base legal adequada para cada finalidade. O consentimento não é obrigatório em todas as situações, pois a LGPD admite outras hipóteses, como a tutela da saúde, quando preenchidos os requisitos legais.
✅ A prevenção exige procedimentos claros, equipe orientada e medidas de segurança efetivamente aplicadas.