Carla Machado - Consultoria em Gestão de Pessoas

Carla Machado - Consultoria em Gestão de Pessoas Consultoria, Cursos, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas

Consultoria em Gestão de Pessoas; Treinamentos, Cursos, Palestras, Workshops em Comportamento Humano; Pesquisa de Clima e Desenvolvimento Organizacional; Programas de Qualidade de Vida no Trabalho; Programas de Gestão da Qualidade 5S´s

14/03/2026

Comunicar bem também é uma forma de educar, inspirar e transformar.

Servidores da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de São José do Rio Claro participaram do Curso de Comunicação de Impacto, Mídia Training e Marketing Pessoal, realizado pelo , em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais e a .

Durante o curso, refletimos sobre o poder da comunicação no ambiente educacional — seja no diálogo com estudantes, famílias, colegas de trabalho ou com a comunidade.

Desenvolver uma comunicação clara, empática e segura fortalece relações, amplia a confiança e contribui para uma educação ainda mais signif**ativa.

▶️ No vídeo, alguns momentos desse encontro de aprendizado, troca e desenvolvimento.

Hoje penso nas mulheres que formam o meu pequeno universo.Somos sete.Minha mãe, minhas irmãs, minhas filhas e minhas sob...
08/03/2026

Hoje penso nas mulheres que formam o meu pequeno universo.

Somos sete.

Minha mãe, minhas irmãs, minhas filhas e minhas sobrinhas.

Entre nós existe mais do que laços de família. Existe uma história que atravessa gerações. Um caminho que começou antes de mim e que continua agora, em cada uma de nós.

Honrar as mulheres que vieram antes é reconhecer que muitos dos lugares que hoje ocupamos começaram a ser construídos por elas — nos gestos simples, nas escolhas do cotidiano, nas formas de cuidar, ensinar e viver.

Delas herdamos muito mais do que sobrenomes ou traços. Herdamos maneiras de olhar o mundo.

E é bonito perceber que essa história continua se transformando. As mais novas chegam com novos sonhos, novas perguntas, novas formas de existir — e assim a vida segue se renovando.

Hoje celebro essa linhagem de mulheres que me antecede, me acompanha e me inspira.

Porque quando uma mulher reconhece as mulheres da sua própria história, ela também reconhece de onde vem a sua voz.

Feliz Dia Internacional da Mulher.

06/03/2026

Às vezes a gente viaja para ministrar um curso e volta para casa levando muito mais do que ensinou.

Na semana de 23 a 28/02 estive em Querência/MT para ministrar o curso Comunicação de Impacto pelo em parceria com o . Foram duas turmas, e a maioria das participantes era mulheres.

Mulheres fortes, acolhedoras, curiosas, participativas, daquelas que entram na sala com brilho nos olhos e vontade verdadeira de aprender.

Mas o que mais me marcou foi o cuidado.

Os lanches preparados com tanto carinho, as conversas antes das atividades começarem, as risadas durante as dinâmicas, os olhares atentos em cada troca. E, para minha surpresa, ainda recebi presentes cheios de afeto.

Gestos simples… mas cheios de signif**ado.

Quem trabalha com educação sabe que existe muito esforço por trás de cada formação: planejamento, deslocamento, dedicação, energia. Mas existem momentos que nos lembram por que escolhemos esse caminho.

Momentos em que o trabalho é retribuído com algo que não tem preço: reconhecimento, carinho e novas amizades.

Querência me recebeu de braços abertos.
E eu voltei para casa com o coração cheio de gratidão.

Porque, no fim das contas, ensinar também é uma forma profunda de receber. 💛

A estrada é longa, o propósito é maior!Viajar nunca é só sobre quilômetros percorridos, é sobre encontros, é sobre histó...
22/02/2026

A estrada é longa, o propósito é maior!

Viajar nunca é só sobre quilômetros percorridos, é sobre encontros, é sobre histórias, é sobre transformação.

Essa semana estive em Confresa/MT, para ministrar o curso de Comunicação de Impacto, Mídia Training e Marketing Pessoal, a convite do e do

Foram muitos quilômetros de estrada, horas de deslocamento e cansaço no corpo.
Mas também foram sorrisos largos, abraços sinceros e uma turma incrível com pessoas dispostas a aprender, crescer e se posicionar com mais segurança e autenticidade perante o público durante uma comunicação.

Cada viagem que faço, me lembra que ensinar é, antes de tudo, um ato de troca. Eu levo conteúdo, eles me devolvem confiança, histórias, coragem e humanidade.

