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 # E SE O SUS ACABASSE? VOCÊ JÁ PENSOU NO QUE ACONTECERIA?Imagine precisar de uma cirurgia, de um tratamento contra o câ...
11/10/2026

# E SE O SUS ACABASSE? VOCÊ JÁ PENSOU NO QUE ACONTECERIA?

Imagine precisar de uma cirurgia, de um tratamento contra o câncer ou de uma internação de emergência. Agora imagine não ter dinheiro para pagar.

É para milhões de brasileiros que existe o SUS.

Pense no Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu, referência pública que atende pacientes de dezenas de municípios. Se o SUS fosse extinto e não houvesse outro sistema público capaz de financiar esses atendimentos, o hospital precisaria encontrar outra fonte de recursos para manter os serviços. Sem financiamento suficiente, o atendimento gratuito poderia ser reduzido e milhares de pessoas poderiam f**ar em situação de vulnerabilidade.

**E quem não pudesse pagar? Ficaria esperando? Teria de se endividar? Ou simplesmente deixaria de receber o tratamento de que precisa?**

Não estamos falando de números em uma planilha. Estamos falando de pais, mães, idosos, crianças e famílias que não têm condições de pagar por uma cirurgia, uma internação ou um tratamento prolongado.

Por isso, quando discutimos propostas para mudar a saúde pública, precisamos exigir respostas concretas: como os hospitais serão financiados? Quem garantirá o atendimento de quem não pode pagar? Qual será a alternativa para quem depende do SUS?

**Saúde não é um luxo reservado a quem pode pagar. É uma necessidade humana.**

Antes de apoiar qualquer mudança, pense no que ela signif**aria para você, para sua família e para milhões de brasileiros.

**Porque, quando a saúde pública falha, a conta não chega apenas ao governo. Ela chega à porta de cada família.**

09/10/2026
"Quem exerce a advocacia compreende bem o peso do que vou dizer. O advogado faz um juramento que, além de profissional, ...
08/10/2026

"Quem exerce a advocacia compreende bem o peso do que vou dizer. O advogado faz um juramento que, além de profissional, é uma promessa solene à sociedade e a Deus de defender os direitos fundamentais, seja na esfera cível, criminal ou social. Sendo assim, é um contrassenso absoluto jurar defender os direitos do cidadão e, posteriormente, apoiar ou votar em alguém que promete extinguir esses mesmos direitos. A coerência entre o juramento e a escolha política não é apenas uma questão de ética, mas de sobrevivência da própria Justiça."

O Espelho de OuroHavia uma cidade onde todos se achavam ricos. Não eram — mas achavam-se, e disso tinham certeza absolut...
08/10/2026

O Espelho de Ouro
Havia uma cidade onde todos se achavam ricos. Não eram — mas achavam-se, e disso tinham certeza absoluta. Andavam de cabeça erguida pelas calçadas esburacadas, apontavam para os próprios telhados de zinco como se fossem cúpulas de palácio, e diziam uns aos outros: "Aqui é diferente. Aqui nós somos gente de posses."

Possuíam pouco. Possuíam, sobretudo, a sensação de possuir — e essa sensação valia mais que qualquer conta bancária, porque não vinha com extrato.

Então chegou a eleição. E diante deles se apresentaram dois caminhos: um homem que falava a língua deles, que sabia o preço do gás e o nome do ônibus lotado; e outro homem que tinha. Tinha carro blindado, tinha empresa, tinha torre, tinha tudo aquilo que os ricos imaginários sonhavam em ser um dia.

E o povo, que se achava rico, pensou: "Ora, se somos ricos, então nos identif**amos com ele. Ele é um de nós — só que mais bem-sucedido."

Votaram no rico. Não por engano. Votaram por vaidade. Votaram porque admitir que precisavam do outro seria admitir que não eram ricos — e essa era a única pobreza que não suportavam.

