Fortunato Investimentos

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A Fortunato Investimentos Agente Autônomo de Investimentos LTDA, credenciada pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários, foi fundada em fev/2009 com objetivo de oferecer aos seus clientes o acesso ao Mercado de Capitais, através de contrato de distribuição de títulos e valores mobiliários mantido com a Spinelli Corretora, empresa com atuação no Mercado Brasileiro desde 1953. Através da parceria ma

ntida com a Spinelli Corretora, disponibilizamos todos os seus produtos e serviços, sempre pautados na ética, transparência e compromisso com o resultado de nossos clientes. A informação, no Mercado Financeiro, principalmente no Mercado de Capitais, é de suma importância para a tomada de decisão, por isso, mantemos os nossos clientes bem informados e atualizados, visando o fortalecimento de nossa relação de confiança. Salientamos que a Fortunato Investimentos, pela sua natureza jurídica não está autorizada a prestar serviços de administração de carteiras, porém, esse serviço é oferecido aos nossos clientes pela nossa corretora parceira, a Spinelli S/A.

Venha participar do bate-papo mensal sobre o Mercado Financeiro e suas ultimas mudanças que vão influenciar na rentabili...
07/08/2013

Venha participar do bate-papo mensal sobre o Mercado Financeiro e suas ultimas mudanças que vão influenciar na rentabilidade dos seus investimentos.

Será no dia 13/08 ás 19:30 no escritório da Fortunato Investimentos.
Inscrições: http://www.apogeo.com.br/eventos/palestra-desafios-e-investimentos/ ou pelo telefone (65) 3052-2336.

27/02/2013

Mantega anuncia corte de tarifas para conter inflação
Data: 27/2/2013
Fonte: Valor Econômico

Os produtos industriais que tiveram alíquotas de importação elevadas no ano passado e depois registraram reajustes de preços exagerados terão as tarifas reduzidas pelo governo. "Estou avisando. Nós estamos monitorando e algumas tarifas nós já vamos baixar. Tem gente que está abusando", disse ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao Valor PRO. O ministro participou de evento em Nova York sobre infraestrutura, organizado pelo Valor.

No ano passado, o governo elevou as tarifas de importação de mais de cem produtos de setores que sofriam com a entrada de bens de vários países a "preços absurdamente baixos", segundo Mantega. Agora, a ideia é baixar as alíquotas para alguns deles, mas o ministro não citou especificamente nenhum. Ele disse que há casos em que a alta de preços pode ser justificada por movimento internacional das cotações.
Mantega disse que a preocupação do governo com a inflação é permanente, mas ressaltou que os últimos índices de preços mostram um quadro menos pressionado, ao mesmo tempo em que há uma retomada da atividade. O ministro fez a palestra de abertura do Fórum Brasileiro de Infraestrutura 2013, em Nova York, o primeiro "road show" do governo no exterior para atrair investidores. O evento se repetirá na sexta-feira, em Londres.

Para estimular a entrada dos bancos privados no financiamento de infraestrutura, segundo o ministro, o governo pretende criar um sistema semelhante ao que existe para a agricultura, no qual o crédito que o governo dispõe vai diretamente para os bancos privados. "Em vez de passar para o BNDES uma determinada quantia, o governo passa menos e disponibiliza esses recursos diretamente ao setor privado", explicou Mantega. Nesses repasses a taxa cobrada pelo governo será a TJLP, hoje em 5% ao ano.

27/02/2013

BTG eleva peso do exterior na carteira de 2013
Data: 27/2/2013
Fonte: Valor Econômico

O BTG Pactual elevou o peso de ações de empresas expostas ao exterior (exportadoras ou com operações fora do país) em seu portfólio deste ano. "A fatia de nossa carteira com exposição ao setor externo está entre 30% e 40%. No ano passado, chegamos a ter somente 10%", disse ao Valor o estrategista de ações de Brasil do banco, Carlos Sequeira.

A ideia, nesse caso, é captar ganhos com um cenário de real depreciado e melhoras específicas na economia global. Estão no portfólio empresas como Vale - que ganha com uma recuperação do crescimento chinês - Suzano, Embraer, BRF e JBS. "Não prevemos rupturas na Europa", afirma. Ao longo do ano passado, o banco reduziu sua exposição a consumo e varejo.