Confresa me recebeu com acolhimento, desde o onde me hospedei e fui literalmente recebida de braços abertos pelas proprietárias, até a sala de aula, que virou espaço de conexão e, o almoço delicioso servido com tanto primor e carinho pelo querido em sua casa - uma excelente oportunidade de confraternização e despedida (ou até breve) dessa turma tão especial.

E mais uma vez eu confirmei: quando a comunicação é verdadeira, ela transforma não apenas quem aprende — mas também quem ensina.

Que venham mais estradas,mais encontros,mais pessoas maravilhosas, porque no final, o que f**a não é o cansaço da viagem, mas a alegria de viver experiências que nos ampliam por dentro.

Janeiro sempre me convida a pausar.Depois de um ano vivido em alta intensidade, o corpo e a mente pediram espaço para de...
02/02/2026

Janeiro sempre me convida a pausar.

Depois de um ano vivido em alta intensidade, o corpo e a mente pediram espaço para desacelerar.

Foram 28 eventos em cerca de 40 dias,
1.090 pessoas atendidas,
258 horas/aula compartilhadas
e 17.456 quilômetros percorridos pelo Mato Grosso.

Janeiro, então, chegou como um tempo necessário de descanso, silêncio e reorganização interna. As férias não foram apenas sobre parar, mas sobre escutar o corpo, a mente e o ritmo que eu precisava retomar. Houve descanso, presença, pequenos prazeres e, principalmente, espaço para respirar sem pressa.

Não por acaso, janeiro também é o mês da Campanha do Janeiro Branco, um convite coletivo para falar de saúde mental. E, para mim, isso nunca esteve separado da vida real. Saúde mental não é apenas um tema de campanha — é um cuidado cotidiano, feito de pausas, escolhas e limites respeitados.

Enquanto descansava, me vinha à memória um trabalho que marcou o encerramento de 2025: a palestra “Saúde Mental: cuidando de quem cuida do campo”, realizada pelo na Fazenda Fartura do Grupo Bom Futuro. Ali, falamos sobre algo essencial e muitas vezes esquecido: quem sustenta o trabalho, a produção e os resultados também precisa ser cuidado. Essa mensagem, que levei aos trabalhadores do campo, também ecoa para mim mesma.

As férias me lembraram que não adianta falar de cuidado se não o praticamos. Que o trabalho só faz sentido quando não nos desconecta de nós. E que cuidar da saúde mental é uma responsabilidade individual, coletiva e institucional.

Encerrar janeiro com meu aniversário, no dia 31/01, na companhia de pessoas que tanto amo, torna tudo ainda mais simbólico. Não é apenas a virada de um ano de vida, mas a renovação de um compromisso: seguir trabalhando com propósito, sem abrir mão da presença, da escuta e do cuidado — comigo e com os outros.

Que o ano que começa seja menos sobre excesso e mais sobre sentido.
Mais sobre presença do que sobre pressa.
E que a saúde mental siga sendo prioridade, não só em janeiro, mas todos os dias.

Alguns ciclos não se encerram. Eles se integram.Ao revisitar cada ação realizada ao longo deste ano, percebo que não for...
30/12/2025

Alguns ciclos não se encerram. Eles se integram.

Ao revisitar cada ação realizada ao longo deste ano, percebo que não foram apenas trabalhos executados, foram escolhas, caminhos, presenças assumidas com responsabilidade e sentido.

Cursos, palestras, formações, rodas de conversa, supervisões, viagens longas, salas cheias, estradas vazias, escutas atentas, processos educativos e cuidado com pessoas.

Tudo isso revela uma atuação que não acontece por acaso — ela nasce de uma formação, de valores e de uma visão de mundo.

Receber o diploma de Mestrado em Cooperativismo e Gestão Sócio Empresarial pela Universidade de Mondragon, no País Basco/Espanha, não foi apenas uma conquista acadêmica, foi a confirmação de um percurso, de uma escolha por atuar onde a educação, o trabalho e as pessoas se encontram.

Cada projeto desenvolvido, cada formação conduzida, cada espaço de aprendizagem criado, carrega de forma concreta os princípios que fundamentaram minha formação: cooperação, desenvolvimento humano, gestão com sentido, educação como transformação social.

