29/05/2026
🍃Atendendo pessoas em carreiras executivas há mais de 15 anos, posso dizer que encontrei (pela observação e experiência) uma relação muito forte entre boas decisões e tempo ao ar livre.
Mesmo que sejam breves caminhadas,
se forem constantes o cérebro agradece.
E a neurociência diz o que sobre isso?
O exercício da liderança corporativa no cenário contemporâneo impõe aos executivos uma carga de trabalho mental sem precedentes, caracterizada por pressões por resultados imediatos, fluxo ininterrupto de dados e necessidade de tomadas de decisão complexas sob condições de incerteza extrema.
O suporte biológico indispensável para essas atividades está no córtex pré-frontal, a estrutura cerebral responsável pelas chamadas funções executivas, que incluem a memória de trabalho, o controle inibitório, a flexibilidade cognitiva, o planejamento estratégico e a regulação emocional.
Diante do desgaste metabólico e cognitivo imposto por ambientes corporativos altamente estimulantes, a neurociência aplicada tem investigado intervenções capazes de restaurar a capacidade de trabalho mental.
Dentre as estratégias avaliadas, a prática diária de caminhadas ao ar livre em ambientes naturais consolida-se como uma das ferramentas mais ef**azes para a recuperação atencional, a modulação neuroquímica e a otimização dos processos decisórios de alta liderança.
🧠Conclusão: melhores decisões =mais caminhadas. Parques não nos faltam em Curitiba!