Ao mesmo tempo, apesar de ainda ser a tônica das escolhas, a economia brasileira passa por um momento delicado e este é um dos principais motivos que fazem o Índice Bovespa (Ibovespa) ficar atrás dos indicadores dos Estados Unidos, afirma o executivo. Enquanto S&P 500 e o Dow Jones flertam com máximas históricas, o Ibovespa cai perto de 7% no ano e está cerca de 30% longe do topo. "A expectativa de crescimento do país vem sendo rebaixada quase que semanalmente. E, para confundir ainda mais o mercado, a inflação está em alta", afirma Sequeira.

Este quadro, diz ele, deixa o governo em uma situação delicada quando o assunto é formação de política econômica. "O governo não pode abusar nas medidas de incentivo, senão fomenta a inflação", diz. "O investidor olha para tudo isso, vê uma grande incerteza e se pergunta o que vai ser do Brasil em 2013." Quando não há consenso no mercado em relação às expectativas, os investidores se retraem, afirma.

As incertezas limitam a alta do Ibovespa em 2013, que deve ser de 15%, ou no máximo 20%, para a casa dos 68 mil pontos, de acordo com a estimativa do estrategista. Na opinião de Sequeira, a valorização esperada para o índice indica que o ano será "razoável", com desafios cada vez maiores para o gestor, que terá de garimpar dentro de cada setor preferido.

O Ibovespa, segundo o executivo, não sobe mais porque alguns papéis de peso, como Petrobras, não têm perspectivas positivas para 2013. As ações da estatal de petróleo, que representam 10% do Ibovespa, não estão na carteira do BTG Pactual. Para Sequeira, o investidor deve, em 2013, comprar na Bovespa ações de qualidade, mesmo que não sejam barganhas. Os setores preferidos do BTG Pactual são educação, consumo, infraestrutura e bens de capital.

O trabalho de escolha segmentada, que já vinha sendo feito, agora vem acompanhado da análise individual justamente porque os setores preferidos deste ano são praticamente os mesmos de 2012. "Não basta mais escolher um setor, que já foi importante no ano passado. Agora, se fizer apenas isso, o gestor pode pegar uma ação cara dentro de um segmento bom. Tem que olhar os papéis que fazem sentido no potencial de valorização", diz.

O estrategista diz que o Ibovespa pode até parecer barato, já que sua performance foi uma das piores em 2012 em relação a seus pares. Em dólares, na comparação com bolsas da América Latina, o índice brasileiro foi o único que caiu no ano passado, com perda de 1,42%. O principal rival na preferência dos investidores, o México, subiu 27,05%.

"Mas os setores favoritos já estão com relação preço/lucro alta", afirma. O ramo de educação, por exemplo, subiu 112% no ano passado. Varejo avançou 70%.

Apesar dessa situação, ele ainda vê oportunidades em alguns papéis destes segmentos.

Em educação, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior, retira risco de crédito das empresas e oferece aos estudantes uma opção barata de financiamento alternativo. Kroton e Anhanguera são as principais escolhas.

Em consumo, Sequeira mostra preferência por empresas cujas vendas não dependem fortemente do crédito, ou seja, que negociam produtos menores e mais baratos. Duas oportunidades citadas são Pão de Açúcar e Brazil Pharma. Outra escolha em consumo é Cosan, produtora de etanol e distribuidora de combustíveis, que tem possibilidade de aumento de margens.

Infraestrutura também figura na lista de segmentos preferidos, com empresas como CCR e Santos Brasil. Para Sequeira, depois de entrar em embates com os setores elétrico e financeiro, o governo tem dado cada vez mais sinais de que precisa do setor privado. "Há uma série de projetos de infraestrutura para o ano. Se o governo quiser fazer o Produto Interno Bruto (PIB) crescer via investimentos, infraestrutura, precisa ter um papel central", afirma o estrategista.

O setor de alimentos acaba sendo uma das escolhas que engordam a fatia de exposição ao setor externo do portfólio do BTG Pactual. "Mantenho o setor na carteira desde 2012, usando papéis diferentes", diz. Segundo ele, a média do câmbio em 2012 beneficiou exportadoras como JBS e Marfrig. Os mercados também estiveram favoráveis a seus produtos. "Continuo acreditando e tenho JBS na carteira."

Outra história favorável, segundo ele, é BRF. "Já não é um papel tão barato, mas tem todos os benefícios da fusão entre Sadia e Perdigão", diz. Outro ativo que amplia a fatia de companhias ligadas ao exterior na carteira é Vale. "A ação cedeu muito e as discussões sobre o rumo do câmbio afetaram o setor de minério. Mas faz sentido ter Vale na carteira nesse nível de preço."