Não há separação entre o que estudei e o que faço. Há coerência. Em tudo o que faço, sigo acreditando que conhecimento precisa gerar impacto real, que educação precisa tocar pessoas, que cooperar é um verbo que se aprende, se pratica e se sustenta no cotidiano e que a gestão só faz sentido quando considera o ser humano como central.

Encerro este ano com minha atuação profissional caminhando em consonância com minha história acadêmica e, principalmente, com aquilo em que acredito.

O diploma simboliza um marco, mas o verdadeiro sentido está em colocar esse conhecimento a serviço das pessoas, das organizações e da sociedade.

Sigo em movimento, com propósito, com responsabilidade e com a certeza de que formação e prática caminham juntas quando há intenção, ética e compromisso.

Esse é — e continuará sendo — o sentido do que faço.

29/12/2025

Cuidar das pessoas também é uma decisão estratégica.

Em setembro de 2025, conduzi o curso “Fatores Psicossociais no Trabalho: identif**ação e gestão de riscos para um ambiente saudável” para o SESC MT, pela , em um movimento que revela sensibilidade, planejamento e compromisso com o futuro.

Mais do que cumprir uma exigência normativa, essa formação aconteceu de forma antecipada à entrada em vigor da norma, prevista para 26/05/2026.

Nos bastidores, isso diz muito. Diz sobre uma instituição que compreende que saúde mental no trabalho não começa quando a lei exige, mas quando o cuidado é reconhecido como valor.

Durante o curso, discutimos riscos psicossociais, prevenção, gestão e responsabilidade organizacional. Mas, acima de tudo, falamos de pessoas, de como o trabalho pode adoecer ou proteger, dependendo das escolhas que são feitas na gestão, nas relações e nos processos.

A decisão do SESC MT de "capaccitar" seus colaboradores com antecedência demonstra uma visão estratégica, que vai além da conformidade legal, é um investimento em ambientes mais seguros, relações mais saudáveis e equipes mais preparadas para lidar com as demandas emocionais do trabalho contemporâneo.

Essa experiência reforçou algo que considero essencial: organizações que cuidam hoje, colhem amanhã. Antecipar-se, formar e conscientizar é uma forma concreta de reduzir riscos, fortalecer vínculos e promover bem-estar.

Sigo acreditando que educação, prevenção e cuidado, caminham juntos e são eles que sustentam ambientes de trabalho verdadeiramente saudáveis.

O cooperativismo se aprende e se constrói na educação.Entre os meses de agosto e novembro, percorri diferentes regiões d...
28/12/2025

O cooperativismo se aprende e se constrói na educação.

Entre os meses de agosto e novembro, percorri diferentes regiões do Mato Grosso conduzindo 12 turmas da Formação DNA Cooperativo, pelo , junto a cooperativas de diversos ramos.

Essa jornada me levou a Canarana (Sicredi Araxingu), Tangará da Serra (Unimed Vale do Sepotuba), Primavera do Leste (Sicoob Primavera), Nobres (Educanobres), Rondonópolis (Coomser), Terra Nova do Norte (Coopernova) e Cuiabá. Cada cidade, cada cooperativa, com sua cultura, sua história e seus desafios — mas todas conectadas por um mesmo princípio: cooperar é uma escolha que se aprende e se fortalece com o tempo.

Nos encontros, falamos de princípios, valores, identidade e prática cooperativa. Mas, nos bastidores, o que se via era algo ainda mais profundo: pessoas revisitando o sentido de trabalhar juntas, de decidir coletivamente e de compreender o impacto do cooperativismo na vida das pessoas e das comunidades.

A formação do ser cooperativo não acontece por repetição de conceitos. Ela acontece quando a educação cria espaço para reflexão, diálogo e reconhecimento do outro. Quando alguém entende que cooperar exige escuta, corresponsabilidade e compromisso com o coletivo, o trabalho ganha outro signif**ado.

Ao longo dessas turmas, ficou claro que a educação é o alicerce do cooperativismo vivo. É ela que sustenta práticas éticas, relações mais saudáveis e organizações mais humanas. Sem formação, o cooperativismo corre o risco de virar discurso; com formação, ele se torna ação cotidiana.

Saio dessa experiência reafirmando uma convicção que me acompanha há anos: não há cooperativa forte sem pessoas conscientes do seu papel. E esse papel se constrói, dia após dia, pela educação.

É nesse processo silencioso, contínuo e profundamente transformador que sigo atuando nos bastidores do que faço.

23/12/2025

O que sustenta um ambiente de trabalho saudável, no dia a dia, são as pequenas coisas.