O rico assumiu. E fez o que os ricos fazem quando o povo acha que não precisa de nada: tirou. Tirou o direito, tirou o auxílio, tirou o hospital, tirou a escola. Não com violência — com elegância. Com caneta, com planilha, com sorriso de quem "está apenas ajustando as contas".

E o povo, ainda se achando rico, aplaudiu. "Ele sabe o que faz. Ele é dos nossos."

Até o dia em que a conta chegou. E não havia dinheiro — porque nunca houve. Havia apenas a crença. E crença, quando quebra, não paga aluguel.

A ironia é esta: o pobre que se acha rico é o eleitor perfeito para o rico que quer continuar rico. Porque quem se acha rico não pede nada. Quem não pede nada não recebe nada. E quem não recebe nada, um dia, descobre — tarde demais — que riqueza de verdade não é o que se sente. É o que se tem.

O espelho de ouro só reflete o que está na frente dele. E o povo, vaidoso, esqueceu de olhar para trás — onde a conta já estava sendo somada.

O QUE ESTÁ EM JOGO PARA O TRABALHADOR SE FLÁVIO BOLSONARO FOR ELEITO 🚨Flávio Bolsonaro já deixou claro que quer mudar a ...
08/10/2026

O QUE ESTÁ EM JOGO PARA O TRABALHADOR SE FLÁVIO BOLSONARO FOR ELEITO 🚨

Flávio Bolsonaro já deixou claro que quer mudar a Constituição para flexibilizar direitos. E o Congresso eleito em 2026 deu a ele a maior bancada, o que torna esse risco real. Entenda o que ele defende e como isso pode afetar o seu bolso.

1. Fim da CLT como conhecemos
Flávio já declarou que a CLT é uma legislação “de uma época em que não existia internet, home office e aplicativos”. Ele apoia a PEC 12/2026, que cria um regime alternativo onde o trabalhador “escolhe” entre a CLT e um modelo flexível por hora trabalhada.

2. Salário, férias, 13º e FGTS proporcionais às horas
Nesse modelo, você só recebe pelas horas efetivamente trabalhadas. Férias, 13º salário e FGTS também seriam proporcionais às horas trabalhadas. Na prática, isso signif**a que em meses de pouca demanda, você pode receber menos que um salário mínimo.

3. Escala 7x0 e fim do descanso semanal
Críticos chamam a PEC de “PEC da Escravidão” ou “escala 7x0” porque ela abre brechas para jornadas sem nenhum dia de descanso garantido. Flávio é contra o fim da escala 6x1 e defende que a jornada seja negociada individualmente entre patrão e empregado.

4. Fim do piso previdenciário
A equipe econômica de Flávio estuda desvincular aposentadorias e pensões do salário mínimo. Hoje, nenhum benefício do INSS pode ser inferior a um salário mínimo. Se essa regra cair, aposentados e pensionistas podem receber valores abaixo do mínimo.

5. Ataque ao serviço público
Flávio defende uma reforma administrativa que prevê corte de pelo menos 10 ministérios, redução de cargos comissionados e combate aos supersalários. Entidades sindicais alertam que a proposta é um “ataque ao serviço público” que pode atingir vínculos, direitos e estabilidade dos servidores.

6. O que isso signif**a na prática
Se ele conseguir os votos no Congresso (o que não é automático, mas é possível com o apoio do Centrão), ele pode tentar aprovar uma PEC que reduza ou elimine direitos trabalhistas. A barreira final é o STF, que decide se os direitos do artigo 7º da Constituição são cláusulas pétreas – ou seja, se nem por emenda podem ser abolidos.

📌 Resumo para compartilhar:

Flávio quer um regime onde você ganha por hora, sem garantia de salário mínimo, sem 13º fixo, sem férias garantidas e podendo trabalhar 7 dias por semana. Ele é contra o fim da escala 6x1. E estuda acabar com o piso das aposentadorias. O risco é real. Vote com consciência.

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Conchas, SP
18570000

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