Do outro lado, além de Petrobras, o BTG Pactual evita se posicionar no setor de bancos, que Sequeira considera controverso. Na visão dele, o embate com o governo ficou em 2012, mas o segmento tende a enfrentar um ambiente de forte concorrência. Outros setores que ficam fora das escolhas do BTG Pactual são energia elétrica e telecomunicações. "Temos pouca exposição em energia, mas algumas ações caíram tanto que começam a aparecer casos interessantes. Tenho Cemig na carteira."

27/02/2013

Os principais índices acionários da Europa fecharam em forte queda e os juros dos títulos da dívida da Itália dispararam. A falta de conclusão das eleições no país direcionou os negócios no mercado ontem e o aumento dos receios de instabilidade política na terceira maior economia da zona do euro fez...

27/02/2013

Ambev, Renner e Eletropaulo apresentam seus balanços do quarto trimestre

Bom dia.
27/02/2013

Bom dia.

Ainda entre os destaques, Ambev registra lucro de R$ 3,72 bilhões no quarto trimestre; Lupatech prorroga financiamento de R$ 61 mi com Votorantim

26/02/2013

Petrobras descobre óleo de qualidade no pré-sal de Santos; limpeza em balanço da Vale pode trazer prejuízo recorde

25/02/2013

Ainda entre os destaques, Petrobras vai à China para evitar atrasos na produção; Braskem vê cenário positivo este ano

25/02/2013

Telefônica/Vivo lucra R$ 4,452 bi em 2012; projeção de inflação passa de 5,70% para 5,69%

22/02/2013

Mercado se divide após a publicação do resultado de 2012 do Banco do Brasil

22/02/2013

Investidor coreano aumenta alocação em ativos no Brasil
Data: 22/2/2013
Fonte: Valor Econômico

Há cerca de dois anos no Brasil, a corretora coreana Mirae Asset Securities já conquistou uma base de 5 mil clientes ativos, de um total de 7 mil cadastrados, com a estratégia agressiva de cobrar baixa corretagem. Agora, pretende crescer na área de gestão de fortunas no país. A ideia é prestar serviços tanto para investidores locais como para clientes da Coreia do Sul.

De olho no potencial de mercado com a expansão das empresas coreanas no Brasil, e da consequente vinda de mais imigrantes de lá para cá, a Mirae pretende atuar na remessa de recursos da comunidade no Brasil para parentes na Coreia do Sul. A instituição já tem a licença do Banco Central para atuar nessa área e deve começar a buscar bancos para fechar as operações.

Neste ano, a imigração coreana completa 50 anos e há cerca de 55 mil imigrantes coreanos no Brasil, dos quais 45 mil estão na cidade de São Paulo, de acordo com estimativa da Associação Brasileira dos Coreanos.

Só no ano passado, grandes empresas coreanas, como a fabricantes de automóveis Hyundai e a Doosan, de máquinas e equipamentos, anunciaram a inauguração de unidades fabris no Brasil.

O interesse dos coreanos pelo mercado brasileiro não tem se limitado a investimentos diretos. O aporte em títulos públicos brasileiros e no mercado imobiliário no Brasil também tem crescido, segundo a experiência da própria Mirae nessas frentes.

Atualmente a área de gestão de fortunas da Mirae Securities tem R$ 1,6 bilhão de recursos de investidores coreanos aplicados em títulos públicos no Brasil, basicamente concentrados nas Notas do Tesouro Nacional série F (NTNs-F), papéis prefixados de longo prazo.

A Coreia do Sul tem um acordo bilateral com o Brasil em que não cobra imposto na repatriação dos ganhos com as aplicações em títulos públicos ou de empresas em que o governo brasileiro é controlador. Os estrangeiros já são isentos de Imposto de Renda sobre o ganho de capital no Brasil, mas pagam uma alíquota de 6% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Mesmo assim, esse investimento permanece atrativo, uma vez que a taxa de juros básica na Coreia do Sul está em 2,75% e a taxa oferecida pelos papéis prefixadas mais longo (NTN-F), com vencimento em 2023, está em 9,5%.

Os investidores também têm buscado oportunidades no mercado imobiliário. A Mirae já investiu US$ 600 milhões na compra do edifício Rocha Verá e na aquisição de parte da torre comercial Faria Lima, ambos localizados em regiões de grande concentração de escritórios na cidade de São Paulo. A isenção de IOF para investimentos em fundos imobiliários também deve atrair interesse dos coreanos para esse tipo de produto, afirma Pablo Spyer, diretor da Mirae Asset Securities.