Ao longo de 2025, conduzi cursos de Atendimento ao Cliente e Relacionamento Interpessoal, pelo SENAR MT, junto à comunidade e a colaboradores da COFCO Internacional, uma grande organização que compreende a importância de investir no desenvolvimento das pessoas.

Esses cursos tratam de temas que, à primeira vista, podem parecer básicos: comunicação respeitosa, escuta, postura profissional, empatia, convivência e clareza nas relações. Mas, nos bastidores do trabalho, f**a evidente que é justamente nesses aspectos que muitos conflitos nascem — e também onde podem ser prevenidos.

Durante os encontros, surgiram relatos de tensões diárias, desgastes emocionais, ruídos de comunicação e dificuldades de convivência que afetam não apenas o desempenho, mas o bem-estar das pessoas. Ao mesmo tempo, quando esses pontos são nomeados, discutidos e trabalhados, algo se reorganiza no ambiente.

O aprendizado que sempre emerge é simples e profundo: relacionamentos mal conduzidos adoecem; relações mais conscientes protegem a saúde mental. Um atendimento feito com respeito reduz o estresse. Uma comunicação clara evita conflitos desnecessários. Um ambiente onde as pessoas se sentem ouvidas diminui a sobrecarga emocional.

Esses cursos reafirmam que investir no “básico” não é retrocesso — é cuidado. É prevenção. É promoção de saúde mental no trabalho. Quando as pessoas aprendem a se relacionar melhor, o trabalho flui, o clima melhora e o serviço ganha qualidade.

Saio desses encontros com a convicção de que formação humana é parte essencial da formação profissional. E que cuidar das relações é, também, cuidar das pessoas que sustentam o trabalho todos os dias.

É nesse ponto, muitas vezes invisível, que sigo concentrando minha atenção nos bastidores do que faço.

O que acontece quando as pessoas se permitem aprender a se comunicar?Entre os meses de julho e novembro, percorri difere...
22/12/2025

O que acontece quando as pessoas se permitem aprender a se comunicar?

Entre os meses de julho e novembro, percorri diferentes cidades do Mato Grosso conduzindo o curso Técnicas de Oratória e Relacionamento com a Mídia, ofertado pelo SENAR MT por meio do Programa CONEXÃO SINDICAL. Foram 8 turmas, em Nova Mutum, Cuiabá, Rondonópolis, Sinop, Pontes e Lacerda, Canarana e Campo Novo do Parecis, reunindo colaboradores do Sistema FAMATO, da Escola Ranchão e dos Sindicatos Rurais.

À primeira vista, o curso falava de comunicação. Mas, nos bastidores, falava de algo ainda mais profundo: medo de se expor, insegurança ao falar, histórias pessoais com a própria voz sendo silenciada. Cada turma chegava com expectativas diferentes — e quase todas com a mesma dúvida silenciosa: “Será que eu dou conta?”

Ao longo dos encontros, algo bonito foi acontecendo. Pessoas que falavam baixo passaram a se posicionar. Quem evitava a câmera começou a se reconhecer nela. Discursos engessados deram lugar a falas mais autênticas. Não por técnicas decoradas, mas porque entenderam que comunicação não é performance, é conexão.

O desenvolvimento foi surpreendente — não apenas na forma de falar, mas na postura, na segurança e na clareza de quem se reconhece capaz de ocupar espaços. A comunicação, quando bem trabalhada, fortalece vínculos, melhora relações e amplia a presença das pessoas no trabalho e na vida.

O que esse percurso reafirmou para mim é que desenvolver comunicação é desenvolver pessoas. Quando alguém aprende a organizar ideias, sustentar a própria voz e se relacionar com o outro, algo se transforma internamente.

Voltei de cada cidade com a mesma sensação: comunicar não é apenas transmitir uma mensagem, é se autorizar a existir com mais inteireza.

É isso que sigo buscando nos bastidores do que faço: processos que desenvolvem habilidades, mas, principalmente, fortalecem pessoas.

Ensinar também é aprender — todos os dias.Ao longo de 2025, vivi uma intensa e signif**ativa jornada acadêmica na UNIC –...
21/12/2025

Ensinar também é aprender — todos os dias.

Ao longo de 2025, vivi uma intensa e signif**ativa jornada acadêmica na UNIC – Universidade de Cuiabá, onde cada atividade reforçou, para mim, o sentido de estar na docência e na formação em Psicologia.

Esse percurso começou já na aula inaugural dos estágios básicos, um momento especial em que apresentei práticas exitosas desenvolvidas por um grupo de alunas no Estágio Básico IV, junto à ROTAM. Ver essas experiências ganhando voz e reconhecimento foi uma confirmação de que a prática, quando bem orientada, transforma.

Em sala de aula, mantive a escolha pedagógica que acredito e defendo: aprender fazendo. Jogos, técnicas e dinâmicas de grupo não entraram como recurso lúdico isolado, mas como estratégia para desenvolver escuta, vínculo, reflexão e participação ativa dos estudantes.

Outro destaque desse ano foi o Projeto de Orientação Profissional com estudantes do Ensino Médio, voltado ao autoconhecimento como base para a escolha da profissão. Acompanhar jovens olhando para si mesmos, reconhecendo interesses, valores e possibilidades, é sempre um lembrete da responsabilidade que envolve orientar escolhas de vida.

Também estive à frente da supervisão de estágio específico na ênfase da Psicologia Organizacional, fortalecendo o olhar técnico, ético e crítico dos alunos para o mundo do trabalho. Essa presença se estendeu aos Projetos de Extensão, com os cursos de Oratória para Acadêmicos e Saúde Mental em Cena – olhares sobre o trabalho, ampliando o diálogo entre teoria, prática e realidade profissional.

Um dos momentos mais marcantes foi participar de bancas de TCC com diversos trabalhos voltados à Psicologia Organizacional. Esse encontro me tocou profundamente, porque não foi algo isolado — foi o resultado de dois anos de construção, incentivo e valorização dessa área dentro da Faculdade. Ver os alunos escolhendo esse caminho reafirmou que o trabalho cotidiano, muitas vezes silencioso, gera frutos.

O aprendizado que levo desse ano é claro: formar profissionais vai muito além de conteúdos. É sobre inspirar, provocar reflexão e mostrar que a Psicologia Organizacional tem impacto real na vida das pessoas e organizações.

Nem tudo o que faço é mostrado em tempo real. Alguns trabalhos precisam de silêncio, escuta, presença e maturação.BASTID...
19/12/2025

Nem tudo o que faço é mostrado em tempo real. Alguns trabalhos precisam de silêncio, escuta, presença e maturação.

BASTIDORES DO QUE FAÇO nasce para compartilhar, com cuidado e verdade,
as experiências, aprendizados e encontros que marcaram minha atuação em 2025, pois nem tudo acontece no palco. Muito do essencial acontece nos bastidores.

Aqui não estão apenas resultados,
estão processos, reflexões e o sentido que encontro no caminho.

Porque acredito que o valor do trabalho também mora naquilo que acontece antes, durante e depois da ação.

Assim, começo minha partilha de 2025 pelo dia 13 de março, no qual estive no Restaurante Brasido, no Shopping Estação em Cuiabá, a convite da querida aluna e amiga Thaynara, para conduzir uma Roda de Conversa com as colaboradoras, dedicada à saúde mental e ao autocuidado.

Mais do que um encontro formal, foi um espaço de pausa em meio a uma rotina intensa, marcada por ritmo acelerado, exigência constante e demandas emocionais que, muitas vezes, f**am invisíveis.

Sentadas em roda, falamos sobre o impacto do trabalho na vida emocional, sobre sinais de cansaço que o corpo e a mente vão dando aos poucos, e sobre como, muitas vezes, seguimos funcionando sem nos escutar. Vieram relatos, silêncios, reconhecimentos e identif**ação umas com as outras.

Também vivenciamos pequenas práticas simples — respiração, alongamento, atenção ao presente — não como fórmulas mágicas, mas como lembretes possíveis de cuidado no meio do dia. O autocuidado apareceu ali não como algo distante, mas como algo que cabe em pequenos gestos, quando há consciência e permissão.

O que esse encontro me ensinou, mais uma vez, é que cuidar da saúde mental no trabalho começa criando espaços seguros de escuta. Quando as pessoas podem falar, reconhecer limites e se apoiar, algo muda — no clima, na relação e na forma de estar.

Saí dessa roda com a certeza de que, mesmo em ambientes operacionais e exigentes, há espaço para humanidade. E que, muitas vezes, o cuidado começa simplesmente quando alguém pergunta: “Como você está?” — e realmente escuta a resposta.

É por isso que sigo acreditando no trabalho feito com presença, respeito e sentido.

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Cuiabá, MT
78020-110

Telefone

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