A equipe da Mirae visita com frequência os bairros do Brás e Bom Retiro, que concentram grande parte da comunidade coreana em São Paulo, e os clientes têm a facilidade de contar com atendimento na língua materna. A corretora tem uma área de gestão de fortunas, que além de administrar a alocação dos estrangeiros, também atende clientes locais com mais de R$ 1 milhão em investimentos, que já respondem por R$ 100 milhões sob gestão. Luciana Pazos, responsável pela área de gestão de fortunas, conta que a carteira conta com 200 clientes locais, basicamente pessoas físicas.

A área de gestão de fortunas da corretora Mirae é responsável pela gestão de portfólio dos clientes e trabalha com uma plataforma aberta, em que distribui fundos de outras instituições financeiras, bem como títulos de dívida como debêntures e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). "Somos ativos na seleção dos produtos que distribuímos, que passam por um comitê de investimento. Não somos um shopping de distribuição de produtos", afirma Luciana.

A Mirae chegou ao Brasil em setembro de 2008 e iniciou suas operações como gestora de investimentos, com o objetivo de oferecer fundos para investidores locais. Essa área, ao contrário da corretora, ainda é muito pequena no Brasil e contava com R$ 180 milhões sob gestão de acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O gestor responsável por essa área, Young Kim, se mudou neste ano para os Estados Unidos de onde passará a fazer as alocações em Brasil para os fundos "offshore", que reúnem basicamente aplicações de investidores da Coreia.

A Mirae é uma das maiores gestoras na Coreia, com US$ 58 bilhões sob gestão. No Brasil, a corretora é uma das poucas que adotaram estratégia agressiva de preços para ações e conseguiram sobreviver e ter resultados positivos. Hoje a corretora Mirae cobra uma taxa de corretagem de R$ 2,90 por operação. A corretora acumulou no ano passado, até o terceiro trimestre, lucro líquido de R$ 7,406 milhões e contava com patrimônio líquido de R$ 161,180 milhões.

22/02/2013

Economia reaqueceu em janeiro
Data: 22/2/2013
Fonte: Valor Econômico

Indicadores de atividade industrial e consumo em janeiro mostram que a economia começou 2013 em ritmo acelerado. Para analistas, dados como o avanço do tráfego de veículos pesados nas rodovias, a alta na expedição de papelão ondulado e o salto na produção de automóveis apontam que a indústria cresceu mais de 1% em relação a dezembro, na série com ajuste sazonal, após a perda de fôlego observada no último trimestre do ano passado. Para alguns economistas, a alta pode chegar a 2%.

No entanto, especialistas afirmam que é cedo para extrapolar esse comportamento para todo o primeiro trimestre, já que o aumento da atividade nas fábricas seguiu concentrado no setor automobilístico e o IPI totalmente reduzido para carros, em vigor até dezembro, pode ter dado um último alento às vendas e à produção do mês passado. Há, ainda, a percepção de que esse repique da indústria pode ser reflexo de recomposição de estoques e, portanto, não deve durar.

A produção de veículos subiu 11,2% de dezembro a janeiro, segundo cálculos dessazonalizados pela Tendências Consultoria com base nos números da Anfavea, entidade que reúne as montadoras. O fluxo de veículos pesados nos pedágios cresceu 5% e a expedição de papel ondulado, 3,8% na mesma comparação.
Com base nesses indicadores, a Tendências projeta expansão de 1,6% na produção, mas não vê esse desempenho como sustentável, diz a economista Alessandra Ribeiro. Luis Otávio de Souza Leal, economista-chefe do Banco ABC Brasil, afirma que apesar da expectativa de variação superior a 1,5% na produção industrial entre dezembro e janeiro, o sentimento dos empresários não mostra situação tão favorável, o que pode indicar crescimento menos intenso nos próximos meses.

O economista-chefe da BB DTVM, Marcelo Arnosti, é mais otimista. Ele afirma que pode haver avanço entre 2% e 2,5% da indústria em janeiro. Os estoques mais ajustados, a sustentação do ritmo forte da demanda das famílias e alguma recuperação da produção de bens de capital, na esteira do início de uma reação do investimento, poderão garantir um fechamento melhor para a indústria no primeiro trimestre do ano.

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